Depois de convite atabalhoado, funcionários garantem negociação para retorno ao trabalho presencial no BB

Reunião é uma reivindicação da representação dos funcionários desde que o BB convidou trabalhadores a se voluntariarem A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reúne, na tarde desta quinta-feira (30), com a direção do Banco do Brasil para negociar o retorno ao trabalho presencial. A reunião é uma reivindicação da representação dos funcionários desde que o Banco do Brasil começou a emitir convite para os trabalhadores se voluntariarem a voltarem a trabalhar presencialmente. “Esta negociação e fundamental para criarmos um protocolo com medidas que garantam a saúde e a segurança dos trabalhadores”, afirmou o coordenador da CEBB, João Fukunaga. “Nós acreditamos que ainda não é o momento para a volta de todos os trabalhadores, principalmente os do grupo de risco, mas faremos o possível para preservar a vida dos funcionários do banco do Brasil”, completou. “O convite foi feito pelo Banco sem qualquer negociação com os representantes dos trabalhadores, de forma desorganizada, inclusive com funcionários sendo convocados e depois enviados novamente para o trabalho remoto”, lamentou Kleytton Moraes, presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília e membro da CEBB. “Precisamos estabelecer parâmetros. Não podemos colocar os trabalhadores em risco e contar com o bom senso de cada gestor, muitos que só mudam de postura após pressão dos Sindicatos”, finalizou. Fonte: Contraf-CUT
Funcionários do BB propõem cautela no retorno ao trabalho presencial

Representantes dos funcionários do Banco do Brasil da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) se reuniram nesta segunda-feira (27) com a Diretoria de Pessoas (Dipes) para discutir o comunicado unilateral divulgado pelo banco sobre o retorno voluntário ao trabalho presencial. Ficou acertada um encontro entre Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e o banco para debater a pauta apresentada. Na reunião, foi discutida a falta de informações sobre os protocolos no local de trabalho, entre outros assuntos que vem preocupando os bancários do BB. Foi debatido o retorno ao trabalho dos funcionários que não são pertencentes ao grupo de risco. Os funcionários criticaram a falta de informações sobre os protocolos de proteção à Covid-19 no local de trabalho. Durante a reunião, foi destacada a importância de o banco abrir negociação com os representantes dos trabalhadores. “Reforçamos a importância do não retorno ao trabalho presencial de bancários de grupo de risco e dos funcionários que ainda não completaram o sistema vacinal”, destacou Fernanda Lopes, secretária de Juventude e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o BB. “Os dirigentes registraram os incômodos e inconvenientes que a medida gerou entre os trabalhadores. Ao mesmo tempo, comunicaram as ausências de protocolos de segurança adequados à nova situação que foram verificados pelos dirigentes sindicais nas visitas aos locais de trabalho ao longo da semana passada e nesta segunda-feira.”, afirmou Kleytton Moraes, presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília. Fonte: Contraf-CUT
Guedes volta a atacar empresas públicas, entre elas o BB

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a atacar as empresas públicas brasileiras na manhã desta segunda-feira (27). Durante discurso em evento virtual da International Chamber of Commerce Brasil, Guedes voltou a defender a aceleração do processo de privatização de estatais, como a Petrobras e o Banco do Brasil, nos próximos 10 anos. Ele afirmou que gostaria de privatizar todas as estatais e quem dá o timing é a política.“Qual é o plano para os próximos 10 anos? Continuar com as privatizações. Petrobras, BB, todo mundo entrando na fila, e isso sendo transformado em dividendos sociais.” Na live, o ministro negou que o governo tenha ‘falhado’ com as privatizações, mas admitiu que a entrega de estatais “não andou no ritmo que gostaríamos”. Ainda assim, celebrou “240 bilhões de reais em dois anos e meio” provenientes da venda de pequenas empresas ou de subsidiárias. “Não foram grandes empresas, as grandes vêm agora: Correios, Eletrobras”, acrescentou. Os diretores do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense contrapõe as projeções do ministro da Economia por entenderem, em específico, que o Banco do Brasil é um dos fomentadores da economia brasileira, através das linhas de crédito rural, que impulsionam a agricultura familiar. Além disso, a instituição incrementa investimentos para a infraestrutura, o desenvolvimento industrial e do setor de serviços, comércio”, analisaram. O BB tem uma grande competitividade, é um dos maiores do país, que dá lucro atrás de lucro todos os anos. Além disso, a história do desenvolvimento de nosso país se confunde com a do Banco do Brasil, a primeira instituição financeira brasileira. Fonte: Sind. Bancários do Sul Fluminense, com informações da Contraf-CUT
Banco do Brasil como instrumento para o Brasil voltar a crescer

