Contraf-CUT esclarece questões sobre as assembleias dos bancários

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) publicou matéria em seu site alertando bancárias e bancários sobre os cuidados necessários com informações que surgem em momentos de assembleias para a aprovação da Convenção Coletiva de trabalho (CCT) e dos Acordos Coletivos de Trabalho (ACTs) específicos de cada banco. A Contraf-CUT observa que é preciso ter atenção e buscar informações pelos sites e redes sociais da entidade e das federações e sindicatos a ela filiados. Veja as principais questões levantadas nas redes sociais da Contraf-CUT: BANCÁRIO DA CAIXA/BB PRECISA VOTAR TAMBÉM NA CCT? Não. Os Acordos Coletivos de Trabalho (ACTs) específicos de cada banco já definem em suas cláusulas a obrigatoriedade do cumprimento das cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, exceto aquelas que são ressalvadas no próprio ACT. REJEITAR O ACT IMPLICA EM REJEITAR A CCT? Sim. O parecer da assessoria Jurídica do Comando Nacional dos Bancários é o de que, ao rejeitar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), há, consequentemente, a rejeição das cláusulas que reconhecem a validade da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) como instrumento de regulação do trabalho da categoria. OS DIAS PARALISADOS PODEM SER DESCONTADOS? Sim. Pode haver descontos. O que sempre acontece, é que, após a greve, a representação sindical negocia com a Fenaban e com cada banco se os dias paralisados serão abonados, ou se haverá compensação das horas paralisadas. OS DIAS PARALISADOS PODEM AFETAR A MENSURAÇÃO DE ALGUM ÍNDICE DE DESEMPENHO E, CONSEQUENTEMENTE OS PROGRAMAS QUE LEVEM EM CONTA ESTA MENSURAÇÃO? Não deveria, pois a greve é um direito do trabalhador. Mas, caso a greve seja considerada ilegal, vai depender da negociação que será feita depois da paralisação. E isso pode variar de banco para banco. HOUVE MUDANÇAS NAS REGRAS DA PLR SOCIAL DA CAIXA? Não. Não houve mudanças nas regras. A Caixa não apresentou nada sobre isso na mesa de negociações com a CEE-Contraf. CUIDADO COM FAKE NEWS! Sabemos que circula em grupos de Whatsapp uma foto com indicadores utilizados para o cálculo da PLR Social. O fato é que a PLR Social já é paga a partir de indicadores definidos pelo banco e apresentados a cada ano à Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) para cumprimento de formalidade legal. Mas, não houve qualquer tipo de negociação sobre isso. O QUE É ULTRATIVIDADE? A ultratividade foi extinta pela reforma trabalhista. Ela permitia a continuidade temporária das cláusulas do acordo anterior até a definição de um novo acordo. Atualmente isso não existe mais e, sem a renovação do acordo, aumentam a insegurança jurídica, a disputa e o risco para os direitos. NOSSOS DIREITOS ESTÃO MANTIDOS? Os direitos garantidos em Lei para toda a classe trabalhadora estão mantidos. Mas os acordos e a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária possui muitos direitos que superam as garantias legais da classe trabalhadora. Estes direitos que superam a Lei estão em risco caso não haja a aprovação da CCT e do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). O QUE ACONTECE SE A CCT, OU O(S) ACT(S), NÃO FOR APROVADO? A categoria pode (ou não) decretar greve. E isso pode acontecer em toda a categoria, ou apenas com os trabalhadores de um banco em específico que, porventura não aprove o acordo/Convenção. Neste caso, se houver consenso entre a representação dos trabalhadores e o banco/Fenaban, pode-se reabrir as negociações. Caso não haja consenso nesta reabertura das tratativas, as negociações passam a ser conciliadas pela Justiça (Tribunal Superior do Trabalho – TST) e, caso não haja entendimento, pode parar na Justiça e a decisão ser tomada por um juiz.  *Fonte: Contraf-CUT

Caixa: proposta será levada às assembleias por todo o país nesta quinta (3)

