Caixa paga PLR nesta sexta-feira (25)

Depois de a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviar dois ofícios com pedido de antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) aos empregados, a Caixa Econômica Federal anunciou que o pagamento será efetuado nesta sexta-feira (25). Durante o anúncio, o presidente da Caixa tentou, mais uma vez, capitalizar politicamente, uma conquista dos empregados. “Antecipar a PLR é uma reivindicação nossa e pagá-la é obrigação do banco, uma vez que isso é conquista de Campanha Nacional. O que se espera é que a PLR seja paga em sua integralidade, conforme está no acordo coletivo”, ressaltou a coordenadora da Comissão Executiva de Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, ao lembrar que no ano passado o banco efetuou o pagamento com valor menor do que o acordado. Fonte: Contraf-CUT
Contraf-CUT reivindica antecipação da segunda parcela da PLR

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou nesta segunda-feira (31) ofício aos bancos Santander, Bradesco, Itaú, Safra, Banco do Brasil, Banco do Nordete (BNB) e Banco da Amazônia (Basa) para reivindicar a antecipação do pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) aos bancários. A Convenção Coletiva do Trabalho (CCT) da categoria determina que os bancos têm até 1º de março para realizarem o crédito. Todos os anos a Contraf-CUT solicita a antecipação, muitas vezes atendida pelas instituições financeiras. Março é a data do pagamento da segunda parcela da PLR 2021, descontado o valor pago como antecipação em setembro de 2021. Com os balanços dos bancos no ano de 2021 fechados e os resultados consolidados, cada instituição financeira já pode calcular o que pagará de PLR a seus funcionários. É importante lembrar que em 2020 a categoria bancária conquistou um acordo de dois anos que garantiu, entre outros avanços, um reajuste de 10,97% (reposição da inflação + aumento real de 0,5%) nas parcelas fixa e adicional no teto da PLR 2021. PLR A categoria bancária foi a primeira no Brasil a conquistar participação no lucro das empresas. Desde 1995, a CCT determina o pagamento da PLR pelos bancos. A PLR é composta por regra básica e parcela adicional: 1- Regra Básica: corresponde a 90% do salário-base + verbas fixas de natureza salarial, reajustados em setembro de 2021, mais o valor fixo de R$ 2.807,03, limitada ao valor individual de R$ 15.058,34. A regra básica tem como teto o percentual de 12,8% do lucro líquido do banco; e, como mínimo, o percentual de 5% do lucro líquido do banco. Ou seja, se o valor total da “Regra Básica” da PLR for inferior a 5% do lucro líquido do banco, em 2021, o valor individual deverá ser majorado até alcançar 2,2 salários do empregado e limitado ao valor de R$ 33.128,31, ou até que o valor total da “Regra Básica” da PLR atinja 5% do lucro líquido, o que ocorrer primeiro. 2- Parcela Adicional: corresponde à divisão linear de 2,2% do lucro líquido, pelo número total de empregados, em partes iguais, até o limite individual de R$ 5.614,06. De acordo com a CCT, todas as instituições financeiras que apresentaram lucro estão obrigadas a pagar a PLR, com exceção das que tiveram prejuízo em 2021. Confira o calendário de divulgação dos balanços dos bancos Santander – 02/02 Bradesco – 08/02 BB – 14/02 Itaú – 10/02 Basa – 31/03 *Os demais bancos não divulgaram as datas da divulgação dos resultados. Fonte: contraf-CUT
Semana será de negociações com a Caixa

Após cobrança do movimento sindical, a Caixa Econômica Federal entrou em contato com a representação dos trabalhadores e agendou duas reuniões de negociação. A primeira acontecerá na segunda-feira e terá como pauta os critérios para a definição da promoção por mérito (Delta/plano de carreira) dos empregados. A outra reunião é para tratar sobre os protocolos de segurança sanitária e prevenção contra a Covid-19, além das condições de trabalho no banco. Ambas serão realizadas às 15h, de segunda e quarta, respectivamente. “É lamentável que as reuniões somente aconteçam após a cobrança do movimento sindical. Esperamos que a demora tenha sido devido ao andamento das nossas reivindicações ao banco. Também esperamos que, tanto em relação à promoção por mérito, quanto em relação à melhoria das condições de trabalho e dos protocolos de segurança sanitária e prevenção à Covid-19, o banco nos apresente propostas aceitáveis e não venha com mais uma enrolação”, afirmou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Fonte: contraf-CUT
