Caixa: empregados questionam atraso na vacinação contra a gripe

Os atrasos no calendário estabelecido pela Caixa Econômica Federal para a vacinação contra a gripe de seus trabalhadores foram questionados pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE), durante encontro realizado na última quarta-feira (28). Em resposta, os representantes da Caixa disseram que o atraso se deve à falta de doses disponíveis no mercado. A preocupação dos empregados é que a vacina contra a gripe faz parte do programa Fique Bem, sendo uma das exigências para o recebimento do delta. A dúvida é se a vacina aplicada pelo SUS é válida para considerar a exigência cumprida e se, caso o empregado não consiga se vacinar poderá ser prejudicado. A Caixa ainda vai responder. *Fonte: Contraf-CUT

Negociação sobre caixas e tesoureiros é encerrada pela Caixa

Pendentes desde a Campanha Nacional dos Bancários do ano passado, as negociações sobre questões específicas de caixas e tesoureiros foram encerradas, nesta quarta-feira (28), pela Caixa Econômica Federal. O banco encerrou as negociações depois da representação dos trabalhadores não concordar com a retirada de direitos. Entretanto, o banco se comprometeu a não mexer com o quadro atual e o direito dos trabalhadores. Caso pretenda realizar alguma mudança, o banco deverá levar para negociação com a representação dos empregados. A Caixa foi o último dos cinco principais bancos do país a concluir as negociações na última Campanha Nacional porque insistia na retirada dos direitos e o movimento sindical se recusou a aceitar. Felipe Pacheco, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, lembrou que na última campanha, o banco sequer garantia que as empregadas e empregados que exercem as atividades de caixa executivo e tesoureiro executivo sem nomeação efetiva seriam as pessoas nomeadas. O banco também não quis informar, segundo Felipe, o número de empregados que exercem estas funções por minuto, impossibilitando afirmar que seria o fim da atividade por minuto na Caixa. Temas como Saúde caixa, Programa Teia, telefonistas e quebra de caixa também foram debatidos na reunião. A representação dos empregados reivindicou a retomada das negociações com o banco, que vai elaborar um cronograma de datas para as reuniões e enviar para a avaliação da CEE. *Fonte: Contraf-CUT

Fenae celebra aniversário com sessão solene e publicações especiais

A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) completa 54 anos nesta quinta-feira (29). As comemorações incluem uma sessão solene no Plenário Ulysses Guimarães, na Câmara dos Deputas, às 14h, onde a entidade será homenageada. A data será marcada também pelo lançamento do Caderno dos Estados e da Agenda Político Institucional, produzidos em parceria com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O lançamento será às 10h, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados. O Caderno dos Estados tem apoio do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A publicação visa informar e conscientizar a sociedade, o parlamento e os poderes municipais e estaduais, sobre a importância da Caixa Econômica Federal para o desenvolvimento econômico e social do país. Já a Agenda Político-Institucional reúne as proposições legislativas em tramitação no Congresso Nacional consideradas estratégicas para a defesa da Caixa 100% pública, a manutenção das conquistas e a ampliação dos direitos da categoria bancária. *Fonte: Fenae *Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Empregados se mobilizam contra reajustes no Saúde Caixa

Empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal realizaram diversas atividades, nesta terça-feira (20), em agências e prédios da instituição. A mobilização foi em protesto contra as movimentações da empresa para aplicar novos aumentos nas mensalidades do Saúde Caixa. O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, explicou que diante da permanência do teto para gastos do banco com a saúde dos empregados, presente no estatuto da instituição, e o constante aumento dos custos médicos, a tendência é de que, nas negociações deste ano, a Caixa proponha reajustes nas mensalidades. “Hoje já pagamos um valor bem acima dos 30% definidos em nosso acordo como sendo a parte que caberia aos empregados. Por isso, já reivindicamos reajuste zero nas mensalidades e insistimos na necessidade do fim do teto, uma vez que a própria CGPAR 52 permite que o banco pague até 70% dos custos do plano de saúde, que é exatamente o que a gente reivindica e o que define o ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) do Saúde Caixa”, afirmou Felipe. Leonardo Quadros, diretor de Saúde e Previdência da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), observou que as atividades desta terça-feira foram importantes para mostrar que os empregados estão mobilizados e atentos em relação ao futuro do plano de saúde. “A preocupação é com a sustentabilidade do plano, que pode ser gravemente comprometida se a Caixa não assumir sua responsabilidade de arcar com a proporção contributiva de 70% das despesas”, ressaltou Quadros. Segundo Leonardo, o GT Saúde Caixa se reúne na tarde desta quarta-feira (21), quando os representantes da direção devem apresentar o relatório de administração, que já é público, e a pesquisa de satisfação, que foi realizada há algum tempo. “Cobraremos novamente o acesso aos dados primários do plano, para que nossa consultoria possa realizar um trabalho detalhado de avaliação do Saúde Caixa”, afirmou Quadros. *Fonte: Contraf-CUT

