Coletivo de Mulheres da Contraf-CUT define atividades para março

Nesta quinta-feira (13), o Coletivo de Mulheres da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) esteve reunida para definir as atividades de março, quando será celebrado o Dia Internacional da Mulher. As atividades terão impacto nas ações a serem desenvolvidas durante todo o ano. Fernanda Lopes, secretária da Mulher da Contraf-CUT, falou sobre o encontro. “Como categoria bancária temos muito a contribuir com ações contra a violência e pela igualdade de gênero, por conta das conquistas que, ao longo de décadas, conseguimos obter nessas questões, tanto para o ambiente de trabalho, quanto para a sociedade, como a criação dos canais do ‘Basta! Não irão nos Calar’, de assessoria jurídica às mulheres vítimas de violência doméstica”, ressaltou Fernanda. A secretária explicou, ainda, que a proposta do encontro foi estabelecer a linha de trabalho para transformar esse histórico em materiais, como vídeos, cartilha e seminário, tanto para seguir formando a categoria, quanto contribuir na formação para fora, por uma sociedade mais justa para todos e todas. Representantes de sindicatos e federações de todo país participaram do encontro, que foi realizado em formato virtual. Reunir histórias de mulheres da categoria que fizeram parte de conquistas obtidas ao longo dos anos é uma das propostas das bancárias. Em março a reunião será com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), a primeira do ano da Mesa de Negociação Permanente de Combate ao Assédio Moral, Sexual e Outras Formas de Violência.  No Dia Internacional da Mulher, 8 de março, a categoria vai participar dos atos de rua, que ocorrem tradicionalmente todos os anos. Também será realizado um seminário pelas bancárias, onde vão discutir conquistas sociais, além de analisar o cenário atual e estratégias para um mundo sem desigualdade de gênero. *Fonte: Contraf-CUT

Relatório atuarial do Saúde Caixa aponta aumento de de 22,86% nas mensalidades

Em reunião, no início deste ano, com dirigentes de entidades ligadas aos empregados, a Caixa apresentou informações sobre o Saúde Caixa, inclusive, o resultado financeiro no exercício de 2024. O relatório apresentado apontou um déficit de quase R$ 17 milhões. As receitas ficaram em R$ 3,57 bi e as despesas somaram R$ 3,58 bi. Este déficit significa 0,5% do total das receitas e despesas do plano no exercício e a reserva técnica teve saldo positivo em cerca de R$ 110 milhões. O resultado não impõe necessidade de conribuições adicionais para cobrir o déficit. Entretanto, o relatório atuarial contratado pela Caixa para o plano aponta um aumento nas mensalidades de 22,86% já em 2025.O relatório aponta a adoção de cobrança das mensalidades por faixas etárias como alternativa para o custeio do plano. Porém, segundo o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, essa alternativa nem pode ser considerada. “A adoção da cobrança por faixa etária representaria o fim do pacto intergeracional, princípio fundamental do Saúde Caixa. Isso inviabilizaria o plano para muitos empregados, em especial os aposentados, cujos custos ficariam insustentáveis”, ressaltou Takemoto. Para o diretor de Saúde e Previdência da Fenae, Leonardo Quadros, o financiamento do plano deve ser feito com o aumento da participação da Caixa no custeio, retirando ou ampliando o teto de 6,5% da folha. Segundo Quadros, não cabe mais aplicar novos reajustes para os usuários, o equilíbrio do plano precisa ser alcançado com o aumento da participação da Caixa e com melhorias na gestão. Rafael de Castro, diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, disse que foi apresentada uma proposta de retorno dos Comitês de Credenciamento e Descredenciamento, que deve ser debatida na próxima reunião do GT Saúde Caixa. “Entendemos que sua implementação cumprirá um papel fundamental para a qualificação da rede”, observou Rafael. Segundo Rafael, a luta pela alteração do estatuto do banco para retirar o teto de 6,5% para o custeio do plano continua. Além disso, serão apresentadas propostas de melhoria, embasados no trabalho elaborado com os dados que a Caixa precisa passar para construir um modelo sustentável, viável e perene para o Saúde Caixa. *Fonte: Contraf-CUT