Empregados cobram melhorias nos protocolos contra a Covid-19 na Caixa

A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal se reuniu, na tarde de quinta-feira (27), para discutir sobre as condições de trabalho no banco neste momento de retomada do crescimento dos casos de contaminação, internação e morte por Covid-19 no país. Segundo os relatos, existem vários problemas que prejudicam as condições de trabalho no banco. Um dos principais está relacionado aos protocolos de segurança sanitária e prevenção contra a Covid-19. “Os sindicatos receberam muitas denúncias sobre o não cumprimento dos protocolos existentes, muitas vezes por desconhecimento do gestor, mas também decorrentes da preocupação com o não fechamento das agências para a sanitização, quando é confirmado caso de Covid-19 na unidade, tudo para que não seja prejudicado o cumprimento das metas estabelecidas pelo banco”, disse o representante da Federação dos Bancários do Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP) na CEE, Jorge Luiz Furlan. “Para o banco, representado por estes gestores, o cumprimento das metas é mais importante do que a saúde e as vidas de funcionários, clientes e da população em geral”, completou. (Ir)responsabilidade da Caixa Para a CEE, o banco deve ser responsabilizado por estas ações de gestores por manter um programa de Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) que cobra o cumprimento de metas em plena pandemia. “A Caixa é a principal responsável por esta irresponsabilidade destes gestores. Ainda mais depois que incluiu no GDP um mecanismo que, independente do resultado, 5% dos empregados são classificados como ‘não atende’ e, com isso, deixam de receber o delta (adicional de plano de carreira) e perdem diversos direitos, entre eles, o de disputar os processos internos de seleção”, explicou o representante da Federação dos Bancários do Estado do Rio de Janeiro (Federa/RJ), Rogério Campanate. “Então, as contaminações, internações e possíveis mortes devem ser creditadas ao banco sim”, ressaltou. O mecanismo citado por Campanate é a “curva forçada”, prática em desuso entre organizações e áreas de gestão de recursos humanos por ser utilizada apenas como uma política demissional. A própria Caixa confirmou em reunião com os trabalhadores ter conhecimento de seu anacronismo e a inserção na GDP para que os gestores avaliassem os empregados com maior rigor. Outro ponto abordado na reunião da CEE citado por Furlan foi o atrasso nas negociações sobre adicional de carreira (delta). A Caixa insiste em manter o GDP como único ponto a ser considerado no cálculo dos valores a serem pagos aos empregados. Os empregados querem que o banco utilize outros objetivos para a realização do cálculo, como a comprovação de cursos e frequência ao trabalho. “O debate para o pagamento destes valores está atrasado. O banco precisa reabrir as negociações para tratar sobre o assunto”, cobrou. (Falta de) Saúde Caixa Outro ponto abordado na reunião foi a dificuldade encontrada pelos empregados de atendimento nos serviços de saúde devido à sobrecarga no sistema se saúde pública e também do Plano de Assistência à Saúde dos empregados, o Saúde Caixa, principalmente com relação aos serviços de telemedicina. “É uma questão que coloca em risco os empregados e clientes, principalmente neste momento de pandemia, quando muitos precisam de atendimento de urgência ou evitam o comparecimento a hospitais, clínicas e laboratórios, para não ficarem sujeitos ao contágio”, observou dirigente ao destacar que o número de pessoas contaminadas na Caixa cresceu muito em todo o Brasil, segundo