Desigualdade de gênero é destaque na Oficina de Formação da Rede UNI Mulheres Brasil

A 14ª edição da Oficina de Formação da Rede UNI Mulheres Brasil reuniu cerca de 150 bancárias na Colônia de Férias dos Comerciários, na Praia Grande, litoral paulista. Sob o título “Rompendo o silêncio: informação que proteger”, a oficina abordou temas como os impactos da pejotização e flexibilização das condições de trabalho sobre a desigualdade de gênero, os desafios da participação das mulheres na política, além de atividades básicas de autodefesa e uma simulação de um júri de agressão. A secretária da Mulher da Contraf-CUT e vice-presidenta do Comitê de Mulheres UNI Américas, Fernanda Lopes, falou sobre a importância da oficina. “A desigualdade de gênero se manifesta em diversas esferas da sociedade: nas relações parentais, no mercado de trabalho, na política e nas ruas. Por isso foi tão importante essa oportunidade que tivemos, de participar desta oficina, onde além do aprendizado com palestrantes, trocamos experiência entre sindicatos e entidades para superarmos as desigualdades no mercado de trabalho e ampliar a participação das mulheres na política”, observou Fernanda. *Fonte: Contraf-CUT

Cassi: retomada de mesa de negociação é pedida com urgência pela Contraf-CUT

A retomada imediata da mesa de negociação da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) está sendo cobrada pelo movimento sindical e pelas entidades representativas dos funcionários do Banco do Brasil. A ultima rodada de negociações aconteceu no dia 11 de dezembro de 2025 e não houve avanço na construção de uma solução estrutural para o custeio do plano de saúde. A proposta apresentada, na época, pelos representantes dos trabalhadores previa reforço no caixa e no capital regulatório da Cassi, incluindo o adiantamento de dez valores referentes ao 13º salário e a antecipação das despesas administrativas de 2026. A contraproposta do banco, que recusou o pedido dos trabalhadores, foi a antecipação de três valores do 13º salário. A proposta foi recusada e considerada insuficiente pela representação dos funcionários. As entidades representativas consideram que o prolongamento do impasse gera insegurança para associados, prestadores e para o próprio futuro da assistência à saúde dos funcionários. Segundo as entidades representativas dos funcionários, a retomada urgente das negociações é fundamental para garantir estabilidade financeira à Cassi, preservar um dos principais direitos históricos do funcionalismo e assegurar tranquilidade aos participantes e seus familiares. *Fonte: Contraf-CUT

Encontro de Bancos Públicos e Privados reúne dirigentes sindicais no Rio

O Encontro de Bancos Públicos e Privados, realizado no sábado passado, 9 de maio, contou com a participação de representantes dos sindicatos da base da Federa-RJ. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense também marcou presença no encontro. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, explicou que os encontros dos bancos públicos e dos bancos privados dão início à Campanha Nacional Unificada dos Bancários deste ano. “Uma campanha que acontece em todo o Brasil e serve de referência para todos os demais trabalhadores. Somos a única categoria a ter uma Convenção Coletiva de Trabalho com direitos válidos em todo o Brasil. Nesta campanha, mesmo já tendo nossa jornada 5X2, vamos ser solidários aos trabalhadores que não têm este direito, lutando pelo fim da escala 6X1”, afirmou Adriana. Para a Federa-RJ, o foco do encontro foi a organização das pautas de reivindicações e o alinhamento das prioridades da Campanha Nacional de 2026. No encontro dos bancos públicos, além das questões salariais, também foram debatidos temas como o programa Performa, perfil social para o BB, Cassi e Previ. O representante da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE), Rogério Campanate, alertou para a importância de aumentar cada vez mais a participação dos empregados do banco na campanha salarial, na consulta nacional e nas demais atividades sindicais. Já o encontro dos bancos privados teve apresentação de dados e análises sobre a categoria bancária feita pelo supervisor do Dieese, Paulo Jogger, e pela técnica Millena Alves. Os dirigentes bancários também debateram as as necessidades específicas dos(as) trabalhadores(as) de cada instituição financeira. *Fonte: Seeb Rio e Federa-RJ

