Demissões no BB são acompanhadas pelo movimento sindical

As demissões por justa causa, em processo dentro do Banco do Brasil, estão sendo acompanhadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). Segundo matéria publicada pela Contraf-CUT, o banco informou que todos os ritos internos foram seguidos. A coordenadora da CEBB e diretora da Contraf-CUT, Fernanda Lopes, explicou que, caso o bancário tenha dúvidas ou sinta-se prejudicado sobre algum procedimento, deve procurar seu sindicato, para ter apoio jurídico. Além disso, a entidade sindical ressalta que é contrária a qualquer atitude racista, homofóbica, assediadora ou que aprofunde desigualdades de gênero dentro do BB e na sociedade. “É importante que todos nós, da categoria, estejamos atentos que esse tipo de violência não fere apenas o código de ética do BB, também se configura crime, conforme a legislação do país”, afirmou Fernanda Lopes. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Sindicato visita agências do Itaú em Resende e Itatiaia

Representantes do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, tendo à frente o presidente Júlio Cunha, estiveram nas agências do Itaú de Resende e Itatiaia, nesta quarta-feira (30), como parte da programação do Dia Nacional de Luta. O grupo entregou o informativo que mostra a diferença entre a campanha publicitária de valorização do banco, que está completando 100 anos, e a realidade vivida por seus funcionários nas agências. Segundo o informativo, apesar de serem responsáveis diretos pelo crescimento do banco, os trabalhadores são vítimas de assédio devido à cobrança de metas abusivas, que levam ao adoecimento de muitos bancários. O documento denuncia ainda o fechamento de agências, de centrais de atendimento e demissões por justa causa, além da aplicação de advertências arbitrárias.

Caixa: questões de caixas e tesoureiros voltam ao debate nesta sexta (1º)

Nesta sexta-feira, 1º de novembro, haverá mais uma rodada de negociações entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal e representantes do banco, sobre questões específicas de caixas e tesoureiros. Na reunião da última terça-feira (29) não houve avanços, com a Caixa apresentando a mesma proposta já rejeitada pela categoria, sem as revisões solicitadas nem as informações para o debate. Representantes da categoria afirmaram que a apresentação de uma nova proposta pela Caixa é essencial. Os empregados reivindicam a inclusão de uma cláusula que assegure o direito de quem possui processos em andamento e garantias já conquistadas judicialmente, a fim de proteger os trabalhadores contra possíveis perdas de direitos. A CEE/Caixa ressaltou que não vai abrir mão de direitos adquiridos e continuará pressionando para que a Caixa apresente uma proposta justa e que respeite as conquistas dos trabalhadores. *Fonte: Contraf-CUT * Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Sindicato distribui informativo sobre realidade no Itaú

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense percorre as agências do Itaú, a partir desta terça-feira (29), entregando aos empregados e empregadas do banco, um informativo em alusão ao Dia de Luta. O documento mostra a diferença entre a campanha publicitária de valorização do banco, que está completando 100 anos, e a realidade vivida por seus funcionários nas agências. O presidente do Sindicato, Júlio Cunha, falou sobre o Dia Nacional de Luta, que está sendo realizado em todo o país, onde os sindicatos percorrem as agências para demonstrar o dia a dia do trabalhador e o seu adoecimento. “Aqui no Sul Fluminense nós temos quase 100 CATs emitidos. O assédio que o bancário sofre dentro da agência, com certeza está resultando no seu adoecimento. O ambiente de trabalho dentro do Itaú, com certeza, está adoecendo o bancário. Então, nós estamos aqui hoje para fazer valer a verdade, para mostrar o que o Itaú está fazendo com os trabalhadores na agência”, ressaltou Júlio. De acordo com o informativo, para muitos funcionários, o cotidiano do banco é marcado por desafios, pressão interna e condições precárias de trabalho. O resultado da cobrança de metas abusivas é a depressão, a ansiedade e o esgotamento. O problema é agravado pelo fechamento de agências e a terceirização das centrais de atendimento. No entanto, os trabalhadores são responsáveis diretos pelo crescimento financeiro do banco. O informativo também denuncia que as demissões por justa causa são frequentes no Itaú. Além disso, o banco adota medidas punitivas e distribui advertências arbitrárias.

