Sindicato realiza assembleia extraordinária na sexta-feira, 28, com titulares do Plano Saúde Caixa

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense realiza assembleia extraordinária, no período de 8 horas do dia 28 de outubro até às 18 horas do dia 29 de outubro visando à deliberação acercada negociação e do Acordo Coletivo de Trabalho Aditivo sobre o Plano Saúde Caixa. O evento é direcionado aos titulares do plano. Segundo informações do edital, a proposta sobre o Plano Saúde Caixa, se aprovada, entrará em vigor na data da sua assinatura, em 1º de novembro deste ano pelo prazo de dois anos e seus efeitos aplicáveis aos exercícios de 2022 e 2023, a ser celebrado com a Caixa Econômica Federal. Confira o edital:

Segunda-feira, 25, tem assembleia extraordinária do Itaú/Unibanco

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense realiza na próxima segunda-feira, 25, de 8 às 18 horas, assembleia extraordinária especifica a fim de deliberar sobre a negociação e o Acordo Coletivo de Trabalho para a regulamentação de jornada extraordinária (sábado, domingo e feriado) do segmento de veículos. A medida, se aprovada, terá vigência de dois anos a contar de 1º de julho de 2021. A assembleia será online e poderá ser acessada através do site do Sindicato. Confira o edital

Sexta-feira (22) tem negociações com a Caixa

Temas relacionados às condições de trabalho estarão em pauta; negociação que estava marcada segunda-feira (18), sobre teletrabalho e banco de horas, foi desmarcada A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal se reúne com o banco na próxima sexta-feira (22) para tratar sobre diversos temas relacionados às condições de trabalho nas agências e departamentos da Caixa. “Queremos debater os assuntos que fazem parte do dia a dia dos empregados e que muitas vezes os levam à sobrecarga de trabalho, ao estresse e ao adoecimento, como as metas desumanas e o assédio que são impostos junto com elas. Mas, também a promoção por mérito, a movimentação de caixas e tesoureiros, o GDP e até como está sendo pensado o retorno dos colegas que estão em home office para o trabalho presencial. São todas questões que envolvem e precisam ser debatidas com os empregados”, informou a coordenadora da CEE, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A CEE também quer debater sobre os valores referentes à Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) pagos a menor e questões relacionadas à Fundação dos Economiários Federais (Funcef), como a resolução 30 do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC 30) e a incorporação do Plano de Benefícios (REB) no Novo Plano de previdência da Funcef (veja a sugestão de pauta enviada à Caixa ao final deste texto). Teletrabalho e banco de horas A reunião de negociação sobre teletrabalho e banco de horas, que estava prevista para acontecer nesta segunda-feira (18), foi desmarcada devido a Caixa não ter encontrado até o momento a solução para a marcação de ponto de todos os empregados, tanto os que estão em presencial quanto os que estão em home office. “Deixamos claro para a Caixa que as negociações somente avançam se houver a possibilidade de controle da jornada de todos os funcionários, pois sabemos que se não houver controle de jornada os trabalhadores acabam sendo forçados a trabalhar além da hora e acabam não sendo remunerados por isso”, disse Fabiana. Ainda não existe previsão de data para a reunião. Pauta sugerida para a reunião de sexta-feira (22) PLR FUNCEF (CNPC 30 e Incorporação do REB no Novo Plano) Programa de Gestão de Desempenho (GDP) –curva forçada, colegas sem avaliação, metas impostas, obrigação de estar no TDV, e tem GGR cobrando no mínimo bronze. Programa Qualidade de Vend (PQV) Time de Vendas (TDV) Metas (assédio sistemático, desafios diários cada vez mais insanos e “sprint” de produtos) Promoção por mérito Movimentação de caixas e tesoureiros Problemas no registro do início da jornada e retorno do intervalo, por vezes o sistema chega a demorar quase 20 minutos para permitir o registro do ponto. Acúmulo de funções (ex: crescente situação do tesoureiro se tornar caixa, não como um ajudante, mas em período integral. Agências menores que estão perdendo o caixa, estão jogando tudo para cima do tesoureiro. E perdendo o tesoureiro, jogando para cima de gerente de varejo, assistente etc. Aumento absurdo de trabalho e retrabalho e no geral sem compensação financeiro) Material precário disponibilizados aos empregados nas unidades (computadores lentos, teclados, mouses e leitores de certificados com problemas/defeituosos o que tem prejudicado sobremaneira o trabalho dos colegas) Necessidade de acesso ao “Rede Caixa” nas estações financeiras (como trabalhar sem riscos se não é possível acessar o Sidec) Recém-admitidos que não estão conseguindo obter o certificado digital, e por conta disso não conseguem executar uma série de rotinas (e depois na avaliação serão cobrados do que não fizeram, mas não tinham condições ideais de trabalho) Interaxa (os colegas têm que saber de tudo para atender os clientes, os gerentes não conseguem dar suporte porque também estão atendendo, quem está em home office não bate ponto e acaba ficando mais tempo que a carga horária) (tempo de inatividade para encerrar o atendimento no Interaxa, o normativo fala em 20 min. Isso é muito tempo para ficar com o cliente na tela sem que ele responda. Em qualquer atendimento via WhatsApp esse tempo é bem menor, geralmente 5min) Retorno do horário de atendimento das agências ao horário normal bancário Manutenção das equipes de apoio como vigilantes, recepcionistas, posso ajudar (temos recebido diversas denúncias da retirada e isso prejudica a organização, triagem e afins) Protocolos contra o Covid-19. Fonte: Contraf-CUT

