No Banco do Brasil, principais reivindicações ainda estão sem avanço

Marcando a oitava rodada de negociações, a Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltou a se reunir com a direção do banco na noite desta terça-feira (25). Os destaques da pauta foram a situação financeira da Cassi e a necessidade de realização de concurso público. A coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, defendeu uma solução emergencial para a Cassi, apresentando uma proposta que prevê a realização de um aporte ou adiantamento imediato, independentemente da possibilidade de, neste momento, haver uma reforma estatutária ou a adoção de outra medida estrutural. “A situação da Cassi exige uma resposta imediata. Não podemos esperar a definição de uma solução estrutural enquanto há uma insuficiência de recursos que precisa ser enfrentada agora”, pontuou Fernanda. Mesmo reconhecendo a gravidade da situação, a direção do banco não apresentou uma resposta concreta. Sobre o concurso público, a representação dos empregados ressaltou que o banco precisa assumir formalmente o compromisso de encaminhar à Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) uma proposta para a realização de concurso público em 2027. Destaque também para a devolutiva do banco em relação às pessoas com deficiência e seus dependentes. O PAS, Programa de Apoio à Mobilidade de Dependentes PCDs, será ampliado para pais e mães de dependentes PCDs. Segundo os dados apresentados, a medida passa de 3.404 para 7.271 pessoas. O programa concede antecipação salarial para aquisição de veículos de até R$ 100 mil, com prazo de pagamento de até 96 meses e limite correspondente a 12 salários. Sobre as ausências autorizadas, o banco ampliou para cinco jornadas anuais. Atualmente, os trabalhadores com deficiência têm direito a duas jornadas de trabalho por ano para adquirir ou reparar seus equipamentos. *Fonte: Contraf-CUT
Acordo para compartilhar redes credenciadas é assinado ente Saúde Caixa e Cassi

Na última sexta-feira (21), foi assinado um contrato de reciprocidade para compartilhamento de redes credenciadas entre o Saúde Caixa e Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). Com este contrato, usuários dos dois planos vão poder utilizar mutuamente prestadores das respectivas redes, ampliando as opções de atendimento em diversas regiões do país. O compartilhamento de redes com outros planos já fazia parte das reivindicações apresentadas pela representação dos empregados nas negociações para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Saúde Caixa em 2025. A coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Luiza Hansen, lembra que essa é uma reivindicação antiga da CEE, importante para melhorar a qualidade do Saúde Caixa. “Temos muitos relatos de colegas que enfrentam dificuldades para encontrar especialistas e prestadores em suas cidades. O compartilhamento das redes amplia as possibilidades de atendimento e ajuda a enfrentar esses vazios assistenciais”, ressalta Luiza. De acordo com representantes da Caixa, durante as negociações, a implantação do compartilhamento deverá ocorrer gradativamente, em ondas, começando pelas localidades onde há maior utilização do reembolso integral. Além de facilitar o acesso dos usuários aos serviços de saúde, a medida pode contribuir para reduzir esses reembolsos e, consequentemente, para o controle das despesas assistenciais do plano. A CEE explica que o compartilhamento com a Cassi não encerra a necessidade de ampliar e qualificar a rede própria do Saúde Caixa. A representação dos empregados vai continuar acompanhando a implantação do acordo e cobrando soluções para as regiões que ainda apresentam carência de prestadores e especialidades. *Fonte: Contraf-CUT
Campanha: trabalhadores do BB cobram avanços na questão salarial