Sede campestre não funcionará no Feriado de Finados

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense informa que a sede campestre ficará fechada neste sábado, dia 2 de novembro, Feriado de Finados. As atividades serão normalizadas, com a abertura do local no domingo, dia 3/11.

Saúde Caixa: adesão de novos trabalhadores tem prazo

No início deste mês, cerca de 400 novos empregados e empregadas assinaram contrato com a Caixa Econômica Federal. Porém, até 21 de outubro apenas metade tinha aderido ao plano de saúde. Até o final deste ano, cerca de 1.600 deverão ingressar no banco e outros 2 mil em 2025, todos oriundos do concurso Caixa 2024. Segundo a diretora executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Eliana Brasil, o Saúde Caixa é um dos maiores do setor no país e o acesso dos novos funcionários é uma das importantes conquistas trabalhistas da categoria. Mas a adesão não é automática, como ressaltou Leonardo Quadros, coordenador do GT Saúde Caixa e diretor de Saúde e Previdência da Fenae. “Um dos diferenciais do Saúde Caixa em relação aos demais planos é o direito do empregado recém-admitido e seus dependentes usufruírem das coberturas sem a necessidade de cumprir carência, mas, para fazer jus a esta condição, a inscrição ao plano deve ocorrer até o 38º dia da assinatura do contrato de trabalho. Caso a adesão ocorra após esta data, aplicam-se as regras previstas pela ANS (Agência Nacional de Saúde), que estabelecem carência, que pode ser de 180 dias ou até 300 dias”, explicou Quadros. Fique atento: Acabou de ser contratado ou contratada pela Caixa?Saiba quevocê tem até o 38º dia após a assinatura do contrato para aderir ao Saúde Caixasem carência alguma.Ultrapassado o período, a empregada ou empregado sofrerá carência:– De 24hem casos de urgência e emergência;– 300 dias para casos de partos sem riscos ou complicações;– 180 dias nas demais situações. Veja como aderir ao Saúde Caixa, clique aqui. *Fonte: Contraf-CUT

Caixa: movimento sindical cobra informações sobre caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor

Em ofício enviado à direção da Caixa Econômica Federal, nesta quinta-feira (24), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), assessorada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), solicitou informações sobre caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor. De acordo com a Contraf-CUT, a Caixa havia se comprometido a fornecer os dados até 17 de outubro, para que a representação dos empregados tivesse as informações necessárias às negociações. A coordenadora da CEE/Caixa e diretora executiva da Contraf-CUT, Eliana Brasil, explicou que no comunicado a entidade pede que as informações sejam enviadas o mais rápido possível, pois a próxima mesa de negociação está marcada para o próximo dia 29. Abaixo, as principais informações solicitadas: – Quantidade dos que realizam a função por minuto e por prazo;– Quantidade dos que realizam a função por minuto e por prazo de forma ininterrupta e quais funções realizam de forma efetiva;– O passivo trabalhista nesse segmento, referente ao intervalo de 10 minutos a cada 50 minutos de trabalho, quebra de caixa, 7ª e 8ª horas extras e substituição de função; e– Quantidade de caixas e tesoureiros afastados por saúde. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

CFM tem novas diretrizes para atestados médicos

A emissão de atestados médicos, digitais e físicos, terá novas diretrizes a partir do próximo dia 5 de novembro, segundo determinação do Conselho Federal de Medicina (CFM). Com o objetivo de aumentar a segurança contra fraudes e falsificações, as mudanças serão obrigatórias a partir de março de 2025, quando os atestados deverão estar de acordo com as novas exigências. O atestado que estiver fora do padrão não será aceito pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), empresas e órgãos de perícia médica. Para assegurar a validade e a autenticidade dos atestados, a nova resolução do CFM exige que eles incluam informações como identificação do médico, tempo concedido de dispensa, Registro de Qualificação de Especialista (RQE), identificação do paciente, Classificação Internacional de Doenças (CID), data de emissão, assinatura qualificada do médico, dados de contatos profissionais, e endereço profissional ou residencial do médico. Atesta CFM A plataforma Atesta CFM é uma solução digital, atualizada em tempo real e estará disponível no portal online e, em novembro, nas lojas de aplicativos Android e iOS. Ela é gratuita e acessível a médicos, pacientes e empresas. Somente os médicos estarão autorizados a emitir atestados pela plataforma, utilizando Certificado Digital ou credencial do CFM para se identificar. Com essa plataforma é possível verificar a validade e o histórico dos documentos emitidos. Logo após o médico emitir o atestado, o paciente é notificado e, com sua autorização, a empresa ode trabalha também é informada. A segurança é reforçada com a notificação do médico quando um atestado é recebido por uma empresa, permitindo o cancelamento do mesmo em caso de suspeita de uso indevido. A plataforma também possibilita a impressão de blocos, com data de validade e segurança reforçada por códigos, caso a preferência seja por atestados físicos. Depois que preencher manualmente, o médico deverá inserir as informações na plataforma, assegurando a conformidade com as diretrizes. As informações dos atestados estão sob a proteção da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), garantindo o sigilo das informações clínicas dos pacientes. *Fonte: IstoÉ *Foto: Freepik

