Santander inscreve para bolsas até 21 deste mês
Bancários do Santander já podem solicitar bolsa de estudo para 1ª graduação ou 1ª pós-graduação, na modalidade MBA, ou lato sensu. As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de fevereiro e as bolsas cobrem 50% do valor das mensalidades dos cursos, com um limite de R$ 858,05 ao mês. Só podem participar do programa candidatos ativos, com no mínimo seis meses de empresa. Aposentados estão fora do programa. Os interessados devem acessar o Portal Pessoas. Dentro da página, clicar na aba “Desenvolvimento e Carreira”, em seguida, em “Educação” e, por fim “Bolsa de Estudos”. Confira o passo a passo: 1ª graduação – na área do site “Bolsa de Estudos”, clicar na opção “Solicitar Bolsa de Graduação”, em seguida “Salvar”. A mensagem que deverá aparecer, em seguida, na tela é “Sua inscrição foi realizada com sucesso”, confirmando o registro do pedido. 1ª pós-graduação – na área “Bolsa de Estudos”, escolher a opção “Solicitar Bolsa Pós-Graduação”. Em seguida o candidato deverá inserir a data de conclusão do curso. No passo seguinte, deverá clicar em “Salvar”. A confirmação do pedido desta bolsa também será finalizada com a mensagem “Sua inscrição foi realizada com sucesso”. Os resultados sobre os pedidos de bolsas serão enviados para o e-mail do funcionário no dia 19 de março. *Fonte: Contraf-CUT
Atendendo ao movimento sindical, BB cria grupo de trabalho sobre demandas de incorporados

Representantes do Banco do Brasil anunciaram a criação de um Grupo de Trabalho (GT) voltado para os impasses sobre a integração dos funcionários de bancos incorporados aos planos de previdência da Previ e de assistência médica da Cassi. O anúncio foi feito, nesta quarta-feira (5), durante reunião com a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). De acordo com os representantes do BB, o banco quer apresentar uma situação definitiva até o dia 31 de julho. O Banco do Brasil incorporou, entre 2008 e 2009, o Banco Nossa Caixa (BNC), o Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e o Banco do Estado do Piauí (BEP). Apesar dos empregos terem sido mantidos, os funcionários egressos dessas empresas não tiveram acesso aos mesmos benefícios da Cassi e Previ. A coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, ressaltou que há, pelo menos, 17 anos o movimento sindical bancário luta por isonomia. “Nossa expectativa, sobre as propostas que o BB se compromete a apresentar no dia 31 e julho, para o acesso dos incorporados à Previ e à Cassi, nos moldes dos demais colegas, é muito grande. Mas essas propostas não podem ser construídas sem a participação dos trabalhadores que, há tantos anos, lutam para a solução dessas pendências e conhecem as especificidades das várias condições dos egressos”, concluiu Fernanda. *Fonte: Contraf-CUT
PLR: Itaú credita segunda parcela dia 28 de fevereiro

A segunda parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), referente ao exercício de 2024, será paga pelo Itaú no próximo dia 28 de fevereiro. Vale lembrar que o pagamento da PLR é uma conquista da categoria bancária, a primeira do país a ter esse benefício, resultado da luta dos trabalhadores através do movimento sindical. As regras atuais da PLR foram definidas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) durante a Campanha Nacional do ano passado, que é válida por dois anos (2024-2026). Segundo a negociação, ficou garantido para a categoria reajuste de 4,64% na PLR e nas demais verbas salariais (composto pela reposição da inflação e aumento real de 0,9%). Já para este ano de 2025, salários, PLR, vales e auxílios serão corrigidos pela inflação (INPC), mais aumento real de 0,6%, aplicado a partir de setembro. *Com informações do SP Bancários
Balanço aponta lucro de R$ 13,8 bilhões em 2024 para o Santander

O Banco Santander Brasil registrou lucro de R$ 3,9 bilhões no quarto trimestre de 2024. O balanço do terceiro maior banco privado do país mostra alta de 5,2% em relação aos três meses anteriores e de 75% na comparação anual. Ao todo, em 2024, o banco lucrou R$ 13,8 bilhões, 48% a mais do que em 2023. As receitas subiram 14,4% no quarto trimestre, tendo um ganho na margem financeira bruta de 5% na comparação trimestral e de 16% em um ano. A carteira de crédito avançou 2,6% na concessão de crédito em relação ao terceiro trimestre, chegando a R$ 549,7 bilhões. Já a carteira de pessoas físicas cresceu 1,5% no trimestre e 6,2% em 12 meses, para R$ 254,6 bilhões no fim de dezembro. Apesar do lucro, o banco fechou 706 postos de trabalho, sendo 568 no terceiro trimestre de 2024. Porém, a base de clientes registrou alta de 3,4 milhões em comparação com 2023. *Fonte: Revista Exame e Bancários da Bahia
Supera: funcionários da Bradesco Financiamentos serão incluídos no programa

