Curso de Formação Sindical reúne dirigentes no Rio

Dirigentes sindicais participaram de um Curso de Formação, ministrado pela Secretaria de Formação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) em parceria com a Secretaria de Formação da Federação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores no Ramo Financeiro do Rio de Janeiro (Federa-RJ), nos últimos dias 29 e 30 de setembro. Durante o curso, que foi realizado no Sindicato dos Bancários do Rio, os dirigentes participaram de diversas atividades para troca de experiências, além de palestras sobre a história do movimento sindical, com leituras e discussões sobre as lutas que antecederam os sindicatos no Brasil. Rafael Zanon, secretário de Formação da Contraf-CUT, falou sobre o evento. “Esse curso de formação sindical proporcionou aos participantes uma compreensão mais profunda da história do movimento sindical e das ferramentas disponíveis para a luta sindical, promovendo o fortalecimento do movimento e a capacitação dos dirigentes sindicais”, afirmou Zanon. O programa de formação continuará com módulos digitais de análise de conjuntura, oratória e comunicação e ferramentas digitais, além de mais um módulo presencial em datas ainda a serem definidas.
BC adia lançamento de Pix automático para outubro de 2024

O Pix automático tem previsão de lançamento para outubro de 2024 e não mais em abril como havia sido divulgado. A informação é do Banco Central, que justificou o adiamento “por conta da complexidade do produto, do tempo necessário para o desenvolvimento dos múltiplos atores, do andamento da definição das estratégias comerciais pelas instituições participantes do Pix e de questões organizacionais do BC”. Carlos Eduardo Brandt, chefe da Gerência de Gestão e Operação do Pix, falou sobre o adiamento durante a 20ª reunião plenária do Fórum Pix. “Para que o produto atenda às necessidades da sociedade, estamos desenhando um produto bastante flexível, de forma a atender empresas de todos os setores e portes, negócios físicos ou digitais.” ressaltou Brandt. O diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, Renato Dias de Brito Gomes, em entrevista ao jornal Extra, disse que o Pix automático terá impacto na competição bancária. “Hoje em dia, se você quer usar o débito automático, o concessionário de energia elétrica precisa ter um convênio com o banco. Com o Pix Automático, todas as instituições que ofertam o Pix vão poder ofertar pagamentos recorrentes”, disse Brito Gomes. O Pix automático poderá ser usado para pagamentos recorrentes, que tenham periodicidade definida, onde o pagador dará uma autorização prévia e os pagamentos serão debitados automaticamente. Poderão ser feitos pagamentos de serviços públicos (como água, energia e telefone); assinatura de serviços (como internet, streaming, clubes e portais de notícias etc.); pagamento de mensalidades (como escola, academia, condomínio e plano de saúde) e serviços financeiros (como parcelamento de seguro, de empréstimo e de consórcio).
Concurso de Crônicas encerra inscrições nesta quinta-feira (5)

O Concurso de Crônicas CUT 40 anos, promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), encerra suas inscrições nesta quinta-feira (5). O trabalho deve apresentar uma narrativa com foco nos 40 anos da CUT, lembrando a luta da categoria bancária junto à Central. O texto deve ser inédito, sem premiação anterior, com 3 a 4 mil toques, incluindo os espaços. O arquivo, que será enviado em anexo, precisa ter espaçamento entre linhas de 1,5, na fonte Arial e tamanho 12 – sem a identificação do autor ou autora. Dados como nome completo, CPF, RG e entidade sindical à qual é filiado ou filiada deverão estar apenas na mensagem. Confira aqui o regulamento completo. Os trabalhos devem ser enviados para cultura@contrafcut.org.br. O prêmio para o vencedor será um e-book e um voucher de R$ 400. Já o segundo e o terceiro lugares vão receber um voucher de R$ 300 cada um. A comissão julgadora contará com por um jornalista, uma professora de língua portuguesa e um dirigente sindical para avaliar os trabalhos.
Violência contra a mulher é tema de debate promovido pela Federa-RJ nesta quarta (4)

A Federa-RJ e o Sindicato dos Bancários de Petrópolis realizam, nesta quarta-feira (4), um debate sobre o Programa de Combate à Violência contra a mulher, o Basta! O evento, que vai mostrar como as mulheres podem e devem se defender da violência doméstica, começa às 18 horas na Rua Marechal Deodoro, 209, salas 207 a 210 – Centro de Petrópolis. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, fará parte da mesa, com a advogada Julia Alexim, responsável pelo Basta nos sindicatos e a diretora da secretaria de mulheres da Federa-RJ, Paula Rodrigues. Para Adriana, é importante promover debates para toda a categoria sobre a violência doméstica porque o número de feminicídios tem aumentado no Estado. O evento é organizado pelo Sindicato dos Bancários de Petrópolis em parceria com a Federa-RJ.
Novas conselheiras do SantanderPrevi tomam posse