A Caixa Econômica Federal apresentou a proposta final para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos trabalhadores, após dez rodadas de negociação com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE). Nos dias 3 e 4 de setembro, próximas quinta e sexta-feira, as propostas serão submetidas às assembleias sindicais por todo o país. A coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen, alerta para a importância da participação de todos. “É importante que todos estejam informados, estimulem os colegas a também conhecer a proposta, participem das assembleias e votem com consciência. Pois é o voto de cada um que decidirá os rumos da campanha”, ressaltou a coordenadora. Abaixo, os avanços da negociação: •    Promoção por Mérito: retirada do Alcance.Caixa dos critérios para obtenção dos deltas, atendendo reivindicação da CEE. A Caixa também aceitou que os deltas relativos aos anos-base de 2026 e 2027 sejam pagos, respectivamente, em janeiro de 2027 e janeiro de 2028, para que a progressão produza efeitos durante todo o ano, e garantindo a possibilidade de dois deltas, sem a utilização do Alcance.Caixa como critério. Cada delta significa, em média, 2,31% de aumento na remuneração base.•    Carreira e remuneração: criação de um GT com participação das entidades para discutir PFG, PCS, Processos Seletivos Internos e remuneração variável. A CEE cobrou início dos trabalhos logo após a campanha e calendário intensificado ainda em 2026.•    Figital e Genesys: suspensão, até 31 de dezembro, da penalização no Alcance.Caixa relacionada ao tempo de atendimento/transbordo e ampliação do prazo de cinco para dez minutos. Também foi conquistada agenda específica de negociação para discutir o próprio modelo de trabalho, inclusive sobrecarga e o fim do atendimento simultâneo presencial e digital.•    Abono pecuniário de férias: possibilidade de conversão de dez dias em dinheiro independentemente do período de fruição das férias. •    Direito à desconexão: proteção do período fora da jornada, inclusive a proibição do uso de WhatsApp e outras ferramentas de mensagens a qualquer hora do dia e da noite e de qualquer outra ferramenta fora do expediente.•    Pessoas com deficiência: avanço no processo de enquadramento como PCD, inclusive pessoas com TEA, e possibilidade de adequações relacionadas à modalidade de trabalho e de redução de até 25% da jornada para realização de tratamento durante o horário de trabalho.•    Diversidade e equidade: compromissos relacionados à equidade nos processos seletivos, realização periódica do Censo da Diversidade, fortalecimento dos coletivos, equidade de gênero, campanhas antidiscriminatórias e de acessibilidade física, tecnológica e comunicacional. •    Programa Saúde Integral: ampliação para ações de saúde cardiovascular, dependências relacionadas a tabagismo, substâncias e jogos e atendimento especializado e contínuo a partir dos resultados do PCMSO, com custos totalmente cobertos pela Caixa, sem impacto ao Saúde Caixa. •    Ausências permitidas: ampliação de possibilidades relacionadas ao acompanhamento médico de filhos/enteados, tirando o limite de idade de 18 anos e permitindo o uso pelo próprio empregado; maior flexibilidade para utilização das ausências ligadas à paternidade e casamento; e até três dias anuais para exames preventivos de câncer e HPV.•    Licença-saúde: avanço para impedir que a devolução do adiantamento salarial comece enquanto ainda houver recurso contra indeferimento do INSS, além de possibilidade de parcelamento ou compensação em caso de decisão definitiva desfavorável. A proposta da Caixa permite ainda a possibilidade de tornar o adiantamento facultativo. •    Rede do Saúde Caixa: o acordo de reciprocidade com a Cassi, reivindicação antiga da representação dos empregados, amplia potencialmente a rede credenciada e ajuda a enfrentar vazios assistenciais. Saúde Caixa – proposta A Caixa vai aumentar o teto de 6,5% para 8% em 2027. Isso permitiria que o banco colocasse mais R$ 600 milhões no plano a partir do ano que vem. Na parte dos usuários, o titular da ativa passa para uma contribuição progressiva por idade. Atualmente, todos pagam 3,5% da remuneração base. Na proposta que será votada nas assembleias, os mais jovens passam a pagar 2,7% e o percentual aumenta até 4,5%, conforme a idade. Os dependentes também passam a pagar de acordo com a faixa etária (entre R$ 480 e R$ 660). O teto familiar passa de 7% a 9% da remuneração base. Para aposentados e pensionistas, a contribuição do titular passa para 4,5%, os dependentes para R$ 660 e o teto familiar também para 9%. Em todos os casos, mesmo que se atinja o teto de 9%, há um piso de R$ 50 por usuário. A cobrança visa evitar que haja isenções de pagamento. Para estimular o uso da telemedicina, que gera menos custos para o plano, esse tipo de consulta passa a ser isento de coparticipação. Internações e tratamentos oncológicos também seguem isentos de coparticipação. O valor da consulta em pronto-socorro subiria dos atuais R$ 75 para R$ 150, e o limite anual por grupo familiar passaria de R$ 3.600 para R$ 4.800. A proposta também prevê o recadastramento anual dos titulares e grupos familiares e abertura de um prazo de 90 dias para adesão de titulares que atualmente estejam fora do Saúde Caixa. Encerrado esse período, quem cancelar sua adesão não poderá voltar ao plano. Conquistas da negociação com a FenabanDiversos temas negociados na mesa única com a Fenaban também são aplicados aos empregados e empregadas da Caixa. Confira:•    Aumento real por dois anos: reposição integral do INPC mais 0,6% de aumento real em 2026 e em 2027, para salários e demais verbas econômicas. •    VA, VR e auxílio-creche/babá: também terão INPC + 0,6%. •    PLR: INPC + 0,6%, tanto na regra básica quanto na parcela adicional. •    Todos os direitos da CCT foram preservados, depois de a Fenaban ter apresentado propostas com perdas salariais, congelamento de verbas e retirada de direitos. •    Saúde mental e NR-1: participação dos sindicatos no Programa de Gerenciamento de Riscos Psicossociais, ampliando a intervenção dos trabalhadores na identificação e prevenção dos fatores que levam ao adoecimento. •    Combate ao assédio: canal de denúncias passa a abranger também situações de assédio praticadas por clientes contra trabalhadores. •    Monitoramento digital: maior transparência e limites para ferramentas de vigilância e controle, com previsão de gestão humana da tecnologia.•    Abono da paralisação de 20 de agosto nas bases que aprovarem a proposta. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Banco do Brasil apresenta proposta final com novos compromissos sobre Cassi e PCR

