Cassi dá posse à nova gestão

Tomou posse, nesta segunda-feira (1º), na Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, a nova diretora de Saúde, Rede de Atendimento e Risco Populacional, Luciana Bagno. Com ela, também foram empossados os conselheiros deliberativos e fiscais eleitos pelos associados no processo eleitoral realizado em março deste ano, dando início a um novo ciclo de gestão na Cassi. Luciana Bagno é graduada em Psicologia pela PUC-MG e possui MBA em Gestão Estratégica. Trabalha no Banco do Brasil há 23 anos. Na mesma ocasião, Diego Carvalho assumiu como membro titular eleito pelos associados no Conselho Fiscal. A nova diretora destacou o compromisso dos representantes eleitos com uma gestão participativa e voltada às necessidades dos associados. “Nosso compromisso é fazer uma gestão a mais inclusiva e representativa possível. Para isso, contamos com os associados e associadas para estarem juntos com a gente nessa caminhada. Queremos fazer uma Cassi que seja boa para todos e para todas nós”, ressaltou Luciana. *Fonte: Contraf-CUT
28ª Conferência Nacional: inscrições de delegados (as) vão até 8 de junho

Delegadas e delegados que vão participar da 28ª Conferência Nacional dos Bancários têm até 8 de junho para se inscrever. O encontro vai definir as prioridades e os planos de luta para a Campanha Nacional Unificada 2026, quando haverá renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. Cerca de 700 representantes de bancárias e bancários de todo o país devem participar do encontro, que vai acontecer no Hotel Holiday-Inn Parque Anhembi, em São Paulo. O link para as inscrições foi encaminhado às federações, com a orientação de seguir as recomendações da UNI Global Union de atingir até 40% de cota de mulheres (com mínimo de 30%). Recomenda-se ainda que as entidades atinjam o mínimo de 10% de jovens de até 35 anos entre os inscritos. Os delegados e delegadas que participarão da 28ª Conferência Nacional foram eleitos durante as conferências regionais e estaduais, quando foram debatidos os seguintes eixos temáticos: – Aumento real;– Aumento do piso da categoria;– Aumento da PLR;– Saúde: bem-estar e combate ao adoecimento;– Defesa do emprego frente à implementação das novas tecnologias;– Por um Sistema Financeiro melhor e mais regulado;– Importância das eleições 2026 para a classe trabalhadora. Também os resultados da Consulta Nacional serão apresentados na 28ª Conferência Nacional. *Fonte: Contraf-CUT
Fim da escala 6 x 1 poderá entrar em vigor ainda este ano

A aprovação da PEC do fim da escala 6 x 1 na Câmara dos Deputados foi considerada uma vitória histórica para o governo Lula e o movimento sindical. No primeiro turno foram registrados 472 votos favoráveis e 22 contrários. Já no segundo turno o placar ficou em 461 votos a favor e 19 contra. Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da CUT, ressaltou que o fim da escala 6 x 1, com redução da jornada de 44h para 40h semanais e garantia de dois dias semanais de descanso remunerados sem redução salarial, é uma luta das centrais sindicais desde os anos 80. O texto agora segue para o Senado e, caso seja aprovado sem alterações, trabalhadoras e trabalhadores poderão passar para a nova jornada ainda neste ano. “Vitória da classe trabalhadora, das mulheres, as mais sobrecarregadas com a dupla jornada, vitória das crianças e dos adolescentes, que terão seus pais com mais tempo livre”, afirmou a dirigente sindical. De acordo com os movimentos sindicais, a redução da jornada também terá impactos na melhora do rendimento da população. “Segundo estudos do Dieese, cerca de metade dos trabalhadores serão beneficiados com o fim do regime 6×1, sendo 74% dos que trabalham hoje em regime CLT”, explicou o secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT, Jeferson Meira (Jefão). Além de estabelecer a escala 5×2, com jornada de 40 horas semanais, sem redução salarial, o texto aprovado no plenário da Câmara estabelece o seguinte período de transição: *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Alessandro Dantas/Agência Senado
Saúde Caixa: boletim mostra ações e denúncias

