Abertas as inscrições o curso Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas

Uma nova turma do curso Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas terá início no próximo dia 9 de junho pelo Centro de Formação Profissional 28 de Agosto. O curso é destinado aos interessados em aprender e construir boas relações com os filhos. As aulas serão ao vivo e totalmente online, de 9 a 18 de junho, das 19h às 20h30. O valor total do investimento é de R$ 300, mas para os bancários filiados aos sindicatos da base da Contraf-CUT o valor é de apenas R$ 150. Vale lembrar que o curso é pré-requisito para que os bancários tenham a licença-paternidade de 20 dias – uma conquista da categoria, obtida na Campanha Nacional de 2016. As inscrições devem ser feitas até o dia 6 de junho. Para mais informações e para inscrições acesse o link – Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas. *Fonte: Contraf-CUT

Prazo para votar Relatório Anual da Cassi termina nesta segunda (26)

O último dia para os associados da Cassi votarem no Relatório Anual de 2024 é esta segunda-feira (26). O documento que apresenta os principais resultados econômico-financeiros e as ações de governança da Caixa de Assistência no último ano. A votação pode ser feita pelo aplicativo (app) Cassi, site da entidade, terminais de autoatendimento do Banco do Brasil e pelo SISBB — este último, exclusivo para funcionários da ativa. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) orienta pela aprovação do documento, que tem entre os destaques, o aumento de 32,5% nas consultas realizadas nas CliniCASSI, impulsionado por melhorias na rede própria da entidade. *Fonte: Contraf-CUT

Federa-RJ realiza sua 5ª Conferência Estadual

A 5ª Conferência Estadual da Federa-RJ foi realizada nos últimos dias 23 e 24 de maio, com o tema “Resistir e Avançar”. A mesa de abertura foi composta pelo economista Paulo Jagger, o deputado federal Reimont e a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense esteve presente, sendo representado pelo seu presidente Julio Cunha. No primeiro dia do encontro, Juvandia destacou a importância de congressos e seminários para dialogar com a categoria sobre os temas da conjuntura nacional e internacional. “O bancário pode até achar que não tem nada a ver com Trump, por exemplo, mas tem tudo a ver a partir do momento em que ações como as dele afetam toda a população, como negar a defesa do meio ambiente ou espalhar ódio às minorias”, afirmou. Durante os dois dias do evento foram debatidos temas importantes como a Inteligência Artificial e o impacto na gestão do trabalho. O professor doutor da UFRGS, Cássio Calvete, abordou como a tecnologia revolucionária está em todos os lugares. Ele destacou a falta de transparência em algumas empresas e ressaltou a importância de lutar por uma regulamentação do mercado de trabalho com as novas tecnologias. Millena Alves, economista do Dieese, falou sobre as ocupações que estão em declínio e outras em expansão. Os empregos que estão crescendo são voltados ao setor de tecnologia. Entre os extintos, aparecem os caixas de bancos. Ela mostrou o crescimento do número de Fintech no mercado e a redução da categoria bancária, que já representou 79,5 % do ramo financeiro, em 2014, e caiu para 45,9%, em 2023. Também destacou a redução de mulheres na categoria, em consequência da concentração em empregos nos setores de TI. *Fonte: Federa-RJ

Congresso da Federa reelege Adriana Nalesso para presidência da entidade

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense participou do II Congresso da Federa-RJ, realizado nos dias 22 e 23 de maio. O evento reuniu delegadas, delegados e presidentes dos sindicatos de sua base. Nesta sexta-feira (23) a chapa Unidade, Luta e Resistência foi eleita por unanimidade. A presidenta Adriana Nalesso foi reeleita para mais quatro anos à frente da entidade. A nova composição manteve 48 dirigentes na direção. A novidade é a ampliação do número de mulheres na executiva, que passou de 12% para 30%. A importância da fundação da Federa-RJ, os desafios enfrentados e o orgulho de participar de uma federação cada vez mais forte, que tem liderança, capacidade de diálogo e está sempre na luta foi ressaltada pela mesa dos presidentes. Durante o encontro foram debatidos temas importantes ligados à categoria bancária, reafirmando a importância da união e da luta coletiva para garantir o direito de odos os trabalhadores dos bancos e das fintechs. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso destacou a importância deste momento democrático e falou do desafio de representar todo o ramo financeiro.