Consulta Nacional: ajude a construir a pauta de reivindicações da categoria

Bancárias e bancários têm até o dia 31 de maio para responder à Consulta Nacional da categoria. O questionário aborda temas importantes para os trabalhadores como: As respostas vão ajudar a construir a pauta de reivindicações que será levada à mesa de negociação com os bancos. Por isso, a participação de todos é muito importante. Não fique de fora! Acesse e responda: https://consultabancarios2026.votabem.com.br *Fonte: Contraf-CUT

Denúncia: Itaú torna mais difícil afastamento de trabalhadores adoecidos

O Itaú está sendo denunciado por adotar medidas que prejudicam a saúde dos funcionários. Relatos apresentados por entidades sindicais informam que o banco dificulta o afastamento de trabalhadores em tratamento médico. Durante reuniões com o banco foram apresentadas provas das irregularidades. Porém, o banco não respondeu aos questionamentos. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou ofício ao Itaú solicitando a suspensão imediata das convocações relacionadas à ACL (Avaliação de capacidade laboral) e a realização de exames fora dos prazos previstos em lei. Até o momento, o banco não se posicionou. De acordo com as denúncias, trabalhadores afastados têm dificuldade para continuar seus tratamentos de saúde. Segundo os relatos, há exigência de múltiplas avaliações, contestação de atestados médicos e, em diversos casos, rejeição desses documentos. Ainda segundo as entidades sindicais, o Itaú também tenta impedir o acesso dos trabalhadores ao afastamento pelo INSS e à perícia médica, sob a justificativa de uma suposta “linha de cuidados”. A situação se agrava devido ao fechamento de agências, demissões e sobrecarga de trabalho a que são expostos os funcionários. Esses fatores contribuem para o adoecimento da categoria. As entidades sindicais orientam que bancários e bancárias denunciem ao sindicato qualquer tipo de arbitrariedade durante o período de afastamento. *Fonte: Contraf-CUT

Bradesco tem lucro líquido recorrente de R$ 6,8 bi

Os resultados do primeiro trimestre deste ano, divulgados nesta quarta-feira (6), apontam um lucro líquido recorrente de R$ 6,8 bilhões para o Bradesco. O relatório financeiro do banco mostra uma alta de 16,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O valor está de acordo com as projeções dos analistas, que apontavam um lucro em torno de R$ 6,7 bilhões. De acordo com o relatório, o ROAE (Return on Average Equity ou Retorno sobre Patrimônio Líquido Médio) teve índice de 15,8% no trimestre. O avanço foi de 1,4 ponto percentual em comparação a igual período de 2025. Em relação à carteira de crédito expandida, o valor atingido chegou a R$ 1,1 trilhão no período, enquanto a provisão para devedores duvidosos (PDD) ficou em R$ 9,7 bilhões. O banco registrou, ainda, receitas totais na ordem de R$ 36,9 bilhões, com alta de 14% na comparação anual. O índice de inadimplência acima de 90 dias ficou em 4,2%. Quanto à margem financeira líquida, o valor atingiu R$ 10,3 bilhões, com alta de 8,3% em relação ao mesmo período do ano passado. A margem com clientes líquida teve alta de 7,7%, em R$ 9,8 bilhões. O relatório mostra ainda que o resultado operacional ficou em R$ 8,7 bilhões, alta de 14,9% em relação ao primeiro trimestre de 2025. *Fonte: Infomoney

Itaú registra lucro de R$ 12,2 bi no primeiro trimestre, mas mantém fechamento de agências

