Nova lei sobre racismo é tema de debate nesta sexta-feira (26)

Nesta sexta-feira (26) será realizado um debate sobre a nova lei número 14.532/2023, que tipifica o crime de injúria racial como uma modalidade de racismo. O secretário de Combate ao Racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Almir Aguiar, está convidando a categoria bancária e toda a sociedade para o evento.  “Queremos que a legislação combata, na prática, a discriminação racial. Basta de racismo!”, disse Almir Aguiar. Estão confirmados como palestrantes a secretária municipal de Meio Ambiente do Município do Rio de Janeiro, Tainá de Paula; o secretário Nacional de Combate ao Racismo do PT Martvos das Chagas; o vereador do Rio Edson Santos (PT) e o desembargador Siro Darlan, além do secretário de Combate ao Racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Almir Aguiar. O encontro será realizado no auditório do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, a partir das 18h. O endereço é Avenida Presidente Vargas, 502, 21º andar. Fonte:  Contraf-CUT e Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

Seminário sobre 80 anos da CLT ressalta importância de fortalecer centrais e movimento sindical

O Seminário sobre 80 anos da CLT foi realizado, na manhã desta quinta-feira (25), e contou com uma mesa com mulheres e negros, sobre a regulação do trabalho frente ao projeto neoliberal. Temas como reforma trabalhista, perspectiva neoliberal, fascismo e a desorganização do mundo do trabalho fizeram parte da pauta do encontro. Também foi abordado o papel do STF na desconstrução das relações de trabalho, em que a palavra “eficiente” é hipervalorizada. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, aproveitou para falar sobre a realidade da categoria bancária. “Durante a pandemia, conseguimos regular as novas modalidades de trabalho, como o teletrabalho e o direito à desconexão. Mas também sofremos com a reforma, e estamos constatando a diminuição de postos de trabalho. Somente neste início do ano, 2.600 bancários perderam os seus empregos ou migraram para a terceirização. A mesa ressaltou que é importante fortalecer as centrais e o movimento sindical. Desta forma, Adriana explicou que já está em debate um novo financiamento dos sindicatos através da contribuição aprovada pela categoria. Além de um modelo de organização por ramos de atividades, para fortalecer as negociações. *Fonte: Federa-RJ

Contraf-Cut: dirigentes debatem prioridades do movimento sindical bancário em 2023 e aprovam balanço da entidade

A Direção Executiva Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) se reuniu para analisar os dados do balanço da entidade e debater sobre as prioridades do movimento sindical bancário em 2023. A reunião aconteceu na última terça-feira (23), em São Paulo. O balanço foi aprovado por unanimidade pelos membros da DN. O secretário de Finanças da Contraf-CUT, Luiz Cesar de Freitas, explicou que os demonstrativos já haviam sido aprovados pelo Conselho Fiscal e pela Executiva Nacional. “Os demonstrativos financeiros já haviam sido analisados e aprovados pelo Conselho Fiscal e pela Executiva Nacional. Convocamos os representantes das entidades e fizemos esta apresentação detalhada para a análise e deliberação final pela Direção Executiva Nacional, conforme determina nosso estatuto”, afirmou Luiz Cesar. A conjuntura social e política nacional também foi objeto de análise da Direção Nacional da Contraf-CUT, assim como outros temas de interesse da categoria e da classe trabalhadora. Segundo Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT, a classe trabalhadora, e principalmente as categorias do ramo financeiro, precisa focar sua atuação para obter avanços em temas prioritários. “Em 2022, assinamos um acordo de dois anos que já nos garante aumento real para este ano. Agora é fundamental concentrarmos nossa atuação em temas importantes não apenas para nós do ramo financeiro, mas para toda a classe trabalhadora, para ampliarmos o debate sobre a necessidade de uma reforma tributária que garanta mais justiça fiscal e social, com aumento da faixa de isenção do IR, tanto na tabela geral, quanto na específica da PLR”, disse a presidenta da Contraf-CUT. Juvandia também ressaltou a necessidade de manter a campanha pela redução da taxa de juros. “Também devemos continuar nossa campanha pela redução da taxa de juros e o debate sobre o papel do sistema financeiro e do crédito para a geração de emprego e renda, além de avançarmos rumo à organização do movimento sindical e outras questões que envolvem o futuro da categoria e do ramo financeiro”, completou Juvandia, acrescentando que estes também são os temas preliminares indicados para o debate na 25ª Conferência Nacional. A 25ª Conferência Nacional dos Bancários será realizada nos dias 4, 5 e 6 de agosto de 2023, em São Paulo, na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, no formato presencial. Antes disso, nos meses de junho e julho, os mesmos temas devem ser debatidos nas conferências estaduais/regionais. *Fonte: Contraf-CUT

