Chapa 2 é eleita para o Conselho de Usuários do Saúde Caixa

Com apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fenae e da maioria dos sindicatos, a Chapa 2 – Movimento pela Saúde foi eleita para o Conselho de Usuários do Saúde Caixa, com 40,05% dos votos. Os novos conselheiros deverão assumir a tarefa de representar as empregadas e empregados a partir de março, fornecendo subsídios para o aperfeiçoamento da gestão do plano. “Essa vitória não é só nossa — é de cada um que acreditou, apoiou, compartilhou e votou. De cada colega que disse: ‘O plano é nosso e nós vamos defender!’ Fizemos uma campanha limpa, verdadeira e unida — do primeiro ao último dia. Com diálogo, propostas claras e respeito a quem sempre lutou pelo nosso plano”, disse a Chapa 2 em comunicado divulgado pela internet. As propostas da Chapa 2 incluem sustentabilidade, transparência, qualidade, eficiência e a luta pelos aposentados. *Fonte: Contraf-CUT
Votação para Conselho de Usuários do Saúde Caixa será encerrada às 17h desta sexta (16)

A votação para o Conselho de Usuários Saúde Caixa termina às 17h desta sexta-feira (16). Importante lembrar que podem participar os empregados e empregadas da Caixa Econômica Federal, tanto da ativa como os aposentados. A Confederação Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) apoia a Chapa 2 (Movimento pela Saúde) devido aos seus integrantes serem reconhecidos pela experiência e histórico de compromisso na defesa do plano de saúde. Lembre que sua participação é importante e para vota, basta seguir os seguintes passos: 1 – Acesse o endereço de votação pelo link eleicaosc.caixa.gov.br ou pelo QRCode abaixo: 2 – Prossiga informando o CPF utilizando como senha a mesma senha do Login Caixa 3 – Para registrar seu voto, clique em “IR PARA VOTAÇÃO” 4 – Em seguida, digite o número 0002 (Chapa 2) e pronto! Fonte: Contraf-CUT
Sindicato participa do Dia de Luta da Caixa

No dia em que a Caixa Econômica Federal completa 165 anos de sua fundação, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense participou do Dia de Luta da Caixa. Durante a ação, uma equipe do Sindicato visitou as agências da região para conscientizar empregadas, empregados, clientes e usuários sobre a realidade enfrentada no dia a dia do banco público, que tem papel importante no desenvolvimento econômico e social do Brasil. Uma das queixas dos empregados diz respeito ao Super Caixa, programa criado para substituir o Bônus Caixa e o TDV (Time de Vendas). O Super Caixa tem condições que praticamente impedem a habilitação ao recebimento das comissões e do bônus, que acaba frustrando e desmotivando os trabalhadores. Apesar do lucro crescente nos últimos anos, a Caixa passa por um processo de reestruturação que inclui o fechamento de agências em todo o país. Iniciado em 2017, o fechamento de agências foi intensificado em 2024 e 2025. Segundo dados do Dieese, a rede perdeu 196 agências desde então, passando de 3.404 unidades em 2015 para 3.208 ao final de setembro de 2025. Somente em 2024 foram encerradas 113 agências, e em 2025 outras 50 até setembro.
Sindicato apoia a chapa 2 na eleição para o Conselho de Usuários do Saúde Caixa

Na eleição para o Conselho de Usuários do Saúde Caixa, que será realizada de 13 a 16 de janeiro, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense apoia a Chapa 2 – Movimento pela Saúde, cuja trajetória de defesa do plano e de conquistas para as empregadas e empregados da Caixa, é reconhecida. As principais propostas da Chapa 2 incluem: A luta contra o teto estatutário, que limita a participação da Caixa no custeio do plano; O fortalecimento da transparência na gestão; A ampliação da qualidade do atendimento; e A defesa da sustentabilidade de longo prazo do Saúde Caixa. A composição da Chapa 2 reúne empregadas, empregados e aposentados com ampla experiência na Caixa, no movimento sindical e na defesa da saúde dos trabalhadores, o que reforça o compromisso com uma representação qualificada e combativa no Conselho de Usuários. O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, observa que a Chapa 2 representa a garantia de continuidade da defesa do Saúde Caixa como conquista histórica da categoria. Rafael de castro, diretor da Contraf-CUT, ressalta que o Conselho de Usuários é um espaço estratégico de disputa em defesa dos direitos. Segundo ele, a Chapa 2 tem compromisso com a transparência, com o controle social e com a defesa de um plano de saúde que atenda as necessidades reais da categoria. Para participar da eleição, basta acessar o portal do Saúde Caixa, realizar o login com CPF e senha do Login Caixa, receber o código de validação e registrar o voto na Chapa 2 – Movimento pela Saúde. *Fonte: Contraf-CUT
Saúde Caixa: novo ACT é assinado

