Sede campestre ficará aberta dias 15 e 20 de novembro

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense informa que sua sede campestre estará aberta nos feriados de 15 (nesta quarta-feira) e 20 de novembro, próxima segunda-feira. Os associados poderão desfrutar de todas as suas dependências como piscina, bar, campo de futebol e churrasqueira, tendo assegurado o seu período de lazer. Lembrando que é necessário apresentar a carteira de associado com um documento de identidade.
Fórum sobre visibilidade negra debate desigualdade social

Organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramos Financeiro (Contraf-CUT), o VII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro foi realizado em Porto Alegre, na sexta (10) e sábado (11) passados. Devido à grande procura, o evento foi transmitido ao vivo pela internet. O primeiro painel abordou o tema “Análise de conjuntura histórica das relações de trabalho e raciais no Brasil e suas consequências na vida da população negra”. A apresentação ficou por conta do Mário Theodoro e da advogada Tamires Sampaio. O economista ressaltou que mesmo o Brasil estando entre as dez maiores economias do mundo, o seu crescimento foi acompanhado pelo aumento da pobreza e da desigualdade social. Já a advogada Tamires Sampaio explicou que é preciso entender de que forma a sociedade foi construída para falar sobre relações de trabalho e raciais o Brasil. Ela ressaltou que “para garantir e justificar o processo escravocrata da população negra e o genocídio da população indígena foi necessário construir um processo de desumanização”. No segundo painel o debate foi sobre A participação de negros e negras no mercado de trabalho e as políticas de combate ao racismo foi tema do segundo painel, que teve mediação do diretor do SindBancários Guaracy Gonçalves e da dirigente da Fetrafi-NE Sandra Trajano. A educação também esteve presente nas mesas do fórum. Para este tema, o evento teve a participação de André Brandão, professor da Universidade Federal Fluminense e doutor em Ciências Sociais. Desigualdades educacionais no ensino superior e as políticas afirmativas de cotas marcaram a mesa de debates. André explicou que “houve um conjunto de articulações no período dos governos populares que proporcionou a incorporação de negros no ensino superior.” Ele acrescentou que não foi suficiente. “Ainda temos no Brasil uma universidade majoritariamente branca, porém com um aumento consistente de pretos e pardos”, ressaltou. *Fotos de Eduardo Seidl/Sindbancários
Fechamento de postos de trabalho no setor bancário persiste, mostra estudo do Dieese

Segundo levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base no Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o setor bancário manteve o fechamento de postos de trabalho pelo 12º mês seguido. De acordo com o estudo, foram encerradas 196 vagas em setembro. O resultado do saldo negativo no ano é de 5.602 postos de trabalho, com um acumulado de 12 meses chegando a 6.163. O levantamento do Dieese mostra ainda que, a maioria do fechamento de vagas foi responsabilidade dos bancos múltiplos com carteira comercial (maior parte dos bancos privados). O saldo negativo apontou 406 vagas no mês, 5.903 no ano e 6.235 em 12 meses. A Caixa promoveu abertura de empregos, registrando saldo positivo de 179 vagas no mês, 722 vagas no ano e 1006 em 12 meses. Porém, estes números não foram suficientes para reverter o saldo negativo do setor. Salários O salário mensal médio dos bancários admitidos em agosto foi de R$ 5.701,19 contra R$ 7.507,78 dos bancários desligados no mesmo mês. Dessa forma, o salário médio do bancário admitido ficou em 72,94% do desligado. Já no ramo financeiro, excluindo a categoria bancária, a situação muda. Em setembro, o saldo foi positivo, registrando abertura de 2.151 postos de trabalho. Foram criados 14,9 mil postos de trabalho, sendo em média, 1,3 mil por mês, nos últimos 12 meses. Quanto à população negra, os dados do levantamento mostram que foram abertos 1,1 mil postos de trabalho nos bancos, em 2023, sendo 861 vagas para pessoas pardas e 239 para pessoas negras. *Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
Negociações do Saúde Caixa: próxima reunião será dia 16 de novembro