Sindicato convoca para eleição de delegado sindical da Caixa

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense está convocando todos os bancários, que prestam serviço para a Caixa Econômica Federal, em sua base territorial, sócios e não sócios, para participarem do processo de eleição para delegado sindical. O mandato será de 15 de novembro de 2024 a 14 de novembro de 2026.  A eleição ocorrerá no dia 7 de novembro de 2024, nas unidades da Caixa e a posse está marcada para 24 de novembro de 2024. As inscrições devem ser feitas de 28 de outubro a 1º de novembro de 2024, no Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, na Rua Rio Branco nº 107, sala 201, Centro de Barra Mansa. Mais informações pelo telefone (24) 9 8156-8685 (whatsApp). Fazem parte da base territorial do Sindicato, os municípios de Barra Mansa, Volta Redonda, Rio Claro, Porto Real, Quatis, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Paracambi, Resende, Itatiaia, Pinheiral, Barra do Piraí, Vassouras, Piraí, Valença e Rio das Flores.   

Em reunião do GT Saúde Caixa, empregados cobram fim do teto e medidas de prevenção

O GT Saúde Caixa retomou suas reuniões, na última segunda-feira (21), com apresentação do resultado financeiro do plano e debates sobre o atendimento aos usuários e o retorno dos Comitês de Credenciamento. De acordo com o relatório financeiro apresentado, há um déficit acumulado de R$ 311,6 milhões, valor inferior às reservas técnicas do plano, de R$ 108,9 milhões. Os dados mostram que o déficit ocorreu pelo aumento das despesas assistenciais acima do que havia sido projetado, já que a arrecadação de mensalidades e coparticipação esteve dentro dos valores orçados. Análise do relatório aponta maior aumento nos custos em terapias e internações, com crescimento de 30% em relação ao ano passado. Segundo Leonardo Quadros, coordenador do GT, representando os funcionários, “o quadro torna evidente a necessidade de mudanças para preservar a sustentabilidade do plano, em especial o fim do teto estatutário (que limita a contribuição do banco para o plano em 6,5% de sua folha de pagamento), o que contribuiria para o aumento das receitas”.   Leonardo afirmou ainda que os funcionários defendem a implementação de ações de prevenção e promoção da saúde e de mecanismos de acompanhamento e controle da rede credenciada, que são importantes para conter as despesas sem prejudicar as coberturas e a qualidade de atendimento do plano. Também houve debates sobre a forma como a Gipes/Repes estão sendo retomadas, compromisso assumido pelo banco na mesa de negociação específica do Saúde Caixa em 2023. Em relação aos comitês de credenciamento, a proposta da Caixa é de reuniões semestrais. Mas segundo os empregados, essa periodicidade seria insuficiente. Também foi reforçada a cobrança pelo fim do teto de custeio, estabelecido em 6,5% da folha de pagamento, e a extensão do direito de manutenção do plano após aposentadoria aos empregados contratados depois de 2018. A representação dos empregados ressaltou que o modelo de custeio do Saúde Caixa é uma conquista histórica dos trabalhadores, segundo o qual 70% do plano é arcado pela Caixa e 30% pelos empregados. Porém, com os dados apresentados pela empresa, onde as despesas somam R$ 4 bilhões, sendo metade coberto pela Caixa e a outra metade pelos empregados, o modelo não está sendo alcançado. Os empregados querem saber, ainda, a causa do aumento de internações, que pode ajudar a investigar o alto nível de afastamento dos trabalhadores do banco. *Fonte: Contraf-CUT