Outubro Rosa: prevenção é fundamental

Com o tema “Mulher: seu corpo, sua vida”, o Ministério da Saúde lançou, nesta terça-feira (1º/10), a campanha 2024 de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero. A campanha é realizada em alusão ao movimento internacional Outubro Rosa, que começou em 1990 e foi criado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo mais frequente entre as mulheres, ficando atrás somente do câncer de pele. Para este ano no Brasil, a estimativa é de 73,6 mil novos casos da doença, com um risco de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres. Vale lembrar que quanto mais cedo for o diagnóstico maior será a chance de cura da doença. Por isso, é muito importante que as mulheres estejam atentas a qualquer sinal de anormalidade e procurem um médico o mais rápido possível. *Com informações do Ministério da Saúde

Estudos mostram que Inteligência Artificial poderá afetar até 80% dos empregos

De acordo com avaliação divulgada em artigo de Vinod Khosla, cofundador da Sun Microsystems e investidor da Netscape, Amazon, Google e OpenAI, nas próximas décadas cerca de 80% dos empregos serão substituídos pela Inteligência Artificial (IA). O fenômeno pode não ser ruim, segundo análise de Khosla. Mas para isso, os governos precisam tomar medidas de regulamentação. Khosla defende a implementação de mecanismos como renda universal e redução de jornada de trabalho semanal. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, observou que tais medidas vêm sendo defendidas pelo movimento sindical. “Khosla fala o que nós temos defendido há bastante tempo: regulação realizada pelo Estado, renda básica e jornada reduzida, de forma que os impactos da tecnologia no mercado de trabalho não resultem no aprofundamento das desigualdades e sim em ganhos sociais para todos e todas”, afirmou Juvandia. Uma das maneiras defendidas pelo movimento sindical bancário para que os ganhos com a tecnologia sejam partilhados com os trabalhadores é a redução da jornada de cinco para quatro dias semanais. “Quando nós do movimento sindical bancário começamos a defender a jornada reduzida, há alguns anos, parecia que estávamos defendendo uma proposta surreal. Mas agora essa pauta está se mostrando cada dia mais necessária”, afirmou Juvandia. A presidenta da Contraf-CUT ressaltou que, para que se consiga, em países emergentes como o Brasil, partilhar dos avanços tecnológicos, a população precisa se unir para cobrar do Estado regulação. “Somente com Estado forte será possível garantir um futuro socialmente justo, com mais qualidade de vida para estudar, estar com a família e que resulte também no barateamento dos serviços públicos para todos e todas”, observou Juvandia. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a implementação da jornada de quatro dias semanais, entre os bancários que hoje realizam jornada de 37 horas semanais, teria o potencial de criar mais de 108 mil vagas no setor, ou 25% do total de vagas que existem atualmente. *Fonte: Contraf-CUT

Financiários recebem proposta da Fenacrefi para renovação de CCT

Em reunião, na última sexta-feira (27), com o Coletivo Nacional dos Financiários, a Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi) apresentou proposta para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O documento mostra avanços para a Campanha Nacional 2024, segundo o Coletivo Nacional, que indica aprovação nas assembleias. Caso seja aprovada, a nova CCT será assinada dia 11 de outubro. Confira os principais pontos da proposta: Para 2024, o documento prevê reajuste salarial de 4% para salários, verbas e benefícios; pagamentos retroativos das diferenças salariais de junho a outubro até a folha de pagamento de novembro de 2024; pagamentos retroativos das diferenças dos benefícios a serem pagas até 30 de outubro de 2024; antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) com pagamento até 8 de novembro de 2024. Para 2025, a proposta inclui reajuste salarial baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) referente ao período de junho de 2024 a maio de 2025 mais 0,3% de aumento real, a ser pago em junho de 2025; mudança da data-base para outubro de 2025, com aplicação do INPC referente ao período de junho a setembro de 2025, acrescido de 0,3% de aumento real a ser pago em outubro de 2025; negociações para uma nova CCT em outubro de 2026. Em relação à PLR, a regra de pagamento permanece inalterada, mas será criada uma comissão paritária em até 60 dias após a assinatura do acordo, com conclusão até abril de 2025. O objetivo da Comissão será apresentar propostas para eventuais mudanças na PLR a partir de 2025. Também houve resoluções sobre convênio médico, violência contra a mulher, combate ao assédio sexual e moral. A proposta prevê ainda a criação de um grupo de trabalho paritário para realizar uma pesquisa no setor financeiro para construir a imagem do financiário e aspectos relevantes à categoria. Abaixo, a tabela com a proposta para cláusulas econômicas: *Fonte: Contraf-CUT

