Nesta quinta-feira (1) tem tuitaço em defesa do BB

Será nesta quinta-feira (1) o tuitaço contra as medidas de reestruturações no Banco do Brasil. A atividade faz parte de um calendário de mobilização dos funcionários do banco. O objetivo é mostrar a rejeição ao desmonte da instituição e também para informar à sociedade sobre os riscos que o desmonte traz para o Banco do Brasil, uma instituição pública a serviço do desenvolvimento nacional. O tuitaço vai começar às 11h. A proposta é que, além dos funcionários do BB e de toda a categoria, outros setores sociais defendam o banco público ameaçado. A proposta é que todos se manifestem nas redes sociais com a #BBoBancoDeTodos. Fonte: Contraf-CUT
O impacto do home office sobre a vida das bancárias foi tema de live promovida pelo Sindicato
Evento foi mais uma atividade realizada em alusão ao Dia Internacional da Mulher Dando sequência às atividades de comemoração ao 08 de Março, Dia Internacional das Mulheres, a diretoria do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense promoveu na noite desta quarta-feira (10), reunião online com as psicólogas clínicas e militantes feministas Luanna Simas Velloso e Adriana Moraes Schoenacher. No evento, foi realizada uma breve análise da situação do trabalho das bancárias desenvolvido em sistema home office em função da pandemia do coronavírus e seus prováveis efeitos às condições de trabalho e de saúde das trabalhadoras. Um dos primeiros pontos observados e destacados foi a necessidade de olhar a situação sobre uma perspectiva diferente. De que deve haver realmente esse “estranhamento” das novas condições do trabalho e não aceitas como frutos de uma nova normalidade. – O ambiente doméstico foi transformado em local de trabalho, alterando sobremaneira as relações familiares e a utilização desse espaço. Tendo as condições objetivas para isso ou não. Estamos diante de um cenário que tentamos controlar ou gerenciar o inadministrável. Não é normal e tampouco natural esse cotidiano e como tal, é assim que deve ser visto. Se olharmos a situação sobre esta ótica, a tendência é diminuir esta realidade como novas causas de aumento do estresse e tensionamentos, ocasionando mais adoecimentos e o aumento das violências domésticas – observaram. Durante a atividade uma série de situações e exemplos foi lembrada, como por exemplo, a dificuldade para as mulheres num momento de ameaça à vida e de luto, conciliar a agenda e rotina profissional com a educação dos filhos, que estão com aulas online, os afazeres domésticos, cuidados com alimentação e higiene permanentes com a família e o marido. “Tudo ao mesmo tempo, no mesmo espaço físico e geralmente inadequado, adaptado de improviso. E se nesses espaços houver crianças pequenas, cachorros, papagaios, aí que a coisa complica mesmo, afinal esse é um lar”, ressaltou Luanna Simas. Também foi salientado o caso noticiado recentemente pela mídia, envolvendo uma trabalhadora que foi demitida por seu empregador porque durante uma live seu bebê chorou. Uma completa desumanidade. Apesar daquele certo romantismo que já houve em torno da questão do tele-trabalho, porque evitariam longos deslocamentos e perda de tempo no trânsito, pouco a pouco as fichas estão caindo. “Tanto que o relato que temos recebido no Sindicato é que a sensação dos trabalhadores é que agora também dormem no trabalho por conta das interferências das rotinas de trabalho com a vida pessoal. O lar que era o local de descanso e refúgio, interações familiares, deixou de cumprir este papel. E não é à toa também que temos assistidos a uma explosão de casos de Síndrome de Burnout , doença caracterizada por graves sintomas de exaustão, física e emocional, Borderline, instabilidade e hipersensibilidade nos relacionamentos interpessoais, instabilidades na autoimagem, flutuações de humor e impulsividade, quadros de depressão, e diversas outras síndromes psicológicas”, disse o diretor Sindical Miguel, da Secretaria de Promoção Social. Uma das bancárias que participou da transmissão simultânea disse da importância da atividade, justamente para ficar claro que o normal não é aceitar essa situação e os adoecimentos não podem ser naturalizados, como se fossem questões ligadas às características pessoais ou ao fato de serem mulheres. E sim a toda sobrecarga e novas situações de estresse. “Foi muito importante perceber que o tema está sendo tratado e o Sindicato se abre como um espaço para o acolhimento das bancárias nessas situações” Ainda foi ponderado que se na agência bancária, ambiente que em tese estava estruturada para desempenho das funções, uma série de situações incontroláveis já ocorria, com a pandemia surgiram as dificuldades oriundas do trabalho de casa, muitas vezes sem acesso a todos os sistemas e dependendo da interação de outras áreas do banco, sem sucesso, gerando retrabalho ou inconsistências. E tudo sob controle da empresa, lives