Santander vai pagar PLR dia 30 de setembro

O banco Santander confirmou que pagará a primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) 2024 em 30 de setembro, último dia previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários. A CCT 2024/2026 regulamenta a PLR dos bancários, definindo as regras de pagamento, cálculo, datas e critérios. O lucro anual do banco determina o valor, que é pago em duas parcelas, sendo a primeira até 30 de setembro e a segunda até 1º de março do ano seguinte. A fórmula da primeira parcela/antecipação da PLR dos bancários corresponde a “54% do salário + valor fixo de R$ 2.005,82” (Regra Básica), além da Parcela Adicional, que distribui 2,2% do Lucro Líquido de forma linear, com um teto de R$ 3.471,13. Esses valores já incluem o reajuste de 4,64% conquistado na Campanha Nacional 2024. Apesar de ter alcançado o Lucro Líquido Contábil de R$ 6,18 bilhões, no primeiro semestre deste ano, o Santander encerrou o semestre com 55.091 funcionários, uma redução de 80 postos de trabalho em relação ao ano anterior. Também foram fechadas 380 agências e postos de atendimento no mesmo período, enquanto a base de clientes cresceu em 3,9 milhões, totalizando 67,2 milhões de clientes. *Fonte: Contraf-CUT
Santander mantém posição e frustra trabalhadores

Sem avanços significativos. Foi assim que terminou a reunião desta quarta-feira (11) entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander e representantes da direção do banco, para dar continuidade às negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico para seus empregados. O banco manteve sua política de diferenciação entre os funcionários do Brasil e da Espanha. Ao contrário dos brasileiros, os trabalhadores espanhóis gozam de benefícios como isenção de tarifas e taxas de juros diferenciadas para linhas de crédito. Logo no início da reunião, a COE cobrou uma resposta global do banco. Mas a proposta do Santander ficou aquém das expectativas dos trabalhadores. O banco propôs compensar o Programa de Participação nos Resultados do Santander (PPRS) com a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Na opinião da COE, essa medida acarretaria perda de direitos para os trabalhadores. O Santander concedeu a isenção da coparticipação do plano de saúde para os funcionários PCD, com doenças crônicas, degenerativas e AIDS. Entretanto, se recusou a estender o benefício para filhos dos trabalhadores com os mesmos problemas, com destaque para os neurodivergentes. Outra questão que mereceu destaque na reunião foi a reivindicação dos trabalhadores por uma solução para os problemas com s planos de saúde no Brasil, pelo fim das terceirizações e para que os sindicatos representem todos os trabalhadores do grupo. *Fonte: Contraf-CUT
Protesto marca início de reunião com o Santander, nesta sexta (23)

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander e a direção do banco se reuniram, nesta sexta-feira (23), para a quinta rodada de negociações para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico. Logo no início do encontro, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em São Paulo, houve um protesto contra o banco pelo uso da Polícia Militar para reprimir trabalhadores e trabalhadoras. Os trabalhadores estão reivindicando o fim da implementação de projetos de terceirização. Por isso, a COE quer que o banco acabe com essa prática e disponibilize uma relação com nomes, matrículas, datas de admissão, condição sindical, base sindical e local de trabalho de todos os empregados. Segundo a coordenadora da COE, Wanessa Queiroz, muitos trabalhadores do banco estão completamente desamparados, excluídos da categoria bancária, com rendimentos e direitos cortados pela metade, sem saber a quem recorrer. Outra reivindicação apresentada pela COE é de que, durante a vigência do ACT, quaisquer modificações substanciais nas condições coletivas de trabalho ou reestruturações de mão de obra de caráter coletivo sejam precedidas de negociações com os representantes sindicais. A Comissão apresentou ainda reivindicações econômicas. Entre elas, o Programa de Participação nos Resultados para 2024, cujo valor para 2024 seja de R$ 8.212,63, considerando o lucro do banco. Além disso, os trabalhadores querem bolsa de férias e isonomia de tratamento com os trabalhadores da matriz. Também está sendo reivindicada a concessão de empréstimos especiais sem juros para empregados que necessitem cobrir situações urgentes e justificadas, com valores equivalentes a até nove salários mensais. Os representantes do banco se comprometeram a apresentar um retorno global das reivindicações no início de setembro, em data a ser confirmada. *Fonte: Contraf-CUT
COE e Santander realizam quarta rodada de negociação