A gestão do Banco do Brasil não apresentou proposta às principais reivindicações das trabalhadoras e dos trabalhadores, na mesa de negociação realizada na última quarta-feira (19). A representação do banco apresentou na mesa a garantia de clausular no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) as políticas de ações afirmativas, para que mulheres, pessoas com deficiência (PCD) e não brancos sejam priorizados nos processos seletivos internos da empresa. Além disso, o banco disse que vai incluir no ACT uma cláusula de estabilidade na função comissionada por seis meses, após o retorno ao trabalho, para funcionárias vítimas de violência doméstica. A Lei Maria da Penha garante a manutenção do vínculo empregatício em casos de afastamentos por até seis meses. Com esta cláusula, a bancária vítima de violência teria ainda a garantia da manutenção de sua função comissionada. A direção do BB também propôs uma cláusula para garantir a redução de jornada para mulheres em lactação induzida, ou seja, funcionárias que tenham feito tratamento para amamentar filhos não gestados ou adotados. O direito seria estendido para casais homoafetivos em que as duas mães sejam funcionárias do BB. A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, observou que todas essas propostas são importantes. Porém, é preciso avançar em muitos outros pontos da minuta. “Há pontos que refletem diretamente na melhoria das condições de trabalho e no reconhecimento que o banco precisa dar a todas as funcionárias e funcionários”, ressaltou Fernanda. A próxima rodada de negociações ainda não tem data marcada. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Willy Roberto/Seeb-SP
Sindicato presente no Dia Nacional de Paralisação

Em atenção ao Dia Nacional de Paralisação, nesta quinta-feira (20), o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense está presente nas agências da região desde cedo, para assegurar a paralisação da categoria. Nas fachadas das agências foram colados diversos cartazes alusivos à Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026, com as principais reivindicações da categoria. A decisão pela paralisação de 24 horas foi tomada em assembleias realizadas por sindicatos de todo o país, na última segunda-feira (17). O motivo principal foi a intransigência da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que, inclusive, havia ameaçado impor reajustes por faixas salariais, fragmentação do aumento dos vales refeição e alimentação entre cidades maiores e menores, e de congelamento do piso de ingresso para os novos bancários. Com a rejeição em massa da categoria, a Fenaban recuou, mas não apresentou nenhuma proposta de índice de reajuste salarial. É importante lembrar que os bancários estão em campanha nacional por aumento real na remuneração e melhores condições de trabalho. O modelo atual de gestão dos bancos, impondo metas abusivas, adoece os trabalhadores. Entre maio de 2025 e maio de 2026, 40% das bancárias e bancários usaram medicamentos controlados (antidepressivos, ansiolíticos ou estimulantes. Tudo isso é resultado da reestruturação violenta de fechamento de agências e de postos de trabalho, que demite parte dos funcionários e sobrecarrega quem permanece no emprego. Mas o lucro dos bancos continua subindo. Em 2025, o patrimônio líquido do setor bancário atingiu o total de R$ 1,2 trilhão. Entre 2025 e 2025, o setor bancário fechou 88 mil postos de trabalho e 9,5 mil agências. Enquanto isso, os cinco maiores bancos do país aumentaram em 49% os contratos com correspondentes bancários, terceirizando seus serviços. Confira a cronologia da negociação: A pauta de reivindicações foi entregue pelo Comando Nacional dos Bancários no dia 24 de junho. Até agora foram realizadas oito rodadas de negociação: 02-07 – Cláusulas sociais – Movimento sindical reivindica melhorias em cláusulas sociais relacionadas às pessoas com deficiência (PCDs) e melhores condições de trabalho para toda a categoria, incluindo a implementação da escala 4×3 (quatro dias de trabalho e três dias de descanso); defesa do teletrabalho e direito à desconexão. Segurança bancária digital também foi um tema abordado. 07-07 – Emprego e Tecnologia – Debate focado no combate às demissões, impactos das reestruturações, regulação da Inteligência Artificial, teletrabalho e fechamento de agências. 16-07 – Igualdade de Oportunidades – Pauta focada no combate à discriminação, ampliação de direitos para mulheres, negros, pessoas com deficiência (PCD), população LGBTQIA+ e neurodivergentes. 21-07 – Saúde e Condições de Trabalho – Cobrança de combate às metas abusivas, enfrentamento dos riscos psicossociais e atuação nas comissões de saúde (NR-1). 30-07 – Cláusulas econômicas – Apresentação dos dados de lucratividade do setor e exigência formal de aumento real nos salários, PLR, VA/VR e demais verbas. 04-08 – Retorno dos banqueiros – A Fenaban sugeriu que a PLR não deveria ser reajustada, uma vez que os bancos possuem programas próprios de remuneração variável. Comando Nacional rebate e deixa claro que categoria não renunciará a valorização na PLR. 13-08 – Retorno dos banqueiros – Mais uma vez Fenaban frustra a categoria e além de não apresentar índice de reajuste, propõe congelamento do piso de ingresso para os novos bancários e reajustes diferenciados para três faixas salariais, mas sem dizer quais seriam os parâmetros dessas faixas e nem os percentuais que seriam definidos para cada uma delas. 18-08 – Com a rejeição de 97% da categoria, Fenaban retira propostas de reajustes por faixas salariais, fragmentação do aumento dos vales refeição e alimentação entre cidades maiores e menores, e de congelamento do piso de ingresso para os novos bancários. Porém, não apresenta proposta de índice de reajuste.
Negociação com o BB acaba sem respostas às reivindicações

