Movimento sindical reivindica e Bradesco atende pedido de reajuste do km rodado

Mais uma vitória para os trabalhadores e trabalhadoras do Bradesco. O banco anunciou, nesta segunda-feira (2), o reajuste do valor pago por quilômetro rodado aos gerentes que realizam visitas externas. O anúncio é resultado da cobrança feita na mesa de negociação, no último dia 6 de maio, pela Comissão de Organização dos Empregados (COE), como parte das pautas específicas da categoria. Congelado desde dezembro de 2021, o valor passou de R$ 1,02 para R$ 1,10. *Fonte: Contraf-CUT
Caixa promete manter emprego de telefonistas até o final do ano

A situação das cerca três mil telefonistas terceirizadas, que prestam serviços nas unidades da Caixa em todo o país, foi tema da reunião na última sexta-feira (30), entre a coordenação da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, a Fenae, a Fenag, a representante eleita do Conselho de Administração da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt e a direção do banco. Pressionado pelas entidades, o banco afirmou que não haverá demissões até o final do ano. Além disso, serão oferecidos cursos de requalificação para que, a partir do ano que vem, conforme os contratos forem vencendo, as profissionais consigam a realocação na própria Caixa, ou em outras empresas. Neste caso, a prioridade será para aquelas que possuem filhos com necessidades especiais, as que estão próximas à aposentadoria, ou estejam em situações vulneráveis. *Fonte: Contraf-CUT
Fenaban e trabalhadores se reúnem em mesa sobre diversidade

Representantes dos trabalhadores bancários e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) se reuniram, na última sexta-feira (30), na mesa de Negociação Nacional Bancária sobre Diversidade, Inclusão e Pertencimento. No encontro, a Fenaban informou sobre os avanços nas cláusulas negociadas na última Campanha Nacional, que resultou na renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), com vigência até 2026. As informações abrangem os resultados de uma pesquisa com 35 bancos (mais de 90% da categoria), com progressos nas áreas de inclusão de pessoas com deficiência (PCDs) e ampliação das licenças maternidade e paternidade. Também incluem o compromisso com o 4º Censo da Diversidade e do acolhimento da proposta de criação de um protocolo para enfrentamento a casos de racismo e LGBTfobia, principalmente de clientes contra funcionários. De acordo com o levantamento, 18.528 pessoas com deficiência atuam no setor bancário, o que representa 4,28% da categoria. Em relação ao cumprimento da Cláusula 116 da CCT, que garante abono de ausência para reparo ou conserto de próteses, houve registro de 101 ocorrências, sendo 52 delas entre setembro e dezembro de 2024 e 49 de janeiro a abril de 2025. *Fonte: Contraf-CUT
Caixa: empregados questionam atraso na vacinação contra a gripe

Os atrasos no calendário estabelecido pela Caixa Econômica Federal para a vacinação contra a gripe de seus trabalhadores foram questionados pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE), durante encontro realizado na última quarta-feira (28). Em resposta, os representantes da Caixa disseram que o atraso se deve à falta de doses disponíveis no mercado. A preocupação dos empregados é que a vacina contra a gripe faz parte do programa Fique Bem, sendo uma das exigências para o recebimento do delta. A dúvida é se a vacina aplicada pelo SUS é válida para considerar a exigência cumprida e se, caso o empregado não consiga se vacinar poderá ser prejudicado. A Caixa ainda vai responder. *Fonte: Contraf-CUT
COE debate políticas de diversidade com direção do Santander