O Banco do Brasil apresentou, na tarde desta terça-feira (1º), a proposta final para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico, com novos compromissos relacionados à Cassi e ao Plano de Carreira e Remuneração (PCR). A proposta será levada à apreciação das trabalhadoras e trabalhadores em assembleias sindicais realizadas nos dias 3 e 4 de setembro (quinta e sexta próximas) por todo o país. Uma das medidas prevê o adiantamento de R$ 360 milhões da contribuição patronal do Banco do Brasil para o Plano de Associados da Cassi. O recurso vai permitir a manutenção das reservas mínimas do plano até novembro de 2026. De acordo com o banco, o objetivo é criar condições para que seja construída uma proposta conjunta para o custeio da Cassi. O banco assumiu, ainda, o compromisso de promover estudos para revisão dos critérios do Plano de Carreira e Remuneração, com encaminhamento às instâncias de governança competentes até o final do primeiro semestre de 2027. O Comando Nacional dos Bancários vai avaliar a proposta apresentada e definir os próximos passos. A proposta contempla ainda outros pontos apresentados nas rodadas anteriores. Confira: *Fonte: Contraf-CUT

Sindicato realiza assembleia na próxima quinta-feira (3)

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense realiza assembleia geral extraordinária, nesta quinta-feira (3), com plenária presencial no auditório do Sindicato, às 18h. O endereço é Rua Rio Branco, nº 107, sala 301, Centro de Barra Mansa. Para isso, convoca todos os trabalhadores bancários, sindicalizados ou não, de sua base territorial. Lembrando que a plenária será seguida de votação remota/virtual, das 19h do dia 3 até 19h de sexta-feira (4), pela plataforma bancarios.votabem.com.br. Confira a pauta da assembleia: 1 – Deliberação sobre a proposta apresentada na mesa única de negociação por parte da Comissão de Bancos coordenada pela FENABAN para a renovação das Convenções Coletivas de Trabalho, bem como, sobre a proposta apresentada pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal para renovação dos seus respectivos Acordos Coletivos de Trabalho Aditivos, sendo que, as propostas incluem desconto a ser feito no salário e PLR dos empregados em razão da contratação a ser realizada (contribuição negocial); 2 – Avaliação e encaminhamentos para a campanha salarial em caso de reprovação dos instrumentos coletivos. A base territorial do Sindicato compreende os seguintes municípios: Barra Mansa, Volta Redonda, Rio Claro, Porto Real, Quatis, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Paracambi, Resende, Itatiaia, Pinheiral, Barra do Piraí, Vassouras, Piraí, Valença e Rio das Flores.

Banco do Brasil: negociação será retomada nesta terça-feira (1º)

O Banco do Brasil e a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) retomam a negociação para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico nesta terça-feira (1º). Apesar de o banco ter apresentado uma proposta global na reunião do último sábado (29), os trabalhadores cobram respostas para alguns pontos como temas referentes às cláusulas econômicas. Confira, abaixo, os avanços apresentados pelo BB: *Fonte: Contraf-CUT

Campanha: BB apresenta proposta, mas negociação continua nesta segunda (31)