Na última sexta-feira (14), a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu mais uma vez com a direção do banco para mais uma rodada de negociações específicas da Campanha Nacional 2026. O encontro terminou sem proposta econômica e sem respostas do BB para as principais reivindicações dos trabalhadores. Além disso, o BB informou que, neste momento, não vai apresentar proposta de índices econômicos nas negociações específicas. Durante o encontro, não houve retorno para as outras reivindicações apresentadas pela CEBB. Mas o banco se comprometeu a apresentar as respostas na próxima reunião, que será realizada na quarta-feira (19). “A gente sabe que já teve tempo suficiente para o banco preparar as respostas às nossas reivindicações. Nós conversamos com a base, com os funcionários, e percebemos que estão ansiosos por isso. É muito ruim não termos recebido nada hoje”, ressaltou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. O BB também fez uma apresentação breve sobre o Revisa Metas, programa que pretende promover melhorias no sistema de metas, com possibilidade de ajustes nas metas distribuídas às unidades por meio de um fluxo mais rápido e maior transparência para os funcionários. Mas a proposta não representa uma resposta às reivindicações apresentadas pela CEBB nesta campanha. “Os funcionários estão mobilizados e aguardam respostas para as reivindicações que foram construídas a partir das demandas da base. Não basta apenas apresentar iniciativas pontuais. É fundamental que o banco traga devolutivas concretas e avance nas negociações”, observou Gustavo Tabatinga Jr., secretário-geral da Contraf-CUT e funcionário do Banco do Brasil. *Fonte: Contraf-CUT
Banco do Brasil não apresenta respostas às reivindicações

Mais uma rodada de negociações foi realizada, nesta quarta-feira (5), entre a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e a direção do banco pela Campanha Nacional dos Bancários. As principais reivindicações dos trabalhadores são: – Cassi: que o banco apresente um plano de custeio, com o aumento da responsabilidade da empresa na sustentabilidade da caixa de assistência.– Metas: revisão da gestão por metas, em vista do aumento de reclamações, em todo o país, de trabalhadores com dificuldades de alcançar as metas impostas, a ponto de sofrerem prejuízos na remuneração (PLR).– Isonomia: igualdade de acesso e atendimento à Cassi e Previ para os funcionários egressos (que ingressaram no banco em razão da incorporação de outras instituições).– Previ: novas melhorias Tabela PIP, para contemplar mais trabalhadores com a valorização da previdência complementar.– PCS/PCR: aperfeiçoamento do Programa de Cargos e Salários (também chamado de Programa de Carreira e Remuneração), com foco na revisão de critérios de progressão, valorização do mérito, reajuste de adicionais de função e atualização dos vencimentos do funcionalismo. A abertura de concursos também mereceu destaque no debate. Segundo os dirigentes sindicais há necessidade de suprir a falta de funcionários em diversos locais. A contratação de correspondentes bancários também recebeu críticas do movimento sindical. Devolutivas dos negociadores do BB Cassi – O banco reconheceu a urgência sobre a questão financeira da caixa de assistência. Declarou que para se alcançar uma “solução definitiva e estruturante” precisará de mais tempo. Egressos – Sobre a Cassi, não apresentaram avanços, reafirmando que ainda estão na fase de estudos de um modelo de custeio para franquear o acesso de todos os egressos ao plano de saúde. Em relação à previdência, não houve avanços, mas se comprometeram a retomar as mesas específicas, quando irão apresentar propostas de estudos que já desenvolveram para cobrir os egressos. Metas – O banco se comprometeu a chamar uma mesa específica para apresentar um programa novo, chamado REVISA, onde as unidades teriam a oportunidade de pedir uma revisão, após o recebimento de indicadores. Os negociadores do BB fizeram uma apresentação na tentativa de provar que existe crescimento de carreira no banco, criticando, também, os pedidos de reajustes de verbas da minuta de reivindicações da categoria. A próxima mesa de negociação será no dia 14 de agosto. *Fonte: Contraf-CUT
Negociação de pauta específica do BB continua nesta sexta (31)