Como forma de divulgar as resoluções finais do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) disponibilizou na área restrita de seu site uma edição especial do boletim O Espelho. O conteúdo, escrito de maneira simples e didática, apresenta para as funcionárias e funcionários do BB as razões pelas quais são necessárias a defesa dos bancos públicos e do papel dessas instituições para o desenvolvimento do Brasil e redução das desigualdades regionais. O material foi disponibilizado para todos os sindicatos e federações que fazem parte do Comando Nacional dos Bancários. Fonte: Contraf-CUT
“Mais Acesso” é cortina de fumaça para desviar denúncias de má gestão na Cassi

A atual diretoria da Cassi lançou recentemente um novo programa, chamado “Mais Acesso”, com a promessa de ampliar a rede de credenciados. No entanto, com a proposta, o grupo que hoje administra a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil tenta desviar a atenção das denúncias graves de esvaziamento e enfraquecimento da entidade e de participantes que tiveram que entrar na Justiça para prosseguirem com tratamentos médicos. Um dos casos recentes, e mais chocantes, foi de uma mulher de 37 anos que, por uma doença rara, perdeu o estômago e parte do intestino e teve o tratamento negado pela Cassi. Somente após recorrer à Justiça a entidade concedeu o tratamento para a moça, que quase perdeu a vida. Outra denúncia grave foi o caso de um homem com câncer em estado de metástase, onde havia a possibilidade de uma laparoscopia, mas a Cassi optou por fazê-lo sofrer uma cirurgia a céu aberto, por conta da pandemia, e que gerou maior tempo de internação para o paciente. “Os atuais diretores e conselheiros da Cassi apontam uma preocupação exagerada com a contenção de gastos, sob o argumento de gestão dos recursos, como se a entidade dos trabalhadores do BB fosse semelhante aos planos de saúde do mercado”, observou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “Só que essa visão viola o princípio de solidariedade e isonomia que pautam a todos os colegas de banco e que fez da Cassi o maior plano de autogestão do país”, completou. O que o anúncio sobre o programa “Mais Acesso” não mostra é que, desde 2016, a Cassi descredenciou cerca de 5.400 prestadores de serviço. E, nos últimos anos, cerca de 1.800 medicamentos de uso continuado foram cortados da lista de medicamentos abonáveis (limaca) para os participantes. Um exemplo do esvaziamento das capacidades de atendimento da Cassi ocorreu em Bragança Paulista, interior de São Paulo, onde um importante aparelho do município que se tornou polo de agrupamento das cidades menores do entorno, o Hospital Husf, foi descredenciado, restando para os associados recorrerem à Santa Casa, que já trabalha com sobrecarga nos atendimentos. Outra denúncia, levantada pelas entidades sindicais, é o perigo do Cassi Essencial para a existência de toda a Cassi. Lançado em junho, o plano de mercado não foi criado apenas para atender os parentes por afinidade e consanguinidade dos funcionários, ex-funcionários e aposentados do BB. Pessoas que tiveram ou ainda possuem vínculos de trabalho com o Banco do Brasil poderão trocar o Plano Associados pelo Essencial. “Quanto mais funcionários do BB o novo plano atrair, mais fraco ficará o sistema de solidariedade que sustenta a Caixa de Assistência dos Funcionários do BB, isso porque o Cassi Essencial viola o princípio de solidariedade e isonomia, onde os mais jovens ajudam a custear os mais velhos e o Banco do Brasil ajuda a arcar com as despesas”, explicou Fukunaga. O trabalhador que aderir ao Cassi Essencial não contará com o patrocínio do banco via contribuições patronais. Além disso, terá que pagar uma franquia de R$ 250 reais toda vez que usar o plano dentro da sua região contratual e de R$ 350 quando precisar dos serviços de saúde fora da sua região contratual, fazendo com que o Cassi Essencial alcance custos semelhantes ou até superiores aos dois planos Família. Fonte: Contraf-CUT
Fundação Banco do Brasil é sinônimo de transparência para o terceiro setor no Brasil