Com um crescimento de 10,4% em relação ao mesmo período do ano passado, o lucro líquido gerencial do Itaú foi de R$ 12,282 bilhões no primeiro trimestre deste ano. Segundo o relatório financeiro da instituição, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROE) no Brasil registrou 26,4%, uma alta de 2,7 pontos percentuais em doze meses, deixando clara a alta lucratividade do maior banco privado do país. O documento explica que o desempenho foi impulsionado principalmente pelo aumento de 4,5% da margem financeira com clientes, resultado do maior volume de crédito e da ampliação da participação de produtos mais rentáveis, com destaque para crédito imobiliário, consignado privado e linhas voltadas a pequenas e médias empresas. A taxa de inadimplência superior a 90 dias registrou estabilidade, ficando em 1,9%. Mas as despesas com provisão para devedores duvidosos (PDD) aumentaram 8,1% em um ano e 64,2% no trimestre, totalizando R$ 10,164 bilhões. Resultados positivos e lucros bilionários não impediram o Itaú de manter a política de redução da estrutura física e do quadro de empregados. No final de março deste ano, o banco estava com 81.659 empregados no Brasil, após o fechamento de 4.620 postos de trabalho em 12 meses, sendo menos 1.034 vagas apenas no trimestre. No mesmo período, foram encerradas 360 agências físicas no país. Já o número de clientes continuou crescendo, registrando aumento de 1,678 milhão, alcançando 100,9 milhões de clientes. Para a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, o avanço da lucratividade não pode ocorrer às custas das condições de trabalho. Para ela, os resultados evidenciam um modelo de gestão que amplia a pressão sobre os trabalhadores. Para o movimento sindical, o contraste entre resultados bilionários e redução de empregos reforça a necessidade de debate sobre condições de trabalho, saúde mental e valorização dos bancários. *Fonte: Contraf-CUT

Piscina da sede campestre estará fechada a partir desta sexta (8)

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense informa que, a partir desta sexta-feira, 8 de maio, a piscina da sede campestre estará fechada. Porém, as demais dependências da sede estarão funcionando normalmente para receber os associados. A sede campestre fica na Estrada Governador Chagas Freitas, nº 3.780, Colônia Santo Antônio, em Barra Mansa – RJ. 

Sindicato reforça a importância da participação de todos na Consulta Nacional

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense visitou as agências bancárias de Resende, na manhã desta terça-feira (5), para falar sobre a importância da participação de todos na Consulta Nacional. É importante lembrar que cada resposta contribui diretamente para a construção da pauta de reivindicações que será levada à mesa de negociação com os bancos. Entre os principais temas da consulta estão: A Consulta Nacional é um instrumento fundamental para transformar a percepção individual em força coletiva organizada. Quanto maior o número de respostas, maior será a capacidade de as entidades representarem, com precisão, os anseios da categoria na Campanha Nacional. Participe! A Consulta Nacional está aberta até o dia 31 de maio e pode ser respondida de forma rápida pela internet.Acesse e participe:https://consultabancarios2026.votabem.com.br/

Movimento sindical denuncia retirada de direitos com acordo proposto pelo Santander

Trabalhadores e entidades sindicais estão preocupados com um comunicado enviado pelo Santander aos empregados com diploma de nível superior e remuneração acima de dois tetos do Regime Geral de Previdência Social, considerados pelo banco como “hipersuficientes”. De acordo com denúncias recebidas por sindicatos, o documento propõe alterações importantes nas condições de trabalho, sem negociação coletiva prévia, podendo gerar retirada de direitos historicamente garantidos à categoria bancária. Exclusão do controle de jornada e do pagamento de horas extras, além da tentativa de enquadramento dos trabalhadores na exceção do artigo 62, II da CLT, afastando o regime tradicional de controle de horário fazem parte do documento. Além disso, o Instrumento particular de livre estipulação das relações contratuais de trabalho, como é chamado o documento, prevê que eventuais conflitos trabalhistas sejam resolvidos por arbitragem privada, restringindo o acesso direto à Justiça do Trabalho, e estabelece vigência por prazo indeterminado durante todo o vínculo empregatício. Segundo a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Ana Marta Lima, o documento representa uma afronta à negociação coletiva e cria riscos concretos para os trabalhadores. “Orientamos todos os trabalhadores a não assinar o termo e denunciar ao sindicato qualquer tipo de pressão pela adesão. Este documento abre precedentes para o banco retirar outros direitos, como PLR, PPRS e demais conquistas históricas da categoria”, afirmou a coordenadora. *Fonte: Contraf-CUT