Empregadas e empregados da Caixa vão se reunir no 41º Conecef

Considerado o principal fórum nacional de debates e deliberações dos trabalhadores da Caixa, o 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef) será realizado de 17 a 19 de junho, em São Paulo. Durante o congresso serão debatidos temas como Saúde Caixa, saúde e condições de trabalho, remuneração e carreira, além da defesa da Caixa e da Funcef. O congresso integra o processo de organização da Campanha Nacional dos Bancários e será decisivo para a definição das prioridades de luta das empregadas e dos empregados da Caixa nos próximos meses. O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, lembra que o Conecef é um espaço fundamental para a construção coletiva das pautas que serão defendidas pelo movimento sindical. “O Conecef é o momento em que as empregadas e os empregados da Caixa, de todas as regiões do país, avaliam a realidade do banco, debatem os desafios da categoria e constroem, de forma democrática, as propostas que orientarão nossa atuação”, explica Felipe Pacheco. *Fonte: Contraf-CUT
Contraf-CUT faz pesquisa para saber prioridades de funcionários do Banco do Brasil

Nos próximos dias, os funcionários e as funcionárias do Banco do Brasil vão participar de uma pesquisa nacional promovida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) em parceria com o Instituto Simplex. A pesquisa será realizada através de ligações telefônicas e terá o objetivo de aprofundar o conhecimento sobre as principais demandas da categoria e fortalecer a atuação das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026. Serão abordados temas como condições de trabalho, saúde, carreira, remuneração, diversidade, tecnologia, Cassi, Previ e os desafios enfrentados atualmente pelos funcionários do banco, a fim de identificar as percepções dos trabalhadores sobre essas questões. Segundo Gustavo Tabatinga, secretário-geral da Contraf-CUT, as respostas servirão de subsídio para a definição das estratégias de negociação e para a construção de uma pauta cada vez mais alinhada às necessidades dos trabalhadores. Com a pesquisa poderá ser feita a análise de diferentes realidades dentro do BB, considerando aspectos como local de trabalho, função exercida, tempo de banco, jornada, faixa etária e região do país. *Fonte: Contraf-CUT
Cassi: proposta de medida emergencial é apresentada em nova rodada de negociações

Nesta terça-feira (9) foi realizada mais uma reunião entre os representantes da mesa de negociações sobre o custeio da Cassi e a direção do Banco do Brasil. O encontro teve o objetivo de dar continuidade à construção de alternativas que garantam a sustentabilidade e a perenidade do Plano Associados. A necessidade de recomposição das reservas obrigatórias da Caixa de Assistência foi um dos principais temas debatidos na reunião. Fernanda Lopes, coordenadora da mesa de negociações, apresentou proposta para criação de uma alternativa emergencial a fim de evitar problemas financeiros no curto prazo. O texto propõe a elaboração de um memorando de entendimento que estabeleça uma contribuição transitória do Banco do Brasil e dos associados, com o objetivo de recompor as reservas da Cassi e assegurar maior estabilidade às contas da entidade. De acordo com as entidades, a medida vai permitir avanço nas negociações com mais segurança. Os representantes do Banco do Brasil se comprometeram a analisar a proposta apresentada pelas entidades e a apresentar um posicionamento na próxima rodada de negociações, agendada para o dia 23 de junho. *Fonte: Contraf-CUT
Empregados da Caixa vão participar de pesquisa da Contraf-CUT