Santander vai pagar a 1ª parcela do 13º com a folha de maio

O Santander anunciou, nesta terça-feira (21), que vai pagar a primeira parcela do 13º salário exclusivamente para os trabalhadores admitidos em dezembro de 2024, na folha de pagamento de maio de 2025. No comunicado, o banco ressalta que os encargos tributários sobre essa parcela antecipada serão aplicados somente na segunda parcela do 13º, que deverá ser creditada na folha de dezembro. *Fonte: Contraf-CUT

Pesquisa do Novo Caged mostra que emprego bancário continua caindo

De acordo com dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, no primeiro trimestre deste ano, o mercado de trabalho formal brasileiro apresentou um saldo positivo de 654.503 novos postos de trabalho com carteira assinada. No entanto, os bancos seguem na contramão com fechamento de postos de trabalho. O setor bancário formal continua reduzindo os postos de trabalho. No primeiro trimestre de 2025, foram eliminadas 1.197 vagas — número 67,8% superior ao registrado no mesmo período de 2024. Em 12 meses, o corte foi ainda mais expressivo: 7.473 postos a menos. Só em março, 1.111 vagas bancárias foram extintas. O pior desempenho foi dos Bancos Múltiplos com Carteira Comercial, com a eliminação de 5.408 vagas em 12 meses. A Caixa Econômica Federal (CEF) foi responsável por -2.901 postos no período, resultado diretamente ligado aos Planos de Desligamento Voluntário (PDVs) promovidos pela empresa. Os dados mostram retração de 9.105 postos em um ano, atingindo principalmente caixas, escriturários e gerentes. As áreas administrativa e de atendimento ao público também apresentaram saldos negativos, só que em menor escala. Já em relação à área de Tecnologia da Informação, o crescimento foi significativo: foram criadas 1.842 vagas em 12 meses, o que evidencia a reconfiguração do setor, com corte de funções tradicionais e ampliação de postos ligados à tecnologia. *Fonte: Contraf-CUT

Consulta Nacional já pode ser feita em formato impresso

Desde o último dia 15 de maio, está sendo realizada a Consulta Nacional dos Bancários 2025, através da Plataforma Votabem. A partir desta quarta-feira (21), a pesquisa também poderá ser respondida em papel. Além de ter sido enviado por comunicado aos sindicatos e federações, o material também se encontra disponível na área restrita do site contrafcut.com.br. Confira o passo a passo: 1. Vá até o final da página inicial do CONTRAFCUT.COM.BR e clique no símbolo do cadeado 2. Em seguida, responda aos comandos de login e senha 3. Você será direcionado à “Área interna”, onde deverá escolher a opção “2025” 4. Por fim, acesse o material “Consulta Nacional dos Bancários 2025” para baixar o arquivo de impressão As entidades que aplicarem a consulta no formato impresso deverão cadastrar os resultados por meio do mesmo link da Consulta Nacional dos Bancários 2025 da Plataforma Votabem (aqui), até o dia 30 de junho, data final para as respostas. A presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, afirmou que a participação da categoria é fundamental para as estratégias de luta do movimento sindical bancário. “Os resultados da consulta são utilizados para formular as pautas das negociações coletivas e das campanhas salariais. Por isso que essa fase, de levantamento, é fundamental para que a gente tenha uma visão assertiva dos desejos da categoria”, ressaltou a dirigente sindical. *Fonte: Contraf-CUT