Pela primeira vez, duas candidatas no movimento sindical assumem os cargos na mesma gestão. É o caso de Wanessa de Queiroz e Patrícia Bassanin, que foram empossadas como conselheiras no SantanderPrevi. As duas conselheiras tiveram apoio, durante a campanha, da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e todo o movimento sindical bancário. Wanessa assume o lugar no Conselho Fiscal e Patrícia no Conselho Deliberativo. Wanessa de Queiroz, que é dirigente executiva da Fetec-CUT/SP e coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, afirmou que esta eleição representa uma importante vitória dos funcionários do banco Santander, dos participantes do fundo e do movimento sindical com mais de 47% dos votos em todo o país. “Vamos trabalhar na fiscalização dos planos SantanderPrevi visando obter maior transparência aos participantes, bem como a melhor gestão dos investimentos”, ressaltou. Para Patrícia, é importante valorizar que essa foi a primeira vez que assumiram as duas vagas na eleições do SantanderPrevi. O mandato nos conselhos do banco tem duração de três anos. “Eu e a Wanessa sabemos dos desafios que teremos pela frente e iremos nos dedicar para enfrentá-los com muita responsabilidade”, disse Patrícia, que aproveitou a posse para agradecer novamente o apoio do movimento sindical durante a campanha e a confiança dos bancários pelos votos conquistados. “É uma vitória da união”, finalizou.
Pesquisa da Contraf-CUT vai ajudar a conhecer doenças de trabalhadores da categoria

Dentro das ações da Campanha “Menos Metas, Mais Saúde”, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) está lançando a pesquisa “Avaliação dos Modelos de Gestão e das Patologias do Trabalho Bancário”. O trabalho, que está sendo feito em conjunto com pesquisadores do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UNB), tem o objetivo de analisar a relação entre os modelos de gestão adotados pelos bancos e o adoecimento dos trabalhadores do ramo financeiro. Com a pesquisa, vão ser analisados itens como condições profissionais, divisão do trabalho, as regras formais, o tempo, o ritmo, o controle e as características das tarefas. Também há perguntas referentes às condições físicas de trabalho: a infraestrutura, ambiente físico, qualidade do posto de trabalho, equipamentos e materiais, como os aplicativos e sistemas; e condições sociais, relações socioprofissionais de trabalho, como as interações hierárquicas, coletivas intra e intergrupos e externas presencial e virtual. O secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles, disse que a pesquisa busca aperfeiçoar ferramentas do movimento sindical para rebater argumentos patronais quanto às causas do adoecimento dos trabalhadores. “A participação dos trabalhadores é fundamental, pois suas respostas contribuirão diretamente para a construção de um ambiente de trabalho mais saudável no setor bancário. Com base nas respostas, análises e estatísticas serão realizadas para identificar problemas e propor soluções. O resultado será um relatório técnico que guiará ações sindicais e organizacionais para combater riscos psicossociais e promover a saúde de todos os envolvidos”. O questionário da pesquisa pode ser totalmente respondido em 20 minutos. As perguntas são relacionadas ao ambiente físico de trabalho. A pesquisa objetiva registrar a ocorrência de adoecimento, inclusive mental, eventuais acompanhamentos médicos, uso de medicação e afastamentos do trabalho. Vale lembrar que as respostas serão preservadas com a garantia de sigilo e direcionadas automaticamente aos pesquisadores, que vão estabelecer as métricas das amostras por região, por estados da federação, por indicadores socioeconômicos (sexo, escolaridade, idade, raça, escolaridade, estado civil, cargo, forma de contratação e por banco). Os trabalhadores interessados em participar da pesquisa, que ficará disponível até o dia 31 de outubro de 2023, podem clicar aqui. Importante Mauro Salles ressaltou que os dirigentes sindicais devem divulgar, o máximo possível, a pesquisa para que o maior números de trabalhadores participem. “É importante que os dirigentes sindicais divulguem nossa pesquisa massivamente, compartilhando o link para a categoria por meio de grupos de mensagens (WhatsApp ou Telegram) ou SMS, via e-mail ou, de forma mais ampla, nos meios de comunicação do seu sindicato”, orientou Mauro.
Dieese mostra que aumento dos bancários injetará R$10,9 bilhões na economia do país