levantamento realizado pelos sindicatos. “Há um descaso de muitos gestores com a sanitização dos locais de trabalho. Gestores se recusam a fechar as unidades para realizar a devida sanitização e criam dificuldades para a higienização dos aparelhos de ar condicionado”, disse. Carteira de vacinação A CEE destacou que em diversas cidades já existem decretos municipais que obrigam a apresentação da carteira de vacinação contra a Covid-19 para o ingresso em estabelecimentos comerciais do Município e especificamente na Caixa. A orientação da CEE é para os representantes dos trabalhadores procurem as prefeituras e câmaras municipais de suas bases para sugerir a aprovação de leis semelhantes onde elas ainda não existem. “Seria importante que o próprio banco tomasse tal medida e voltasse a realizar o contingenciamento para que fossem atendidos apenas os clientes com hora marcada e para realizar serviços específicos. Mas, não estamos conseguindo agendar reunião com banco para tratar do assunto”, revelou a coordenadora da CEE, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária de Cultura da Contraf-CUT. Dia Nacional de Luta A CEE vai orientar, por meio da Contraf-CUT, a realização de um Dia Nacional de Luta para denunciar estas e outras situações que contribuem para a falta de condições de trabalho na Caixa. Fonte: contraf-CUT
CEE reforça importância dos protocolos sanitários na Caixa

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), por meio da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal, está alertando os empregados sobre a importância deles conhecerem, respeitarem e, se for preciso, denunciarem o descumprimento dos mesmos por gestores ou pelo banco. “A pandemia não acabou. Ao contrário, vemos a volta do aumento dos casos de infecção, internações e mortes por Covid-19 no país, com o agravante do aparecimento de um surto de gripe (Influenza) em diversos estados. Por isso, é importante que os colegas mantenham-se alertas para o cumprimento dos protocolos de segurança sanitária e denunciem aos seus respectivos sindicatos casos de desrespeito por gestores ou pelo banco”, ressaltou a coordenadora da CEE, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária de Cultura da Contraf-CUT. Cards e comunicado A pedido da CEE, a Caixa elaborou imagens ilustrativas com informações sobre os protocolos de segurança sanitária para prevenção do contágio e dos sintomas de Covid-19 e de Influenza. “Estamos contribuindo com a divulgação dos cards elaborados pela Caixa para ajudar a propagar as informações. É importante que os colegas leiam e ajudem a difundir as informações. Quem sabe mais, luta melhor. E, neste caso, a luta é contra os vírus”, disse a coordenadora da CEE. Os cards foram o conteúdo mais visualizado durante esta semana no perfil da Contraf-CUT no Instagram. O banco também emitiu um comunicado (leia a íntegra) dando instruções aos gestores e para os empregados sobre os procedimentos a serem adotados, tanto para aqueles que estão em trabalho presencial, quanto para aqueles que exercem suas atividades de maneira remota. Fonte: contraf-CUT
Empregados da Caixa relatam situação preocupante nas agências

A escalada dos casos de Covid-19 e Influenza tem atingido os empregados da Caixa. Há relatos de agências fechadas pelo país inteiro para desinfecção. Com os afastamentos por conta das doenças, os empregados seguem atuando no limite para atender a população e não paralisar os serviços. A situação não sensibilizou a direção da Caixa, que segue cobrando metas desumanas de seus empregados. Em alerta, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/ Caixa) cobram do banco público melhores condições de trabalho e protocolos de prevenção. O empregado J.L., que preferiu não se identificar, contou que sua agência passou por uma desinfecção recente, após uma colega testar positivo. Segundo ele, outras 18 agências próximas à dele foram fechadas por conta do alto número de empregados infectados pela Covid-19. “Agora estamos atendendo só o essencial porque não tem empregado suficiente”. Ainda