cobrando a produção por diversas vezes. Isso requer um outro tipo de atuação sindical. Muito mais difícil porque ocorre dentro das residências. O trabalho bancário já era basicamente baseado no atingimento de metas individuais, que acirrava a disputa e a concorrência entre os colegas de trabalho, e reforçava a figura do assédio moral. Isso já provocava certo isolamento e individualização nos ambientes das empresas. Agora, nessas condições, ou melhor, falta de condições adequadas de trabalho o sofrimento e adoecimentos psíquicos tendem a prosperar, constatam os dirigentes sindicais. Finalizando a live, as orientações das psicólogas, tanto para as bancárias, como ao Sindicato, foi para buscar a coletivização do fenômeno, fugindo do olhar “individual” da questão, seguindo em tese o ditado popular: ‘se ficar o bicho pega, se correr o bicho come. Mas se enfrentar coletivamente, o bicho foge’. Nesse sentido, além do atendimento clínico dos casos, as psicólogas Adriana e Luanna buscam organizar rodas de conversas, simpósios e congressos com as interessadas para tratar dessas questões. O diretor presidente do Sindicato, Júlio Cunha, disse que as bancárias não podem se sentir sozinhas, isoladas e devem buscar por ajuda. “Isso sim, deve ser o novo normal”, concluiu. ATENDIMENTOS As psicólogas Adriana e Luanna frente à realidade da pandemia organizam rodas de conversas, simpósios e congressos com as interessadas para tratar das questões que permeiam a realidade do País. Elas criaram uma proposta de atendimento denominada de Polinize-se (www.polinizese.com.br). Polinizar é fecundar a vida. Polinize-se foi pensado como um convite a fertilizar e germinar um viver fluido. Ambas as psicólogas atualmente oferecem atendimento clínico presencial e online, em consultório particular no Rio de Janeiro, se dedicam a construir e ocupar espaços coletivos de reflexões sobre a vida, seu sentido e propósito, explorando os afetos enquanto molduras da experiência. Também participam de Coletivos de representatividade e desenvolvem um trabalho em redes. Entendem que cuidar da saúde mental é condição para estar em harmonia consigo mesmo e estar no mundo de forma fluida, autêntica, respeitosa e presente. Cada um (a) a seu tempo, cada um (a) a seu modo. Essa forma de trabalho é uma filosofia de atenção à saúde psicológica que nos parece muito adequada. À
Deise Recoaro fala sobre atuação dos Sindicatos e Feminismo durante live em alusão ao 8 de março
Evento foi promovido pelo Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense O movimento sindical precisa ampliar as pautas femininas e se abrir para o feminismo. Esta foi uma das conclusões do debate promovido pelo Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense neste dia 09, em live especialmente convocada para discutir o assunto, em alusão ao Dia Internacional da Mulher. A palestra ministrada pela dirigente sindical bancária, feminista, militante do movimento de mulheres brasileiras, pesquisadora e doutoranda na Universidade de Coimbra, Deise Recoaro, foi pautada no tema – Sindicatos e Feminismo. Durante o evento, Deise ponderou que se o papel do movimento sindical é fazer a disputa pela renda do trabalho e buscar melhores condições de vida e de trabalho para a classe trabalhadora, também deve ter o compromisso de lutar claramente para combater os pré-conceitos, discriminações e principalmente tratamentos diferenciados entre os gêneros masculino e feminino. “Precisamos buscar a equidade, principalmente no que se refere aos acessos a cargos e salários de modo igualitário”, disse A afirmação da sindicalista é corroborada pelos resultados das pesquisas oficiais, constatados pelo Mapa da Diversidade, realizado com a categoria bancária. Os dados apontam que apesar da maior escolaridade, as mulheres ganham entre 25% a 30% menos que os homens, e quando há demissões são as mais atingidas. Se as questões de gênero forem somadas às de raça, as mulheres negras ficam em situação pior ainda, diante de uma diferença salarial da ordem de 40%. A pesquisa evidencia que as mulheres que ocupam cargos mais elevados, de chefias, direção e CEO´s ainda representam uma minoria, tanto na categoria bancária, como na sociedade. Ou seja, apesar de todos reconhecerem que existe a divisão sexual do trabalho, a sociedade e o próprio movimento sindical ainda não conseguem romper com as desigualdades. No setor privado e público, as desigualdades são utilizadas para aumentar a exploração, principalmente de mulheres. “Então combater essas desigualdades é essencialmente classista. Essas mazelas sociais acontecem em razão de todo um processo de construção histórico, cultural, social, econômico e até religioso, que fundamentam a chamada sociedade patriarcal, que sempre assegurou uma situação mais privilegiada aos homens. Mas é no capitalismo, que essas diferenças são intensificadas no sentido de aumentar a exploração. Por