Débora Fonseca é primeira colocada na eleição do Caref

Débora Fonseca foi a primeira colocada na eleição para representante dos funcionários no Conselho de Administração do Banco do Brasil (Caref). a candidata obteve 10.907 votos, no entanto não alcançou 50% mais um dos votos válidos para vencer o pleito no primeiro turno. Assim, Débora disputa o segundo turno com Aristides Milton Café, que teve 2.245 votos, entre os dias 29 de janeiro e 4 de fevereiro. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, assim como a maioria dos sindicatos de bancários, apoiaram a eleição de Débora, que tinha como principal plataforma a defesa do BB como instituição pública. Ela é contra a privatização e o enfraquecimento do BB e contra a venda de suas subsidiárias. No plano de reestruturação do banco, anunciado pela direção do BB esta semana, Débora se manifestou contrária à medida, considerada uma forma de desmontar o BB enquanto banco público. Débora é candidata à reeleição. Nestes dois anos de mandato, fez o contraponto às teses privatistas no Conselho de Administração e participou de inúmeras atividades em defesa do BB como instituição pública, procurando apoio junto a parlamentares, membros do Poder Executivo, associações e entidades de classe de trabalhadores e empresariais. “Agradeço a todas e todos pelos 10.907 votos recebidos no primeiro turno. conto com vocês no segundo turno para que, juntos, possamos defender o BB público e a valorização dos funcionárias e funcionários. O pessoal do BB vai demonstrar mais uma vez sua capacidade de resistência”, declarou Débora após o resultado da votação. Fonte: Contraf-CUT, com edição do Sind. Bancários do Sul Fluminense
Funcionários do BB fazem na sexta-feira (15) manifestação contra reestruturação

Protestos acontecerão em todo o país, com tuitaço, distribuição de carta aberta à população e reuniões nas agências Os funcionários do Banco do Brasil realizam nesta sexta-feira (15) uma manifestação nacional contra o plano de reestruturação que prevê o fechamento de agências e outras unidades, um Plano de Demissões Voluntários (PDV) que tem por meta dispensar 5 mil trabalhadores do banco, além de outras medidas que prejudicam os trabalhadores do banco. As manifestações estão sendo organizadas pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), federações e sindicatos. Estão programadas reuniões nas agências, quando os funcionários vão discutir os impactos negativos do plano de reestruturação. Também será feito um diálogo com os clientes que procuram o atendimento no banco, quando será distribuída uma carta aberta à população. Nada justifica o desmonte do Banco do Brasil, uma instituição sólida e que, de 2016 a 1019, registrou crescimento, em termos nominais, de 122% no lucro líquido. No mesmo período, a receita de tarifas aumentou 22%, também em termos nominais. Enquanto isso, a direção do banco reduziu o quadro de funcionários cada vez mais. De 2016 até o terceiro trimestre de 2020, o número de funcionários caiu de 109.864 para 92.106, uma redução relativa de 16%. No mesmo período, o número de agências foi reduzido de 5.428 para 4.370, uma redução de 19%. É o desmonte em andamento. Tuitaço Na sexta-feira, os trabalhadores vão vestir roupas pretas para manifestar sua indignação ao plano da direção do BB, que na prática avança na meta do governo de desmonte do banco público. Às 11h desta sexta-feira também será realizado um tuitaço contra o plano de reestruturação. Nesse horário será divulgado pela rede a hashtag #MeuBBvalemais . “Essa será a primeira atividade de uma campanha contra essa reestruturação. Em cada sindicato haverá, nos próximos dias, plenárias de funcionários do banco para discutir formas de combater esse ataque ao BB e a seus trabalhadores. Vamos criar um calendário de lutas para impedir essas medidas. Convocamos os funcionários do banco a reagirem a essa arbitrariedade da direção do banco”, afirmou João Fukunaga, coordenador nacional da CEBB. Fonte: Contraf-CUT
Nesta sexta-feira,15, tem tuitaço contra desmonte no BB

