Aposentados do Santander ganham na Justiça o direito de reduzir mensalidade do plano de saúde

A Justiça decidiu a favor dos aposentados do Santander, que agora vão poder reduzir a mensalidade do plano de saúde. Foram mais de nove anos de luta com uma ação impetrada pelo Sindicato dos Bancários de Porto Alegre (SindBancários). O processo contra o banco era pela manutenção dos critérios de cobrança do plano de saúde da época da contratação. Com a decisão favorável da Justiça, o sindicato espera conseguir que o banco e as operadoras dos planos de saúde cumpram a determinação de restabelecer os critérios contratados anteriores à alteração unilateral, declara ilegal. Em seguida, depois da redução das mensalidades, serão feitos os cálculos do que foi pago a mais para que os aposentados sejam ressarcidos. Wanessa Queiroz, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, considera a decisão importante. Segundo ela, essa conquista abre precedência para que outros sindicatos do país sigam o exemplo de pleitear a redução no valor das mensalidades. O processo impetrado pelo sindicato pede a suspensão da alteração realizada em 2014 na forma de custeio do plano de saúde prestado pelas operadoras Bradesco Saúde, Central Nacional Unimed/Unimed Seguradora e Cabesp , para os funcionários oriundos do Banespa, admitidos até 20 de novembro de 2000. Pede também o restabelecimento das condições contratadas até então, além do pagamento para os substituídos processualmente dos valores cobrados a mais devido à alteração ilegal no custeio do plano.
Desenrola Brasil: bancos renegociam R$ 13,2 bi desde o início do programa

Desde o início do Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas Pessoais, o Desenrola Brasil, os bancos brasileiros renegociaram 1,9 milhão de contratos de dívidas, chegando a R$13,2 bilhões. A informação foi divulgada, nesta segunda-feira (18), pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), acrescentando que esse valor refere-se à Faixa 2 do programa, que contempla negociações com bancos para quem tem renda de até R$ 20 mil. De acordo com a Febraban, cerca de 6 milhões de clientes, com dívidas bancárias de até R$ 100, puderam limpar seus nomes. A adesão ao programa vai até 31 de dezembro. Até lá, segundo o Ministério da Fazenda, 70 milhões de pessoas poderão ser beneficiadas.
Juros altos: trabalhadores protestam contra Selic nas ruas e redes sociais

A campanha contra os juros altos praticados pelo Banco Central (BC) continua. Apesar da última queda, a Selic (taxa básica de juros da economia brasileira) ainda se encontra em 12,75%, patamar considerado muito elevado. Nesta quarta-feira (20), quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC deverá anunciar um novo índice, trabalhadores de todo o país vão protestar nas ruas e nas redes sociais. Nas cidades onde o BC tem sede, os protestos serão em frente ao seu prédio. Nas demais, os trabalhadores vão ocupar ruas de grande circulação. Já nas redes sociais, o tuitaço está marcado para acontecer das 11h às 12h, com a hashtag #JurosBaixosJá, marcando o @BancoCentralBR nas postagens. Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramos Financeiro (Contraf-CUT), uma das entidades responsáveis pela articulação das manifestações, lembra a importância de reduzir a Selic. “Por que uma Selic menor é tão importante para a economia brasileira e principalmente para os trabalhadores? Porque estimula o investimento produtivo e a geração de emprego e renda. Os juros definidos pelo Banco Central são repassados para os clientes de todo o sistema financeiro. Então, com a Selic alta, fica mais alto o custo do crédito para as pessoas e para as empresas, significa pagar mais caro pela casa própria, pelo carro. Logo, o inverso também acontece: a Selic mais baixa dinamiza a economia e melhora a vida da população e do setor produtivo, com mais recurso para gastar e investir”, explica Juvandia, que também é vice-presidenta da CUT. A expectativa do mercado, na próxima reunião, é de um novo corte de 0,50% e que, continuando a tendência de corte, a Selic alcance 11,75% no final do ano.
Sindicalização está abaixo dos 10% segundo pesquisa do IBGE

Estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que o Brasil chegou ao menor percentual de trabalhadores sindicalizados. A informação está na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) – Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2022, divulgada nesta sexta-feira (15). Segundo o documento, em 2022, das 99,6 milhões de pessoas ocupadas no país, 9,2%, ou 9,1 milhões de pessoas, eram associadas a sindicatos. Esse é o menor contingente da série iniciada em 2012, quando havia 14,4 milhões de trabalhadores sindicalizados, correspondendo a 16,1%. Em 2019, essa taxa era de 11%, 10,5 milhões de sindicalizados. As regiões Nordeste (10,8%) e Sul (11%) permaneceram com os valores mais altos, enquanto a Norte (7,7%) e a Centro-Oeste (7,6%), os menores O percentual de homens sindicalizados, de 2012 a 2019, superava o de mulheres sindicalizadas. No entanto, essa diferença diminui ao longo dos anos e, em 2022, a sindicalização entre as mulheres (9,3%) era superior a dos homens (9,1%). Segundo a pesquisa, todas as grandes regiões tiveram redução na taxa de sindicalização em 2022. Em relação a 2012, a maior queda foi no Sul (9,2 pontos percentuais) e em relação a 2019, no Sudeste (2,4 p.p.). Taxa recua em todas as atividades A taxa de sindicalização recuou em todos os grupamentos de atividades, tanto em relação a 2019 como a 2012. A maior queda foi em transporte, armazenagem e correios: de 20,7% em 2012 para 11,8% em 2019 e 8,2% em 2022. A exceção ficou por conta dos serviços domésticos. Em 2022, o grupamento de atividade da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura alcançou a maior taxa de sindicalização (16,5%). Essa atividade tem participação importante dos sindicatos de trabalhadores rurais, muitos de pequeno porte da agricultura familiar, principalmente, nas regiões Nordeste e Sul. Também com importante cobertura sindical, a administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (15,8%) seguiram em queda em 2022. O mesmo movimento foi demonstrado pela indústria geral, que até 2015 exibia taxa de sindicalização próxima a 20%, baixando a estimativa para 11,5% em 2022. Carteira assinada Empregados com carteira assinada no setor privado e os empregados no setor público, que tinham as maiores taxas de sindicalização (respectivamente, 11% e 19,9%), registraram as principais perdas: de 2,9 p.p. e 2,2 p.p, respectivamente, frente a 2019 e de 9,9 p.p. e 8,1 p.p. ante 2012. Ainda segundo a pesquisa, em 2022, dos 9,1 milhões de trabalhadores sindicalizados, 70,7% (6,5 milhões) tinham, pelo menos, o ensino médio completo e 35,3% (3,2 milhões) tinham ensino superior completo. A menor taxa de sindicalização era a dos ocupados com ensino fundamental completo ou com médio incompleto, 6,3%, e a maior era dos ocupados com ensino superior completo, de 14,5%. No mesmo período, a população ocupada atingiu seu maior efetivo: 99,6 milhões de pessoas, com alta de 4,9% frente a 2019 (95 milhões) e de 11% ante 2012 (89,7 milhões). De acordo com o IBGE, “percebe-se, então, que a expansão da população ocupada nos últimos anos não se converteu em aumento da cobertura sindical no país. Esse resultado pode estar relacionado a diversos elementos, como a forma de inserção do trabalhador na ocupação, as modalidades contratuais mais flexíveis introduzidas pela Lei 13.467, de 13.07.2017, conhecida como reforma trabalhista, e o uso crescente de contratos temporários no setor público etc”. CNPJ Entre os 30,2 milhões de empregadores e trabalhadores por conta própria no país, 10,3 milhões (ou 34,2%) estavam em empreendimentos registrados no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), uma alta em relação a 2019 (29,3%). A maioria das pessoas ocupadas nos dois grupos (10,3 milhões) era formada por homens, 63,6% (6,6 milhões), sendo que esse percentual já atingiu 68,1% em 2012, diminuindo nos anos seguintes. Em comparação a 2019, a cobertura no CNPJ cresceu entre os trabalhadores por conta própria (de 20,2% para 26,3%) e ficou praticamente estável (de 80,5% para 80,9%) entre os empregadores. Segundo o IBGE, “os empregadores e os trabalhadores por conta própria estavam principalmente concentrados nas atividades do comércio e serviços, com estimativas de 22,4% e 41,3%, respectivamente. Essas duas atividades também apresentavam as maiores taxas de coberturas no CNPJ, de 49% e 39,6%, respectivamente. Importante destacar a indústria geral, que respondia por somente 8,8% da ocupação de empregadores e de conta própria, porém registrava a terceira maior taxa de cobertura no CNPJ, de 32,2%. Com valores menores estavam a agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (10,1%) e a construção (19,3%)”. Do total de empregadores ou conta própria no trabalho principal, 5,3% (1,6 milhão de pessoas) eram associados à cooperativa de trabalho ou produção, o que mostra a baixa adesão dos trabalhadores a esse tipo de arranjo produtivo no Brasil. A maior proporção ocorreu em 2012 (6,3%) e, desde 2015, vinha baixando até chegar ao menor valor em 2019 (5,1%). A Região Sul (9,1%) tem o maior percentual, seguida pela Região Norte (5,5%); Nordeste (4,6%), Sudeste (4,5%) e Centro-Oeste (3,8%). *Fonte: Agência Brasil e G1 *Foto: Rovena Rosa – Agência Brasil
Bancários alertam para adoecimento da categoria no Dia Nacional de Luta