segundo J.L., há pressão para que todos cumpram as metas. “As metas continuam a ser cobradas como se nada estivesse acontecendo. Isso prejudica muito o nosso trabalho”, ressaltou. J. L. conta que o ambiente das agências piora a situação, uma vez que não tem ventilação e há circulação de muitas pessoas. Para ele, a Caixa precisa reforçar os protocolos de prevenção e refazer os testes de Covid-19 para todos os empregados, como feito anteriormente. “Além disso, precisamos de mais contratações. Sem dúvidas”, reforçou. Relatos como do empregado acima se somam pelo Brasil. T.M., que também preferiu não se identificar, está há 13 anos na Caixa e classifica o cenário como um dos piores do banco. Para ela, o atual protocolo do banco é ineficaz. “Nas últimas duas semanas tivemos cinco casos de Covid-19 na minha agência. Houve a higienização, porém não existe o protocolo correto. O protocolo não deixa claro o que o empregado tem de direito e como deve agir, ou seja, não temos respaldo”, conta. A empregada ressalta ainda que muitos gestores descumprem, propositalmente, os protocolos para manterem as agências em funcionamento. T.M. conta ainda que a saúde mental dos empregados está muito abalada. “Tem uma agência próxima à nossa que tem duas pessoas afastadas (atestado psiquiátrico) por pressão de não ter o protocolo de prevenção cumprido. O medo é muito grande”, relatada a trabalhadora. O início dos pagamentos de benefícios – como FGTS, PIS/Pasep e Auxílio Brasil – tem deixado os empregados em alerta. “Um exemplo é que não teve pagamento do PIS no segundo semestre de 2021, então no 1º dia de janeiro a agência encheu de pessoas querendo informações, no entanto o pagamento é em fevereiro”, destacou T.M. Entidades em Alerta Contraf-CUT, Fenae, Apcefs, CEE/Caixa e sindicatos têm recebido muitas demandas sobre o que vem ocorrendo nas agências. “Estamos muito preocupados com o que vem acontecendo com os empregados nas agências. A Caixa precisa melhorar o protocolo de prevenção tanto para Covid-19 quanto para gripe, dar melhores condições de trabalho para os empregados e diminuir as metas desumanas que vem adoecendo os trabalhadores”, afirmou Sergio Takemoto, presidente da Fenae. Na avaliação do dirigente, defender a saúde dos empregados é também defender o melhor atendimento à população. “A Caixa precisa respeitar seus empregados. Eles têm sido fundamentais nessa pandemia, mesmo com riscos diários de contaminação”. A CEE/Caixa, já enviou ofícios à direção da Caixa, solicitando o cumprimento dos protocolos e uma mesa de negociação para o aperfeiçoamento desses regulamentos. “Nossa luta por protocolos mais eficientes é para que a gente proteja os empregados para que eles consigam atender à população”, reforçou a coordenadora da CEE, Fabiana Uehara Proscholdt, que também é secretária da Cultura da Contraf-CUT. Na avaliação de Fabiana, para além dos protocolos, a Caixa também precisa contratar mais trabalhadores. “Nesta luta também está a questão de mais contratações. Porque os empregados da Caixa já estão há muito tempo sobrecarregados. Então, eles não estão sendo afastados apenas por conta da pandemia ou Influenza. Mas temos vários colegas afastados devido à sobrecarga e adoecimento mental”, destacou a coordenadora. Há um concurso vigente (2014), mas a Caixa tem demorado realizar contratos. Das três mil contratações prometidas para setembro do ano passado, pouco mais de 1.700 foram efetivadas. O quadro se agrava devido ao número de desligamentos no período, que ultrapassa de 200, fazendo com que as contratações líquidas tenham sido somente a metade do prometido pelo presidente do banco, Pedro Guimarães. As entidades destacam ainda a importância de os empregados conhecerem os protocolos para cobrarem os seus direitos. “Nos locais onde não estão sendo cumpridos os protocolos, os empregados precisam acionar as entidades para que a gente possa atuar tempestivamente”, afirmou Fabiana. Em São Paulo, uma das maiores regiões com empregados Caixa, os casos estão aumentando e preocupando as