Amanhã tem tuitaço contra desmonte no BB Campanha inclui reuniões e panfletagens; tuitaço será com a hashtag #MeuBBvalemais Amanhã, sexta-feira (15), vai ter tuitaço contra o plano de reestruturação no Banco do Brasil que prevê o fechamento de agências e a dispensa de 5 mil trabalhadores do banco. Vai ser às 11h, com a hashtag #MeuBBvalemais. O tuitaço faz parte de uma série de mobilizações que serão feitas em todo o país, em campanha organizada pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), pelas federações e pelos sindicatos. O plano da direção do banco prevê o fechamento de agências e outras unidades, a redução do número de caixas, um Plano de Demissões Voluntários (PDV) que tem por meta dispensar 5 mil trabalhadores do banco, além de outras medidas que prejudicam os funcionários. É o desmonte de um banco público que está na linha de frente no atendimento à população durante a pandemia. Será uma das atividades de uma campanha contra a reestruturação. No mesmo dia do tuitaço haverá reuniões nas agências e outras unidades do banco, além de panfletagens para explicar a população sobre o ataque ao banco público e suas consequências. Em cada sindicato haverá, nos próximos dias, plenárias de funcionários do banco para discutir formas de combater esse ataque. Participe dessa luta e divulgue o tuitaço para amigos e familiares. Esse plano prejudica a população pois afeta diretamente o atendimento nas agências. Não se esqueça: nesta sexta-feira (15), tuíte a hashtag #MeuBBvalemais . Fonte: Contraf-CUT
Contraf-CUT cobra negociação sobre reestruturação no BB

Entidade lembra que banco descumpre Convenção Coletiva e Acordo Coletivo de Trabalho A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, enviou nesta quinta-feira (14) à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) ofício solicitando a abertura de negociações sobre a reestruturação pretendida pela direção do Banco do Brasil. No documento, Juvandia lembra que a postura do banco, de se negar a negociar as mudanças, é um descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), firmado com o Banco do Brasil durante as negociações da Campanha Nacional 2020. A presidenta da Contraf-CUT ressalta que os dois acordos estão em vigência e foram assinados pela Fenaban. Veja abaixo a íntegra do ofício enviado à Fenaban. São Paulo, 14 de janeiro de 2021. À Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) Adauto de Oliveira Duarte Diretor de Relações Institucionais, Trabalhistas e Sindicais Prezado Senhor, A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), assessorada pela Comissão dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), vem através deste comunicar à V.Sa. que foi realizada reunião a convite dos representantes da direção do Banco do Brasil S.A., no dia 11 de janeiro de 2021, na qual foi apresentado um programa de reestruturação e plano de demissão voluntária. Questionados sobre a realização de negociação prévia quanto aos temas, conforme estabelecido na Cláusula 58 do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) BB “Negociação Permanente e Solução de Divergências”, tal possibilidade foi rejeitada pelos representantes da empresa. Dada a postura expressa pela representação da empresa, com a negativa de estabelecimento de processo negocial entre as partes, nos cabe apresentar nosso repúdio a tal atitude e conclamar a esta Federação a imediata interveniência junto a este banco filiado para cumprimento dos preceitos ratificados na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e no referido ACT BB, ambos vigentes, dos quais a Fenaban é signatária. Em face do ocorrido, e dada a seriedade e a gravidade do alcance das medidas propostas pela direção do Banco do Brasil S.A., esta Confederação e suas entidades sindicais filiadas vem solicitar a abertura imediata de processo negocial a fim de buscar soluções ao iminente risco contido nos projetos apresentados pelo Banco do Brasil S.A. A seguir listamos os temas de interesse dos trabalhadores, objeto de negociação: I- Reestruturação e Plano de Demissões; II- Extinção dos Cargos de Caixa; III- Realocação de Funcionários; IV- Processo de Comissionamento dos Funcionários; V- Plano de Saúde dos Incorporados; VI- Outros temas de relevância em decorrência da Reestruturação. Sendo o que tínhamos a apresentar e no aguardo de seu breve retorno. Atenciosamente, Juvandia Moreira Presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)
Reestruturação do Banco do Brasil: BOM PRA QUEM?
Débora Fonseca questiona direção do BB sobre reestruturação

Representante dos empregados diz que mudanças deveriam ter sido discutidas com todo o cuidado pelo Conselho de Administração A representante dos funcionários do Banco do Brasil no Conselho de Administração do banco, o Caref, Débora Fonseca, questionou a administração da instituição sobre o plano de reestruturação que fecha agências e locais de trabalho e prevê a dispensa de 5 mil empregados. Leia a seguir a carta entregue ao conselho do banco. Ao Conselho de Administração do Banco do Brasil Senhor presidente, O Banco anunciou o programa de reestruturação que está causando grande tensão entre os milhares de colegas, preocupados com o futuro da empresa e com sua própria situação funcional. A definição deste programa deveria ter sido avaliada e deliberada com todo o cuidado por este Conselho, pois altera o planejamento estratégico da empresa, seu posicionamento no mercado e sua presença nas regiões e municípios brasileiros. E tem impactos profundos nos salários e lotação de milhares de colegas. Como Caref e representante dos funcionários no CA, a lei me impede de deliberar sobre questões envolvendo as de trabalho. No entanto, o plano de reestruturação aborda temas muito mais amplos do que somente os relativos aos nossos mais de 90 mil colegas. Solicito informações sobre todos os itens que não sejam diretamente vinculados às questões salariais ou trabalhistas, como fechamento de agências e postos de atendimento, além das datas e instâncias em que aconteceram as deliberações. Débora Fonseca Fonte: Contraf-CUT
BB surpreende funcionários com restruturação e ameaça de 5 mil dispensas