O aumento real da categoria bancária, que este ano ficou em 4,58%, deverá injetar cerca de R$ 10,9 bilhões na economia do país. A informação faz parte do levantamento produzido pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) 2021 e nos balanços dos bancos. Ainda segundo o Dieese, considerando a massa salarial anual, o total recebido nos vales alimentação e refeição e Participação nos Lucros e Resultados (PLR), o valor injetado pode chegar a R$ 80,3 bilhões. Juvândia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), vice-presidenta da CUT e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, afirma que os ganhos obtidos pela categoria se estendem por todo o país. “O aumento real obtido pela luta da categoria, juntamente com seus sindicatos, proporciona ganhos não apenas para as bancárias e bancários, mas para toda a classe trabalhadora, para pequenos e médios comerciantes e para a economia do país de uma forma geral. Nós possuímos uma Convenção Coletiva válida em todo o território nacional. Temos um piso salarial nacional, os tíquetes têm o mesmo valor em São Paulo, ou em qualquer outro estado, ou cidade. E isso ajuda a fazer com que o reajuste contribua com a economia nacional”, ressaltou. Os bancários aprovaram uma Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), na Campanha Nacional de 2022, válida por dois anos, com aumento real de 0,5% acima da inflação (INPC). Dessa forma, este ano a categoria teve aumento de 4,58% nos salários e em todos os direitos econômicos definidos na CCT, como vales refeição e alimentação, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), auxílio-creche/babá, entre outros. Segundo o levantamento do Dieese, somente o reajuste nos salários já mostra uma injeção de R$ 2,7 bilhões na economia. A massa salarial anual da categoria soma R$ 62,1 bilhões. Já a PLR injetará cerca de R$ 7,8 bilhões até março de 2024. Deste total, R$ 3,7 bilhões já foram injetados em setembro, com a antecipação. O reajuste nos auxílios alimentação e refeição da categoria bancária terá um impacto adicional de R$ 456,9 milhões em um ano. O total recebido pela categoria, anualmente, com auxílios alimentação e refeição soma R$ 10,4 bilhões. Para Juvândia, é preciso lembrar que a categoria conta com sindicatos fortes. Ela ressaltou a importância da sindicalização. “A categoria bancária possui sindicatos fortes, que se unem em torno dos anseios dos trabalhadores que representam. Após a reforma trabalhista e durante a pandemia, quando muitas categorias, infelizmente, tiveram diversos direitos ceifados, nós conseguimos manter todos os direitos e ainda conquistamos aumento real nos salários. Isso mostra a importância de termos sindicatos fortes. E serve de alerta, não apenas para bancárias e bancários, mas para todas as trabalhadoras e trabalhadores para a necessidade de sindicalização e manutenção da luta sindical”, concluiu a presidenta da Contraf-CUT.
Trabalhadores do ramo financeiro ficam de fora de nova Comissão para Assuntos de Segurança Privada

O governo federal publicou portaria no Diário Oficial da União retomando a Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), que havia sido extinta no governo passado. A comissão visa o estudo, proposição e aperfeiçoamento de soluções para a segurança bancária, assim como a fiscalização da área. Mas ao contrário da antiga comissão, essa nova versão não terá representantes dos trabalhadores do ramo financeiro. Também ficou de fora a Confederação Nacional de Vigilantes e Prestadores de Serviços (CNTV). Segundo o secretário de Políticas Sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Elias Jordão, a entidade enviará um ofício, reivindicando sua participação. “A medida é positiva, mas a bancada dos trabalhadores não está totalmente contemplada. Nós queremos a nossa participação”, afirmou Elias. Carlos Damarindo, secretário de Cultura da Contraf-CUT, concorda que a retomada da Comissão seja positiva, mas critica a exclusão dos trabalhadores bancários. “A representação dos trabalhadores não pode estar em desequilíbrio em relação aos representantes patronais, que têm interesses bem diferentes dos trabalhadores de modo geral”, afirma Damarindo. Segundo a portaria, a comissão será composta por membros da Polícia Federal e de entidades representativas das empresas de vigilância (Fenavist), de transporte de valores (ANSEGTV e Fenavist), dos bancos (Febraban), dos trabalhadores de vigilância (Contrasp) e da Associação Brasileira de Cursos e Aperfeiçoamento de Vigilantes (ABCFAV). Elias Jordão e Carlos Damarindo também criticaram a Portaria 18045/23, editada pelo Ministério da Justiça, que desobriga a utilização de portas giratórias nas agências. “Nós queremos marcar uma audiência com o ministro da Justiça, Flávio Dino, para mostrar a importância da revisão desta portaria, pois coloca em risco os trabalhadores dessas agências”, disse Elias Jordão. Para Damarindo, a portaria é absurda e aumenta a insegurança de bancários e clientes. “Com esta medida, o governo compactua com os bancos que já estão retirando equipamentos de segurança, em nome do lucro em detrimento das vidas das pessoas. O movimento sindical seguirá protestando por mais segurança nas agências bancárias, porque o dinheiro do banco tem seguro, mas as vidas das pessoas são únicas e não têm preço”, afirmou Damarindo.
NOTA DE PESAR: Bancária é morta durante assalto à agência do Itaú