Funcionários do Santander devem se cadastrar para vacinação contra a gripe

A campanha de vacinação, deste ano, contra a gripe já começou no Santander para todos os funcionários da ativa e aposentados. Para participar é preciso preencher um formulário de adesão à campanha e aceitar o compartilhamento de seus dados. A coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Wanessa de Queiroz, explicou que essa é uma medida de respeito à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). “O banco terá que compartilhar dados dos funcionários com a empresa que prestará os serviços de vacinação e, provavelmente, informar o procedimento de imunização ao Ministério da Saúde”, afirmou Wanessa. Wanessa lembra que a adesão deve ser feita até o dia 28 de fevereiro. Para isso, os funcionários devem preencher o formulário no link: https://forms.office.com/e/N0mtQSH95d. Informações como cronograma e rede de clínicas credenciadas serão divulgadas pelo banco mais próximo à data de início da vacinação, que está prevista para começar no início de abril. *Fonte: Contraf-CUT

Lucro do Banco Inter tem alta de 176,2% em 2024

O lucro do Banco Inter cresceu 176,2% em 2024, chegando a R$ 972,8 milhões. Só no quatro trimestre o lucro foi de R$ 294,9 milhões, com alta de 13,4%. Também o número de clientes globais registrou aumento, chegando a 36,1 milhões, uma elevação de 5,8 milhões em doze meses. O banco registrou ainda a abertura de postos de trabalho, com 1.072 vagas no 4° trimestre de 2024 em relação a dezembro do ano anterior. Mesmo com resultados positivos, funcionárias e funcionários reclamam de condições precárias de trabalho, com cobrança excessiva por metas, além de sobrecarga que acaba afetando a saúde mental dos trabalhadores. De acordo com relatório do Dieese, no 4º trimestre de 2024, havia uma relação de 4,7 mil clientes ativos por funcionário. Confira na tabela abaixo, o resumo do balanço do Banco Inter: *Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil não derruba tutela antecipada, mas estende prazo

A Justiça negou o pedido do Banco do Brasil para derrubar a tutela antecipada, conquistada pela Contraf-CUT e federações. O documento determina a incorporação das comissões e/ou gratificações para os funcionários atingidos pela reestruturação de 2016, que na época ocupavam funções gratificadas/comissionadas por, no mínimo, dez anos. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (10) e o banco ainda pode entrar com recurso. Em outra movimentação na Justiça, o Banco do Brasil conseguiu estender o cumprimento da tutela antecipada em 90 dias úteis. Mesmo tendo concedido a tutela antecipada a favor do movimento sindical, a juíza considerou razoável o pedido do banco de ampliação do prazo. Histórico da luta O Banco do Brasil promoveu uma grande reestruturação em 2016, suprimindo gratificações e comissões de muitos que já exerciam funções de confiança há mais de uma década. Sem sucesso nas tentativas de negociação, a Contraf-CUT e federações entraram com uma ação judicial em 2017. A Justiça deferiu a tutela antecipada solicitada pelo movimento sindical para garantir a manutenção dos pagamentos das gratificações em setembro do mesmo ano. Mas em agosto de 2018, um juiz de primeiro grau extinguiu o processo sem julgamento de mérito, alegando ilegitimidade da Contraf-CUT e federações para atuar como substitutas processuais. O movimento sindical, então, recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT10), que reconheceu a legitimidade das entidades e determinou o retorno do processo à vara de origem. Já o Banco do Brasil recorreu ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), mas a decisão favorável do TRT10 foi mantida, transitando em julgado em dezembro de 2024. Em 12 de dezembro de 2024, a Contraf-CUT protocolizou um pedido para restabelecimento imediato da tutela antecipada. Com o pedido deferido, foi garantido: •   Manutenção e incorporação das gratificações/comissões aos trabalhadores que as recebiam por mais de 10 anos;•   Reflexos salariais em repousos semanais remunerados (RSR), férias acrescidas de 1/3, 13º salário, horas-extras, anuênios, participação nos lucros e resultados (PLR), FGTS e contribuições à Previ;•   Multa de R$ 1.000,00 por dia, por empregado, em caso de descumprimento da decisão. Também nessa decisão de 2024 ficou definido que o banco teria até o dia 11 de fevereiro de 2025 para cumprir todas as medidas. Entretanto, esta semana a Justiça aceitou o pedido do BB para estender o prazo em 90 dias. A assessora jurídica da Contraf-CUT, Renata Cabral, informou este novo prazo que o banco tem para cumprir a tutela antecipada terá início assim que for publicado, o que deve ocorrer em breve. “Temos disponibilizado um link para acesso dos funcionários que querem saber se estão abarcados pela decisão”, ressaltou Renata. O link (clique aqui) faz referência é para um formulário, onde, além de esclarecimentos sobre a decisão, o funcionário poderá saber se tem direito à incorporação deferida na tutela.  Na próxima terça-feira (18), as partes voltam a se encontrar em audiência. *Fonte: Contraf-CUT