Movimento sindical promove tuitaço contra abusos, demissões e fechamento de agências do Bradesco

Organizado nacionalmente, o movimento sindical promoveu um tuitaço, no final da manhã desta quarta-feira (24). O protesto foi pelo fechamento de agências, por segurança nas unidades de negócio, pelo fim das demissões e por mais contratações para melhorar o atendimento dos clientes e usuários do Bradesco. Com a hashtag #AvergonhaContinuaBradesco, o objetivo da mobilização foi expor a irresponsabilidade social do banco, que apesar de lucrar alto corta empregos e atende mal a usuários e correntistas. Foi registrado um forte engajamento e a mobilização ficou em quarto lugar entre os assuntos mais comentados durante a manhã. Além de denúncias de abusos, a mobilização nas redes sociais serviu para conscientizar a população sobre a realidade enfrentada pelos bancários. Vale lembrar que no primeiro trimestre deste ano, o balanço do banco registrou lucro de R$ 4,3 bilhões.

GT vai tratar de diversidade racial no BNDES

Empoderamento Negro para a Transformação da Economia é o nome do grupo de trabalho (GT) criado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para planejar medidas de fortalecimento da equidade racial na entidade. Formalizada nesta terça-feira (23), a medida tem apoio da Open Society Foundations. O evento começou com desagravo ao jogador Vinícius Júnior, que foi vítima de violenta manifestação de racismo em jogo da liga espanhola no último domingo. O GT deverá atuar na elaboração de um novo censo para identificar a composição étnico-racial dos empregados do BNDES, propor medidas para impulsionar a diversidade, a equidade e a inclusão da população negra no banco e desenvolver propostas para adequar sua atuação a legislações como a Convenção Interamericana contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância e o Estatuto da Igualdade Racial. O secretário de Combate ao Racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Almir Aguiar, ressaltou que  “depois de muitos anos, o BNDES volta a abrir suas portas para discutir racismo e empoderamento negro na transformação da economia, tema fundamental, e o BNDES tem um importante papel para alavancar o empreendedorismo negro”. O BNDES vai disponibilizar R$ 17 milhões, além da captação de mais R$ 10 milhões junto à iniciativa privada, para a construção do Museu e do Distrito Cultural do Cais do Valongo, com inauguração prevista para 2026 na região carioca conhecida como Pequena África. Segundo Almir, “por mais de 40 anos, o Cais do Valongo, que foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio Histórico em 2017, recebeu mais de um milhão de escravizados, e por isso nos leva a refletir sobre grandes barbáries cometidas contra a humanidade”. O dirigente afirmou que “o Museu será muito importante para o Rio de Janeiro e para o Brasil, como um marco para fortalecer a luta contra os crimes cometidos contra negros e contra o racismo, que precisam acabar. Basta de racismo!” O colegiado vai ainda sistematizar estudos de ações afirmativas para negras e negros no BNDES e em outros bancos de desenvolvimento, além de mapear e propor ações para o empoderamento da população negra no país, em interlocução com órgãos públicos e instituições da sociedade civil. “Vamos sair daqui com algumas tarefas, e não apenas para o banco. No próximo dia 20 de novembro, data de Zumbi, vamos lançar um documento para incluir nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs) a questão do racismo. Queremos colocar essa agenda em discussão na ONU”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. *Fonte: Contraf-CUT

Imposto de Renda: consulta ao primeiro lote de restituição é liberada pela Receita

A Receita Federal liberou, nesta quarta-feira (24), a consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física de 2023. Neste lote são contemplados 4,1 milhões contribuintes que estão na fila de prioritários, como idosos acima de 80 anos, pessoas com deficiência, professores e quem fez a declaração pré-preenchida ou optou por receber a restituição pelo Pix. Os valores serão pagos no dia 31 de maio. O contribuinte deve acessar a página da Receita Federal na internet e clicar nos itens “Meu Imposto de Renda” e “Consultar a Restituição” para saber se a restituição está liberada. Este primeiro lote é considerado pelo órgão o maior da história e distribuirá cerca de R$ 7,5 bilhões aos contribuintes. O prazo para entrega da declaração do imposto termina em 31 de maio, às 23h59. *Com informações da Agência Brasil