Lançado pelos representantes eleitos para o Conselho de Usuários do Saúde Caixa (CUSC), o boletim Movimento pela Saúde mostra um panorama das primeiras ações do novo mandato, denúncias sobre problemas enfrentados pelos usuários do plano e orientações importantes sobre atendimento e autorizações prévias. A publicação destaca as reivindicações apresentadas pelos representantes dos usuários para melhorar o Saúde Caixa. Entre elas, a ampliação da rede credenciada, redução de custos para os empregados, melhorias na comunicação com os usuários e aperfeiçoamento dos processos de autorização e reembolso. Também é destaque no boletim a a cobrança feita pelo Conselho para que a Caixa apresente relatórios administrativos do plano e realize uma reunião extraordinária para discutir falhas recorrentes de atendimento e problemas relatados pelos usuários. A retirada do teto de custeio de 6,5% da folha de pagamento da Caixa para o Saúde Caixa também é defendida na publicação. O tema é considerado fundamental para garantir a sustentabilidade do plano e ampliar a qualidade da assistência oferecida aos empregados e aposentados. Para ler o boletim completo Clique aqui *Fonte: Contraf-CUT
Caixa: programa Acolhe completa cinco anos e CEE pede avanços

Criado para prestar atendimento e acolhimento às empregadas em situação de violência doméstica e familiar, por meio de uma equipe multidisciplinar, o programa Acolhe da Caixa Econômica Federal, está completando cinco anos. A data foi comemorada na última quarta-feira (27) com cerimônia que contou com a presença de representantes das entidades sindicais, empregados, gestores do banco e especialistas que contribuíram para a implementação da iniciativa. Durante o evento, a representante das mulheres da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e integrante da Comissão Nacional de Diversidade da Caixa, Tatiana Oliveira, explicou que o movimento sindical acompanha o cumprimento do programa desde a a sua criação. Tatiana ressaltou que é necessário avançar para garantir uma política mais ampla de proteção às vítimas. A garantia de preservação da função e da remuneração das trabalhadoras que precisam ser transferidas de local de trabalho por razões de segurança é uma das principais reivindicações da representação de empregados. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Cassi: proposta do banco recebe críticas da comissão de negociação

Na manhã da última quarta-feira (27), representantes das entidades reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, para analisar a situação econômica e financeira da Cassi. À tarde, houve encontro com os representantes do Banco do Brasil. Os participantes concordaram que a Cassi precisa de medidas imediatas para fortalecer seu caixa e recompor suas reservas garantidoras, que atingiram o patamar mínimo neste mês de maio de 2026. A proposta apresentada pelo Banco do Brasil, na reunião da tarde, contempla mudanças no modelo de custeio, dentro da linha defendida pelas entidades, com a adoção de um modelo híbrido. A proposta preserva o percentual de contribuição dos associados sobre a folha de pagamento e cria uma nova fonte de financiamento para a Cassi, utilizando como referência a tabela de custos assistenciais já existente na Caixa de Assistência, prevendo participação da patrocinadora e contribuição adicional dos associados. Entretanto, não foi apresentada uma solução adequada para os funcionários admitidos depois de 2018, egressos dos bancos incorporados, o que fragiliza ainda mais a situação dos associados auto patrocinados. A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, criticou a postura do banco. “Não é passível de defesa pelo movimento sindical qualquer proposta que deixe de fora os colegas pós-2018 e os funcionários oriundos dos bancos incorporados. Não aceitaremos uma solução que aprofunde desigualdades dentro da própria Cassi”, ressaltou Fernanda. *Fonte: Contraf-CUT
Atualização da NR-1 já está em vigor