Gerentes se reúnem com administração BB para tratar de sobrecarga resultante da reestruturação

Gerentes de serviço conseguiram realizar uma reunião com a administração do Banco do Brasil, na quinta-feira (14), a respeito do acúmulo de funções que vem causando o adoecimento entre os funcionários. O encontrou ocorreu em resposta a um ofício enviado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), com o pedido para uma reunião entre as duas partes. “Nós valorizamos a mesa de negociação com o banco. O que a gente queria é que esses bancários dessem um relato daquilo que vivenciam. Por isso, fizemos essa reunião convidando os gerentes. Aliás, foram os gerentes que se organizaram, por Brasil todo, e convidaram a Contraf-CUT para entrar no grupo deles e discutir junto os encaminhamentos”, explicou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. A situação de sobrecarga, que vem se agravando desde 2017, ocorre, mais especificamente, nas agências do interior e nas chamadas agências mistas, que não estão nos grandes centros. De lá para cá, o banco foi paulatinamente eliminando cargos de gerente de atendimento, passando as funções para os gerentes de serviço. Um funcionário contou que, há cerca de dez anos quando, pela primeira vez, foi nomeado para o cargo de gerente, as funções eram bem definidas. Ele era responsável apenas pela tesouraria e outras funções importantes eram realizadas por outros dois funcionários, nos cargos de supervisor de atendimento e gerente de atendimento. “Aí veio a reestruturação, de 2017, quando o banco cortou o gerente de atendimento, mas deixou o supervisor. Mais tarde, o banco cortou o supervisor e eu tive que acumular todas as funções desses dois cargos”, afirmou. “Me sinto desmotivado. Porque nos responsabilizam por uma coisa, mas somos cobrados por outra. Somos responsáveis pela segurança, pela parte predial e de numerário, mas cobrados, única e exclusivamente, pela parte negocial. Acaba que a gente não consegue desenvolver nem uma e nem outra parte de forma adequada. Me sinto frustrado, até certo ponto, porque acabo me cobrando por não ter um desempenho que eu gostaria”, desabafou outro colega. Segundo representantes dos funcionários que estiveram no encontro, o banco não apresentou nenhuma proposta para alterar o cenário de sobrecarga dos gerentes de serviços: “A resposta que o banco nos deu, ontem, foi que, no entendimento deles, não há acumulo de funções, porque o nível gerencial, para os gerentes de serviço, continua o mesmo, que é o terceiro nível”, contou um trabalhador que esteve no encontro. “Essa foi a primeira resposta do banco. Mas eles disseram que vão avaliar nossas reclamações e responder mais adiante”, completou. “As diversas reestruturações que vem ocorrendo no banco, desde 2017, estão resultando na sobrecarga e adoecimento dos funcionários que ficam. Essa questão atinge mais as agências que não estão nos grandes centros, nas capitais, que ainda têm gerentes para cada área. Já no interior, ocorreu uma redução da folha, consequentemente, sobrecarga dos gerentes que restaram e acabaram acumulando funções”, avaliou João Fukunaga. “A nossa motivação principal para que essa reunião acontecesse é o adoecimento dos funcionários. Tanto eu quanto outros colegas, pelo Brasil inteiro, estamos chegando num ponto onde não é mais saudável”, expôs outro funcionário. “A gente tem que gerir desde o mais simples, que é, por exemplo, qual o material pra limpeza e higiene utilizado nas agências, até todo o controle numerário que transita dentro da agência. E, por outro lado, somos cobrados e responsabilizados pelas metas vinculadas ao grupo negocial do banco”, explicou o gerente. “A preocupação, então, é: você tem que fazer um serviço que ninguém reconhece, mas que tem que ser feito de forma correta, porque senão você pode ser responsabilizado, inclusive, pecuniariamente, ou com demissão – porque, na questão da tesouraria, se você errar é você que vai pagar essa diferença, é você que vai responder por isso – , e você tem que fazer outro serviço que nunca foi seu e que passou a ser seu para o banco economizar na questão salarial”, completou. “Às vezes me pergunto por que o banco não eliminou a função de gerente de serviços e deixou a de gerente de atendimento, já que a função do gerente de atendimento é tão importante que empurrou para o gerente de serviços. Mas por que o trabalho de gerente de serviços, que ninguém reconhece, tem que ser feito? Porque senão a agência não abre. Simples assim. Hoje essa função ainda é importante”, concluiu. Fonte: Contraf-CUT