Financiários têm reunião, nesta sexta (27), após pressão do movimento sindical

A Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi) convocou para esta sexta-feira (27) uma reunião online para tratar sobre a continuidade das negociações da Campanha Nacional 2024. A decisão se deu após pressão da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e do Coletivo Nacional dos Financiários. No último dia 9 de setembro, a Contraf-CUT enviou ofício à entidade cobrando a retomada das negociações da Campanha Nacional 2024. As propostas apresentadas na última reunião, ocorrida em 5 de setembro passado, foram recusadas por serem consideradas insatisfatórias pela categoria. *Fonte: Contraf-CUT

Equacionamento: consulta termina nesta sexta-feira (27)

Os participantes ativos, aposentados e pensionistas do plano REG/Replan Saldado da Fundação dos Economiários Federais (Funcef) podem participar, até as 18h desta sexta-feira (27), da consulta sobre a proposta de equacionamento dos déficits do plano. Vale ressaltar que apenas os participantes maiores de 18 anos e com situação ativa no plano podem opinar. A recomendação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) é que todos leiam com atenção os prós e contras da proposta e deem sua opinião. A Funcef é responsável pela administração dos planos de previdência das empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal. Para participar é preciso responder “Sim” ou “Não” à seguinte pergunta: “Você concorda com a implementação das medidas propostas pela Funcef, tendo por base o Relatório do GT Caixa e Funcef, para redução (estimada) de 43% no valor das contribuições extraordinárias mensais do equacionamento do REG/Replan Saldado?” A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) realizou uma live, no último dia 19 de setembro, lembrando que, graças à pressão das entidades de representação sindical das empregadas e empregados, houve melhorias na proposta original elaborada pelo GT constituído pela Funcef e pela Caixa. Entretanto, a Fenae afirma que a a única certeza da proposta é que ela ainda retira direitos dos participantes do plano REG/Replan Saldado. Segundo a entidade, existem outras alternativas que não prejudicam os trabalhadores e aposentados da Caixa. A Funcef defende que a proposta atual traz uma redução estimada em 43% nos valores das contribuições extraordinárias mensais pagas atualmente pelos participantes ativos, pensionistas e aposentados do plano e que validará o resultado da pesquisa se pelo menos 25% dos participantes do plano (13.418 votantes) derem sua opinião. *Fonte: Contraf-CUT

Pesquisa: Brasil está entre os países com mais trabalhadores estressados na América Latina