As negociações sobre a renovação do acordo coletivo específico do Saúde Caixa avançaram, na reunião da última quinta-feira (9). O foco é a sustentabilidade e a manutenção das premissas do plano de saúde. Os encontros foram retomados após as mobilizações dos trabalhadores de todo o país, em defesa do Saúde Caixa, ocorridas nos dias 17 e 30 de outubro, e a solicitação feita à Caixa pelo Comando Nacional dos Bancários. Na reunião desta quinta, a Caixa não aceitou assumir todas as despesas administrativas, como havia sido reivindicado, alegando impedimento devido a restrições estatutárias. Entretanto, o banco concordou em incorporar toda a despesa de pessoal desde 2021. A caixa se comprometeu, ainda, em repassar as informações financeiras e atuariais do plano, a cada seis meses, para que os empregados e suas entidades representativas possam acompanhar de forma mais permanente e consistente. Este avanço foi considerado importante pela presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira. “Com isso, as negociações sinalizaram positivamente sobre o futuro do plano para 2024”, ressaltou Juvandia. Os representantes dos empregados disseram que o processo de fechamento do acordo tem que passar por medidas que não comprometam a renda dos beneficiários e que não torne inviável o uso do Saúde Caixa para todos. A coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Proscholdt, afirmou que a solução de equilíbrio para 2024 não pode culminar em comprometer a renda dos titulares. “Nosso debate passa prioritariamente pela viabilidade do plano para todos e também pela melhoria da qualidade e acesso” disse Fabiana. Os representantes do banco apresentaram diversas simulações, com o objetivo de permitir a discussão de possíveis formatos de custeio. A representação dos empregados solicitou outras, mais de acordo com a mobilização nacional pela existência do Saúde Caixa sustentável e financeiramente viável para todos os trabalhadores do banco. Outra sinalização importante foi que, a partir do próximo ano, seja debatida a revisão do estatuto do banco. A próxima reunião está marcada para 16 de novembro. Vale ressaltar que os trabalhadores devem ficar atentos e mobilizados até que seja renovado o ACT sobre o Saúde Caixa, cuja vigência termina no fim de dezembro deste ano.
Lucro líquido recorrente do Bradesco chega a R$ 4,621 bilhões no terceiro trimestre

O terceiro trimestre de 2023 registrou um lucro líquido recorrente para o Bradesco, na ordem de R$ 4,621 bilhões. A queda foi de 11,5% em relação ao mesmo período de 2022. O banco teve lucro líquido contábil de R$ 4,62 bilhões, registrando queda de 11,3% ano a ano. Segundo o balanço do banco, a carteira de crédito se manteve estável, em comparação ao terceiro trimestre de 2022, com uma variação negativa de apenas 0,01%, chegando a R$ 877,5 bilhões. O banco esperava que o total de empréstimos tivesse um incremento entre 1% e 5%. Quanto à inadimplência, o índice foi de 5,6%, com alta de 1,7 ponto percentual em 12 meses e queda de 0,1 ponto em relação ao segundo trimestre deste ano. A pior situação ficou por conta da carteira destinada a pequenas e médias empresas, cuja inadimplência foi de 7,2 %, contra 7% no trimestre anterior e 4,5% no mesmo período de 2022. Em relação às grandes empresas, a inadimplência passou de 0,1% para 0,6% em um ano. Por causa da inadimplência, o Bradesco somou uma despesa com as provisões para devedores duvidosos (PDD) de R$ 9,2 bilhões, no terceiro trimestre deste ano. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a alta atingiu 26,4%. A PDD chegou a R$ 29 bilhões, alta registrada de 66,6% no acumulado do ano até setembro. No relatório, o banco informou ainda que houve uma redução dessa despesa de 10,9%, na comparação com o segundo trimestre, o que demonstra que empréstimos concedidos há menos tempo possuem melhor qualidade. O banco registrou um aumento nas receitas com prestação de serviços, que totalizaram R$ 9,1 bilhões no trimestre, alta de 2,9% na comparação anual. De acordo com o balanço do Bradesco, as receitas com rendas de cartão subiram 2,2%, para R$ 3,7 bilhões. Já as relacionadas à conta corrente tiveram queda de 9,5%, para R$ 1,7 bilhão. O destaque ficou para o crescimento da linha de administração de consórcios, com alta de 23,3%, para R$ 525 milhões. Já a margem financeira do banco ficou em R$ 15,859 bilhões, registrando queda de 2,5% na comparação com o mesmo período de 2022, em especial devido às operações com clientes. Ainda de acordo com o banco, o retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 11,3%, registrando queda de 1,7 ponto percentual em comparação ao terceiro trimestre de 2022.
Novo presidente assume o comando da Caixa