Live sobre saúde mental, destaca direitos do trabalhador bancário e procedimentos junto ao INSS

Neste mês de outubro, onde celebramos no dia dez o Dia Mundial da Saúde mental, nosso Sindicato vem destacando a importância da prevenção e tratamento de problemas relacionados com a saúde mental dos bancários. O Bancariosul, através de uma série de lives, coloca em pauta essa discussão, que é de suma importância para todos nós. No dia 13/10, a live coordenada pelo, presidente Júlio Cunha, teve como palestrante a Dra. Ana Luíza, psicóloga, que discorreu sobre os principais transtornos e tratamento para recuperação de uma vida saudável. Ontem, 14/10, foi transmitida a segunda live, coordenada pelo diretor de saúde Miguel Pereira, onde a Dra. Anne Mejia, advogada previdenciária, falou sobre os direitos dos bancários e os procedimentos junto a empresa/INSS. Para se ter uma ideia da dimensão do acometimento destes transtornos mentais em nossa categoria, veja os dados abaixo: CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS – DADOS OFICIAIS AUXÍLIO DOENÇA 2019.            2020 213,2 mil      285,2 mil (+ 33,7%) APOSENTADORIAS POR INAVLIDEZ – PROBLEMAS MENTAIS 2019.            2020 241,9mil        291,3mil (+20,4%) Esse percentual superou e muito as concessões de benefícios decorrentes de doenças classificadas como osteomusculares – LER/DORT, que ficaram na segunda colocação desse ranking, com aumento de 28,8% entre 2019/2020. BANCÁRIOS Dados entre 2009 e 2017 apontam que o número total de bancários afastados por doenças crescera 30%. AUXILIO ACIDENTÁRIO/PREVIDENCIÁRIO 2009.      2017 13.297.   17.310 Pelo menos metade desses casos foram por transtornos mentais, que cresceram 61,5%no período, enquanto as enfermidades relacionadas aos esforços repetitivos tiveram um incremento de 13%. segundo dados do próprio INSS. Ainda segundo o Ministério Público do Trabalho – MPT, os bancos foram os responsáveis por 5% dos trabalhadores afastados por doenças entre 2012 e 2017, enquanto a categoria representava apenas 1% dos empregos no país. O que demonstra que o trabalho bancário tem relação direta com os níveis de adoecimento. Outro dado comparativo é que na população geral, 50% dos adoecimentos não são psíquicos ou do sistema músculo esquelético. Daí que a busca de soluções é obrigação de todos os atores envolvidos, mas principalmente aponta a urgência dos bancos em rever seu processo de organização e divisão do trabalho, e principalmente das formas de gestão. Porque os lucros não podem ser colocados acima da vida. Acesse a live na íntegra em nosso canal: Youtube