Dando continuidade aos debates sobre as políticas de diversidade, a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander se reuniu com a direção do banco, nesta quinta-feira (29). Na reunião do último dia 2 de abril, o banco apresentou algumas iniciativas do ano passado para promover a diversidade e a inclusão no ambiente de trabalho. Nesta quinta, o Santander trouxe respostas e apresentou resultados do censo realizado com os trabalhadores. De acordo com o banco, 51% do quadro de funcionários respondeu ao censo, o que representa cerca de 26 mil trabalhadores. Também foi apresentado aos integrantes da COE o programa “Seu Jeito”, relacionado aos cuidados com a saúde e o bem-estar dos funcionários. Os representantes do banco também informaram o compromisso da instituição em disponibilizar aos dirigentes sindicais o acesso ao curso e aos materiais de combate aos assédios moral e sexual e à discriminação, à cartilha de inclusão/acessibilidade e à nova cartilha de tecnologia assistiva. O banco informou, ainda, que está implementando um novo protocolo de prevenção e enfrentamento ao assédio e à discriminação. *Fonte: Contraf-CUT
Acordo da PCR para 2025 e 2026 é aprovado no Itaú

O Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) para o pagamento da Participação Complementar nos Resultados (PCR), referente aos exercícios de 2025 e 2026, foi aprovado por trabalhadores do Itaú de todo o país. De acordo com a proposta, para 2025 foi aprovado o reajuste de 6,25% no valor da PCR (equivalente à inflação de março medida pelo INPC + 1%) e ROE de até 22,1% para a primeira faixa, e acima de 22,1% para a segunda faixa. Já para 2026, ficou acertado reajuste conforme o índice negociado para a categoria e ROE de 22,1% para a primeira faixa, e acima de 22,1% para a segunda faixa. Veja os valores por faixa: Primeira faixa (ROE até 22,1%): R$ 3.908,05 Segunda faixa (ROE acima de 22,1%): R$ 4.096,42 De acordo com Valeska Pincovai, uma das coordenadoras da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, o lucro do banco cresce cada vez mais, sendo resultado da dedicação e do esforço dos bancários que merecem ser valorizados corretamente. “O PCR é fruto de muita luta dos trabalhadores e de muita pressão do movimento sindical. É um pagamento adicional à PLR da Convenção Coletiva de Trabalho, feito como reconhecimento ao trabalho dos bancários, que agora terão um aumento no valor recebido graças à negociação conduzida pelo Sindicato”, afirma Valeska. *Fonte: Contraf-CUT
Negociação sobre caixas e tesoureiros é encerrada pela Caixa

Pendentes desde a Campanha Nacional dos Bancários do ano passado, as negociações sobre questões específicas de caixas e tesoureiros foram encerradas, nesta quarta-feira (28), pela Caixa Econômica Federal. O banco encerrou as negociações depois da representação dos trabalhadores não concordar com a retirada de direitos. Entretanto, o banco se comprometeu a não mexer com o quadro atual e o direito dos trabalhadores. Caso pretenda realizar alguma mudança, o banco deverá levar para negociação com a representação dos empregados. A Caixa foi o último dos cinco principais bancos do país a concluir as negociações na última Campanha Nacional porque insistia na retirada dos direitos e o movimento sindical se recusou a aceitar. Felipe Pacheco, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, lembrou que na última campanha, o banco sequer garantia que as empregadas e empregados que exercem as atividades de caixa executivo e tesoureiro executivo sem nomeação efetiva seriam as pessoas nomeadas. O banco também não quis informar, segundo Felipe, o número de empregados que exercem estas funções por minuto, impossibilitando afirmar que seria o fim da atividade por minuto na Caixa. Temas como Saúde caixa, Programa Teia, telefonistas e quebra de caixa também foram debatidos na reunião. A representação dos empregados reivindicou a retomada das negociações com o banco, que vai elaborar um cronograma de datas para as reuniões e enviar para a avaliação da CEE. *Fonte: Contraf-CUT
Jornal britânico publica denúncias contra o Santander