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense lamenta a morte de uma funcionária do Banco Itaú, na cidade de Poá, no Estado de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (28). O fato ocorreu durante assalto à agência bancária, onde a vítima foi feita refém e acabou atingida durante troca de tiros com a polícia. A trágica ocorrência reforça a necessidade de maior atenção quanto à segurança nas agências bancárias.
Em reunião com o Comando Nacional, bancários cobram negociações sobre metas

Reunidos, nesta quarta-feira (27), o Comando Nacional dos Bancários e as Comissões de Organização dos Empregados (COEs) aprovaram ações para organizar e dar andamento às resoluções aprovadas na 25ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro. A cobrança de metas e o adoecimento da categoria bancária foi um dos principais pontos discutidos durante o encontro, como informou Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários. “Aprovamos uma série de ações para implementar e avançar nas negociações específicas sobre cobrança de metas e combate ao adoecimento da categoria e também para construção e divulgação de campanhas para o fortalecimento das negociações coletivas e sobre a importância do sindicato para a sociedade”, disse. As ações incluem manifestações com objetivo de cobrar que os bancos negociem de fato as formas de estabelecimento de metas e de cobranças pelo seu cumprimento. “A cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, negociada na Campanha Nacional dos Bancários de 2022, determina que o tema das metas e as formas de seu acompanhamento pelos bancos deveria ter sido incluído na pauta da primeira reunião de negociações de 2023 com as comissões de organização de empregados. Alguns bancos sequer pautaram o tema. Outros, se negam a negociar. Por isso, vamos orientar que sejam intensificadas as manifestações contra estes bancos, para que eles cumpram o que determina nossa convenção”, ressaltou Juvandia. A Consulta Nacional realizada em julho deste ano aponta que para 68% da categoria, a cobrança abusiva de metas causa preocupação constante com o trabalho; para 61% causa cansaço e fadiga constante; para 52% leva à desmotivação e vontade de não ir para o trabalho. Uma nova Pesquisa do Trabalhador Bancário será realizada em outubro, em parceria com o Departamento de Psicologia Social e do Trabalho da Universidade de Brasília. O objetivo é compreender os modelos de gestão e as patologias do trabalho nos bancos. Vale lembrar que, desde abril, a Contraf-CUT, federações e sindicatos que fazem parte do Comando Nacional dos Bancários realizam uma campanha para denunciar problemas causados à saúde dos trabalhadores pela cobrança abusiva de metas. Segundo a professora doutora Ana Magnólia Mendes, pesquisadora responsável pelo levantamento que será realizado, “com os dados será produzido um relatório para propor ações de combate aos fatores e riscos psicossociais e ao adoecimento da categoria, mas sobretudo, para denunciar as patologias da sobrecarga da violência causadas pelos modelos de gestão praticados pelos bancos.” Sobre a reforma sindical, ficou definido que a Contraf-CUT, sindicatos e federações devem realizar debates internos para formação dos dirigentes sindicais e reforçar as ações e produção de textos, vídeos e outros materiais, além de intensificar as atividades nas redes sociais mostrando a importância dos sindicatos para a defesa dos direitos dos trabalhadores e da democracia. De acordo com Juvandia, organizações empresariais querem enfraquecer os sindicatos de trabalhadores e se aproveitam da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu a constitucionalidade da contribuição assistencial de trabalhadores não sindicalizados, para pautar a mídia, com matérias contrárias à cobrança. A Reforma Tributária também foi considerada prioridade durante a reunião. Juvandia afirmou que o tema é tratado sempre no site e redes sociais da Contraf-CUT. Além disso, está sendo preparada uma cartilha sobre o assunto e o Coletivo de Comunicação vai definir uma data para um tuitaço, dando destaque ao tema nas redes sociais. Também foi pedido o fortalecimento dos comitês de luta dos trabalhadores do ramo financeiro.