SAÚDE MENTAL DOS BANCÁRIOS

Sindicato realiza a primeira de uma série de 3 lives para tratar do assunto No dia 13 de outubro, Dra Ana Luiza Lima Gimenez, psicóloga clínica, abrilhantou a noite, com sua formação humanista nos brindando com informações muito importantes, para o Sindicato, que tem a preocupação com a necessidade de mudanças profundas nos cuidados mentais para a categoria, e para os bancários e bancárias que acompanharam a apresentação nas redes sociais (YouTube e Facebook). Logo de partida, Dra Ana Luíza nos alertou da importância de todos tratarmos do assunto, desmistificando e mudando o enfoque: cuidar da nossa saúde mental como um autocuidado, e não como adoecimentos. Isso porque nossa saúde é o resultado de um conjunto de fatores, que precisam caminhar simultaneamente que estão estruturados em quatro grandes pilares: saúde emocional, saúde física, saúde financeira e saúde sexual. Devemos estar sempre atentos aos primeiros sintomas e atuar preventivamente. E quando percebermos que as coisas estão ficando mais difíceis, fugindo do controle, falar sobre e buscar a ajuda profissional. As psicoterapias são locais de acolhimento, de apoio, fala, carinho e cuidados. E por isso não podem ser vistas com pré conceitos. Diversas são as sintomatologias que encontramos nos ambientes de trabalho, mas chama a atenção como no caso do trabalho bancário as ocorrências são muito mais altas. Ansiedade, depressão, exaustão ou estafa mental, síndrome do pânico, síndrome de Bornoult, etc,  que se dividem numa série de outros sub sintomas:  apreensão, medo, taquicardia, insônia, inquietação, dor de cabeça constante, incapacidade de se concentrar, falta de ar, tontura, formigamento, perda do apetite, compulsões, solidão, tristeza e isolamento social, apatia, etc. Indo numa escala de sintomas mais brandos até os mais graves, onde a pessoa chega num quadro de esgotamento completo, e num sentimento de vazio existencial, acarretando um colapso total. É justamente nessa fase que a ideia do suicídio surge como possibilidade para o “fim” de tamanho sofrimento. Nessa fase do se sentir vazio, surgem também diversas compulsões. Para tentar “encher” e “ocupar” emocionalmente, busca-se por mais comidas, drogas, álcool ou sexo. Tudo para se tentar momentaneamente alguma forma de compensação.  ASSÉDIO MORAL – um capítulo importante a ser enfrentado O ASSÉDIO MORAL é uma violência no ambiente de trabalho. É um abuso, que busca diminuir, anular, excluir, ignorar o trabalho e a pessoa em determinado ambiente, o que causa sérios danos. E a forma como o trabalho bancário atualmente está organizado, baseado no atingimento de metas, cada vez mais abusivas no sentido da dificuldade de seu atingimento e a forma de gestão estruturalmente concebida para a cobrança desses resultados está na base da pirâmide do desencadeamento dessa verdadeira epidemia de doenças mentais na categoria, principalmente a Síndrome de Bornoult. As relações de trabalho gradativamente foram profundamente modificadas, e o meio ambiente de trabalho bancário se tornou altamente hostil e competitivo. Onde a amizade, o companheirismo, o apoio e a solidariedade foram substituídas pela disputa, cobranças e estabelecimentos dos rankings. Base para promoções e/ou demissões. Acesse a live na íntegra em nosso canal: Youtube

Negociações sobre Saúde Caixa são retomadas nesta quarta-feira (13)