Contraf-CUT emite nota em defesa da Previ

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) emitiu uma nota de esclarecimento devido às notícias sobre uma possível auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) na gestão da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ). De acordo com matéria publicada pela Contraf-CUT, o objetivo da nota é proteger a Previ e alertar os associados sobre a verdade. Já na abertura, a nota informa que déficit não é rombo ou prejuízo: “Primeiramente, é necessário afirmar que, ao contrário do que estão dizendo, o déficit de um período, no caso dos fundos de pensão, não significa prejuízo, e muito menos rombo, como se o dinheiro tivesse sumido. A rentabilidade da Previ, assim como de qualquer investimento, está atrelada as oscilações do mercado. O fato é que, apesar da desvalorização de determinados ativos, a Previ terminou novembro ainda com um superávit de R$ 528 milhões.” Segundo a Contraf-CUT, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), responsável por fiscalizar os fundos de pensão no país, “também afirma que não há déficit a equacionar e que o Plano 1 permanece com resultado positivo cumprindo suas obrigações previdenciárias.” E completa explicando que “déficit atuarial não é prejuízo financeiro, pois o valor dos ativos que compõem o portfólio da entidade pode voltar a se valorizar no médio prazo.” Análise equivocada A Contraf-CUT afirma na nota que “tanto o TCU quanto a imprensa também vêm fazendo uma análise equivocada dos resultados dos investimentos e rendimentos dos fundos de pensão, que estão sendo medidos na atualidade, e não em um período de longo prazo como deveria ser.” Ainda segundo a Contraf-CUT, a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) também emitiu nota ressaltando que “a rentabilidade dos fundos de pensão deve ser analisada sob uma perspectiva de longo prazo, pois esses investimentos possuem ciclos extensos de acumulação de reserva e gestão previdenciária. Avaliações de curto prazo não refletem a robustez do sistema e, portanto, não podem ser consideradas prejuízo ou déficit por conta de um pequeno período.” Em sua nota, a Contraf-CUT reafirma que “a Previ não é do Banco do Brasil ou de alguma instituição pública, ligada à Únião, estados ou municípios. A Previ pertence aos funcionários e funcionárias do Banco do Brasil e é uma entidade democrática, paritária e que conta com ampla participação e fiscalização dos seus associados, das suas diretorias, do patrocinador e dos órgãos de fiscalização.” O diretor eleito da Previ, Marcio Souza, também emitiu nota afirmando que não existe rombo na Previ e tranquilizando os funcionários da ativa e aposentados: “Aos funcionários do Banco do Brasil, da ativa e aposentados, e aos nossos pensionistas, asseguro que o Plano 1 está em perfeito equilíbrio com uma ótima carteira de renda fixa, contratada a uma taxa média de IPCA + 5,9% ao ano, e uma carteira de renda variável, com participação nas melhores empresas do Brasil.” *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Pesquisa mostra que setor bancário fechou 6.198 postos de trabalho em 2024

A Pesquisa do Emprego Bancário aponta que em 2024, o setor bancário fechou 6.198 postos de trabalho. A pesquisa é elaborada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) com base no Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). De acordo com o documento, o setor caminha em sentido contrário ao do mercado de trabalho, que abriu 1.693.673 postos de trabalho no mesmo período, índice 16,3% a mais do que em 2023. “Os bancos batem recordes consecutivos de lucro e rentabilidade. E, mesmo com lucros que crescem sem parar, demitem seus funcionários, num total descaso com os trabalhadores, suas famílias e as consequências sociais e econômicas para o país”, afirmou Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Juvandia ressaltou ainda que a categoria bancária está adoecida devido à sobrecarga de trabalho e cobranças abusivas pelo cumprimento de metas. Enquanto isso, a população paga tarifas caras por serviços que ela mesma precisa se virar para realizar. Segundo a pesquisa do Dieese, em 2024, apenas em janeiro e fevereiro os bancos contrataram mais do que demitiram. O número de demissões superou o de contratações nos dez meses seguintes, deixando um saldo de quase 6,2 mil postos de trabalho a menos no setor. Nos meses de março, julho e agosto a perda foi ainda maior, com o fechamento de 815, 1.424 e 1.684 postos de trabalho, respectivamente. No documento, o Dieese observa que a maior responsabilidade pelo fechamento de vagas no setor está associada aos Bancos Múltiplos com Carteira Comercial, atividade em que estão inseridos os principais bancos privados e o Banco do Brasil, com a extinção de 3.608 vagas, e a Caixa Econômica com a eliminação de 3.198 vagas bancárias. A pesquisa lembra, ainda que, ao longo do ano, o número de desligamentos realizado pela CEF foi ampliado consideravelmente motivados pela adesão dos trabalhadores ao Plano de Desligamento Voluntário (PDV). A pesquisa mostra que as vagas abertas no setor bancário, de maneira geral, estão associadas à Tecnologia da Informação. Já as ocupações ligadas tradicionalmente às agências físicas foram as que mais sofreram com a eliminação de vagas, como gerente de contas, gerente de agência e escriturário de banco, que juntos tiveram mais de 6,5 mil postos de trabalho encerrados. Mais informações na íntegra da pesquisa do Dieese. *Fonte: Contraf-CUT

