Movimento sindical quer informações sobre reclamações registradas no Saúde Caixa

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) quer informações sobre a quantidade de novas solicitações e/ou reclamações registradas na Central Saúde Caixa na última quinta-feira (20). Para isso, enviou um ofício à Caixa Econômica Federal, na última sexta-feira (21), onde ressalta que as entidades sindicais receberam “diversas mensagens, algumas com a imagem printada da tela do celular com os números de protocolos da solicitação registrada”. A Contraf-CUT também pediu informações sobre as reclamações mais frequentes com a quantidade de cada uma e que medidas serão tomadas. O diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Rafael de Castro, disse que “informações não oficiais dão conta de que foram registradas aproximadamente 8.500 manifestações na Central Saúde Caixa no dia 20 de fevereiro”. “Também queremos tratar sobre a instalação dos comitês de credenciamento e descredenciamento do Saúde Caixa e a definição de um calendário permanente, com reuniões periódicas de negociações”, disse o coordenador da CEE/Caixa. *Fonte: Contraf-CUT

Representante dos empregados cobra informações sobre mudanças na Caixa

A representante eleita pelas empregadas e empregados para o Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal, Fabiana Uehara Proscholdt, se reuniu com representantes da empresa para pedir esclarecimentos sobre uma nova reestruturação na rede de varejo. O banco confirmou a existência de estudos de mudanças a respeito da centralidade do cliente. “O entendimento da Caixa é de que o processo de atendimento da rede é uma transformação contínua e que estão em estudo novos modelos que contemplem as necessidades dos clientes e também dos empregados”, afirmou a conselheira. Fabiana explicou ainda que, durante a reunião cobrou a necessidade de não haver prejuízos aos trabalhadores e reforçou a importância do diálogo com as entidades representativas. “Vou continuar acompanhando esse debate, porque qualquer movimentação é sempre motivo de preocupação entre os empregados”, acrescentou a representante dos empregados no CA da Caixa. De acordo com Fabiana, a Caixa está inaugurando novas Superintendências Regionais (SRs) e algumas ainda não existem fisicamente. Por isso, o banco não tem nomeado na rede. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Saúde Caixa: trabalhadores aderem à campanha para melhorar plano

Os trabalhadores da Caixa estão atendendo ao chamado para acessar o site da Central Saúde Caixa e solicitar melhorias no plano de saúde. O diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Rafael de Castro, informou que está havendo grande participação. “Já nas primeiras horas do dia, recebemos muitos prints de tela e mensagens, de diversas localidades do país, exigindo melhoria na qualidade e no custo do plano. Mais de três mil solicitações haviam sido registradas, o que demonstra a grande participação”, observou Rafael. Eliana Brasil, empregada da Caixa e secretária de Formação da Contraf-CUT, disse que já esperava essa adesão, já que as entidades associativas e os sindicatos de representação da categoria bancária recebem diariamente estas reclamações. Para participar é preciso seguir os seguintes passos: 1. Abra o site da Central Saúde Caixa (https://centralsaudecaixa.com.br/fale-conosco/) 2. ⁠Selecione “nova solicitação” 3. Se ⁠identifique 4. ⁠Coloque seu contato 5. ⁠Coloque a solicitação que entender pertinente. Vamos juntos ajudar a melhorar nosso plano de saúde!

Sistema de autorregulação dos bancários vai otimizar negociações

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu o Comando Nacional dos Bancários e a Comissão de Negociações dos Bancos para uma audiência sobre o sistema informatizado de Autorregulação Sindical do Setor Bancário, criado com base na Convenção Coletiva de Trabalho de Relações Sindicais da categoria. O encontro ocorreu nesta quarta-feira (19) e contou com a participação da presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira. “A Convenção Coletiva de Trabalho de Relações Sindicais vai ser operacionalizada através desse sistema”, explicou Juvandia. Segundo a presidenta da Contraf-CUT, a categoria bancária é a única do país que possui uma Convenção Coletiva com abrangência nacional. Graças às negociações, 85% das cláusulas garantem direitos acima dos estabelecidos nas leis trabalhistas. O sistema vai tornar ainda mais democráticas e acessíveis as cláusulas negociadas ao longo dos mais de 30 anos de Convenção Coletiva. A automação dos dados das 237 entidades sindicais que representam mais de 430 mil bancários do país, vai permitir que sejam identificados, em tempo real, os representantes dos bancários de cada base sindical em todo território nacional.  Dessa forma, vai dispensar a necessidade de envios de e-mails, ofícios que eram realizadas especificamente para tratar de assuntos da organização sindical, tornando mais ágil e simples a solução de questões para a categoria. *Fonte: Contraf-CUT