Caixa comunica contratação de 800 aprovados em concurso de 2014

A Caixa Econômica Federal enviou comunicado à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e à Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), informando que vai contratar 800 aprovados no concurso de 2014. O comunicado foi feito na noite desta terça-feira (23). A coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, lembrou que a recomposição do quadro é uma reivindicação antiga. “As empregadas e os empregados estão sobrecarregados. Há anos cobramos a recomposição do quadro de pessoal e, na nossa última reunião de negociação, ocorrida na sexta-feira (19), reiteramos a urgência do atendimento de nossa reivindicação, numa tentativa de sanar o problema de sobrecarga e dos costumeiros problemas de saúde que ela causa aos empregados. Além disso, com um quadro de trabalho maior, podemos atender melhor à população”, disse. Segundo o último balanço da Caixa,o banco encerrou o 1º trimestre de 2023 com 86.741 empregados, 109 a menos em um ano. Mas, além da queda no número de trabalhadores, houve aumento de aproximadamente cinco milhões de novos clientes no período, elevando, desta forma, o número de clientes a serem atendidos para 1.744 por empregado. Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, é preciso aumentar o teto de empregados. “Mais do que uma excelente notícia, a contratação de 800 aprovados no concurso é uma conquista do movimento. Com certeza ajuda a aliviar a sobrecarga. Mas é insuficiente para recompor o quadro de pessoal, que vem sendo reduzido no decorrer dos anos. Estas 800 contratações são bem-vindas, mas é preciso aumentar o teto de empregados e contratar mais”, afirmou Takemoto. Em 2014, quando o concurso foi realizado, a Caixa contava com 101.484 empregados. Considerando os números do balanço do primeiro trimestre de 2023, são 14.743 postos de trabalho a menos. *Fonte: Contraf-CUT

Contraf-CUT pede retirada de patrocínio do Santander à La Liga devido aos atos racismo contra Vinicius Junior

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) está pedindo a retirada do patrocínio do Santander à La Liga espanhola. A entidade repudia os atos de racismo sofridos pelo jogador brasileiro Vinícius Júnior durante o campeonato. Funcionária do Santander e secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT, Rita Berlofa enfatizou que é inaceitável o nome do banco estar associado a atos tão absurdos. “Embora o banco já tenha emitido uma nota repudiando qualquer ato de racismo, deveria retirar imediatamente seu patrocínio da liga. No Brasil, o racismo é considerado crime, e o fato de o Santander patrocinar uma liga envolvida em atos racistas é extremamente preocupante”, declarou. O secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, Almir Aguiar também se manifestou, afirmando que o racismo no futebol espanhol tem se tornado uma mancha no esporte internacional. “Enquanto a beleza do futebol de Vinícius Júnior encanta uma parcela dos torcedores, outra parte expõe seus sentimentos perversos através de agressões racistas”, afirmou. O posicionamento da Contraf-CUT reflete a indignação em relação aos atos racistas ocorridos na La Liga, destacando a necessidade de medidas mais enérgicas e efetivas para combater o racismo no futebol internacional. A entidade sindical conclama o Santander a reconsiderar seu patrocínio à liga espanhola, visando enviar uma mensagem clara de rejeição a quaisquer manifestações discriminatórias. *Fonte: Contraf-CUT

Sindicato realiza conscientização e pesquisa sobre Doença Mental no Trabalho Bancário