A Fundação Banco do Brasil tem sido apontada constantemente como referência no que diz respeito à governança e à transparência no terceiro setor no Brasil, sendo reconhecida, por exemplo, pelo selo ‘ONG Transparente’, emitido pelo Instituto Doar, e pelo Prêmio Aberje regional Minas Gerais e Centro-Oeste na categoria Ética, Integridade e Compliance, no ano de 2019.O motivo disso, explica Humberto de Almeida Maciel, diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, é a forte estrutura de governança reforçada com a atuação e cumprimento pelos funcionários da promoção das boas práticas de governança, que asseguram efetividade na gestão do investimento socioambiental pela Fundação, na medida em que contempla as etapas de planejamento, modelagem, prospecção, seleções públicas, análise, formalização, acompanhamento da implementação, monitoramento da execução, liberação de recursos financeiros, avaliação da efetividade e encerramento dos projetos, assegurando as exigências legais de prevenção e combate a desvios na aplicação dos recursos nos projetos.O Programa de Integridade da Fundação BB foi instituído de forma a sistematizar, em único documento, todos os mecanismos para promover boas práticas de governança, assim como evitar riscos, fraudes e corrupção na própria atuação e nos projetos realizados com parceiros. Fonte: Contraf-CUT
Banco do Brasil divulga valores de PLR que serão pagos nesta terça (31)

O Banco do Brasil divulgou no início da noite desta segunda-feira (30) a tabela com valores da Participação nos Lucros e/ou Resultados referente ao primeiro semestre de 2021. Os valores totais por cargo são de R$ 7.672,68 para escriturários e R$ 8.307,49 para caixa executivo. Pelas regras definidas no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos funcionários do Banco do Brasil, o pagamento da PLR só ocorre 10 dias após o pagamento aos acionistas, ou juros sobre capital próprio, aos acionistas – incluindo o governo, que detém 50% das ações do BB; investidores estrangeiros com 21,5%; investidores nacionais com 28,1%; e ações em tesouraria, com 0,4%. Mas, atendendo solicitação da Contraf-CUT, o pagamento será realizado nesta terça-feira (31), no mesmo dia em que será efetuado o pagamento da complementação dos Juros sobre Capital Próprio (JCP) aos acionistas. “O pagamento antecipado da PLR é uma grande ajuda para os funcionários, que pode fazer uso do recurso que lhe pertence de forma antecipada. Mas, é também o reconhecimento do trabalho que eles desempenham para que o banco obtenha os bons resultados que vem obtendo, mesmo em meio a uma pandemia que está deixando toda a economia em frangalhos”, ressaltou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. Regras da PLR do BB A PLR do banco é composta pelo módulo Fenaban e pelo módulo BB. Pelo módulo Fenaban, o funcionário recebe 45% do salário paradigma definido no acordo, acrescido de parcela fixa a ser definida pelo banco, para cada semestre. O módulo BB constitui-se de uma parcela composta pela divisão entre os funcionários de 4% do lucro líquido verificado no semestre, mais uma parcela que varia conforme cumprimento do Acordo de Trabalho (ATB) ou Conexão. Em linhas gerais, não é possível simular previamente a PLR do Banco do Brasil 2021 porque este cálculo depende de diversas variáveis que somente o banco tem as informações, como separar e distribuir o montante para os acionistas; calcular o salário paradigma e a quantidade de salários e o módulo bônus para enfim, fazer o pagamento da PLR. Veja abaixo a tabela dos valores que serão pagos aos escriturários e aos caixas.
PLR do Banco do Brasil 2021 será creditada em 31 de agosto

A pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), das federações e dos sindicatos, o Conselho de Administração do BB aprovou o pagamento da PLR Banco do Brasil 2021 aos funcionários na terça-feira 31 de agosto, mesma data em que serão distribuídos os dividendos aos acionistas. “Os funcionários deram duro para chegar ao lucro atingido. Nada mais justo eles terem direito a receber esse valor o mais rapidamente possível. Acionista não faz parte da geração do lucro, mas é a parte que explora, através do capital, os trabalhadores para aumentar cada vez mais o lucro para seus dividendos, que inclusive são livres de tributação, ao contrário da PLR”, afirmou João Fukunaga, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB). O pagamento da PLR Banco do Brasil 2021, conquistada após a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho na Campanha Nacional de 2020, só ocorre após a distribuição de dividendos, ou juros sobre capital próprio, aos acionistas – incluindo o governo, que detém 50% das ações do BB; investidores estrangeiros com 21,5%; investidores nacionais com 28,1%; e ações em tesouraria, com 0,4%. Em linhas gerais, não é possível simular previamente a PLR do Banco do Brasil 2021 porque este cálculo depende de etapas: separar o montante para os acionistas; fazer a distribuição para os acionistas, calcular o salário paradigma e a quantidade de salários e o módulo bônus para enfim, fazer o pagamento da PLR. O Acordo Coletivo de Trabalho do BB sobre PLR prevê o pagamento 10 dias úteis após a distribuição de dividendos, e todo semestre a Contraf-CUT reivindica sempre a antecipação, tendo conseguido em anos anteriores. 2019: os acionistas receberam em 30 de agosto, e a PLR foi paga no mesmo dia Março de 2020 os acionistas receberam em 5 de março, e a PLR paga no mesmo dia Setembro de 2020 os acionistas receberam em 31 de agosto e foi um ano de renovação do ACT, então a PLR foi paga após a assinatura do acordo, em 20 de setembro. Em março de 2021 os acionistas receberam em 3 de março e a PLR paga no dia 12 de março “A rotina do funcionário do BB é cumprir metas cada vez maiores em meio a um cenário de pandemia, enfrentar sobrecarga por conta da redução do número de funcionários, menores oportunidades de crescimento profissional, e ameaças de perda de função, ou descomissionamento”, afirma Fukunaga.“Esse cotidiano massacrante muitas vezes impede o funcionário de se atentar para outras questões que afetam o banco e, consequentemente, os funcionários, incluindo a redução do share no agronegócio, a concorrência das Fintechs, a ameaça do Open Banking e as ameaças constantes de privatização, a qual parte dos funcionários não acredita, mas que já foi defendida muitas vezes, inclusive pelo atual ministro da Economia, Paulo Guedes, na reunião ministerial divulgada em maio do ano passado, na qual o presidente disse cogitar a questão após 2022.” Fonte: Contraf-CUT
Novo relacionamento com as funcionárias e funcionários para um Banco do Brasil melhor

