
Durante a terceira rodada de negociação do acordo específico do Banco do Brasil na Campanha Nacional dos Bancários 2026, a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) denunciou o assédio moral relacionado ao cumprimento de metas consideradas abusivas.
O encontro foi realizado na tarde desta quinta-feira (23) e a CEBB apontou o aumento dos casos de adoecimento e a precarização das condições de trabalho e do atendimento à população.
Os trabalhadores também reivindicam a realização de um novo concurso público e a contratação de mais empregados, principalmente para as agências.
A sustentabilidade da Cassi também mereceu destaque durante a negociação. A representação dos trabalhadores defende que o banco encaminhe a inclusão dos funcionários oriundos de bancos incorporados na Cassi e na Previ, além da retomada do patrocínio da Cassi para os empregados admitidos a partir de 2018.
A questão dos trabalhadores do PSO foi levantada durante o encontro. Segundo a representação dos trabalhadores, os empregados da área enfrentam sobrecarga e acúmulo de funções.
Segundo a denúncia, gerentes de serviço acumulam atividades administrativas e negociais, enquanto escriturários executam tarefas como abastecimento dos terminais de autoatendimento (TAA) e gestão de numerário, caracterizando desvio e acúmulo de funções.
Além disso, foi cobrada a garantia de tempo para capacitação dos empregados do PSO, que vêm absorvendo novas atribuições sem o treinamento adequado.
*Fonte: Contraf-CUT