O Dia Nacional de Luta “A Vida Acima do Lucro” reuniu sindicatos dos bancários de todo o país, na última terça-feira (12). A ação integra a campanha permanente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), “Menos Metas, Mais Saúde”. A iniciativa visa chamar a atenção para a importância da saúde mental e física dos trabalhadores, principalmente aqueles que atuam sob pressão, como o financeiro. Dirigentes da base da Federa-RJ também participaram da ação, indo às ruas para chamar atenção para o Dia Nacional de Luta por Menos Metas e Mais Saúde. Sul Fluminense Durante toda a terça-feira(12), representantes do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense percorreram agências de diversas cidades da região, participando das manifestações da campanha Setembro Amarelo. Com faixas e cartazes, eles visitaram agências de Resende, Barra do Piraí, Paracambi e Volta Redonda para chamar a atenção para a campanha da categoria. O Sindicato informou que o trabalho de conscientização vai continuar durante todo o mês de setembro com visitas às agências e reuniões sobre a Campanha “Menos Metas, Mais Saúde”. Conscientização O mês de setembro é dedicado à prevenção ao suicídio, com o Setembro Amarelo e os sindicatos de bancários aproveitaram para destacar os desafios enfrentados pelos trabalhadores do setor, em relação à sua saúde mental e emocional. O secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles ressaltou que o Setembro Amarelo nas ruas evidenciou a força do movimento sindical organizado e mostrou que este debate precisa ser permanente. “Nossa categoria está triste, com muitos colegas tomando remédio, adoecidos, sem, muitas vezes, saberem os motivos de seus sofrimentos. A sociedade não tem a devida noção do drama cotidiano enfrentado pela categoria, dos modelos de gestão, verdadeiros mecanismos de adoecimento, que driblam a legislação. São modelos perversos, que têm produzido sofrimento, adoecimento e tragédias atrás da busca por lucro”, afirmou Salles. O Dia Nacional de Luta contou com diversas atividades, incluindo manifestações presenciais e online. No ambiente virtual, a hashtag #AVidaAcimaDoLucro rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados do dia, no Twitter, demonstrando a importância do tema e a solidariedade de milhares de pessoas em todo o país. Informativo A Contraf-CUT) percorreu agências bancárias de todo o país, distribuindo um informativo preparado especialmente para a ação. A publicação aborda a questão do adoecimento psíquico dos trabalhadores do ramo financeiro e atualiza como a campanha “Menos Metas, Mais Saúde” tem trabalhado para promover mudanças positivas. Vale lembrar que, de acordo com a Consulta Nacional realizada entre os trabalhadores do ramo financeiro, mais de 40% deles usam medicamentos controlados. A Consulta apontou ainda que a cobrança excessiva por metas resulta em preocupação constante, cansaço, desmotivação e crises de ansiedade e pânico, afetando a saúde e o bem-estar dos trabalhadores. A campanha “Menos Metas, Mais Saúde” busca uma abordagem mais equilibrada para a avaliação do desempenho dos trabalhadores bancários, dando prioridade à sua saúde e bem-estar, em vez de metas excessivamente rigorosas. Mauro Salles afirmou que a Contraf-CUT e os sindicatos bancários continuam comprometidos em lutar por um ambiente de trabalho onde a vida esteja sempre acima dos lucros. “O Dia Nacional de Luta ‘A Vida Acima do Lucro’ é um lembrete poderoso de que a saúde e o bem-estar dos trabalhadores devem estar no centro de todas as discussões e práticas no ambiente de trabalho. É uma chamada à ação para garantir que todos possam desempenhar seus papéis com dignidade, respeito e equilíbrio, independentemente da profissão que escolheram”, ressaltou Salles. *Fonte: Com informações da Contraf-CUT
EDITAL: ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA ESPECÍFICA

Sindicato percorre agências bancárias para conscientizar categoria e população sobre gestão abusiva dos bancos

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense percorreu agências de diversas cidades da região nesta terça-feira (12), Dia Nacional de Luta, abrindo as manifestações da campanha Setembro Amarelo. O objetivo do movimento é conscientizar bancárias e bancários sobre o seu ambiente de trabalho, frequentemente marcado por altas demandas, excesso de metas, jornadas prolongadas, competição e falta de reconhecimento. Além disso, visa denunciar à sociedade a gestão abusiva dos bancos. O Sindicato levou faixas e cartazes às agências das cidades de Resende, Barra do Piraí, Paracambi e Volta Redonda chamando a atenção da população para a campanha da categoria. De acordo com informações do Sindicato, o trabalho de conscientização vai continuar durante todo o mês de setembro com visitas às agências e reuniões sobre a Campanha “Menos Metas, Mais Saúde”.
Resultado de mobilização da categoria, bancários terão reajuste de 4,58% em 2023