Após a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) divulgar sua proposta para toda a categoria bancária, no último sábado (29), o Banco do Brasil também apresentou sua proposta para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico. Veja, abaixo, os principais pontos da proposta do BB: Algumas conquistas já haviam sido anunciadas na última quinta-feira (27), como a ampliação do afastamento para acompanhamento em casos de união estável, o ressarcimento dos custos para funcionários aprovados nas certificações da Anbima e também o abono de até 5 dias para que realizem as certificações e o compromisso com o desenvolvimento e a requalificação profissional dos funcionários. Também já tinham sido apresentadas devolutivas do banco, principalmente sobre a questão dos PCDs e seus dependentes. Porém, o banco não apresentou respostas relativas à remuneração, especialmente após as negociações da Campanha Nacional 2026. Nesta segunda-feira (31), a negociação vai continuar e os trabalhadores esperam que o BB apresente as devidas respostas. *Fonte: Contraf-CUT

Proposta para o Saúde Caixa será levada à assembleia

No último sábado (29), a Caixa Econômica Federal apresentou uma proposta para o Saúde Caixa, que considera final e que será levada às assembleias que serão realizadas em todo o país de quinta (3) a sexta-feira (4). Também houve encaminhamentos para a criação de um grupo de trabalho que discutirá PFG, PCS, Processos Seletivos Internos (PSIs) e remuneração variável, incluindo o Super Caixa. A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa reivindicou que os trabalhos comecem o quanto antes, logo após a conclusão da campanha, com calendário intensificado de reuniões. As agendas da mesa permanente de negociação serão ampliadas e também serão realizadas reuniões específicas para discutir os modelos Figital e Genesys. “É importante que cada empregado e empregada conheça a proposta e todos os seus detalhes. A negociação não termina no plano de saúde: temos uma pauta ampla, construída pelos empregados e aprovada no 41º Conecef, que discutimos durante as negociações e vamos definir a redação final de algumas cláusulas nesta segunda-feira (31)”, ressaltou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen. O modelo apresentado pela Caixa modifica a forma de cobrança em relação ao acordo atual. Segundo a proposta, para os empregados da ativa a contribuição passa a variar de acordo com a idade do titular e de cada dependente. No caso de aposentados e pensionistas, a contribuição do titular passaria de 3,5% para 4,5% da remuneração-base, enquanto a mensalidade por dependente passaria dos atuais R$ 480 para R$ 660. O teto de comprometimento da renda do grupo familiar subiria de 7% para 9%. A proposta mantém as 13 mensalidades anuais.Os dependentes indiretos (entre eles filhos de 21 a 27 anos) ficam fora do teto familiar. O banco também levantou a questão sobre o estudo de mudanças estruturais no Saúde Caixa, inclusive a possibilidade de constituição de CNPJ próprio e busca de novas fontes de receita. Houve ainda proposta da Caixa para uma reunião específica com as áreas responsáveis pelos modelos Figital e Genesys. No caso do Genesys, o banco se comprometeu a suspender até 31 de dezembro a penalização no Alcance.Caixa decorrente do transbordo do atendimento e ampliar de cinco para dez minutos o prazo antes do transbordo. No caso do adiantamento salarial nos afastamentos por licença de saúde, a proposta do banco é que, quando o benefício for inicialmente indeferido pelo INSS, a cobrança para devolução do adiantamento não seja iniciada enquanto houver possibilidade de recurso. Somente após decisão definitiva começaria o procedimento de devolução. *Fonte: Contraf-CUT

