Proposta do BB para fortalecer a Cassi fica abaixo do esperado pelos trabalhadores

Nesta quarta-feira (10), representantes das entidades que compõem a comissão de negociação da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) e a direção do BB se reuniram para debater o fortalecimento financeiro da entidade. Os trabalhadores pediram ao banco o adiantamento de dez valores referentes ao 13º salário e a antecipação das despesas administrativas, referentes aos 12 meses de 2026, já em janeiro. O pedido foi negado pelos representantes do banco, cuja contraproposta previa apenas a antecipação de três valores do 13º salário, sem o adiantamento das taxas administrativas. A justificativa é que já seria suficiente para a construção conjunta de uma proposta futura a ser apresentada e aprovada pelo corpo de associados. Segundo a direção da Cassi, esses valores cobririam o caixa até julho de 2026. Porém, os representantes das entidades temem que esse prazo não será suficiente para uma proposta de equalização das contas, que demanda medidas complexas. *Fonte: Contraf-CUT

Entidades encaminham proposta sobre custeio da Cassi ao BB

Uma proposta relacionada ao custeio da Cassi, Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil, foi entregue ao BB por entidades representativas do funcionalismo. Não houve resposta dos negociadores do banco, que alegaram dificuldades devido aos resultados apresentados e à conjuntura atual. A proposta encaminhada foi de adiantamento de 10 anos do 13º salário, medida que reforçaria o caixa da instituição, para garantir sua segurança financeira e para que ela honre seus compromissos com os prestadores. Também foi solicitado que o banco antecipasse o valor das despesas administrativas referentes a 12 meses, a fim de fortalecer o capital regulatório. Os negociadores se comprometeram a encaminhar as solicitações às instâncias decisórias, retornando com a maior brevidade possível com uma resposta. *Fonte: Contraf-CUT/Seeb Rio

Lucro do Banco do Brasil sofre queda no terceiro trimestre deste ano

O balanço do terceiro trimestre do Banco do Brasil apontou um lucro líquido ajustado de R$ 3,785 bilhões, uma queda de 60,2% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o banco, o resultado é devido ao aumento da inadimplência e a novas regras contábeis. O balanço mostra ainda que nos nove primeiros meses do ano, o lucro do banco foi de R$ 14,943 bilhões, queda de 47,2% em relação ao mesmo período de 2024. Importante lembrar que, no ano passado, o BB teve lucro recorde de R$ 37,9 bilhões. Segundo nota divulgada pelo banco, a geração de receitas está aumentando, apesar das pressões provocadas pela inadimplência. “O crescimento da margem [financeira bruta] no trimestre foi calcado principalmente em negócios com clientes, com destaque para as receitas com operações de crédito, influenciadas positivamente pelo desempenho no Crédito do Trabalhador, que contribui para a melhoria de mix e do retorno ajustado ao risco, além da boa gestão da liquidez”, informou o Banco do Brasil. *Fonte: Agência Brasil

Dirigentes eleitos da Previ realizam live nesta quinta-feira (13)

Nesta quinta-feira (13), às 19h, haverá uma live dos dirigentes eleitos da Previ com os associados, quando será feita uma análise da conjuntura econômica, dos resultados do Previ Futuro e do Plano 1, e das perspectivas futuras do fundo de pensão. O encontro será transmitido pelos canais do Associados Previ no YouTube, Facebook e Instagram, além de contar com transmissão simultânea pela TVT, também via YouTube. A live contará com a participação dos diretores eleitos Wagner Nascimento (Seguridade), Paula Goto (Planejamento) e Márcio de Souza (Administração), com mediação da conselheira deliberativa Luciana Bagno. *Fonte: Contraf-CUT

Bancários do Sul Fluminense participam do Dia Nacional de Luta do Banco do Brasil

Dentro das ações pelo Dia Nacional de Luta do Banco do Brasil, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense visitou as agências Resende, Itatiaia e Volta Redonda, onde distribuiu um informativo, mostrando a realidade dos trabalhadores. De acordo com o texto, os funcionários estão preocupados e apontam o ambiente de trabalho como local de medo, pressões e adoecimento. Segundo o informativo, as novas metas estabelecidas pela Diretoria de Varejo, ignoram as condições reais das unidades, onde faltam funcionários resultando no acúmulo de funções, além a infraestrutura limitada. Com isso, nem sempre é possível cumprir o que foi determinado, podendo impactar diretamente na PLR dos trabalhadores, o que aumenta a insatisfação e o desgaste emocional. O movimento sindical faz um alerta: o avanço das metas abusivas e o enfraquecimento do diálogo interno corroem os valores históricos do Banco do Brasil, afetando diretamente o atendimento à população. Além disso, o movimento sindical ressalta que a verdadeira meta de um banco público deve ser o respeito ao trabalhador, ao cliente e à missão pública que o BB representa. A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) ressalta que o BB ´-e essencial para o país, garantindo crédito à agricultura familiar, impulsionando políticas públicas e mantendo agências em lugares onde a iniciativa privada não chega.