Nesta sexta-feira (31), a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB/Contraf-CUT) terá mais rodada de negociação com a direção do banco., pela Campanha Nacional dos Bancários 2026. A pauta da reunião será sobre remuneração, ao Plano de Carreira e Remuneração (PCR), ao Plano de Funções e às condições de trabalho. Durante o encontro serão debatidos temas como valorização da carreira dos funcionários do Banco do Brasil, com propostas de aperfeiçoamento do Plano de Carreira e Remuneração, revisão dos critérios de progressão funcional, valorização da carreira de mérito e atualização dos vencimentos, de forma a garantir maior reconhecimento profissional e perspectivas de crescimento para os trabalhadores. Além disso, a CEBB vai defender melhorias nas funções comissionadas, com reajuste dos adicionais de função, maior transparência nas atribuições e metas de cada cargo, pagamento integral das substituições desde o primeiro dia de exercício e o fim da lateralidade. As negociações específicas do Banco do Brasil acontecem paralelamente às mesas entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que discutem a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria. A pauta prevê ainda reivindicações como o pagamento de horas extras com adicional de 125%, integração dessas horas ao repouso semanal remunerado, garantia de registro de jornada em todos os aplicativos utilizados pelos funcionários e aperfeiçoamentos nas regras de compensação e controle da jornada. *Fonte: Contraf-CUT
BB: representação dos trabalhadores denuncia metas abusivas e pede solução para a Cassi

Durante a terceira rodada de negociação do acordo específico do Banco do Brasil na Campanha Nacional dos Bancários 2026, a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) denunciou o assédio moral relacionado ao cumprimento de metas consideradas abusivas. O encontro foi realizado na tarde desta quinta-feira (23) e a CEBB apontou o aumento dos casos de adoecimento e a precarização das condições de trabalho e do atendimento à população. Os trabalhadores também reivindicam a realização de um novo concurso público e a contratação de mais empregados, principalmente para as agências. A sustentabilidade da Cassi também mereceu destaque durante a negociação. A representação dos trabalhadores defende que o banco encaminhe a inclusão dos funcionários oriundos de bancos incorporados na Cassi e na Previ, além da retomada do patrocínio da Cassi para os empregados admitidos a partir de 2018. A questão dos trabalhadores do PSO foi levantada durante o encontro. Segundo a representação dos trabalhadores, os empregados da área enfrentam sobrecarga e acúmulo de funções. Segundo a denúncia, gerentes de serviço acumulam atividades administrativas e negociais, enquanto escriturários executam tarefas como abastecimento dos terminais de autoatendimento (TAA) e gestão de numerário, caracterizando desvio e acúmulo de funções. Além disso, foi cobrada a garantia de tempo para capacitação dos empregados do PSO, que vêm absorvendo novas atribuições sem o treinamento adequado. *Fonte: Contraf-CUT
BB: direito de PcDs inicia debates em mesa sobre diversidades