No Brasil, 46% dos trabalhadores estão estressados, 25% tristes e 18% com raiva. Os dados são da pesquisa State of The Global Workplace e colocam o país em 4º lugar, na América Latina, em sentimentos de raiva e tristeza, e em sétimo lugar em estresse na região. A pesquisa foi realizada pela consultoria especializada em análise comportamental no Trabalho, Gallup, com 128 mil funcionários e funcionárias em mais de 160 países. A consultoria revela ainda que as nações europeias registraram o segundo percentual mais baixo de trabalhadores que vivenciam “tristeza diária” (17%) e que a região mantém fortes proteções laborais. “Na perspectiva do capitalismo, que globaliza as desigualdades e concentra as riquezas e os benefícios nas regiões centrais, podemos identificar que as grandes corporações, sobretudo as estrangeiras, reduzem jornadas, ampliam salários e benefícios onde têm sede e, nos demais países, aplicam o exato oposto. Por isso a importância das negociações coletivas, que têm origem na Organização Internacional do Trabalho (OIT), e que, por meio de sindicatos fortes, possibilita reduzir as desigualdades entre patrões e empregados”, avalia Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários. Categoria bancária O combate a todo o tipo de assédio e violência no ambiente laboral e a redução da jornada semanal para quatro dias faz parte das lutas do movimento sindical bancário, no Brasil. Em 2023, a “Pesquisa Nacional da Contraf-CUT: modelos de gestão e patologias do trabalho bancário” mostrou que 76,5% relataram terem tido pelo menos um problema de saúde relacionado ao trabalho, no último ano; 40,2% que estavam em acompanhamento psiquiátrico no momento da pesquisa; e 54,5% indicaram o trabalho como principal motivo para buscar tratamento médico. A pesquisa foi feita em parceria com o Instituto de Pesquisa e Estudos sobre Trabalho, da Universidade de Brasília (UnB), entre cerca de 5.800 bancárias e bancários. O documento apontou, ainda, que cerca de 80% declararam pelo menos um problema de saúde relacionado ao trabalho no último ano e, desses, quase metade seguia em tratamento psiquiátrico. Já neste ano, a Consulta Nacional dos Bancários 2024, realizada com 46.824 trabalhadoras e trabalhadores do setor em todo o país, revelou, em pergunta de múltipla escolha, que 67% sofriam com preocupação constante com o trabalho; 60% cansaço e fadiga; 53% com desmotivação e vontade de não ir trabalhar; e 47% com crises de ansiedade e/ou pânico. “Nossas pesquisas e estudos apontam que a implementação de metas abusivas está atrelada aos casos de adoecimento entre nossos colegas. Por isso, avaliamos que os dados alarmantes apresentados pela Gallup também podem estar ligados a modelos de gestão que adoecem”, ressalta o secretário de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Mauro Salles. Nas mesas de negociação deste ano, para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para o biênio setembro de 2024 – agosto de 2026, o debate entre a saúde e as condições de trabalho foi um dos temas de maior embate entre a categoria e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A categoria obteve um importante avanço com a inclusão do termo “assédio moral” no documento. Na nova CCT 2024-2026, o tema ganha um capítulo chamado “Combate ao assédio moral, sexual e outras formas de violência no trabalho”, que, entre as cláusulas, determina que os bancos disponibilizem “canal de apoio para questões relacionadas ao acolhimento” de vítimas, com prazo máximo de até 90 dias para o encaminhamento das denúncias. “Para conseguir esses avanços, foi necessário levar para as mesas os resultados da Consulta, pesquisas, depoimentos de bancárias e bancárias e informações da própria Organização Mundial de Saúde”, afirma Juvandia Moreira. Sobre a pesquisa Gallup Segundo o relatório, os resultados deste ano são os piores desde que a Gallup começou a fazer o levantamento. Raiva Neste quesito, o Brasil está em quarto lugar na América Latina, ficando atrás de Bolívia (25%), Jamaica (24%) e Peru (19%). Em última colocação ficam Uruguai (9%) e México (7%). Tristeza O Brasil também ocupa a quarta colocação, tendo a Bolívia na liderança (32%), seguida de El Salvador (26%) e Jamaica (26%). Paraguai (34%) e Panamá (15%) são os últimos colocados. Estresse Bolívia (55%), República Dominicana (51%), Costa Rica (51%), Equador (50%), El Salvador (50%) e Peru (48%) estão nas seis primeiras posições, respectivamente. Em último aparecem Jamaica (35%) e Paraguai (34%). *Fonte: Contraf-CUT

Santander: COE consegue avanços para renovação de ACT

Em reunião nesta terça-feira (24), o Santander atendeu às reivindicações da Comissão de Organização dos Empregados (COE) e apresentou proposta para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), com cláusulas importantes para os trabalhadores. Entre os principais avanços estão a manutenção do ACT, onde os trabalhadores garantiram a renovação integral das condições já asseguradas pelo Acordo Coletivo de Trabalho, incluindo a manutenção das regras do Programa de Participação nos Resultados do Santander (PPRS), sem compensação na Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Outra conquista importante foi a isenção da coparticipação no plano de saúde para empregados com deficiência (PCD). O Santander aceitou, ainda, suspender por 30 dias as metas para empregados que retornarem de afastamentos por doença, saúde ou licença maternidade superiores a 180 dias. A COE ressaltou que ainda existem pontos a serem alcançados em relação aos neurodivergentes, à isenção de tarifas bancárias para os funcionários e linhas de crédito com taxas diferenciadas. Também não avançou a questão da representação de todos os trabalhadores das empresas do conglomerado Santander, que prestam serviços ao banco e contribuem para seus lucros. Quando o banco formalizar a redação final da proposta, os sindicatos dos bancários de todo o país convocarão assembleias para a deliberação. *Fonte: Contraf-CUT