Empregados se mobilizam contra reajustes no Saúde Caixa

Empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal realizaram diversas atividades, nesta terça-feira (20), em agências e prédios da instituição. A mobilização foi em protesto contra as movimentações da empresa para aplicar novos aumentos nas mensalidades do Saúde Caixa. O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, explicou que diante da permanência do teto para gastos do banco com a saúde dos empregados, presente no estatuto da instituição, e o constante aumento dos custos médicos, a tendência é de que, nas negociações deste ano, a Caixa proponha reajustes nas mensalidades. “Hoje já pagamos um valor bem acima dos 30% definidos em nosso acordo como sendo a parte que caberia aos empregados. Por isso, já reivindicamos reajuste zero nas mensalidades e insistimos na necessidade do fim do teto, uma vez que a própria CGPAR 52 permite que o banco pague até 70% dos custos do plano de saúde, que é exatamente o que a gente reivindica e o que define o ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) do Saúde Caixa”, afirmou Felipe. Leonardo Quadros, diretor de Saúde e Previdência da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), observou que as atividades desta terça-feira foram importantes para mostrar que os empregados estão mobilizados e atentos em relação ao futuro do plano de saúde. “A preocupação é com a sustentabilidade do plano, que pode ser gravemente comprometida se a Caixa não assumir sua responsabilidade de arcar com a proporção contributiva de 70% das despesas”, ressaltou Quadros. Segundo Leonardo, o GT Saúde Caixa se reúne na tarde desta quarta-feira (21), quando os representantes da direção devem apresentar o relatório de administração, que já é público, e a pesquisa de satisfação, que foi realizada há algum tempo. “Cobraremos novamente o acesso aos dados primários do plano, para que nossa consultoria possa realizar um trabalho detalhado de avaliação do Saúde Caixa”, afirmou Quadros. *Fonte: Contraf-CUT

Sindicato leva estudo feito com a UFF sobre adoecimento mental à audiência no Paraná

O secretário de Saúde e Promoção Social do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, Miguel Pereira, participou nesta terça-feira (20) da audiência pública “Saúde Mental de Bancários e Financiários do Paraná. A audiência foi realizada na Assembleia Legislativa, em Curitiba, e contou com a participação de representantes da categoria, sindicatos, especialistas e autoridades para debater os impactos emocionais e psicológicos enfrentados pelos profissionais no ambiente de trabalho. O objetivo da audiência é levantar propostas de prevenção, acolhimento e promoção do bem-estar no setor. Miguel entregou o relatório sobre adoecimento mental feito em parceria com o Departamento de Psicologia da Universidade Federal Fluminense. Em seu discurso, Miguel pediu que seja realizada uma moção de repúdio à norma do Banco do Brasil, que pune com a perda da função o trabalhador que precisa se afastar por seis meses por adoecimento. Miguel explicou que é importante dar visibilidade ao debate sobre o adoecimento mental no trabalho, principalmente no trabalho bancário. Segundo ele, as novas formas de trabalho, as novas tecnologias intensificam o controle à produção e as exigências por metas. “É importante que a sociedade saiba que, se o trabalho está adoecendo, precisa de medidas de todas as formas e de todos os atores públicos e políticos para coibir e fazer repensar. Se a organização do trabalho mudou, todo arcabouço legal, jurídico precisa ser readequado. E a Assembleia Legislativa é um espaço importante para isso”, ressaltou Miguel. O secretário do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense explicou ainda que, segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), tudo o que tiver interessa público as assembleias e as câmaras têm competência para legislar, não é uma questão exclusiva da União.

Conheça a cartilha “Queremos Saúde, Caixa”

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) lançaram a cartilha “Queremos Saúde, Caixa”. A cartilha apresenta a trajetória do plano de saúde dos empregados desde os tempos do Sasse até a construção do modelo atual, com custeio dividido em 70% pela Caixa e 30% pelos empregados. O documento mostra, ainda, como a inclusão do teto de 6,5% da folha de pagamento no Estatuto da empresa, imposta em 2017 e mantida agora em 2025, tem desestruturado essa equação, obrigando os empregados a arcar com uma parte cada vez maior dos custos. A qualidade do Saúde Caixa também é destacada na publicação, já que garante cobertura nacional, assistência odontológica, reembolso de medicamentos, isenção de coparticipação em internações e tratamento oncológico, além de um teto anual de gastos para proteger as famílias. O novo acordo específico do Saúde Caixa será discutido entre agosto e setembro e a principal pauta é a retirada do teto de 6,5% e a manutenção do modelo de custeio 70/30%. A negociação precisa de apoio da base e, segundo a cartilha, “somente com mobilização será possível pressionar a Caixa e garantir que o plano continue sendo viável, justo e acessível”. Para conhecer melhor o trabalho e ficar por dentro da importância de preservar o Saúde Caixa Acesse aqui a cartilha completa *Fonte: Fenae