entidades. “Somente nos últimos dias da última semana tivemos o acionamento de protocolo em mais de 50 unidades do município de São Paulo e arredores, o que comprova a necessidade de que o protocolo seja atualizado. A Caixa não pode, por exemplo, desconsiderar que o sistema de saúde, mesmo em teleconsulta, está sobrecarregado, e não pode manter a cobrança de metas como se as agências não estivessem extremamente desfalcadas”, afirmou o presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros. Dados Ainda é difícil identificar a quantidade de empregados atingidos pela Covid-19 e Influenza, ou mesmo o número de agências fechadas para a sanitização. Sem a divulgação oficial da Caixa, fica a cargo dos sindicatos buscarem as informações. O Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região divulgou o resultado de um levantamento, feito pela própria entidade, apontando que 91% dos bancários – ouvidos de diversos bancos – relataram casos de Covid-19 ou Influenza nos últimos 30 dias. Filas no Saúde Caixa Com o aumento de empregados com sintomas relacionados à Covid-19 ou Influenza, os trabalhadores têm encontrado dificuldades no atendimento do Saúde Caixa. O plano de saúde tem apresentado extensas filas para o atendimento. Segundo Fabiana Uehara, a telemedicina do Saúde Caixa está com fila de
Mobilização dos empregados marca aniversário da Caixa

Diante dos ataques feitos pelo governo Bolsonaro, o aniversário de 161 anos da Caixa Econômica Federal, completados nesta terça-feira (12), foi marcado por protestos e mobilizações em todo o país e nas redes sociais, em defesa do banco. No Dia Nacional de Luta, os empregados comemoraram a data vestindo vermelho, a fim de reforçar a importância do banco público para a população e para o país, além de enaltecer todo o trabalho social exercido durante a pandemia, com o pagamento de programas sociais. “Foi dia de parabenizar os colegas que atuam para manter a Caixa como uma das maiores empresas públicas do país, fundamental para o desenvolvimento econômico e social brasileiro. A longevidade e a importância da Caixa para o povo brasileiro foram confirmadas pela atuação dos empregados e empregadas durante a maior crise sanitária, social e econômica das últimas décadas”, exaltou Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Durante os atos, foi distribuída carta aberta à população denunciando os ataques à Caixa e aos empregados. As comemorações e protestos também tomaram as redes sociais, com as hashtags #Caixa161Anos #CaixaForteÉCaixaPública. Live 161 anos da Caixa “Caixa Social é Caixa pública”. Esse foi o tema da live em comemoração ao aniversário da Caixa. Promovida pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), o encontro foi transmitido pelo Youtube da Fenae. No debate, as ameaças que o banco público sofre, os impactos que a privatização pode trazer aos setores mais importantes do país e os ataques da atual gestão da Caixa aos empregados, que têm sido essenciais para o país durante a pandemia. Participaram do encontro o presidente da Fenae, Sergio Takemoto; o diretor de Formação, Jair Pedro Ferreira; e a deputada federal (PT/DF), Erika Kokay. O debate foi mediado pela coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) e secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), Fabiana Proscholdt. “A Caixa já foi criada com a missão de proporcionar a realização dos sonhos das pessoas e, desde então, ela vem cumprindo seu papel social. Mas o governo quer fatiar as áreas mais lucrativas do banco público e entregar para o mercado privado. Por isso, defender a Caixa é tão importante”, disse Sergio Takemoto. Fonte: contraf-CUT
Caixa Econômica Federal completa 161 anos