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander teve sua quarta reunião de negociação, referente ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), com a direção do banco, na manhã desta sexta-feira (9). O debate teve como foco principal os temas relacionados à saúde e às condições de trabalho. Uma das principais propostas apresentadas pela COE foi que empregados com deficiência, como previsto em lei, tenham prioridade na transição para o teletrabalho ou trabalho remoto. A mesma prioridade ao teletrabalho é solicitada para empregados com filhos com deficiência e/ou neurodivergentes, independentemente da idade, incluindo dependentes sob guarda provisória e enteados. Para os empregados que desempenham atividades externas foi solicitado o fornecimento de telefone celular corporativo, com uma linha de dados suficiente para permitir a conexão compartilhada (Wi-Fi) com equipamentos de trabalho, como notebooks ou tablets. A representação dos trabalhadores pediu a criação de um Grupo de Trabalho (GT) paritário, com representantes dos dois lados para eliminar ou reduzir riscos no ambiente laboral, com atribuições e prazos previamente definidos. Outra reivindicação foi a regulamentação voltada para o uso de tecnologias no ambiente de trabalho. Os trabalhadores devem ter o direito a se desconectar fora do horário de trabalho legalmente estabelecido, para que tenham tempo de descanso e privacidade. Os representantes do banco se comprometeram a apresentar uma resposta global às demandas entre os dias 22 e 23 deste mês. *Fonte: Contraf-CUT
Santander: saúde e condições de trabalho marcam terceira mesa de negociações

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander se reuniu com a direção do banco, na manhã desta sexta-feira (2), no terceiro encontro de negociação para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A representação dos trabalhadores apresentou questões relacionadas à saúde e às condições de trabalho. A manutenção da assistência médica aos aposentados, com mais de cinco anos de contrato com o banco, nas mesmas condições da ativa, foi a primeira reivindicação apresentada. Para os funcionários da ativa também foi pedido um plano de saúde de qualidade e com ampla rede de atendimento credenciada aos seus empregados, sem qualquer distinção em relação a cargos ou funções, com melhor cobertura médica e hospitalar. “Outra questão importante é a falta de reembolso para a grande maioria dos funcionários. Queremos equidade de condições e de tratamento”, disse Wanessa Queiroz, coordenadora da COE Santander. Também foi reivindicada assistência aos portadores de doenças crônicas, degenerativas, Aids, para pessoas com deficiência (PCDs) e neurodivergentes. Wanessa explicou que a reivindicação é pela não cobrança da coparticipação para este grupo, além do limite de 10% dos salários na cobrança para todos os trabalhadores e transparência das informações do contrato. Os representantes dos trabalhadores querem a suspensão de metas após o retorno de licença saúde por um período de 60 dias, sem que haja prejuízo financeiro. A COE pediu ainda melhores condições de trabalho e o fornecimento de aparelhos de telefones aos empregados que estão em teletrabalho e trabalho externo, essenciais à execução de suas atividades. O Santander ficou de levar uma resposta das cláusulas sociais na reunião do dia 9 de agosto. Já as cláusulas financeiras serão debatidas no dia 16 deste mês. *Fonte: Contraf-CUT
Santander: COE reivindica direitos para a mulher

Com foco nas cláusulas sociais, foi realizada a reunião de negociação entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, responsável pelas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), e a direção do banco, na última sexta-feira (26). A licença não remunerada de um ano para fins de estudos foi uma das reivindicações apresentadas. Segundo a coordenadora da COE, Wanessa Queiroz, altos executivos já desfrutam desse benefício no banco. Em relação aos direitos da mulher foi reivindicada a garantia à empregada vítima de violência, que se afastar por determinação judicial de seu local de trabalho, a manutenção de seu salário e demais benefícios, como se estivesse na ativa. Também foi pedida garantia de ausências remuneradas, sem qualquer desconto, de três dias úteis consecutivos no mês para a empregada que sofra com dores no período menstrual. Além disso, a representação dos trabalhadores pediu a redução de até 50% da jornada de trabalho, sem desconto de salário, para empregados responsáveis legais por pessoas com deficiência e dependentes de apoio de terceiros também foi reivindicado. A lista de reivindicações inclui ainda: cinco dias úteis de ausências abonadas por ano civil, em datas pré-acordadas com o gestor da área; proibição de deduções e descontos diretamente na conta corrente do bancário, de qualquer verba recebida em decorrência do contrato de trabalho. Os trabalhadores querem compromisso com o meio ambiente: cancelamento e a suspensão imediata na concessão de crédito e investimentos para imóveis rurais e empresas com irregularidades socioambientais e a não concessão de créditos e promoção de investimentos para empresas e atividades prejudiciais à biodiversidade e ao clima. Próximas reuniões: 2/8 – Saúde 9/8 – Cláusulas sindicais *Fonte: Contraf-CUT
Balanço do Santander aponta lucro de R$ 3,3 bilhões