Bradesco atende COE e reduz coparticipação para portadores de Espectro Autista

Atendendo solicitação da Comissão de Organização dos Empregados (COE), o Bradesco se comprometeu a reduzir a coparticipação para 15% (metade do valor original) nos pacotes de terapia para Transtorno do Espectro Autista/TEA). A mudança começa a valer dia 1º de outubro e o segurado deve informar à clínica responsável pelo tratamento que ela deve enquadrar as sessões como pacote de terapias TEA. A decisão da COE se deu após reclamações de bancários, pais e mães de crianças e pessoas portadoras do Transtorno do Espectro Autista, sobre os altos valores cobrados de coparticipação para terapias, o que comprometeu o orçamento de muitas famílias. O banco informou que os valores já cobrados serão corrigidos, com a devolução de 50% da coparticipação realizada. O crédito será feito automaticamente na conta dos trabalhadores no dia 27 de setembro, sem necessidade de qualquer ação por parte dos bancários. O Bradesco vai informar aos trabalhadores sobre a devolução. Em relação à solicitação de empréstimo social no programa VivaBem, para lidar com os custos elevados, o banco informou que o empréstimo será mantido, mas serão efetuadas correções nos valores de coparticipação. *Fonte: Contraf-CUT

Equacionamento: Fenae é contra retirada de direitos

Em live realizada nesta quinta-feira (19), a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) discutiu a proposta de equacionamento apresentada pela Funcef (Fundação dos Economiários Federais) e a Caixa. A entidade e seus parceiros se mostraram contra a proposta, ressaltando a retirada de direitos dos participantes do plano REG/Replan Saldado. Eles defendem alternativas que preservem os benefícios sem prejudicar os trabalhadores e aposentados da Caixa. O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, disse que a diretoria da entidade e seus participantes são a favor da redução do equacionamento. Porém, são contra a retirada de direitos. Segundo Takemoto, a Fenae tentou, sem sucesso, incluir as entidades no Grupo de Trabalho entre Funcef e Caixa para discutir uma proposta mais justa, com acesso transparente aos dados e prazos definidos. Porém, não teve sucesso. “Queremos que todos os participantes do plano participem da consulta pública, mas que votem ‘não’, para que a gente construa uma nova opção que não retire direitos”, afirmou Takemoto. Representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), Eliane Brasil lamentou a exclusão das entidades representativas nas negociações com a Funcef e Caixa. Eliane falou sobre a importância de se criar uma mesa permanente de negociação e garantir que os trabalhadores ativos e aposentados sejam ouvidos, destacando o empenho em proteger os direitos conquistados ao longo dos anos. Durante a live, foi realizada uma enquete para saber a opinião dos participantes sobre a proposta e 71% responderam que são contra a proposta, até o final da live. *Fonte: Fenae *Foto de Marcelo Camargo/Agência Brasil

Banco Central eleva Selic para 10,75%

O Banco Central elevou a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, para 10,75%. O aumento de 0,25 percentual foi aprovado por unanimidade pelo Comitê e Política Monetária. A justificativa para o aumento foi a piora das expectativas do mercado sobre a inflação e depreciação do câmbio (valorização do dólar frente ao Real). Segundo indicou, o Copom estaria começando um novo ciclo de aumentos da Selic, que pode chegar a 11,25% no final do ano. A elevação de 0,25 p.p. na Selic deverá aumentar em R$ 13 bilhões os gastos da União (considerando Governo Federal, governos estaduais e empresas estatais) com os juros dos títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional, por ser o principal índice de negociação desses papéis. O cálculo é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “A Selic induz os juros praticados por todo o sistema financeiro do país, portanto, o aumento na taxa básica reflete-se no aumento do custo de vida da população, no aumento de custo para o desenvolvimento de empresas e, assim, prejudica a criação de empregos. É uma verdadeira política de boicote à economia”, explica a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Juvandia Moreira. De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve deflação de 0,02% nos 12 meses terminados em agosto. Com isso, a taxa acumulada é de 4,24%, abaixo do teto da meta estabelecida para o país em 2024. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Agência Senado