O jornal britânico The Guardian publicou uma reportagem mostrando denúncias contra o Santander. A matéria, publicada em 15 de maio, informa que o banco espanhol é acusado de financiar o desmatamento em larga escala no bioma do Gran Chaco, um dos ecossistemas mais importantes da América do Sul. Baseada em investigação da ONG Global Witness, a reportagem aponta que o banco co-organizou US$ 1,3 bilhão em financiamento para a agroindústria argentina Cresud, que já desmatou mais de 170 mil hectares de floresta nativa. O financiamento, segundo o jornal, está ligado à destruição de uma área crítica que abrange partes da Argentina, Bolívia, Paraguai e Brasil — e que já perdeu quase metade de sua vegetação original. Em 2018, o banco publicou sua política de sustentabilidade que prevê restrições a atividades envolvendo desmatamento. O banco assumiu o compromisso público de zerar suas emissões líquidas até 2050. Porém, de acordo com a investigação, as diretrizes não estão sendo cumpridas na prática, uma vez que o banco continua financiando empresas com atuação questionável do ponto de vista ambiental e social. Segundo a reportagem, o banco não respondeu diretamente às acusações nem comentou sobre sua relação com a Cresud. A empresa argentina também não se manifestou. A secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT e funcionária do banco, Rita Berlofa, ressaltou que bancos que operam no Brasil, como o Santander, têm responsabilidade não só com seus acionistas, mas com toda a sociedade. “Ao mesmo tempo em que fecha agências, demite funcionários e precariza condições de trabalho, o banco ainda aparece em escândalos de financiamento ao desmatamento. É preciso cobrar coerência e ética em todas as frentes da atuação empresarial”, afirmou Berlofa. A Contraf-CUT repudia com veemência qualquer prática que viole direitos humanos, destrua o meio ambiente ou comprometa o futuro do planeta. *Fonte: Contraf-CUT
Fenae celebra aniversário com sessão solene e publicações especiais

A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) completa 54 anos nesta quinta-feira (29). As comemorações incluem uma sessão solene no Plenário Ulysses Guimarães, na Câmara dos Deputas, às 14h, onde a entidade será homenageada. A data será marcada também pelo lançamento do Caderno dos Estados e da Agenda Político Institucional, produzidos em parceria com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O lançamento será às 10h, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados. O Caderno dos Estados tem apoio do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A publicação visa informar e conscientizar a sociedade, o parlamento e os poderes municipais e estaduais, sobre a importância da Caixa Econômica Federal para o desenvolvimento econômico e social do país. Já a Agenda Político-Institucional reúne as proposições legislativas em tramitação no Congresso Nacional consideradas estratégicas para a defesa da Caixa 100% pública, a manutenção das conquistas e a ampliação dos direitos da categoria bancária. *Fonte: Fenae *Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Relatório Anual da Cassi é aprovado por ampla maioria

A votação do Relatório 2024 da Cassi terminou nesta segunda-feira (26). Foi a votação com maior número de participantes dos últimos cinco anos. O Relatório teve aprovação de 80,5% dos votantes. Dos 70.030 votantes, 49.395 votos foram considerados válidos (excluídos brancos e nulos), dos quais 39.773 responderam “SIM”. O resultado mostra que a maioria reconhece que o documento traduz a realidade da Caixa de Assistência do último ano, tanto na atuação financeira quanto nas ações de gestão. O Relatório 2024 foi divulgado por e-mail, WhatsApp, aplicativo e site da Cassi, além das redes sociais da Instituição e das entidades representativas dos associados. O documento é um instrumento previsto no Estatuto da Caixa de Assistência, enviado também à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão regulador das operadoras de saúde. Antes de ser publicado, o conteúdo é analisado pelos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Cassi, compostos por representantes dos associados e do Banco do Brasil, e por auditoria independente. Só é divulgado após parecer favorável dessas instâncias, que atestam a veracidade dos dados. Confira, abaixo, os números da votação: OPÇÕES DE VOTO Nº DE VOTOS SIM 39.773 NÃO 9.622 BRANCOS 9.527 NULOS 11.108 TOTAL 70.030 *Fonte: Contraf-CUT