isso que a pauta do feminismo e das questões femininas precisam ser sempre encampadas pelo movimento sindical, que necessita inclusive, de se renovar e contemporanizar se abrindo e se espelhando na organização dos mais diversos movimentos sociais que buscam melhores condições de vida para todos “, disse Deise Recoaro. A pesquisadora apontou ainda que em uma de suas pesquisas, citando estudos à partir da Europa e outros países da América Latina, sugeriu mudanças na concepção e organização sindical, rompendo critérios restritivos de categoria profissional para uma organização mais horizontalizada, como nos movimentos sociais organizados, abarcando movimento de mulheres, uberizados, informais, desempregados, entre outros, nas suas bases de representação. A transformação seria baseada nas crises porque passam os sindicatos em nível mundial, em razão dos diversos ataques, desemprego em alta, retirada de direitos, flexibilizações e precarização dos contratos de trabalho, crises econômicas e implosão do mercado formal de trabalho. Ainda no decorrer da transmissão ao vivo, a diretoria do Sindicato do Sul Fluminense presenteou as participantes com o livro “Calibã e a bruxa”, best seller mundial de Silvia Federici, que apresenta com uma narrativa muito leve e agradável, a questão do feminismo, onde conta a tentativa de apropriação dos corpos e almas das mulheres, impedindo que de fato elas sejam de livres. Para Júlio Cunha, atual presidente do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, a ideia em realizar o painel foi de aprofundar as reflexões acreca do tema e ajudar no desenvolvimento de políticas específicas para ampliar a participação feminina na ação sindical. “Mais do que isso, criar espaços e canais permanentes para que as bancárias possam melhor se expressa e o movimento sindical possa melhor ouvir as demandas, necessidades, especificidades femininas para que haja uma atuação em sintonia, sempre”. O diretor sindical de Promoção Social, Miguel Pereira, disse que a realização do debate, com a presença de mulheres como Deise Recoaro, representou as milhares de mulheres engajadas nos diversos movimentos sociais e sindicais mundo afora. “Isto demonstra que estamos antenados com a necessidade de tratar dessas pautas”, comentou. Encerrando a live, Deise reafirmou a necessidade e importância de valorizar e respeitar todo tipo de diversidade, considerando que a riqueza da vida social está justamente neste exercício que deve ser realizado diariamente, a cada segundo. Agregado a este valor, também está o combate à exploração. “Enquanto houver exploração, seja de homens ou de mulheres, a importância dos Sindicatos se fará presente e imprescindível. Precisamos ampliar nossos olhares e principalmente mudar atitudes”. Entre os encaminhamentos determinados durante a live, destaque para a realização de uma campanha de sindicalização específica para as mulheres, para que elas vejam e tenham no Sindicato um espaço de organização e acolhimento, com um olhar mais feminino. A campanha será desnvolvida tão logo seja possível, em função da pandemia da Covid-19. ARTIGO NO LE MONDE BRASIL Deise Recoaro acaba de publicar artigo no Jornal Le Monde Brasil, abordando exatamente a temática tratada na live. Por um feminismo sindical ou um sindicalismo feminista? Deise Recoaro Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil Data original da publicação: 22/02/2021 Em O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras, bell hooks (com as iniciais em minúsculo por exigência da própria autora) afirma que o feminismo não deve ser um movimento exclusivo das mulheres, mas pode ser dos homens também. De forma muito didática a autora procura aproximar o feminismo das camadas populares a fim de construir um movimento de massa. Ela tenta desfazer medos e mitos que se formaram em torno do feminismo, por causa da sua proposta radical de transformação, tanto individual como coletiva, no combate ao sexismo (de homens e de mulheres). Um dos mitos é que para ser feminista precisa ser acadêmica, e um dos medos é que ser feminista é ser inimiga de homens. A meu ver, o feminismo assusta porque nos tira da zona
Sindicato realiza lives em homenagem às mulheres
O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense realiza nesta segunda-feira (08), uma live em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O evento será transmitido às 18:30, através do link https://meet.google.com/vzx-rtnx-awx e abordará temas relacionados ao registro, importância e comemoração da data. Na terça-feira (09), às 18h30min, haverá a apresentação e o debate “A luta das mulheres na sociedade, na vida e no trabalho, por respeito e igualdade – O papel dos Sindicatos”, com Deise Recoaro, ex-secretária da Mulher Trabalhadora da Contraf-Cut e Doutoranda pela Universidade de Coimbra. Durante o evento serão sorteados 10 exemplares do livro Calibã e a Bruxa, de Silvia Federici. Fechando o clico de transmissão simultânea na quarta-feira (10), às 19:00 serão abordados o temas: O trabalho e a vida das mulheres durante a pandemia e Os desafios do Tele trabalho e seus impactos psicológicos. A transmissão ao vivo terá a participação das psicólogas clínicas Luanna Simas Velloso e Adriana Moraes Schoenacher. O link de acesso para os eventos dos dias 9 e 10 é https://us02web.zoom.us/j/81439147856 Fonte: Sind. Bancários do Sul Fluminense