Uma pesquisa nacional será realizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) com empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal. O objetivo é aprofundar o conhecimento sobre as principais demandas da categoria e fortalecer a atuação das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A pesquisa é uma ferramenta importante para aproximar ainda mais a atuação sindical da realidade vivida pelos trabalhadores, como explica o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga: “A negociação coletiva precisa estar conectada com aquilo que os empregados e empregadas vivenciam todos os dias. Esta pesquisa vai nos ajudar a compreender melhor quais são as prioridades do pessoal da Caixa neste momento e quais temas exigem maior atenção das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários de 2026.” Segundo Tabatinga, os resultados servirão como subsídio para a construção das estratégias de negociação e para o aprimoramento das ações desenvolvidas pela Contraf-CUT, pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e pelas demais entidades representativas. Além disso, vai permitir identificar diferenças de percepção entre segmentos específicos, considerando aspectos como tempo de banco, função exercida, local de lotação, jornada de trabalho, faixa etária e região do país. A pesquisa poderá ser respondida até 19 de junho através do link que será enviado por e-mail. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Sindicato realiza ações pelo Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense participou, nesta terça-feira (9), das ações pelo Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”. A atividade foi realizada por empregadas e empregados da Caixa de todo o país. A mobilização visa ampliar o debate sobre o futuro do Saúde Caixa e pressionar a empresa a discutir o fim do teto de 6,5% da folha salarial imposto pelo estatuto da Caixa para os gastos com a saúde de seus empregados. Dirigentes do Sindicato visitaram a agência da Caixa Econômica de Volta Redonda, onde conversaram com funcionários e clientes e distribuíram um boletim com explicações sobre como o teto prejudica o Saúde Caixa. Para chamar a atenção da população foram colados cartazes alusivos ao tema na fachada do prédio. Além disso, a publicação mostra os principais impactos do teto, como o aumento das mensalidades, dificuldades para manter a qualidade da assistência, ameaças aos direitos dos aposentados e restrições ao benefício pós-emprego para trabalhadores admitidos a partir de setembro de 2018. A mobilização foi convocada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf-CUT e o Comando Nacional dos Bancários nas negociações com o banco. O material também denuncia outros fatores que vêm prejudicando a saúde dos empregados, como a falta de pessoal, o fechamento de unidades, a cobrança excessiva por metas, os problemas de infraestrutura e os critérios considerados injustos do programa de remuneração variável da Caixa, o Super Caixa.
Empregados da Caixa se mobilizam em defesa do Saúde Caixa nesta terça-feira (9)

Nesta terça-feira (9) será realizado o Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”, com atividades nas unidades do banco, reuniões com trabalhadores antes do expediente e manifestações nas portas das agências e unidades administrativas da Caixa. O objetivo da mobilização é ampliar o debate sobre o futuro do Saúde Caixa e pressionar a empresa a discutir o fim do teto de 6,5% da folha salarial imposto pelo estatuto da Caixa para os gastos com a saúde de seus empregados. A mobilização foi convocada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf-CUT e o Comando Nacional dos Bancários nas negociações com o banco. Será distribuído um boletim com explicações sobre como o teto prejudica o Saúde Caixa e mostrando os principais impactos como o aumento das mensalidades, dificuldades para manter a qualidade da assistência, ameaças aos direitos dos aposentados e restrições ao benefício pós-emprego para trabalhadores admitidos a partir de setembro de 2018. *Fonte: Contraf-CUT
Sindicato participa da 2ª Marcha Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras LGBTQIA+

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense participou, nesta sexta-feira (5), da 2ª Marcha Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras LGBTQIA+, realizada pela CUT em São Paulo. O evento, que é um ato político, cultural e de luta pelos direitos trabalhistas, reuniu mais de uma centena de pessoas no centro histórico paulista para defender trabalho digno, democracia e o combate a todas as formas de discriminação. As principais pautas defendidas durante a marcha foram o fim da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o combate à LGBTQIA+fobia nos ambientes de trabalho e a defesa do trabalho decente para todas as pessoas. A Marcha fez parte da programação do 7º Encontro Nacional do Coletivo LGBTQIA+ da CUT, cujo encerramento ocorreu no sábado (6). Durante os três dias do encontro, dirigentes sindicais e militantes de todo o país debateram organização sindical, mercado de trabalho, combate à discriminação e estratégias para ampliar a participação da população LGBTQIA+ nas estruturas sindicais. O fortalecimento dos sindicatos como espaços permanentes de acolhimento, proteção e organização política da população LGBTQIA+ também integrou a pauta do evento, que reafirmou a defesa da democracia, da liberdade de manifestação e do direito à ocupação dos espaços públicos. O evento também reforçou a defesa dos direitos civis e sociais da população LGBTQIA+, combatendo iniciativas que tentam restringir sua visibilidade e participação política. *Fonte: CUT
Movimento sindical aguarda respostas do Banco do Brasil sobre a Cassi