Garantindo condições que preservam direitos fundamentais da categoria, foi assinado oficialmente, no último dia 31, o aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico do plano de saúde dos empregados e empregadas da Caixa Econômica Federal, o Saúde Caixa. A assinatura marca o fechamento das negociações entre o banco e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), que assessora a Contraf-CUT e o Comando Nacional dos Bancários. O novo acordo passou a valer 1º de janeiro, com vigência até 31 de agosto de 2026. Entre as principais conquistas da negociação estão: reajuste zero das mensalidades, preservação do modelo de custeio e limites de participação, ampliação da abrangência do plano, acordos complementares de custeio, e compromissos para medidas estruturantes em 2026. De acordo com o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Felipe Pacheco, “a luta continua para consolidar avanços estruturais que garantam a sustentabilidade do plano e os direitos dos empregados e empregadas da Caixa ao longo dos anos.” As lutas incluem: fim do teto de gastos da Caixa com saúde (6,5% da folha), igualdade de direitos no pós-aposentadoria para admitidos após setembro de 2018, além de melhoria da rede credenciada e governança. *Fonte: Contraf-CUT
Empregados da Caixa levam reivindicações à representante no Conselho de Administração

A conselheira representante dos trabalhadores no Conselho de Administração (CA) da Caixa Econômica Federal, Fabiana Uehara, participou de uma série de reuniões com empregadas e empregados do banco, de São Paulo, no último dia 5 de dezembro. Durante os encontros foram discutidos temas como condições de trabalho, mudanças nos modelos de atuação e impactos de programas recentes sobre o dia a dia nas unidades. Além dos trabalhadores, também participaram das reuniões dirigentes da Fenae, da Apcef/SP e da Agecef/SP. Entre os temas, destaque para o Super Caixa, os problemas enfrentados pelo segmento Pessoa Jurídica (PJ) e os desafios do atendimento digital. A conselheira observou que as reuniões evidenciaram a necessidade do diálogo permanente. “As contribuições mostram que há conhecimento, compromisso e vontade de fazer a Caixa funcionar melhor. Cabe à empresa transformar essa escuta em mudanças concretas, valorizando quem sustenta o banco todos os dias”, concluiu Fabiana. *Fonte: Contraf-CUT
Movimento sindical lança campanha para promover mudanças no Super Caixa

A campanha “Vendeu/Recebeu” está sendo lançada, nesta segunda-feira (15), pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e pelas Apcefs. A iniciativa chega acompanhada de um abaixo-assinado que reivindica mudanças no atual regramento do Super Caixa, programa de premiação da rede de varejo e atacado do banco, responsável pelo pagamento por desempenho dos empregados. A medida visa envolver os empregados na luta por mudanças nas regras do Super Caixa, que vem gerando insatisfação desde o seu lançamento. O Super Caixa substitui mecanismos anteriores, como o Bônus Caixa e o TDV (Time de Vendas). O programa foi criado para incentivar empregados da rede de varejo e atacado da Caixa Econômica Federal a comercializarem produtos de seguridade (seguros, previdência, consórcios, capitalização etc.) nas redes de Varejo e Atacado, premiando empregados “indicadores” e gestores que superarem metas estabelecidas (bloco sinergia). Também é um programa de premiação de gestores da rede de Varejo e Atacado por desempenho superior, considerando experiência do cliente, resultado financeiro e fidelização de clientes. Porém, o modelo vigente gera sensação de desvalorização e incerteza. Muitos empregados relatam que o esforço não é recompensado de forma proporcional, o que impacta na motivação, no bem-estar e até na qualidade do atendimento. A mudança é necessária para garantir mais equilíbrio e transparência para os empregados. *Fonte: Contraf-CUT
Movimento sindical aponta falta de transparência e aumento de pressão no Super Caixa