Conheça a cartilha “Queremos Saúde, Caixa”

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) lançaram a cartilha “Queremos Saúde, Caixa”. A cartilha apresenta a trajetória do plano de saúde dos empregados desde os tempos do Sasse até a construção do modelo atual, com custeio dividido em 70% pela Caixa e 30% pelos empregados. O documento mostra, ainda, como a inclusão do teto de 6,5% da folha de pagamento no Estatuto da empresa, imposta em 2017 e mantida agora em 2025, tem desestruturado essa equação, obrigando os empregados a arcar com uma parte cada vez maior dos custos. A qualidade do Saúde Caixa também é destacada na publicação, já que garante cobertura nacional, assistência odontológica, reembolso de medicamentos, isenção de coparticipação em internações e tratamento oncológico, além de um teto anual de gastos para proteger as famílias. O novo acordo específico do Saúde Caixa será discutido entre agosto e setembro e a principal pauta é a retirada do teto de 6,5% e a manutenção do modelo de custeio 70/30%. A negociação precisa de apoio da base e, segundo a cartilha, “somente com mobilização será possível pressionar a Caixa e garantir que o plano continue sendo viável, justo e acessível”. Para conhecer melhor o trabalho e ficar por dentro da importância de preservar o Saúde Caixa Acesse aqui a cartilha completa *Fonte: Fenae

Movimento sindical solicita explicações à Caixa sobre possível reestruturação

Um boato sobre uma possível reestruturação das funções de caixa e tesoureiro executivos (CAEX e TEX) da Caixa Econômica Federal chegou ao conhecimento do movimento sindical, levando a Contraf-CUT a enviar um ofício pedindo explicações ao banco. Entre os empregados e empregadas da Caixa, as informações dão conta de que caixas e tesoureiros estão sendo convocados para uma “Ação consultiva-ReprogAME Sua Trajetória”. “Pelas informações que nos foram passadas, o ‘treinamento’ é, na verdade, uma forma de fazer com que caixas e tesoureiros reflitam sobre sua carreira”, explicou o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco. No documento enviado pela Contraf-CUT, a solicitação é de que o banco informe sobre a veracidade das informações. Em caso afirmativo, é pedido que o banco passe todas as informações para a representação dos empregados e agende uma reunião para retomar as negociações o mais rápido possível. *Fonte: Contraf-CUT

CEE solicita dados dos últimos dez anos do Saúde Caixa

A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal solicitou ao banco os dados primários dos últimos dez anos do Saúde Caixa. O pedido foi feito durante reunião na última segunda-feira (12) e oficializado através de ofício pela Contraf-CUT. A consultoria atuarial, que foi contratada pelas entidades irá assessorar os representantes dos empregados no Grupo de Trabalho (GT) do Saúde Caixa nas avaliações e com a produção de relatórios para subsidiar as discussões do grupo, solicitou os dados do período de dez anos para realizar uma análise prospectiva mais robusta do plano. Entretanto, os representantes da Caixa informaram que não poderiam garantir que darão acesso a estes dados. “Sempre cobramos transparência da gestão, e no último aditivo assinado fizemos questão de incluir uma cláusula que garantisse acesso aos dados, para que pudéssemos realizar nossas próprias análises das condições do plano. Mesmo assim, os representantes da administração de Carlos Vieira dizem que não podem garantir que teremos este acesso”, ressaltou o coordenador da representação dos trabalhadores no GT Saúde Caixa, Leonardo Quadros. *Fonte: Contraf-CUT