Empregados esperam sair da reunião de negociações com uma proposta para ser apresentada nas plenárias que serão realizadas nesta quarta e quinta-feira A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa retoma, nesta quarta-feira (13), a partir das 16h, as negociações sobre o modelo de gestão e custeio do plano de assistência à saúde dos empregados, o Saúde Caixa. “Precisamos avançar nesta discussão junto a Caixa, inclusive para podermos fazer um debate mais aprofundado com nossos colegas sobre o nosso plano de assistência à saúde”, afirmou a coordenadora da CEE, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). “O Saúde Caixa é uma conquista dos empregados e estamos trabalhando para que o plano permaneça viável a todos”, completou a dirigente da Contraf-CUT ao explicar que, de uma forma ou de outra, as plenárias serão realizadas para esclarecer aos empregados, principalmente aos participantes do Saúde Caixa, sobre a proposta, ou o andamento das negociações. Plenárias Sindicatos e federações da categoria bancária realizam plenárias nesta quarta e quinta-feira (13 e 14) para atualizarem os empregados sobre as negociações com o banco em relação ao Saúde Caixa. “Estamos em um processo de negociação e, neste momento, são apresentadas várias hipóteses de solução e pode haver mal-entendidos e até informações que desinformam e desunem os trabalhadores. Precisamos evitar estas informações desencontradas e nos manter unidos. Somente assim conseguiremos que a solução seja a melhor possível para os empregados”, disse a coordenadora da CEE. “Além de atualizarmos as negociações e, se possível, apresentar a proposta, também temos outros pontos importantes a serem debatidos como as condições de trabalho”, concluiu. Acompanhe os sites e redes sociais da Contraf-CUT e da Fenae para mais informações. Plenárias de esclarecimento sobre Saúde CaixaPlenária Fetrafi/SC – Dia 13/10 às 19hPlenária Feeb-BA/SE – Dia 13/10 às 19hPlenária Federa/RJ – Dia 14/10 às 19hPlenária Fetrafi/RS – Dia 14/10 às 19hPlenária Fetec/SP – Dia 14/10 às 19hPlenária Fetrafi/MG – Dia 14/10 às 19hPlenária Fetec/PR – Dia 14/10 às 19hPlenária Feeb/MS-SP – Dia 14/10 às 19h (por sindicato)Plenária Fetrafi/RJ/ES – Dia 13/10 às 19hPlenária Fetec/CN – Dia 13/10, 19h Outras pautas pendentes Fabiana lembrou que, além do Saúde Caixa, existem muitos outros assuntos pendentes de debates na mesa de negociações. Entre os assuntos pendentes estão o pagamento a menor da Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR), o programa de Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP), a Funcef, a promoção por mérito, a forma de se estabelecer metas, a garantia da segurança para o retorno ao trabalho presencial e a contração de mais empregados concursados. Fonte: Contraf-CUT

