
Na manhã da última quarta-feira (27), representantes das entidades reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, para analisar a situação econômica e financeira da Cassi. À tarde, houve encontro com os representantes do Banco do Brasil.
Os participantes concordaram que a Cassi precisa de medidas imediatas para fortalecer seu caixa e recompor suas reservas garantidoras, que atingiram o patamar mínimo neste mês de maio de 2026.
A proposta apresentada pelo Banco do Brasil, na reunião da tarde, contempla mudanças no modelo de custeio, dentro da linha defendida pelas entidades, com a adoção de um modelo híbrido.
A proposta preserva o percentual de contribuição dos associados sobre a folha de pagamento e cria uma nova fonte de financiamento para a Cassi, utilizando como referência a tabela de custos assistenciais já existente na Caixa de Assistência, prevendo participação da patrocinadora e contribuição adicional dos associados.
Entretanto, não foi apresentada uma solução adequada para os funcionários admitidos depois de 2018, egressos dos bancos incorporados, o que fragiliza ainda mais a situação dos associados auto patrocinados.
A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, criticou a postura do banco.
“Não é passível de defesa pelo movimento sindical qualquer proposta que deixe de fora os colegas pós-2018 e os funcionários oriundos dos bancos incorporados. Não aceitaremos uma solução que aprofunde desigualdades dentro da própria Cassi”, ressaltou Fernanda.
*Fonte: Contraf-CUT