BB atende ao movimento sindical e antecipa para dia 28 o pagamento da PLR

Atendendo a reivindicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), o Banco do Brasil anunciou que antecipou o pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para sexta-feira (28). “A antecipação também é uma conquista, pois o BB atendeu a um pedido nosso. É sempre importante lembrar também que o lucro do banco é fruto de muito esforço de cada um dos funcionários e funcionárias, por isso é um direito, não benefício”, afirmou Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB). O cálculo da PLR, no Banco do Brasil, é baseado nos módulos Fenaban e no BB. Pelo módulo Fenaban, os funcionários recebem 45% do salário paradigma estipulado no acordo, acrescido de uma parcela fixa. No módulo BB, há uma distribuição linear de 4% do lucro do banco entre os funcionários, além de uma parcela variável. *Fonte: Contraf-CUT

Juiz marca julgamento de ação que assegura direitos de funcionários do BB

O juiz responsável pela ação judicial que visa assegurar os direitos dos funcionários do Banco do Brasil marcou o julgamento para o dia 9 de maio próximo. A ação foi movida pelo movimento sindical refere-se à reestruturação realizada pelo BB em 2016 suprimindo comissões e gratificações de funcionários que já as recebiam há mais de dez anos. Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), ressaltou que o movimento sindical fez diversas tentativas de negociação com o banco, mas não obteve sucesso. “Durante a audiência, o juiz marcou a data do julgamento, mas indicou que poderia sentenciar antes. Seguimos acompanhando de perto para garantir os direitos das funcionárias e funcionários”, observou a coordenadora. De acordo com a assessora jurídica da Contraf-CUT, Renata Cabral, a expectativa é que a sentença seja favorável aos trabalhadores e ratifique a tutela antecipada. Segundo Renata, no link (clique aqui) o funcionário poderá saber se tem direito à incorporação deferida na tutela, além de obter outros esclarecimentos. *Fonte: Contraf-CUT

Avaliação de riscos psicossociais será obrigatória a partir de maio

As empresas brasileiras terão que incluir a avaliação de riscos psicossociais no processo de gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), a partir de 26 de maio deste ano. A exigência é resultado da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024. A atualização destaca que riscos psicossociais, como estresse, assédio e carga mental excessiva, devem ser identificados e gerenciados pelos empregadores como parte das medidas de proteção à saúde dos trabalhadores. O diretor de Saúde do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, Miguel Pereira, explicou que essa revisão da NR-1 é muito importante, mas não veio de graça. “Na verdade, é fruto de muita luta e disputa em torno da saúde do trabalhador e da trabalhadora que os sindicatos vêm fazendo nos últimos anos. Trabalhos como nossa pesquisa em conjunto com a UFF – Volta Redonda, que ajuda a confirmar esses diagnósticos contribuem para esses avanços nas normas e legislações pertinentes”, ressaltou o diretor. Miguel ressalta que o problema do adoecimento mental no trabalho é muito maior do que se imagina e já se tornou uma questão de saúde pública, cujos custos tem ficado apenas com o trabalhador e a Previdência Social. “A partir de maio/25 teremos mais uma ferramenta a nosso favor. Mas vamos precisar aumentar nossa vigilância para que de fato as novas diretrizes sejam cumpridas. Fornecer serviços de academia e outras atividades correlatas apenas não é política de gestão de riscos. Temos que ficar ligados”, observou Miguel Pereira. *Foto: Freepik

Atendendo ao movimento sindical, Bradesco creditará PLR nesta sexta-feira (21)