Feliz Dia da Mulher
Dia 10, quarta-feira, tem assembleia do BB
Ferramenta contribuirá com defesa do Banco do Brasil

“Na Pressão” dará a possibilidade para que, com poucos cliques, se faça envio de mensagens para os parlamentares, pressionando-os a se posicionarem em defesa do BB “As bancárias e os bancários precisam se habituar a acompanhem as pautas e debates no Congresso Nacional. Há muitos interesses exclusivos em jogo e precisamos saber quem realmente está do nosso lado dentro no parlamento”, afirmou o secretário de Relações do Trabalho da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Jeferson Meira, o Jefão. “O desmonte do BB, da Caixa (Econômica Federal) e de outras empresas públicas, só interessa ao parlamentar que não tem compromisso e não entende a importância dessas empresas para o Brasil e os brasileiros”, observou o dirigente da Contraf-CUT. Fonte: Contraf-CUT
O Banco do Brasil é fundamental para o país
Sindicato realiza nova edição do CPA-20

Inscrições estão abertas e aulas começam no próximo dia 15, de segunda a quinta-feira, entre 19 às 21 horas Em tempos de recessão econômica, a atualização profissional tem sido fundamental para manter os postos de trabalho de vários segmentos e conquistar promoções. Pensando nisto, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense promove uma nova edição do CPA-20 Anbima. A inscrição já está aberta e pode ser feita através do link: https://forms.gle/3jxZ1w5cWgtRVnY3A Devido à pandemia da Covid-19, as aulas serão online e ao vivo pela plataforma Google Meet. O curso incluiu 15 aulas com a professora Louise Antunes, mestre em Economia Aplicada pela USP e bacharel em Ciências Econômicas pela UFV/MG, além de apostila e material de apoio com 1.500 questões para fixação do conteúdo. As aulas começam no próximo dia 15, de segunda à quinta-feira, de 19 às 21 horas. O investimento para o curso de CPA-20 é de R$545,00 (Pix); R$550 (Boleto/DOC/TED) ou R$550 (PagSeguro em até 12x). Bancário sindicalizado tem R$ 200,00 de incentivo. Há ainda outras formas de incentivo. Quem indicar 10 amigos ganha 100% de desconto; 5 amigos, 50% de desconto. Funcionários de Cooperativas de Crédito podem garantir o desconto de acordo com o número de participantes. Fonte: Sind. Bancários Sul Fluminense
Comando dos Bancários indica aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial do BB

Renovação do ACT será submetida à aprovação dos bancários do Banco do Brasil em assembleia a ser realizada no próximo dia 10 A renovação do Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial do Banco do Brasil, por conta da pandemia da Covid-19, foi o tema tratado durante reunião desta terça-feira, dia 02, entre integrantes do Comando Nacional dos Bancários e a direção da instituição financeira. O acordo em vigência venceria no último dia de 2020, mas foi estendido por conta da uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou o Estado de Pandemia. Os funcionários do banco cobraram e o Comando negociou com o banco a continuidade do acordo e indica a aprovação nas assembléias que serão realizadas virtualmente em todo o país. O ACT prevê o não descomissionamento por desempenho enquanto durar a pandemia e a anistia de 10% do saldo total de horas negativas a compensar e prazo de compensação de horas negativas de 18 meses. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, explicou que o acordo continua em validade até o fim da pandemia. “Apenas a cláusula com relação ao banco de horas precisava ser renovada. Conseguimos a prorrogação, que, se aprovada nas assembleias, também terá validade até o final da crise sanitária da Covid-19”. De acordo com o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, as assembleias serão realizadas na quarta-feira, dia 10, das 8h às 20h. Ele citou a importância da renovação do acordo. “Infelizmente, o governo não consegue tomar medidas que possibilitem conter o avanço da doença e muitos funcionários podem ser prejudicados se o acordo não for aprovado nas assembleias. Outra questão de grande relevância está relacionada à proibição do descomissionamento por desempenho, o que evita o acirramento na cobrança pelo cumprimento de metas e garante que não haverá perda de renda”. O Banco do Brasil informou que existem 3.500 funcionários com horas a compensar neste acordo. Deste quantitativo, 2.600 têm mais de 200 horas a compensar. Fonte: Contraf-CUT, com edição do Sind. Bancários Sul Fluminense