Um grupo de 802 funcionários da Bradesco Financiamentos será incluído na chamada primeira onda do novo programa de remuneração variável do Bradesco, o Supera. O anúncio foi feito pelo banco, após negociações com o movimento sindical, durante reunião com a Comissão de Organização dos Empregados (COE). O Supera foi criado para substituir o antigo “Prêmio por Desempenho Extraordinário (PDE)”, a pedido do movimento sindical, já que havia sido construído sem a participação dos representantes dos trabalhadores. Porém, em seu primeiro anúncio, o Supera não contemplava os funcionários da Bradesco Financiamentos. “Embora, a Bradesco Financiamentos atue no nicho específico de financiamento de veículos leves e pesados, o programa de remuneração é semelhante ao do varejo e pode ser incluído já nesse primeiro momento”, observou a coordenadora da COE, Erica de Oliveira. O pagamento do Supera será semestral, tendo critérios baseados nos pilares de resultados e qualidade. O bancário faz jus ao pagamento a partir de 95% do atingimento das metas. O valor a ser pago está vinculado à rentabilidade medida pela Retorno sobre Patrimônio Médio ROAE (sigla para Return on Average Equity), de acordo com a tabela abaixo: • Se a ROAE atingir 15,5%, o banco pagará R$ 1.000• Se a ROAE atingir 17%, serão pagos R$ 2.000• Se a ROAE atingir 18,5% serão pagos R$ 2.500 *Fonte: Contraf-CUT
Segunda parcela da PLR será paga em março

A segunda parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), referente a 2024, será paga em março. A primeira foi paga em setembro do ano passado, como antecipação do exercício de 2024. Os bancários dos bancos privados recebem até 1º de março, os empregados da Caixa até 31 de março e os funcionários do Banco do Brasil recebem em até dez dias úteis após a distribuição dos dividendos ou Juros sobre Capital Próprio (JCP) aos acionistas. A PLR é um direito conquistado pela categoria bancária em negociação coletiva, resultado da organização dos trabalhadores em seus sindicatos. A Campanha Nacional do ano passado definiu as regras atuais da PLR na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos Bancários, com validade para dois anos (2024-2026). *Fonte: Bancários do Rio*Foto/ilustração: Freepik
Banco do Brasil: negociação sobre caixas tem avanço

O Banco do Brasil anunciou que 3.407 funcionários continuarão atuando e recebendo a comissão de caixa. O anúncio foi feito depois da reunião de negociação realizada na última sexta-feira (31). Segundo a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), a decisão é resultado da forte mobilização sindical. Outra conquista é que cerca de dois mil bancários vão incorporar a gratificação de caixa ao salário, garantindo mais estabilidade financeira. Além disso, 263 trabalhadores tiveram a incorporação da gratificação revista e foram enquadrados corretamente. O movimento sindical vem lutando para proteger os direitos dos caixas desde 2021, quando o BB anunciou o fim da gratificação, levando a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) a entrar na Justiça para garantir a manutenção dos salários. Em 2024, durante a Campanha Nacional, o banco se comprometeu a não mexer na gratificação dos caixas. Cerca de 900 funcionários ainda não conseguiram realocação dentro da estrutura do banco e correm o risco de perder a gratificação de caixa. A Contraf-CUT já enviou ofício ao banco cobrando a manutenção dos salários desses trabalhadores até que consigam se realocar. A orientação da entidade é que os funcionários que ainda estão sem a incorporação, peçam revisão junto ao canal da Gepes Atendimento. Se o pedido for negado, eles devem entrar em contato com o seu sindicato. *Fonte: Contraf-CUT
Bandidos praticam golpes com selfies