Atendendo ao pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Bradesco decidiu antecipar o pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O crédito será efetuado nesta sexta-feira (21). O valor da PLR é determinado pelo lucro anual do banco, com pagamento em duas parcelas. A PLR dos bancários é definida pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2024/2026, com especificações sobre a regra para o pagamento, a fórmula de cálculo, quem deve receber, as datas de pagamento etc. A CCT determinou que a primeira parcela seria paga em 30 de setembro. Entretanto, após solicitação da Contraf-CUT, o apagamento foi realizado em 20 de setembro. A fórmula da primeira parcela, na ocasião, correspondeu a 54% do salário + valor fixo de R$ 2.005,82, regra básica da antecipação, mais o valor da Parcela Adicional que foi de R$ 2.767,24, e representou a distribuição de 2,2% do lucro líquido de forma linear. Já nesta segunda parcela, paga em fevereiro, o bancário vai receber como regra básica o que falta para completar os 90% do seu salário mais um valor fixo, majorado até chegar a 5% do lucro. Sem esquecer o valor da Parcela Adicional, que representa a distribuição linear de 2,2% do lucro líquido do Bradesco do ano de 2024, pelo número total de empregados elegíveis, limitado ao valor de R$ 6.942,28, descontada a antecipação da parcela adicional. No ano passado, o Bradesco obteve lucro de R$ 19,6 bilhões, uma elevação de 20% em relação a 2023. Dessa forma, de acordo com estimativas do Dieese, a segunda parcela da parcela adicional deve girar em torno de 3.291,17, que, somada à antecipação paga em setembro, que resultará em valor total de R$ 6.058,41. *Fonte: Contraf-CUT

Empregados da Caixa vão apontar falhas do plano de saúde

Por iniciativa da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), , os empregados da Caixa serão chamados a apontar os problemas do Saúde Caixa. A medida também conta com apoio de outras entidades de representação sindical e associativas dos trabalhadores. As cobranças por melhorias na rede de atendimento e a queda do teto de gastos do banco são cobranças antigas, segundo Rafeal de Castro, diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa. O chamado será feiro para que empregadas e empregados acessem a Central Saúde Caixa e registrem suas próprias reclamações, as quais o banco terá que responder. Além da melhoria na rede de atendimento, o teto de custeio da Caixa com a saúde de seus empregados, estabelecido no estatuto da Caixa em até 6,5% da folha de pagamentos, impede que o banco arque com os 70% dos custos do plano de saúde, conforme definido no Acordo Coletivo específico. Os empregados têm arcado com quase 50% dos custos do plano. Segundo orientação da Contraf-CUT, os sindicatos, todo dia 20 de cada mês (quando os empregados recebem seus holerites e veem o valor descontado pelo plano de saúde), a começar no dia 20 de fevereiro, devem realizar atividades nas unidades da Caixa explicando o objetivo da iniciativa e da importância de cada uma e cada um efetuar suas reclamações diretamente no site da Central Saúde Caixa. Outra orientação da Contraf-CUT é para que os sindicatos peçam o protocolo da reclamação feita pelo empregado para que a entidade cobre ao banco a partir da reclamação do próprio empregado. *Fonte: Contraf-CUT

Deputados consideram que aposentados do Itaú sofrem com “crueldade” do banco

O descaso do banco Itaú com os funcionários aposentados foi tema no plenário da Câmara dos Deputados, na última quinta-feira (13). Em seu discurso, a deputada federal Erika Kokay considerou uma crueldade o que banco está fazendo com os aposentados, referindo-se ao reajuste do plano de saúde. “O banco Itaú completa 100 anos de fundação e obteve em 2024 o lucro de R$ 41 bilhões. E está, especificamente para 25 mil trabalhadores aposentados, estabelecendo uma verdadeira crueldade”, disse a deputada. O deputado federal Reimont também se pronunciou, observando que o Itaú segue desrespeitando seus funcionários, particularmente os aposentados. “Não apresentou nenhuma proposta que fosse condizente com as necessidades dos aposentados com relação ao plano de saúde”, afirmou o deputado em vídeo. Segundo o deputado estadual Luiz Claudio Marcolino, em discurso na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, “tem pessoas que precisariam pagar R$ 15 mil de plano de saúde, não conseguem e acabam saindo do plano. É uma forma de o banco excluir essas pessoas e acabar com o plano para aposentados”. Valeska Pincovai, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE), ressaltou que o Itaú deveria reconhecer a importância dos aposentados, que contribuíram a vida inteira para o crescimento do banco. “E, agora, quando mais precisam, são explorados com cobranças absurdas de mensalidade. O mínimo que o banco deveria fazer era garantir este direito a eles para que possam envelhecer com dignidade”, lamentou a coordenadora. *Fonte: Contraf-CUT