Plenárias esclarecerão proposta do Saúde Caixa

Sindicatos terão até quinta-feira (14) para realizar as plenárias A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) emitiu um comunicado na útima sexta-feira (8) orientando os sindicatos de bancários de todo o país a realizarem plenárias com os empregados da Caixa Econômica Federal para socializar as informações sobre o debate que está sendo realizado entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) e o banco sobre a proposta de manutenção e custeio do Saúde Caixa e as condições de trabalho no banco. A orientação é para que as plenárias ocorram nos dias 13 ou 14 (quarta ou quinta-feira). Para a coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária de Cultura da Contraf-CUT, as discussões são extremamente necessárias para explicar aos empregados como está o embate com a Caixa na defesa do plano de assistência à saúde. “São assuntos urgentes. Precisamos defender o Saúde Caixa e a maneira mais efetiva é a mobilização de todos. Tivemos uma vitória recente e muito significativa, que foi a revogação da CGPAR 23. Mais uma vez precisamos do envolvimento e união de todos, ativos e aposentados, para defender nosso direito à saúde e ter um plano de qualidade, sustentável e viável para todos”, disse. Fabiana lembrou que o tema já foi debatido durante o 37º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), ocorrido nos dias 6 e 7 de agosto de 2021 e, mais recentemente, no dia 29 de setembro, em uma reunião transmitida ao vivo pela Contraf-CUT e pela Federação Nacional das Associações da Caixa Econômica Federal (Fenae). Premissas e modelo de custeio A dirigente da Contraf-CUT também reforçou a necessidade de manutenção do modelo de custeio 70/30 (70% dos custos arcados pelo banco e 30% pelos empregados) e as premissas do Saúde Caixa – a solidariedade, o mutualismo e o pacto intergeracional – princípios fundamentais para manter o Saúde Caixa viável e justo para todos. Já a Caixa, segundo publicação sobre o plano de Saúde, sugere a individualização da mensalidade e a cobrança por faixa etária, como previa a derrotada Resolução 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR 23). “Sabemos que a conjuntura política é muito desfavorável aos trabalhadores e aos seus direitos, mas conhecemos a disponibilidade de luta e a efetividade da nossa unidade e resistência para impedir que a direção do banco torne o pagamento do plano inviável para a maioria dos trabalhadores”, ressaltou Sergio Takemoto, presidente Fenae. Saúde Caixa para Todos O médico e consultor da Contraf-CUT e da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Albucacis Pereira de Castro, também alertou sobre a importância da manutenção das premissas de solidariedade, pacto intergeracional e mutualismo no Saúde Caixa. “O plano de saúde é o benefício mais procurado por quem não tem emprego. Para quem tem, como é o caso dos empregados Caixa, a preocupação é sobre a rede de atendimento, reembolso, rapidez no atendimento, com uma visão personalizada. No entanto, é preciso enxergar um plano de saúde com uma visão humanista, para beneficiar a todos. Um plano de saúde tem que dar universalidade, integridade para todos, assim como é o SUS (Sistema único de Saúde)”, explicou o médico. Fonte: Contraf-CUT

Sindicato realiza série de lives para discutir Saúde Mental dos bancários

As consequentes mudanças do mundo atual, as pressões por metas e o trabalho exaustivo, especialmente da categoria bancária, leva os trabalhadores à exaustão mental por conta da rotina. Outubro é o mês em que se orienta sobre a importância da prevenção ao câncer de mama, mas também tem um dia dedicado mundialmente a falar sobre a Saúde Mental. E em comemoração a essa data, 10 de outubro, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense organizou uma semana de atividades online voltada para a necessidade de refletir sobre os diversos distúrbios mentais que particularmente acometem os bancários atualmente. Serão publicações com orientações nas redes da entidade e também três importantes “lives” com especialistas abordando temas importantes que podem ajudar quem passa por momentos difíceis mentalmente por conta das pressões. “Essas são as primeiras atividades para o desenvolvimento de um plano de ação em saúde do trabalhador que o seu BancarioSul pretende desenvolver. Queremos estimular esse debate que é tão urgente, ao mesmo tempo negligenciado pela sociedade e empresas, e apoiar os bancários e bancárias na recuperação de uma saúde mental mais saudável. Toda programação foi pensada na categoria”, afirma Júlio Cunha, presidente do Sindicato. Anote na sua agenda e participe das lives que terão transmissão na página do Facebook do Sindicato (@bancariosul). Clique no link a seguir e curta a página: https://www.facebook.com/bancariosul Programação das Lives 10 DE OUTUBRO – DIA MUNDIAL DA SAÚDE MENTAL Live 1 – Dia 13 de outubro Os principais transtornos e acometimentos, sintomatologia e tratamento para recuperação de uma vida mental saudável no trabalho e na vida do bancário Palestrante: Dra. Ana Luíza – Psicóloga Data: 13/10 Hora: 19h Facebook do Sindicato @bancariosul Live 2 – Dia 14 de outubro Os direitos dos bancários e os procedimentos junto à empresa e ao INSS Palestrante: Dra. Anne Mejia – Advogada Previdenciária Data: 14/10 Hora: 19h Facebook do Sindicato @bancariosul Live 3 – Dia 19 de outubro O adoecimento mental na categoria bancária e as ações sindicais na busca do seu enfrentamento Palestrante: Plínio Pavão, ex-Secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-Cut Data: 19/10 Hora: 19h Facebook do Sindicato @bancariosul