Com um passado de histórias brilhantes, a Caixa Econômica Federal completa 161 anos nesta terça-feira (12), mas sob um futuro ameaçado. O aniversário do banco que atua como principal agente das políticas públicas do Estado é motivo de orgulho para os seus empregados e para o povo brasileiro e também resistência contra as tentativas governamentais de privatizar partes rentáveis da instituição, através da venda de suas subsidiárias, o maior desmonte da história do banco público. “A Caixa é o banco que permite a realização dos sonhos dos brasileiros. Começou com o sonho da liberdade, quando poupou dinheiro dos escravos para a compra da carta de alforria, o sonho da casa própria, da formação no ensino superior, da diminuição da desigualdade no país. São 161 anos lado a lado com toda a população brasileira, do norte ao sul do país”, disse a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) e secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), Fabiana Uehara Proscholdt. “O que seria do Brasil sem a Caixa? Temos um papel importantíssimo em minimizar a desigualdade tão gritante no nosso país. E se a Caixa é esse banco tão especial, é graças a seus empregados e empregadas, que tem uma atuação ímpar, mesmo com uma direção preocupada apenas em fazer política pessoal, enfraquecer a empresa, desrespeitar seu corpo funcional e tirar direitos históricos. Mas, vamos resistir lutando pela Caixa, e pelo seu papel social e seus trabalhadores”, completou Fabiana. Fonte: Contraf-CUT
Empregados da Caixa cobram negociação de protocolos mais rigorosos

A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) cobra o agendamento de reunião para discussão de protocolos mais rigorosos para a prevenção contra a Covid-19 e contra a Influenza. Na última sexta-feira (7), foi enviado um ofício para a vice-presidenta de Estratégia e Pessoas da Caixa, Magda Lucia Dias Cardoso de Carvalho. Os representantes dos empregados também reivindicam um reforço na divulgação e aplicação dos protocolos vigentes. “O aumento do índice de contaminação pelo coronavírus, além da nova variante da influenza, é alarmante. Recebemos diversas denúncias de empregados por todo o Brasil do descaso de gestores quanto ao cumprimento dos protocolos vigentes”, afirmou Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE/Caixa e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Ela revela que, em conversas, a Caixa diz que tem reforçado as orientações sobre protocolos. “Entretanto, entendemos que essas ações ainda estão muito tímidas. É necessário um enfrentamento mais ostensivo, pois o momento exige isso. Os hospitais estão lotados e a telemedicina do Saúde Caixa está com fila de espera de mais de 14 horas. O sistema de saúde já mostra sinais de novo colapso por todo o país.” Fabiana lembra ainda que a Caixa completa 161 anos nesta quarta-feira (12). “A direção tem que respeitar os trabalhadores e uma das formas de respeitar é garantindo saúde e condições de trabalho para todos”, finalizou. Fonte: contraf-CUT
Afastamento de empregados com atestado é solicitado pela CEE/Caixa

Entidades sindicais recebem denúncias de trabalhadores atendidos no teleatendimento do Saúde Caixa, com atestado médico, direcionados para o trabalho telepresencial A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/ Caixa) enviou um ofício, na tarde de sexta-feira (7), em protesto quanto ao não afastamento de trabalhadores doentes de suas atividades laborais, bem como solicitar que seja emitida orientação nacional urgente a fim de garantir o afastamento das atividades de todo(a) empregado(a) que apresente atestado médico. “As entidades sindicais receberam denúncias que os trabalhadores atendidos no teleatendimento do Saúde Caixa, apesar de estarem de atestado médico, estão sendo direcionados para o trabalho telepresencial. Ora, independentemente da doença identificada, o trabalhador de atestado médico deve ser sumariamente afastado do trabalho, enquanto perdurar o período do atestado médico”, afirmou Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE/ Caixa e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). “O atestado médico é concedido a quem estiver doente e garante a licença médica para a plena e adequada recuperação de sua saúde. Cabe destacar que os afastamentos de até 15 dias são ônus da empresa, apenas períodos superiores a 15 dias são encaminhados ao INSS”, completou. Fonte: Contraf-CUT