Campanha: negociação garante aumento real e será submetida à assembleia da categoria

Depois de 13 rodadas de negociações, o Comando Nacional dos Bancários derrubou a tentativa dos bancos de impor reajuste abaixo da inflação. A representação dos trabalhadores conseguiu garantir a reposição total da inflação (INPC), mais aumento real de 0,6%, para 2026 e 2027. O resultado das negociações será submetido às assembleias, que serão realizadas das 19h da próxima quinta-feira (3) até às 19h da sexta-feira (4). Se a proposta for aprovada já nas assembleias dos dias 3 e 4, a primeira parcela da PLR será creditada no dia 30 de setembro. Além dos salários, o reajuste será aplicado às demais verbas, como vales alimentação (VA), refeição (VR), auxílio creche/babá e Participação nos Lucros e Resultados (PLR), tanto na regra básica quanto na parcela adicional. Também houve avanço nas seguintes cláusulas: Em casos de bancários demitidos devido ao fechamento de agências foram acordadas duas medidas. A primeira é a contratação da Gi Group, consultoria internacional que vai elaborar planos para cada trabalhador, com diagnósticos, entrevistas e planos de qualificação e recolocação individualizados. A segunda medida é o aumento da indenização adicional, além do já previsto na CCT, de acordo com a tabela abaixo: *Fonte: Contraf-CUT

Caixa deve apresentar nova proposta para o Saúde Caixa nesta sexta-feira (28)

A Caixa Econômica Federal informou à Comissão Executiva dos Empregados (CEE), nesta quinta-feira (27), que vai apresentar uma nova proposta para o Saúde Caixa na reunião de negociação prevista para esta sexta-feira (28). A representação dos empregados ressaltou, mais uma vez, que a solução necessita ampliar a participação financeira do banco no Saúde Caixa e não pode simplesmente transferir aos usuários o aumento das despesas do plano.  A CEE já recusou duas propostas do banco por considerar que aumentavam o peso do plano sobre a renda dos beneficiários, sem solucionar o problema central: a limitação da participação financeira da Caixa. A reivindicação é a retirada do teto estatutário de 6,5% e o restabelecimento efetivo da proporção de custeio de 70% pela Caixa e 30% pelos beneficiários. Devido aos resultados divulgados pela Caixa na última quinta-feira (27), a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) passou a preocupar os empregados. A CEE ressalta que a redução do resultado na comparação semestral não pode ter impacto excessivo sobre a PLR. A representação do banco explicou que possíveis ajustes serão debatidos com a representação dos empregados. Ainda durante o encontro, a CEE cobrou respostas para reivindicações relacionadas à carreira. Entre elas estão a construção de um novo Plano de Cargos e Salários (PCS), a revisão do Plano de Funções Gratificadas (PFG) e mudanças nos Processos Seletivos Internos (PSIs), com critérios mais objetivos e transparentes. Também foram debatidas questões sobre o Super Caixa, atendimento presencial e digital, além de assuntos relativos a PCDs e TEA. *Fonte: Contraf-CUT