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) encerra nesta quinta-feira (26) uma série de matérias para esmiuçar as resoluções aprovadas pelas delegadas e pelos delegados do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto. O último tema não poderia ser mais importante: relacionamento com as funcionárias e funcionários. De acordo com o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, para que o Banco do Brasil possa cumprir de fato o seu papel de banco público e exercer as atividades específicas e de interesse público apontadas na série de matérias publicadas pela Contraf-CUT, não se pode exigir dele a mesma produtividade e a mesma expectativa de retorno dos bancos privados. “Para sobreviver como instituição pública, o BB precisa reorientar suas atividades para atender à maioria da população com a prestação de serviços eficientes e de qualidade, e não pode continuar seguindo o mesmo modelo de atuação dos bancos privados, pois parte de suas atividades estará voltada para o exercício de sua função social.” Para Fukunaga, é preciso envolver o acionista controlador, a direção da empresa e todo o seu corpo de funcionários na construção dos mecanismos de atendimento à maioria da população e aos segmentos prioritários da atividade econômica. “Colocar o debate sobre a qualidade dos serviços e a contribuição ao desenvolvimento lado a lado com a dimensão da sustentabilidade financeira. A direção do banco não pode atuar de maneira impositiva, mas envolver o conjunto das funcionárias e funcionários no planejamento, capacitação e execução dos mais variados programas de interesse público, adotando programa de treinamento e avaliação com estes objetivos.” O coordenador da CEBB vai além. Para ele, “as atividades de cada dependência e do conjunto das funcionárias e funcionários deverão ser revistas de acordo com o novo plano de atuação estratégica, negociando com os funcionários nova forma de estabelecimento de metas e objetivos.” Os delegados e delegadas do CNFBB acreditam que o Banco do Brasil não pode estar orientado exclusivamente para a venda de produtos e serviços que vem causando tanto assédio e adoecimento. “As questões relativas à saúde dos funcionários devem estar no centro da pauta, reabrindo concursos públicos para dotar as dependências do quadro de funcionários adequado, para evitar excesso de trabalho e adoecimento das trabalhadoras e trabalhadores”, explicou Fukunaga. João Fukunaga ressalta que, para que o BB cumpra de fato seu papel social, é preciso reavaliar a rede de agências e levar crédito e serviços bancários a municípios e regiões sem atendimento, para dinamizar e fomentar a economia local. “Enfrentando essas questões, o BB deve encontrar caminhos para requalificar e valorizar seu pessoal, para rentabilizar a sua estrutura e capilaridade, reduzir custos e aumentar o valor agregado dos serviços prestados, utilizar a inovação digital a serviço das suas missões, potencializar a base de dados e conhecimento dos clientes, enfim, para fortalecer-se lado a lado com o fortalecimento do país e da população que atende.” Fukunaga alerta também para o tipo de relação que o banco deve ter com o funcionário para que este objetivo seja cumprido. “Para engajar funcionárias e funcionários em um projeto de empresa que atenda aos interesses da população, é imprescindível estabelecer uma relação de respeito com o corpo funcional e suas entidades representativas, estabelecendo processos negociais transparentes para solucionar eventuais conflitos de natureza salarial, condições de trabalho, participação nos resultados, saúde e previdência.” Fonte: Contraf-CUT
Banco do Brasil sempre financiando e apoiando os entes públicos

Resoluções aprovadas pelos delegados 32º Congresso Nacional funcionários do Banco do Brasil enaltece um dos papéis do banco As delegadas e os delegados do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto, aprovaram o plano de atuação em defesa do banco e de seus direitos. Entre os pontos está o incentivo à atuação do banco como agente de financiamento e apoio a entes públicos. “Dotado de um corpo funcional altamente qualificado, o Banco Brasil tem um enorme potencial para estabelecer parcerias com o setor público em todo o país, oferecendo serviços financeiros, orientação de gestão e contratação para governos estaduais e municipais e empresas públicas”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “O BB também pode montar operações de crédito para obras e serviços públicos em áreas como saneamento, mobilidade urbana, habitação, saúde e parcerias público-privadas”, completou. Fonte: Contraf-CUT