Carlos Antonio Vieira Fernandes tomou posse nesta quinta-feira (9), na presidência da Caixa Econômica Federal. Indicado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, o novo presidente é funcionário de carreira aposentado da Caixa, foi presidente do Funcef, fundo de pensão dos funcionários da Caixa e integrou a equipe do Ministério das Cidades, no governo de Dilma Rousseff. Carlos Vieira disse que seu maior desafio será acelerar a modernização da Caixa, sem perder sua essência como banco social. “Revisitaremos, com urgência, três pilares: resultados, processos e gestão de pessoas. Em relação aos resultados, quero ser assertivo. Governança e integridade são compromissos inegociáveis em nossa instituição. Liderança responsável, equidade, ética, sustentabilidade e transparência são valores que nortearão a nossa prática de gestão e que desejamos que sejam perpetuados na Caixa”, disse o presidente. Quanto à composição de sua equipe, Carlos Vieira afirmou que dará prioridade à competência. “Não se pode julgar um executivo porque é ligado a A, B ou C, mas se ele é competente”, ressaltou, durante entrevista ao jornal O Globo. Carlos Vieira disse ainda que novas agências deverão ser abertas, ao contrário do que vem sendo feito pelos bancos privados. Ainda segundo o novo presidente, “não será necessário fazer cortes muito acentuados nos juros do banco porque não é a taxa que traz o cliente para a instituição”. Carlos Vieira ressaltou que o presidente Lula pediu para a Caixa ser indutora de crescimento. Vieira fez questão de ressaltar que a Caixa é o maior banco público da América Latina. Ele lembrou que a missão da empresa é promover a igualdade e o desenvolvimento econômico do país. Disse que é importante reforçar a parceria entre o banco e o Governo Federal. “Continuaremos apoiando a execução das políticas públicas do Governo Federal e contribuindo para formular modelos sustentáveis, que atendem cada vez mais os cidadãos e os cidadãos do nosso Brasil. Por meio do Novo PAC, do FIES, do Minha Casa Minha Vida, do Desenrola Brasil, no incentivo ao microcrédito e em todas as formas e condições que lhe forem possíveis. A Caixa contribui para melhorar a vida de cada cliente e para abranger todos os municípios como políticas públicas que o nosso povo precisa”, concluiu Carlos Vieira.
Lucro do Banco do Brasil bate recorde e chega a R$ 26,1 bi de janeiro a setembro

O lucro líquido ajustado do Banco do Brasil (BB), nos primeiros nove meses deste ano, bateu recorde atingindo os R$ 26,1 bilhões. Em comparação ao mesmo período de 2022, o crescimento foi de 14%. Só no terceiro trimestre, segundo o BB, o lucro líquido ajustado foi de R$ 8,8 bilhões, ficando 4,5% acima do mesmo trimestre de 2022 e 12,8% acima do trimestre anterior. O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) foi de 21,3%, índice semelhante ao dos bancos privados, segundo o Banco o Brasil. Segundo nota divulgada pelo BB, a melhoria dos lucros foi resultado do crescimento da margem financeira bruta (+30,1%), com o bom desempenho da carteira de crédito e dos investimentos em títulos. Além disso, o banco aponta como importante para o resultado, a diversificação das receitas (principalmente de serviços) e o controle dos gastos. Parte da melhoria também é devido ao crescimento do crédito. Ainda de acordo com o banco, em setembro a carteira de crédito ampliada atingiu R$ 1,07 trilhão, 10% acima do registrado em setembro de 2022 e 2% acima do registrado no segundo trimestre. O índice de inadimplência subiu de 2,73% em junho para 2,81% em setembro, refletindo a alta nos juros. O banco ressaltou que este índice está abaixo da média de 3,5% registrada no sistema financeiro nacional. A carteira pessoa física ampliada cresceu 7,9% em relação a setembro do ano passado e 0,7% em relação a junho deste ano. O crédito consignado mereceu destaque com +2% no trimestre e +8,9% em 12 meses. Em relação ao crédito para empresas, a carteira pessoa jurídica ampliada registrou expansão de 4,7% em 12 meses. A carteira para micro, pequenas e médias empresas (+4,2% no trimestre e +14,2% em 12 meses) obteve o melhor desempenho. O crédito encerrou o mês de setembro com alta de 5,7% no trimestre e de 18,2% em relação a setembro do ano passado no agronegócio. Na atual safra 2023/2024, foram emprestados R$ 68,8 bilhões, alta de 8,2% em relação à safra anterior. Os destaques no crédito para o agronegócio foram operações de custeio (+14,2% no trimestre e +18,9% em 12 meses), de investimento (+4,8% no trimestre e +37,1% em 12 meses) e comercialização (+8,7% no trimestre e +64,9% em 12 meses). Em relação ao crédito sustentável, que corresponde a 32% da carteira de crédito ampliada do banco, as operações sustentáveis, que respeitam parâmetros sociais e ambientais, atingiram R$ 338,8 bilhões no fim do terceiro trimestre, com alta de 5,5% em 12 meses. De janeiro a setembro, as receitas de prestação de serviços cresceram 5%. As despesas administrativas subiram 8% na mesma comparação. O BB credita os resultados aos investimentos em tecnologia. O banco manteve as projeções para 2023, com estimativa de lucro ajustado para o ano entre R$ 33 bilhões e R$ 37 bilhões. A previsão de crescimento do volume de crédito neste ano está entre 9% e 13%. As receitas com serviços deverão crescer de 4% a 8%. A previsão para as despesas administrativas também foi mantida, com alta de 7% a 11% neste ano. *Foto de Rafa Neddemeyer/Agência Brasil
Saúde Caixa: negociações prosseguem nesta quinta-feira (9)