Divulgada nesta terça-feira (12), a inflação (INPC) para agosto apresentou variação de 0,20%. Assim, o acumulado para 12 meses, entre setembro de 2022 e agosto de 2023, ficou em 4,06%, determinando que o reajuste de bancárias e bancários em 2023 será de 4,58% (INPC mais 0,5% de aumento real). Esse reajuste é resultado da mobilização de toda a categoria, junto aos sindicatos, na Campanha Nacional Unificada dos Bancários de 2022, que garantiu para 2023 a reposição da inflação (INPC) mais 0,5% de aumento real nos salários. O aumento é válido para todos os valores fixos da PLR, no VA e VR e em todas as demais verbas previstas nas cláusulas econômicas da CCT, como auxílio-creche/babá, gratificações, auxílio home office etc. PLR O reajuste de 4,58% também incidirá sobre a Participação nos Lucros e Resultados, na parcela fixa e na adicional e ainda sobre os tetos. A PLR dos bancários é paga em duas etapas: a primeira até 30 de setembro (prazo previsto na CCT para que os bancos realizem o crédito). A segunda parcela da PLR será paga em 2024, com o fechamento do balanço dos bancos o e a consolidação dos seus lucros. Os bancos têm até 1º de março de 2024 para creditar a parcela final da PLR 2023.
Agência do Santander Valença é reaberta, após inspeção do Sindicato

Depois de permanecer fechada para obras emergenciais, a agência do Santander da cidade de Valença foi reaberta. Desde o dia 11 de agosto, a unidade estava com seu funcionamento alterado devido a um grande problema na rede de esgotos do edifício onde está localizada. Em visita de inspeção, o diretor do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, Miguel Pereira, identificou condições que contrariavam a legislação em vigor, principalmente a NR 18 do Ministério do Trabalho e Emprego, que veda a possibilidade de realização de reformas e obras durante o expediente normal dos funcionários por oferecerem riscos à saúde e à integridade física. As questões foram tratadas com a administração da agência que estava empenhada na resolução dos problemas, tentando trazer ao município uma carreta adaptada para o atendimento. Entretanto, isso demandaria um espaço público adequado para a instalação e o poder público municipal estava apresentando algumas dificuldades nesse sentido. A equipe do Sindicato também conversou com o responsável pelas obras, que garantiu a realização dos trabalhos apenas no período noturno e o imediato fechamento da vala no interior da unidade. Como a situação foi repassada ao Setor de Relações Sindicais, em São Paulo, foi decidido que a melhor solução seria suspender todo o atendimento e trabalho naquelas condições. Nessas situações, o Sindicato atua para que seja cumprida a legislação pertinente à proteção da saúde e segurança do trabalho. “Continuaremos à disposição e acompanhando. Refutamos como sendo muito importante a compreensão e a decisão levada a cabo pela administração do Banco Santander nesse episódio suspendendo os trabalhos ‘in loco’”, afirmou Miguel.
Nesta terça (12), Dia Nacional de Luta, bancárias e bancários fazem tuitaço a partir das 11h

Bancárias e bancários realizam o Dia Nacional de Luta, nesta terça-feira, 12 de setembro, com diversas atividades. A partir das 11h, todos estão convocados a participar do tuitaço #AVidaAcimaDoLucro, que visa denunciar para toda a sociedade a gestão abusiva dos bancos. A Federa-RJ preparou uma manifestação, a partir das 8h, em Copacabana, com o objetivo de alertar sobre o ambiente de trabalho da categoria bancária, frequentemente marcado por altas demandas, excesso de metas, jornadas prolongadas, competição e falta de reconhecimento. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) vai distribuir nas agências bancárias de todo o país, um informativo para promover a conscientização sobre a prevenção do suicídio. A publicação aborda a questão do adoecimento psíquico dos trabalhadores do ramo financeiro e atualiza como a campanha “Menos Metas, Mais Saúde” tem trabalhado para promover mudanças positivas. O informativo mostra que, de acordo com a Consulta Nacional realizada entre os trabalhadores do ramo financeiro, mais de 40% deles usam medicamentos controlados. A Consulta apontou ainda que a cobrança excessiva por metas resulta em preocupação constante, cansaço, desmotivação e crises de ansiedade e pânico, afetando a saúde e o bem-estar dos trabalhadores. Segundo levantamento da Universidade Federal de Brasília, entre 1996 e 2005, foram registrados 181 suicídios no setor bancário. O informativo da Contraf-CUT conclama a todos para atuar na prevenção ao suicídio, um problema sério de saúde pública. E uma maneira de ajudar é sendo solidário ao identificar alguém com problema de ansiedade, por exemplo, oferecendo ajuda, mostrando que a pessoa não está sozinha e, principalmente, buscando ajuda profissional. Lembrando que no Brasil o número do Centro de Valorização da Vida é 188.