A temporada de balanços bancários foi aberta pelo Santander, nesta quarta-feira (24). O banco apresentou um lucro líquido de R$ 3,332 bilhões no segundo trimestre deste ano, com alta de 44,3% na comparação anual e de 10,3% na trimestral. O valor é considerado acima das expectativas do mercado, que previam um saldo na ordem de R$ 3,19 bilhões segundo estimativas da LSEG. O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) ficou em 15,5% no trimestre excluindo o ágio – um ganho de 4,3 pontos percentuais (p.p.) em base anual. A margem financeira do Santander teve alta de 10,6%, alcançando R$ 14,8 bilhões. O banco também registrou resultado positivo na margem das operações com mercado, chegando ao saldo de R$ 258 milhões. Em relação à carteira de crédito ampliada, o banco somou R$ 665,6 bilhões, crescimento de 1,8% no trimestre e de 7,8% na comparação ano a ano. Quanto às provisões com devedores duvidosos (PDDs), a soma foi de R$ 5,89 bilhões, valor que representa uma queda de 1,4% na base anual e de 2,4% frente ao último trimestre. O banco informou também uma provisão adicional de R$ 1,930 bilhão no segundo trimestre, sem explicar o motivo. *Fonte: Revista Exame
Movimento sindical garante melhores condições de trabalho para gerentes PJ do Santander

O movimento sindical conquistou importantes melhorias para os gerentes PJ do Santander. Os trabalhadores estavam enfrentando problemas no segmento Empresas 1 e após contato com a direção do banco alguns procedimentos foram ajustados. O movimento sindical cobrou diversas mudanças na rotina dos funcionários. Antes, eles tinham que fazer seis visitas a clientes por dia, além de executar funções administrativas como receber, enviar e ler e-mails; enviar propostas; responder clientes e tirar cópias de documentos. Agora as visitas foram reduzidas para quatro ao dia. A pressão para que não ficassem nas agências também foi denunciada e o banco se comprometeu a acabar com essa pressão. Também houve melhoria na questão de marcar o ponto. Agora os Gerentes PJ poderão marcar o ponto onde estiverem no início da jornada, ao sair de casa para a primeira visita, ou ao chegar na agência pela manhã; realizar o trabalho na rua e, ao final do expediente, marcar o ponto de onde eles estiverem. Segundo os trabalhadores, a mudança melhorou a rotina de serviço, pois se perdia muito tempo da última visita até a agência. *Fonte: SP Bancários
Defesa dos direitos dos empregados é tema de negociação com o Santander

Os trabalhadores do Santander, representados pela Comissão de Organização dos Empregados (COE), se reuniram com o banco para iniciar as negociações do acordo específico da categoria, nesta terça-feira (16). A coordenadora da COE, Wanessa Queiroz, reforçou a prioridade em discutir novas cláusulas para a proteção dos empregados e ressaltou que a retirada de qualquer direito é inegociável. Durante a mesa de negociação, o movimento sindical pediu o fim das demissões e os números de agências, postos de atendimentos bancários (PABs), funcionários e terceirizados. A secretária de Relações Internacionais e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o Santander, Rita Berlofa ressaltou a importância não apenas de manter, mas de ampliar os direitos dos trabalhadores. Rita enfatizou a questão das demissões e das contratações fraudulentas como um problema crítico. “Na hora do emprego, nós deixamos bem claro o seguinte: a redução de trabalhadores bancários se dá de duas formas no banco, uma é pela demissão imotivada e a outra pela contratação fraudulenta de mão-de-obra, onde um trabalhador deixa de ser bancário e passa a atuar numa empresa coligada do banco, sem direitos, sem os benefícios, enfim, sem os direitos da categoria bancária e com salários reduzidos”, observou a secretária. Segundo Wanessa Queiroz, 56% dos trabalhadores do Santander hoje vivem um clima extremamente apreensivo, medo da demissão e medo da contratação fraudulenta de mão de obra. As próximas reuniões serão realizadas nos dias 26 de julho e 2 e 9 de agosto, na sede da Contraf-CUT, em São Paulo. *Fonte: Contraf-CUT
Santander: entrega de reivindicações é primeiro para negociações

Primeiro passo para iniciar as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho, específico dos trabalhadores do Santander, a Comissão de Organização dos Empregados (COE) entregou ao banco a minuta de reivindicações, na manhã desta segunda-feira. “Estivemos, nesta manhã, na sede do banco Santander, em São Paulo, com a vice-presidente de RH, Germanuela de Almeida de Abreu, para entregar a minuta de reivindicações. O documento também foi recebido pela superintendência de RH Sindicais do banco, representada por Marcelo Couto”, afirmou a coordenadora da COE/Santander, Wanessa Queiroz. Conforme explicou a coordenadora, a minuta é composta por três blocos: o primeiro refere-se às cláusulas vigentes do acordo atual, que tem duração até 31 de agosto de 2024; o segundo bloco é o das cláusulas oriundas dos funcionários e funcionárias do banco Banespa; e o terceiro mostra cláusulas novas, construídas para serem encaminhadas a discussões e também a negociações para a renovação da minuta deste ano. Os trabalhadores também entregaram um pré-acordo de garantias, assinado por todas as federações sindicais que compõem a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), e inclui Feeb-SP/MT e a Afubesp. *Fonte: Contraf-CUT Foto: Luan Silva/SPBancários