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou um alerta sobre um novo tipo de golpe. É um crime digital, praticado com a foto do rosto das pessoas, ou seja, com selfies. Os criminosos, tendo em mãos os dados pessoais das vítimas, entram em contato e dizem ganharam algo. Para receber o suposto benefício, elas precisam fazer uma selfie para algum tipo de comprovação. Devido às eventuais dificuldades com a tecnologia, os idosos lideram a preferência dos golpistas, segundo o alerta da Febraban. Entretanto, o secretário de Segurança da Confederação Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Jair Alves, reforça que qualquer um pode ser vítima de um golpe digital. A afirmação tem por base um levantamento recente, feito pela Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP). “Essa associação mostrou que, em 2024, o país registrou aumento de 45% nos crimes digitais. A entidade destacou ainda que, no ano passado, uma a cada 4 pessoas sofreu tentativas de golpe, sendo que 50% acabaram vítimas”, explicou o secretário. Na última Campanha Nacional dos Bancários, uma das principais reivindicações do movimento sindical, foi para que os bancos reforçassem o compromisso com a proteção de dados dos clientes e medidas de segurança digital. “Além de lutar para a manutenção de equipamentos de segurança nos ambientes físicos, como portas de segurança e vigilantes nas agências, a categoria bancária tem destacado que a realidade imposta com a digitalização exige esforços constantes do sistema bancário para a garantia de segurança digital”, afirmou Jair Alves. Além disso, Jair observou que o golpe da selfie vem ocorrendo com frequência nas agências de negócios, onde os bancos não oferecem mecanismos tradicionais de segurança, como portas giratórias e profissionais de vigilância. “Essa situação reforça a importância da nossa cobrança para que as agências de negócios, mesmo não tendo caixas, tenham vigilantes e segurança como nas agências comuns. Essas propostas e outras de segurança estão sendo discutidas, pela Contraf-CUT, na Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP)”, informou Jair. Entre as recomendações da Febraban, além de não aceitar presentes inesperados, estão: *Fonte: Contraf-CUT
BC mantém aperto e eleva Selic para 13,25%

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, elevou em 1 ponto percentual a taxa básica de juros brasileira (Selic), que chegou à marca de 13,25% ao ano. A decisão, tomada em reunião nesta quarta-feira (29), contou com a aprovação dos nove membros do Copom. É a quarta vez consecutiva que a autoridade monetária eleva a Selic, após chegar a 10,5% ao ano, de junho a agosto do ano passado, índice já considerado exagerado e prejudicial para o crescimento econômico do país. Na avaliação da presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Juvandia Moreira, o novo presidente do BC, Gabriel Galípolo, não foi indicado para manter os interesses do mercado financeiro. “O Galípolo foi indicado para cumprir o papel de fazer uma política econômica para a população. Com isso ele mostra que é refém do mercado financeiro”, ressaltou Juvandia. Para a economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Vivian Machado, existe um grande erro que se tornou aceito como norma, do uso da Selic como instrumento principal para manter a inflação sob controle. “Mas essa é uma falácia. Não só se perde a oportunidade de enfrentar a inflação de maneira mais eficiente, como traz sérios prejuízos ao desenvolvimento do país a prática de uma taxa básica de juros em níveis tão altos”, observou a economista. O movimento sindical trabalhista reforça a campanha para que o Banco Central mude essa política monetária. “A atual política induz a contração da economia e mantém o Brasil, ano após ano, com uma das maiores taxas de juros reais do mundo, que é o resultado da Selic menos a inflação”, disse Juvandia. A dirigente sindical explica que, historicamente, isso acarreta prejuízos, com impactos negativos à indústria, ao comércio e empregos de qualidade. *Fonte: Contraf-CUT*Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Dia da Visibilidade Trans marca luta por direitos e reconhecimento

Celebrado em 29 de janeiro, o Dia da Visibilidade Trans marca a luta por direitos e reconhecimento, tendo com uma das principais frentes de batalha o acesso à saúde. Garantia do uso do nome social, Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, e direito ao Processo Transexualizador no Sistema Único de Saúde (SUS) são os principais avanços conquistados pela população trans. A secretária de Políticas Sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Elaine Cutis, falou sobre a importância da data: “A visibilidade trans é fundamental para combater o preconceito, o estigma e a desinformação que ainda cercam as pessoas trans no Brasil e no mundo. Ao dar visibilidade às suas histórias, conquistas e dificuldades, esta data ajuda a promover uma sociedade mais justa e igualitária, onde todas as pessoas, independentemente de sua identidade de gênero, possam viver com dignidade e respeito.” Na última segunda-feira (27), o Ministério da Saúde anunciou o lançamento de um número especial da Revista Epidemiologia e Serviços de Saúde – A Revista do SUS, dedicada aos 20 anos da Visibilidade Trans no Brasil. O evento aconteceu no Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Também foi anunciada a tradução da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) da Organização Mundial da Saúde (OMS). Antes, na CID-10, a transexualidade era classificada como um transtorno psíquico. Agora, a CID-11 introduz a expressão “incongruência de gênero”, removendo sua categorização como transtorno mental e reposicionando-a no Capítulo 17, sobre Condições Relacionadas à Saúde Sexual. *Fonte: Contraf-CUT