Fenae explica como entender a meta atuarial

A Fenae publicou uma matéria explicando como a meta atuarial entra no cálculo dos benefícios da Funcef. De acordo com o texto, a meta atuarial é um dos principais fatores para o cálculo dos benefícios pagos aos participantes. Para quem é participante da ativa (REB e Novo Plano), é preciso explicar que o valor do seu benefício não depende apenas das suas reservas acumuladas. O cálculo considera premissas atuariais como: Tábua de Mortalidade – estimativa da expectativa de vida. Com base nela, a Funcef calcula por quanto tempo, em média, você receberá seu benefício. Quanto maior a expectativa de vida, mais tempo o valor da sua reserva precisa durar. Fator de Capacidade Salarial – projeta o valor real anual do seu benefício, considerando a inflação medida pelo INPC. A Funcef considera que o benefício real vai acompanhar 98% da inflação medida pelo INPC. Composição Familiar – avalia se você tem dependentes que poderão receber pensão após o seu falecimento. A meta atuarial entra como uma taxa de juros projetada para calcular o valor do benefício mensal que será recebido. Metas muito conservadoras podem gerar desequilíbrios nos planos, exigindo mais recursos no presente para garantir os pagamentos futuros. É por isso que a decisão tomada em 2017, de reduzir a meta de 5,51% + INPC para 4,5% + INPC, foi tão danosa. Ela comprometeu os resultados dos planos e agravou o déficit, impactando negativamente os participantes, especialmente os do REG/Replan Saldado, já sobrecarregados com contribuições extraordinárias. A mudança, na prática, reduziu os benefícios futuros dos participantes dos planos que ainda estão na ativa e aumentou a conta a ser paga pelos aposentados. *Fonte: Fenae e Contraf-CUT

Caixa terá 30% de mulheres em cargos de direção

Atendendo à solicitação do movimento sindical, a Caixa Econômica Federal anunciou mudanças em seu Estatuto Social. O banco incluiu o percentual de 30% de mulheres em cargos de direção, englobando as diretorias e vice-presidências. Fabiana Uehara Proscholdt, representante das empregadas e empregados no Conselho de Administração da Caixa, observou que a Caixa é o primeiro banco público a incluir em seu estatuto social a porcentagem mínima de mulheres em cargos de direção. “É um avanço que precisamos comemorar. Mas as empregadas merecem mais. Hoje, segundo dados da Rais 2024, elas são 45% do nosso quadro de pessoal e, desta forma, continuará havendo defasagem em relação aos homens”, afirmou Fabiana. Apesar deste avanço, as entidades de representação sindical e associativas das empregadas e empregados criticaram a não exclusão do teto de gastos do banco com a saúde de seus empregados, limitado a 6,5% da folha de pagamentos. O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, falou sobre o teto. “A manutenção do teto de gastos impede que a Caixa cumpra o que está definido no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do nosso plano de saúde, que determina que o banco arque com 70% dos custos do Saúde Caixa”, explicou o coordenador. *Fonte: Contraf-CUT

Começa a preparação para o 40º Conecef

O Comando Nacional dos Bancários e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa decidiram que o 40º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef) será realizado nos dias 21 e 22 de agosto, em São Paulo (SP). Foram propostos quatro grupos temáticos para os debates: Saúde Caixa, condições de trabalho e futuro da carreira, Funcef e defesa da Caixa. O evento vai reunir delegados de todo o Brasil, entre empregados da ativa e aposentados. Os integrantes da CEE/Caixa, um por federação e um representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), participam do congresso na condição de delegados natos. Os fóruns preparatórios são de caráter regional ou estadual. A delegação do 40º Conecef fica limitada a 50% do número de participantes no encontro preparatório. A paridade de gênero é obrigatória. No próximo dia 7 de maio haverá uma reunião entre a CEE/Caixa e as Comissões de Organização dos Empregados (COEs) de bancos públicos e privados, no âmbito do Comando Nacional dos Bancários, quando serão traçadas estratégias para o próximo período. O encontro visa fortalecer o debate em preparação ao 40º Conecef. *Fonte: Contraf-CUT