Bradesco registra lucro de R$ 19,6 bilhões em 2024

O lucro líquido do Bradesco em 2024 foi de R$19,6 bilhões, o que representa alta de 20% em relação ao ano anterior (2023). Já no quarto trimestre, o Bradesco apresentou lucro recorrente de R$5,402 bilhões, avanço de 87,7% em relação ao mesmo período de 2023. Sobre o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) a alta foi de 12,7% nos últimos três meses de 2024, um avanço de 0,3 ponto percentual no trimestre e de 5,8 pontos na comparação anual. Em relação à margem financeira, no quarto trimestre ela somou R$ 16,995 bilhões, registrando crescimento de 5,4% em relação ao mesmo período de 2023. Em 2024, as provisões atingiram R$ 29,7 bilhões, abaixo do guidance do banco, que estimava um custo de R$ 35 bilhões a R$ 39 bilhões com crédito em 2024. O banco fechou 2024 com uma carteira de créditoampliada de R$ 981,7 bilhões, uma alta de 4% no trimestre e de 11,9% em 12 meses. O índice de inadimplênciaacima de 90 dias na carteira do Bradesco fechou o quarto trimestre em 4%, uma queda de 0,2 ponto percentual em relação a setembro e de 1,1 ponto na comparação com o fim do ano anterior. As despesas operacionais registraram aumento de 9,9%, para R$ 16,418 bilhões. No ano como um todo, houve um avanço de 9,3% — acima do guidance do banco, que apontava para um avanço de até 9%. Para 2025 a estimativa da administração é que haja desaceleração no ritmo do banco. Abaixo, as projeções: *Fonte: seudinheiro.com

Santander anuncia pagamento de PLR e PPRS para 28 de fevereiro

O Banco Santander anunciou o pagamento da segunda parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) para o dia 28 de fevereiro, junto com a folha salarial. Conquista dos trabalhadores do Santander e do movimento sindical, o pagamento do Programa Próprio de Resultados do Santander (PPRS) também será feito no mesmo dia. Este ano, o valor é de R$ 3.672,26. O reajuste do INPC mais 0,5% de aumento real, em todos os valores fixos da PLR, no VA e VR e em todas as demais verbas previstas nas cláusulas econômicas da CCT, como auxílio-creche/babá, gratificações, auxílio home office para 2025 foi garantido na Campanha Nacional dos Bancários de 2024. O índice incidirá também sobre a Participação nos Lucros e Resultados, nas parcelas fixa e adicional e sobre os tetos. A PLR dos bancários é paga em duas etapas: a primeira foi paga até 30 de setembro de 2024 (prazo previsto na CCT para que os bancos realizem o crédito). *Fonte: Contraf-CUT com informações do SP Bancários

Lucro do Itaú chega a R$ 10,9 bi no quarto trimestre

O Banco Itaú fechou o quarto trimestre do ano passado com o lucro recorde de R$ 10,9 bilhões, registrando alta de 16% em relação ao mesmo período de 2023. O lucro, no ano fechado, chegou a R$ 41,4 bilhões. Sendo o maior banco privado do país, o Itaú também divulgou projeções para 2025. Segundo os analistas, os números, no ponto médio dos intervalos, implicam um aumento de lucro de cerca de R$ 45 bilhões, ou alta de 9% em relação a 2024. A margem financeira do banco, no quarto trimestre, foi de R$ 29,4 bilhões, alta de 3,1% em relação ao trimestre anterior. O retorno sobre patrimônio (ROE) caiu de 22,7% no terceiro trimestre para 22,1%. Porém, ficou acima do patamar de 21,2% do quarto trimestre de 2023. O aumento na carteira de crédito, no quarto trimestre, foi de 15,5%. Também houve controle na inadimplência, com atrasos acima de 90 dias recuando 2,6% no terceiro trimestre para 2,4%. O banco sinalizou, ainda, que no guidance, para 2025, a projeção é que a carteira de crédito cresça entre 4,5% e 8,5%. Mas a margem financeira com clientes tem previsão de crescimento entre 7,5% e 11,5%. *Fonte: Revista Exame