As entidades de representação das empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal continuam criticando o Super Caixa, programa implementado pelo banco para o 2º semestre de 2025. Apresentado como “prêmio por liberalidade”, o modelo alterou regras de habilitação, cálculo e distribuição da premiação, ampliou exigências e dificultou ainda mais o acesso ao benefício, principalmente para quem atua diretamente nas agências. A Confederação Nacional das Trabalhadoras e Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) vem denunciando, através da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, federações e sindicatos, que o programa aumenta a pressão sobre as equipes. Além disso, o modelo baseia-se em indicadores complexos, penaliza unidades inteiras e impacta diretamente a renda de trabalhadoras e trabalhadores, sem que tenha havido qualquer negociação coletiva prévia. “O Super Caixa não reconhece a realidade de quem trabalha na ponta. É inadmissível que um programa que impacta a renda de milhares de empregados seja construído sem negociação, com regras que penalizam quem já sofre com sobrecarga e falta de pessoal”, afirma o coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, acrescentando que o modelo precisa ser revisto para garantir justiça e transparência. Diante das inconsistências e dos impactos negativos do modelo, a Contraf-CUT, por meio da CEE/Caixa, segue cobrando:• Negociação efetiva das regras;• Simplificação dos critérios;• Transparência nos indicadores;• Proteção à saúde mental;• Previsibilidade na remuneração;• Respeito às condições de trabalho da categoria. *Fonte: Contraf-CUT
Saúde Caixa: déficit mostra que aprovação do ACT foi decisão acertada

Composto por representantes dos empregados e da direção da Caixa Econômica Federal, o Grupo de Trabalho (GT) Saúde Caixa se reuniu para debater o acompanhamento trimestral do plano e os números projetados até novembro. O coordenador da representação das empregadas e dos empregados no GT, Leonardo Quadros, explicou que segundo as informações compartilhadas pelo banco, o resultado projetado para 2025 indica um déficit de aproximadamente R$ 560 milhões, considerando as receitas e despesas acumuladas. Até novembro, as despesas totais já somavam R$ 4,005 bilhões, contra R$ 3,445 bilhões em receitas. Com esses resultados, a representação dos empregados ressaltou que a aprovação do novo ACT foi fundamental para impedir que o desequilíbrio financeiro fosse transferido para as trabalhadoras e trabalhadores. O acordo garantiu reajuste zero para titulares e dependentes; manutenção dos limites de coparticipação e do teto anual; e mecanismos de governança e transparência que ampliam o acompanhamento do plano. “O Saúde Caixa é uma conquista histórica, e seu equilíbrio depende de responsabilidade, diálogo e compromisso da empresa com a saúde de quem constrói o banco todos os dias”, destacou Leonardo Quadros. O coordenador reforçou a necessidade do fim de do teto de gastos da Caixa com a saúde dos empregados, fixado no Estatuto Social da Caixa em até 6,5% da folha salarial. “Somente com o fim do teto, o modelo de custeio 70/30 poderá ser aplicado de forma plena, para que nosso plano de saúde tenha viabilidade financeira”, afirmou o coordenador. A retomada das negociações sobre o fim do teto de gastos da Caixa com a saúde dos seus empregados e a igualdade de direitos após a aposentadoria para quem foi contratado a partir de setembro de 2018 está prevista para fevereiro de 2026. *Fonte: Contraf-CUT
Movimento sindical orienta que empregados não assinem termo enviado pela Caixa

A Caixa Econômica Federal está disponibilizando para assinatura dos empregados, o Termo de Ciência e Aceite – Opção pelo Intervalo para Repouso e Alimentação. Entretanto, não houve qualquer comunicação prévia ao movimento sindical, provocando a manifestação de grave preocupação na Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), através da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa. De acordo com matéria publicada pela Contraf-CUT, o documento é apresentado de forma individual aos trabalhadores como um formulário eletrônico. Nele, o empregado “manifesta expressamente seu desejo” de aderir ao intervalo intrajornada previsto no Acordo Coletiva do Trabalho (ACT) 2024–2026, reproduzindo trechos da cláusula coletiva. O documento afirma ainda que essa manifestação “ratifica os intervalos já usufruídos, desde a vigência do ACT 2020/2022” e que a adesão deve ser “acordada com o gestor”, sendo considerada válida com a homologação mensal do ponto eletrônico. A CEE entende que o texto do documento extrapola o que foi negociado nas mesas coletivas, introduzindo interpretações indevidas e criando potenciais riscos para os trabalhadores. Segundo parecer técnico da assessoria jurídica da Contraf-CUT, o termo apresentado pelo banco contém elementos que não encontram respaldo jurídico nem estão previstos no ACT. Devido às irregularidades apontas, segue a orientação da Contraf-CUT: “Os trabalhadores só devem firmar documentos que tenham sido analisados e validados pelas entidades sindicais. É assim que garantimos segurança jurídica e proteção de direitos. Nesse caso, a orientação é: não assine”, explica o coordenador da CEE, Felipe Pacheco. *Fonte: Contraf-CUT