Banco do Brasil: substituições temporárias voltam após pressão do movimento sindical

Em reunião realizada no final da tarde desta quarta-feira (29), o Banco do Brasil informou que voltará a autorizar as substituições temporárias. A decisão é resultado da pressão do movimento sindical e da mobilização realizada por trabalhadores em todo o país no dia 22 de outubro durante o Dia Nacional de Luta. Com a mobilização e o diálogo conduzido pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), o banco reverteu a orientação e confirmou a retomada das substituições já em novembro. Além disso, o BB negou qualquer orientação para impedir que os funcionários tirem férias. Durante a reunião, também foram levantadas as pautas da manutenção da jornada de trabalho de 6 horas, da volta da ajuda de custo de deslocamento para as PSOs e da retomada do debate de custeio da Cassi. *Fonte: Contraf-CUT

Prazo para adesão ao acordo entre a Cassi e a Contraf-CUT está terminando

O acordo firmado entre a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) e a Contraf-CUT já foi homologado pela Justiça e o prazo para adesão está chegando ao fim. O processo que discutia a cobrança de contribuições pessoais em reclamatórias e acordos trabalhistas, judiciais e extrajudiciais foi encerrado. Os associados que possuem valores pendentes têm oportunidade de regularizar a situação e aproveitar as condições especiais definidas no entendimento entre as partes. Confira os benefícios: Isenção de juros e multa para pagamento à vista ou da primeira parcela até 20 de novembro de 2025, desde que o acordo seja formalizado até 31 de outubro de 2025;Desconto de 5% para pagamentos à vista formalizados até 31 de outubro; Possibilidade de pagamento em até 72 parcelas mensais, respeitado o valor mínimo por parcela e assegurando o abatimento proporcional da contribuição mensal da Cassi; Possibilidade de extensão do prazo acima de 72 meses, caso a parcela supere 7,5% do salário do associado. Os associados devem procurar a Cassi para verificar se têm valores pendentes e formalizar a adesão dentro do prazo. *Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil debate reivindicações com representantes de funcionários

Está marcada para esta quarta-feira (29), uma reunião entre o Banco do Brasil e a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEEBB). O encontro, convocado pelo próprio BB, será às 17h e os representantes da CEEBB vão reforçar as pautas defendidas durante o Dia Nacional de Luta, realizado em 19 de outubro, quando trabalhadores em todo o país cobraram do BB mais respeito e valorização. O cumprimento do papel do BB como banco público, a redução das metas abusivas, a retomada das substituições que foram cortadas unilateralmente nos meses de novembro e dezembro e o respeito à jornada legal de seis horas fazem parte da pauta da reunião. O encontro será acompanhado pela Contraf-CUT. *Fonte: Contraf-CUT

Dia Nacional de Luta mobiliza trabalhadores do Banco do Brasil

Trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil realizaram o Dia Nacional de Luta em defesa do banco público e dos direitos da categoria. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense também marcou presença na mobilização convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro e pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB). O objetivo foi denunciar o aumento das metas, a sobrecarga de trabalho e a falta de contratações. O movimento reforçou a necessidade de valorização dos trabalhadores. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, ressaltou que a defesa do Banco do Brasil como banco público e dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras é uma bandeira que une toda a categoria. “As mobilizações mostram a força da organização sindical e o compromisso dos bancários e das bancárias com a sociedade brasileira”, disse Adriana. *Fonte: Federa-RJ

Fukunaga deixa a Previ, após após conquistar superávit

João Luiz Fukunaga vai deixar a presidência da Previ para assumir a Diretoria de Relações Governamentais e ASG da EloPar, holding especializada em soluções de pagamento e fidelização. Fukunaga apresentou, na última sexta-feira (17), sua carta de renúncia ao Conselho Deliberativo da Previ, que aceitou o pedido. Para ocupar o cargo, o Banco do Brasil indicou Márcio Chiumento, atual diretor de Participações, para a presidência. A gestão de Fukunaga foi responsável por uma ampla agenda de modernização, com foco em fortalecer a governança, valorizar a diversidade e aproximar os associados. Entre os destaques está o Plano 1, que voltou ao superávit em agosto de 2025, após um déficit de R$ 17,6 bilhões registrado em 2024. *Fonte: Contraf-CUT