O custeio da Cassi passou por mais uma rodada de negociação, na última quarta-feira (3), com representantes dos funcionários do Banco do Brasil. O encontro foi para debater alternativas para garantir a sustentabilidade da Caixa de Assistência e avançar na construção de um modelo de financiamento capaz de atender às demandas dos associados. O Banco do Brasil apresentou uma proposta que visa aprofundar o debate técnico sobre cenários elaborados a partir de uma proposta de modelo híbrido de custeio, sob o argumento de que existiriam divergências em relação ao formato apresentado. Os representantes dos trabalhadores disseram ter recebido com surpresa a proposta do banco. Eles esperavam receber retorno sobre as críticas e os apontamentos feitos na reunião anterior, já que há consenso quanto à necessidade de buscar uma alternativa que não esteja vinculada somente à remuneração dos funcionários. As entidades representativas dos trabalhadores acreditam que é necessário aprofundar os estudos e as simulações para avaliar os impactos de cada proposta e construir uma solução equilibrada para a Cassi. Garantir uma solução permanente para os funcionários oriundos de bancos incorporados pelo Banco do Brasil, assegurando seu acesso ao Plano de Associados da Cassi também foi um dos pontos importantes levantados pelas entidades. *Fonte: Contraf-CUT
COE Santander pede ao banco que suspenda demissões

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander enviou à direção do banco uma manifestação formal pedindo a suspensão imediata de um processo de demissões em massa. Os desligamentos estariam atingindo funcionários de diversas regiões do país, principalmente trabalhadores do cargo de Especialista de Atendimento. Os relatos chegaram até a COE na última terça-feira (2) e as demissões teriam ocorrido sem nenhuma comunicação prévia ou negociação com a representação dos trabalhadores. A medida é considerada um desrespeito ao compromisso de diálogo permanente estabelecido entre as partes por meio do Comitê de Relações Trabalhistas, previsto no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Segundo a representação dos trabalhadores, o tema foi levado à mesa de negociação na última reunião com o banco, realizada em 13 de maio. Na ocasião, o negociador do Santander afirmou categoricamente que não havia qualquer processo de extinção do cargo e que eventuais movimentações seriam pontuais. A COE espera a resposta do banco e reitera que continuará acompanhando o caso e adotando todas as medidas necessárias para defender os empregos, o respeito à negociação coletiva e os direitos dos trabalhadores do banco. *Fonte: Contraf-CUT
Em live, Caixa anuncia mudanças mas mantém critérios contestados no Super Caixa

Durante live, na última segunda-feira (2), a Caixa Econômica Federal apresentou alterações no regulamento do programa de remuneração variável Super Caixa. A divulgação foi feita faltando apenas 19 dias úteis para o fechamento do ciclo. As mudanças mostram alguns ajustes na forma de cálculo dos valores a pagar. Porém, mantêm critérios que vêm sendo criticados pelas entidades representativas dos empregados desde a implantação do programa. Os indicadores de CSAT (Customer Satisfaction Score – Pontuação de Satisfação do Cliente) e NS são alguns pontos que ficaram inalterados e são considerados pelos trabalhadores como fatores excludentes e desproporcionais para o acesso ao programa. Entretanto, os representantes do banco ressaltaram que a Caixa não vai abrir mão desses critérios. A exigência de assinatura de diversos termos de ciência para que os empregados possam acessar o sistema de acompanhamento do desempenho também chamou a atenção. Para ter acesso ao sistema Super Caixa e consultar seus resultados, o trabalhador precisa concordar com todos os itens dos termos. Os termos também estabelecem que os valores pagos pelo programa possuem natureza de premiação, sem incorporação à remuneração, sem reflexos trabalhistas, previdenciários ou fundiários. O trabalhador também precisa declarar ciência de que as simulações apresentadas no portal não representam expectativa de pagamento e que os valores dependem de regras, gatilhos e repasses definidos pela empresa. De acordo com a apresentação da Caixa, o modelo deixa de operar exclusivamente na lógica do “tudo ou nada” e passa a prever faixas intermediárias de “premiação”. Segundo as novas regras, a habilitação inicial passa a ser de 25% do valor da remuneração devida, desde que se atinja os marcos de liderança na dimensão Integridade do Alcance.Caixa e em pelo menos mais uma dimensão Core, além de CSAT e NS igual ou superior a 100. Depois da habilitação, o empregado passa a acumular percentuais de premiação de acordo com o seu desempenho nas dimensões Core e nas demais dimensões do Alcance.Caixa. Felipe Pacheco, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, ressaltou que as alterações são resultado direto da mobilização dos trabalhadores e da pressão exercida pelas entidades representativas, mas ainda estão longe de resolver os principais problemas do programa. *Fonte: Contraf-CUT