O debate sobre os direitos das pessoas com deficiência (PcDs) deu início às negociações da pauta de diversidade específica dos funcionários do Banco do Brasil, nesta sexta-feira (17), na mesa entre a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e a direção do banco. A pauta de reivindicações inclui a cumulatividade dos benefícios destinados às pessoas com deficiência com o auxílio-creche/babá, a concessão de licença de até 15 dias por ano para acompanhamento de dependentes com deficiência, sem limite de idade, em consultas e tratamentos médico-odontológicos, a realização de um Censo da Pessoa com Deficiência no Banco do Brasil para identificar esse público e suas necessidades, a ampliação das possibilidades de teletrabalho para PcDs que necessitem dessa modalidade e que haja o acompanhamento para garantir a adaptação dos trabalhadores. Além disso, os trabalhadores querem o abono das horas necessárias para tratamentos, terapias, consultas médicas. O incentivo à participação feminina na área da Tecnologia também foi um dos pontos apresentados na reunião. Ainda sobre as mulheres foi pedida a ampliação da proteção às mulheres em situação de violência doméstica, com a garantia de afastamento de até seis meses, sem necessidade de encaminhamento ao INSS e com preservação do cargo no retorno ao trabalho. As entidades pediram também a criação de licença parental para cada pessoa de referência da criança ou do adolescente, limitada a duas pessoas, sem prejuízo do emprego ou da remuneração, garantindo condições para o exercício da parentalidade. A equiparação da união estável ao casamento para fins de concessão dos benefícios previstos no acordo coletivo também fez parte das reivindicações. As reivindicações apresentadas foram recebidas de forma positiva pelo banco, que ficou de avaliar as propostas antes de apresentar uma resposta. A direção afirmou que trabalha com a meta de alcançar a paridade de gênero nos cargos de liderança até 2030. Quanto ao endividamento, a proposta da representação dos funcionários foi a criação de uma alternativa efetiva para a renegociação de dívidas dos empregados junto ao Banco do Brasil. A resposta da direção do banco foi que também se preocupa com essa questão e estuda alternativas para enfrentar o problema. Outro ponto levantado foi a melhoria das condições de trabalho com a revisão dos mecanismos de monitoramento da produtividade. *Fonte: Contraf-CUT
Campanha: movimento sindical quer abertura de concursos e valorização do trabalhador no BB

A defesa do emprego foi a principal pauta da primeira rodada de negociações, nesta quarta-feira (8), entre a Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e representantes do banco, para Campanha Nacional 2026, para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do BB. O movimento sindical reforçou a reivindicação de novos concursos públicos, a fim de garantir a qualidade do atendimento presencial e humanizado aos clientes e pela saúde mental dos trabalhadores. A solicitação para que os colegas de bancos incorporados pelo BB (como Banco Nossa Caixa/BNC, Banco do Estado de Santa Catarina/Besc e Banco do Estado do Piauí/BEP) tenham os mesmos direitos previdenciários (Previ) e de saúde (Cassi) que os demais funcionários do banco público foi reforçada durante a reunião. Os representantes dos trabalhadores também defenderam a manutenção das portas giratórias e da vigilância em todos os tipos de unidades, garantindo maior segurança para funcionários e clientes. A escala 5×2 para todos os funcionários também foi alvo de defesa. Além disso, a representação dos trabalhadores argumentou que há espaço para a implementação da escala 4×3 (quatro dias de trabalho para três dias de descanso), respeitando a jornada diária de 6h. A incorporação de comissões também foi pedida pelos trabalhadores. Os membros da CEBB querem ainda que esse direito seja acompanhado da regra dos 10% a cada ano, ou seja, que uma fração de 10% da comissão seja incorporada à remuneração do funcionário a cada ano, até somar 100%. Em relação às pessoas com deficiência, o movimento sindical reivindicou que o banco derrube o limite de idade de filhos PCDs que necessitam de suporte. Confira o calendário das próximas negociações: 17/07 – Igualdade de oportunidades, endividamento e monitoramento23/07 – Saúde e condições de trabalho31/07 – Remuneração e cláusulas econômicas *Fonte: Contraf-CUT