A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) entrou em vigor nesta terça-feira (26). A medida amplia a responsabilidade das empresas sobre a saúde mental dos trabalhadores e fortalece a fiscalização das condições de trabalho no país. Aprovada em 2024, a atualização da NR-1 determina que chamados riscos psicossociais passem a integrar oficialmente o gerenciamento de riscos ocupacionais das empresas. A partir de agora, entram no radar da fiscalização as metas abusivas, jornadas exaustivas, assédio moral e sexual, pressão excessiva, sobrecarga, conflitos interpessoais e falhas na organização do trabalho. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as empresas deverão incluir os riscos psicossociais em seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR), adotando medidas concretas para prevenir o adoecimento relacionado ao trabalho. O MTE esclarece que a fiscalização poderá analisar metas, jornadas, cobranças, canais de denúncia, processos internos e relações entre chefias e funcionários. “A entrada em vigor da nova NR-1 abre uma importante discussão sobre a responsabilidade das empresas pelo adoecimento mental relacionado ao trabalho. A participação dos trabalhadores e das entidades sindicais será decisiva para impedir que a norma seja reduzida a um simples protocolo empresarial, sem mudanças reais nas condições de trabalho”, observou o secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles. *Fonte: Contraf-CUT
Relatório Anual da Cassi tem aprovação dos associados

O Relatório 2025 da Cassi foi aprovado pelos associados com 77,3% dos votos válidos. O resultado segue a orientação das entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil e dos dirigentes eleitos da Caixa de Assistência. Foram registrados 32.014 votos favoráveis ao relatório durante a votação que começou em 14 de maio e terminou na última segunda-feira (25). O resultado demonstra que o Corpo Social da entidade, formado por funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil associados à Cassi, reconhece que o documento retrata de forma transparente a realidade enfrentada pela Caixa de Assistência no último ano. De acordo com a Cassi, a aprovação representa um voto de confiança dos associados na governança e na transparência da Cassi. *Fonte: Contraf-CUT
CEE cobra respostas da Caixa sobre proteção às mulheres vítimas de violência

Mesmo depois de quase dois meses da reunião entre a Caixa Econômica Federal e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), sobre a questão da proteção às mulheres vítimas de violência, a representação dos trabalhadores continua sem respostas do banco. As propostas apresentadas em 31 de março pela CEE destinam-se a fortalecer a proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, institucional e de assédio no ambiente de trabalho. O movimento sindical já cobrou as respostas em abril. Os pontos apresentados pela CEE incluem a garantia de que empregadas vítimas de violência que precisem ser transferidas de unidade para preservar sua integridade física e psicológica não sofram prejuízos financeiros ou profissionais. Também prevê a manutenção da remuneração de função, da referência salarial e das condições relacionadas ao porte da unidade de origem, evitando que a proteção à vítima resulte em perda de renda ou rebaixamento funcional. A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária possui cláusulas específicas voltadas ao enfrentamento à violência contra as mulheres, incluindo mecanismos de acolhimento, proteção e orientação às trabalhadoras vítimas de violência doméstica. A representação dos empregados reafirma que é preciso avançar para que esses instrumentos sejam efetivos também na realidade da Caixa. *Fonte: Contraf-CUT
Sindicato participa de manifestação contra a escala 6 x 1

Milhares de trabalhadoras e trabalhadores participaram, nesta segunda-feira (25), da manifestação pelo fim da escala 6 x 1, no Centro do Rio de Janeiro. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense também marcou presença com o presidente Júlio Cunha e seus diretores. A manifestação contou com a presença de representantes dos sindicatos filiados à Federa-RJ, bem como trabalhadores de outras categorias profissionais e movimentos sociais. Estiveram presentes os Sindicatos dos Bancários de Petrópolis, representado pelo presidente Sávio Barcellos; Rio, com o presidente José Ferreira; Sul Fluminense, com o presidente Julio Cunha; dirigentes do Bancários Niterói e a presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso. A mobilização começou na Candelária, onde os manifestantes se concentraram, antes de seguirem em caminhada pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, lembrou que para as mulheres o fim da escala 6 x 1 tem importância adicional. “Para as mulheres, essa jornada é ainda mais desgastante, em função da tripla jornada. A redução da escala é essencial para que as mães tenham mais tempo para ficar com seus filhos e filhas”, observou Adriana. A presidenta da Federa-RJ destacou ainda que a votação do projeto está prevista para esta semana ainda e que a mobilização da classe trabalhadora é fundamental nas redes sociais e nas ruas. “Esse Congresso Nacional não tem compromisso com a classe trabalhadora e a gente precisa continuar mobilizado”, concluiu a sindicalista. *Fonte: Federa-RJ/Seeb Rio