Plano prevê fechamento de agências, perdas de gratificação e redução do papel do banco público A direção do Banco do Brasil pregou uma triste surpresa para seus funcionários e as entidades sindicais ao anunciar nesta segunda-feira (11) pela manhã um plano de restruturação que prevê o fechamento de fechar agencias e outras unidades, além de um Plano de Demissões Voluntários (PDV) que tem por meta dispensar 5 mil trabalhadores do banco, entre outras medidas consideradas muito ruins. O plano prevê mudanças em 870 pontos de atendimento por meio do fechamento de agências, postos de atendimento e escritórios e a conversão de 243 agências em postos. Também estão previstas a transformação de oito postos de atendimento em agências, de 145 unidades de negócios em Lojas BB, além da relocalização e 85 unidades de negócios e a criação de 28 unidades de negócios. O PDV prevê duas modalidades de desligamento: o Programa de Adequação de Quadros (PAQ), para o que a direção do banco considera excessos nas unidades; e o Programa de Desligamento Extraordinário (PDE), para todos os funcionários do BB que atenderem aos pré-requisitos. O banco também quer fazer mudanças no atual modelo e remuneração dos caixas executivos, que deixariam de ter a gratificação permanente a passariam a ter uma gratificação proporcional apenas aos dias de atuação, se houver. “Fomos informados pelos funcionários, que receberam o comunicado do banco às 9h. Foi um desrespeito com os funcionários e com as entidades sindicais. Somos contrários a esse plano, que retira do BB o papel de banco público. Também prejudica os caixas executivos, que terão perdas. Na reunião de hoje, as informações foram poucas”, afirmou João Fukunaga, coordenador nacional da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). Na reunião com a CEBB, os representantes do BB admitiram que não tinham todas as informações por ser o dia do anúncio do plano de restruturação. “Estudamos medidas judiciais e orientamos os bancários que procurem seus sindicatos para mais informações. O anúncio do plano provocou muita preocupação entre os funcionários. Agora, quem está em home office vai querer voltar a trabalhar presencialmente porque está preocupado para não deixar de ser notado em um momento de redução de pessoal. Tudo isso acontece em meio à pandemia”, criticou Fukunaga. Participaram da reunião desta segunda-feira vários representantes de federações de bancários de todo o Brasil. O plano de restruturação foi considerado um ataque à categoria e pode causar, na prática, a redução do papel do Banco do Brasil como banco público, com o fechamento de agências em diversas cidades do país. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do (Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a CEBB orientam os sindicatos a fazerem reunião para saber o impacto do plano nas suas bases e repasses essas informações para as federações. A CEBB vai realizar nova reunião na quarta-feira (13) para discutir um calendário de lutas e de mobilização dos funcionários. Fonte: Contraf-CUT
Banco do Brasil: De 8 a 14 de janeiro tem eleições para o Caref

Começou nesta sexta-feira, 08, a eleição do representante do Conselho de Administração da instituição, o Caref, no Banco do Brasil. Os funcionários da instituição financeira têm até o dia 14 para votar, através do SISBB. Sessenta e cinco candidatos se inscreveram para a disputa. Analisando que a principal atribuição do Caref é fiscalizar as atividades do Conselho, responsável pela execução da política geral relacionada ao funcionalismo, de negócios e serviços do BB, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense apóia e indica a votação em Débora Fonseca. O Sindicato entende que os bancários do BB precisam ter um representante no órgão visando à defesa contra os ataques que eventualmente possam vir a ser aplicados pelo governo e pela direção do banco, principalmente no que se refere à privatização. Débora Fonseca defende o fortalecimento do BB enquanto instituição pública de prestação de serviço à sociedade e empresa estatal; a consolidação e ampliação do banco, como banco da agricultura familiar, além da preservação de salários, benefícios, direitos e postos de trabalho, a igualdade de oportunidades a todos associada a políticas afirmativas de equidade de gênero. Fonte: Sind.Bancários Sul Fluminense
Funcionários do BB aguardam posição da direção sobre decisão do STF