Prosseguem nesta quinta-feira (9) as negociações para renovação do acordo específico do Saúde Caixa. A reunião será entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e representantes do banco. No encontro desta quinta, a Caixa ficou de apresentar simulações para permitir a discussão de possíveis formatos de custeio. As negociações foram destravadas no último dia 1º, durante reunião com o banco a pedido do Comando Nacional dos Bancários, depois de manifestações ocorridas em todo o país, no dia 30 de outubro, Dia Nacional de Luta em Defesa do Saúde Caixa. A coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e do GT Saúde Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, explicou que o objetivo é chegar a uma proposta melhor para 2024, que não inviabilize a permanência de nenhum funcionário no Saúde Caixa. “Temos um cenário que aponta um déficit de mais de R$ 1 bilhão, considerando os custos de 2023 e as projeções atuariais de custos para 2024. Com essa retomada das negociações já temos uma sinalização positiva com relação ao custeio para sanar o déficit de 2023 que, se não for equalizado, nos obrigaria a arcar com o pagamento de 4,5 parcelas extraordinárias no próximo ano”, ressaltou a coordenadora.
Insight PF é a nova plataforma apresentada pelo Banco do Brasil

A direção do Banco do Brasil apresentou à Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB) a Insight PF, sua nova ferramenta, desenvolvida para facilitar a entrega de resultados dos funcionários do varejo, na venda de produtos, segundo explicação do banco. A Insight PF utiliza base de dados de carteiras de clientes para direcionar a melhor forma de o funcionário atuar na sua região, com a hiperpersonalização dos clientes mais promissores. Ela começou a ser implementada na última segunda-feira (6). Ela recebe atualizações diárias e o seu acesso se dá por e-mail e app teams. Para Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB, aparentemente, a ferramenta poderá facilitar o trabalho, “mas é preciso verificar os impactos dela agora, na prática, para melhorar nossa avaliação”. Por enquanto, a ferramenta não substituirá os relatórios, segundo os representantes do banco. Porém, “é uma das ambições” que a empresa quer alcançar com ela. Eles também disseram que a plataforma “não é uma ferramenta de gestão, acompanhamento e monitoramento” e que “não irá gerar nenhum tipo de obrigação, por parte dos gerentes”, para ligarem aos clientes indicados pela plataforma com maior potencial de venda. De acordo com a apresentação feita pelo banco, a ferramenta é composta por quatro frentes: uma para indicar as áreas com maior potencial de alcançar resultados; outra com balanço das performances obtidas por área; uma terceira com a indicação de públicos mais efetivos de carteira de oportunidade; e uma com a lista dos gerentes que mais se destacam. Essa “lista de gerentes” foi questionada pelos trabalhadores e o banco explicou que apenas prefixos de agências e dependências que tiverem bom desempenho serão divulgados. Fernanda Lopes ressaltou que esse foi o principal ponto de preocupação. “Nós achamos positiva essa mudança. Mas vamos continuar acompanhando com atenção o processo de implementação, para garantir que seja para o bem das funcionárias e funcionários do BB”, concluiu a coordenadora.
Mercantil bate novo recorde com lucro de R$ 270,6 milhões em nove meses

O lucro líquido contábil do Banco Mercantil do Brasil atingiu R$ 270,6 milhões nos nove primeiros meses de 2023. É o segundo recorde consecutivo da instituição, que registrou o lucro líquido de R$ 102,247 milhões, só no terceiro trimestre. O valor é 2% superior ao do segundo trimestre do ano. Em relação ao mesmo período de 2022, o crescimento foi de 99,8%. Naquele ano, o lucro acumulado do banco ficou em R$ 135,4 milhões. O resultado está sendo creditado ao aumento da base de clientes, que cresceu 34% em 12 meses e 6% em relação ao trimestre anterior, chegando a 7,7 milhões. Marco Aurélio Alves, coordenador nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil e funcionário do banco, afirmou que os sindicatos estão atentos e atuando pelos direitos dos trabalhadores. “Cobramos que funcionárias e funcionários do Banco Mercantil sejam, de fato, valorizados pelo seu trabalho”, garantiu. Segundo seu relatório, o Mercantil terminou o terceiro trimestre deste ano, com 2.958 funcionários e abertura de 133 postos de trabalho em doze meses. Quanto às unidades de atendimento, foram fechadas 29 agências, restando apenas duas unidades. O número de postos de atendimento (PA) cresceu em 32 unidades, num total de 296 PA.