Decisão do ministro Ricardo Lewandowski garante que regras do acordo emergencial continuam válidas a partir de 1º de janeiro Os funcionários do Banco do Brasil aguardam que a direção do banco se posicione sobre a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), de prorrogar o acordo emergencial que protege a categoria da pandemia do coronavírus (Covid-19). O acordo, entre outros pontos, prevê o compromisso de não descomissionamento por desempenho, bem como impede o retorno ao trabalho presencial enquanto durar a pandemia do coronavírus. A prorrogação foi decidida no dia 30 de dezembro do ano passado por liminar. O acordo perderia validade no dia seguinte (31 de dezembro). A decisão do ministro veio a partir de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pela Rede. Análise da decisão do ministro, feita pelo escritório Crivelli Advogados Associados, avalia que as regras do acordo permanecem vigentes desde o dia 1º de janeiro de 2021. A prorrogação é válida, de acordo com a análise do escritório de advocacia, para as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho e dos Acordos Coletivos de Trabalho. “A Rede entrou com uma ação porque o decreto estabelecia como término o dia 31 de dezembro. Isso é um absurdo porque não só não terminou a pandemia, como está pior. Piorou pela falta de vacina, pela existência de outras cepas do coronavírus, que a gente nem sabe quais são. Se tivéssemos um governo preocupado, não precisaríamos de uma decisão do Judiciário. Para garantir minimamente a saúde das pessoas, para enfrentar a pandemia, que sejam mantidas aquelas medidas excepcionais a partir de 1º de janeiro. O ministro Lewandowski recebeu e deferiu o pedido cautelar, para que as medidas de isolamento, de quarentena, não terminassem no dia 31 e continuassem válidas enquanto durar a pandemia. Agora vai para o plenário do STF, que vai validar ou não a decisão. Acredito que a decisão será mantida”, explicou a advogada Lúcia Noronha, sócia da Crivelli Advogados. Decisão ajuda “Embora a decisão deva vir dos poderes Executivo e Legislativo. Essa decisão, como liminar precária, veio do STF. Para o nosso acordo, isso nos ajuda, mas infelizmente o Judiciário não pode ficar legislando ou exercendo papel que não é de sua competência. Isso cria um imbróglio jurídico e principalmente uma falta de procedimento administrativo. Se aprova uma liminar de caráter provisório, sem resolver em definitivo. Simplesmente não coloca quais são os pormenores necessários nessa decisão. Infelizmente ainda vai para o pleno do STF”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. Outra questão que precisa ser decidida é sobre a compensação das horas negativas. “O banco de horas negativo não é prorrogado porque no acordo tem vigência até 31 de dezembro. Com isso, as horas negativas novas não terão mais 18 meses para se compensar, mas sim seis meses, como prevê o acordo anterior. Queremos também que o banco se posicione e negocie a compensação das horas negativas. Não se pode prejudicar o funcionário que está trabalhando em todas as linhas de frente nesse momento de pandemia”, alerta o coordenador da CEBB. Mesmo com a decisão de prorrogar a vigência do acordo emergencial, ainda há o receio de que em algumas unidades do banco a garantia do não descomissionamento durante a pandemia seja desrespeitada, bem como o fim do teletrabalho e o retorno aos locais de trabalho. “Caso haja uma pressão do gestor, os sindicatos devem ser procurados para que tomem medidas necessárias para coibir essa prática de alguns iluminados, que não têm nem orientação do banco para isso”, orienta João Fukunaga. Fonte: Contraf-CUT
BB: Sindicato apoia Débora Fonseca para o Caref

Eleições acontecem entre os dias 8 e 14 de janeiro Os funcionários do Banco do Brasil participam entre os dias 8 e 14 de janeiro, da eleição do seu representante no Conselho de Administração da instituição, o Caref. A definição do calendário ficou a cargo da Comissão Eleitoral e, na eventualidade de nenhum dos candidatos obter 50% mais 1 dos votos válidos, haverá segundo turno no final de janeiro. A votação será pelo SISBB. Sessenta e cinco candidatos se inscreveram para a disputa. A principal atribuição do Caref é fiscalizar as atividades do Conselho, que é o responsável pela execução da política geral relacionada ao funcionalismo, de negócios e serviços do BB. Os bancários precisam ter um representante no órgão visando à defesa contra os ataques que eventualmente possam vir a ser aplicados pelo governo e pela direção do banco, principalmente no que se refere à privatização. Neste contexto, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense indica a votação em Débora Fonseca para o Caref. Entre as propostas da candidata, destaque para o fortalecimento do BB enquanto instituição pública de prestação de serviço à sociedade e a defesa da instituição como empresa estatal; a consolidação e ampliação do banco como banco da agricultura familiar. No que diz respeito à valorização dos trabalhadores, Débora Fonseca defende a preservação de salários, benefícios, direitos e postos de trabalho, a igualdade de oportunidades a todos associada a políticas afirmativas de equidade de gênero. Os funcionários do BB devem ficar atentos às informações divulgadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), federações e sindicatos associados. Vale ressaltar que todas as ações importantes que envolvem o banco passam pelo Conselho de Administração. Fonte: Sind. Bancários do Sul Fluminense com informações do BancáriosRio