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense está percorrendo as agências de diversas cidades distribuindo um panfleto explicativo sobre “Doença Mental no Trabalho Bancário” e conscientizando os profissionais para os riscos do adoecimento. Ao mesmo tempo, a equipe do sindicato está entregando um questionário para coleta de informações básicas sobre a rotina de trabalho. Na semana seguinte, a equipe volta para recolher os envelopes devidamente lacrados. É muito importante que os bancários respondam ao questionário. Não é necessário se identificar. Basta preencher e colocar no envelope lacrado. Todo o material será encaminhado ao Projeto de Saúde Mental no Trabalho Bancário, que é uma parceria entre o sindicato e Universidade Federal Fluminense/Volta Redonda, onde os dados serão devidamente tabulados. Vale lembrar que o Sindicato não tem acesso às respostas dos bancários.  As informações serão tratadas com metodologia científica. Ao final desse trabalho será feita uma fotografia de todo o grupo para traçar um plano de trabalho efetivo.  Estão previstas as etapas de extensão, estudo e pesquisa acadêmica, cujo objetivo é o trabalho bancário e suas repercussões na saúde dos trabalhadores. A pesquisa já foi entregue nos municípios de Barra Mansa, Volta Redonda, Itatiaia, Porto Real, Quatis e Pinheiral. Na próxima semana, serão entregues nas cidades de Resende, Rio Claro, Piraí, Paracambi, Paulo de Frontin, Mendes, Vassouras, Barra do Piraí, Valença e Rio das Flores. Vale ressaltar que, atualmente,  cerca de 15% dos associados do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense estão afastados pelo INSS para tratamento de saúde. Quase toda a sua totalidade está associada à Síndrome de Burnout, que é caracterizada pelo esgotamento emocional e, consequentemente, físico. Na sequência do trabalho será formado um procedimento chamado clínicas de trabalho, que serão espaços coletivos de escuta para que os bancários possam expor e exprimir seus sentimentos. O objetivo é diminuir a culpabilização das vítimas que ainda se martirizam por terem adoecido sem perceber que era o trabalho o agente causador.

Fim da função por minuto ainda é alvo de análise na Caixa

Representantes da Caixa Econômica Federal e dos empregados se reuniram para debater as questões específicas dos trabalhadores que exercem as funções de caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor. Um dos pontos fundamentais do debate foi o fato de o banco estar analisando o fim da designação das funções por minuto. A reunião aconteceu na tarde desta quinta-feira (18). A coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, avaliou a reunião positivamente.   “A reunião foi boa. O banco tem se mostrado mais aberto ao debate e já atendeu algumas das demandas que colocamos, como o acesso direto das estações financeiras à intranet e o ajuste dos gaveteiros de numerários. Além disso, o banco está analisando o fim da função por minuto, mas disse que depende de uma reorganização da gestão, pois a medida gera impactos financeiros”, afirmou a coordenadora. Já o empregado da Caixa e dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Rafael de Castro, falou da importância de manter a mobilização. “Apesar de maior abertura no debate, ainda não há solução. Então, precisamos nos manter mobilizados. Enquanto não for decidido, precisamos manter a pressão”, ressaltou Rafael. Gaveta de numerários O problema das gavetas de numerários, que “engole” cédulas e causa diferença de caixa, que foi um dos pontos cobrados em reuniões anteriores, será resolvido. O banco definiu que será feito ajuste em unidades-piloto e que os representantes dos empregados poderão participar indicando quais serão estas unidades. Outra reclamação, que diz respeito aos caixas, foi sobre aos scanners que substituíram os leitores de código de barras. “Eles simplesmente não funcionam. Os caixas não o utilizam e acabam digitando o código de barras, o que torna o atendimento mais trabalhoso e lento”, disse o caixa Lucas Fonseca da Cunha, representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Rio Grande do Sul (Fetrafi/RS). O caixa e representante da Federação dos Bancários do Estado do Rio de Janeiro (Federa/RJ), Léo Lima, também criticou a substituição dos leitores de código de barras.. “Não sei por qual motivo tiraram os leitores de código de barras. Não existe necessidade de scanner no caixa. Colocaram uma carreta para fazer uma coisa que é melhor de ser feita com um carro popular”, comparou Léo. Segundo representantes do banco, a substituição foi feita atendendo demanda de gestores e os equipamentos foram instalados há menos de dois anos. “Já estamos falando faz algum tempo para que, antes de serem comprados novos equipamentos, que os usuários sejam ouvidos e que sejam feitos testes para aprovação das máquinas. São os empregados que podem falar melhor sobre as ferramentas que utilizam no seu dia a dia de trabalho”, disse a coordenadora da CEE. Tesoureiros Outro questionamento feito ao banco foi sobre uma possível redução da jornada de tesoureiros, de oito para seis horas, com orientação para que não sejam autorizadas horas-extras para estes profissionais. Segundo o banco,  não existe nenhuma orientação neste sentido e que é preciso analisar casos específicos. Avaliadores de penhor O banco já implementou algumas das demandas dos avaliadores de penhor, como a habilitação, nos próximos dias, do SISAG para autenticar guias de penhor de valores superiores a 10 mil reais. A demanda foi apresentada na reunião passada. Também serão debatidas, em reunião técnica específica, problemas de sistemas utilizados pelos empregados que desempenham a função. Os trabalhadores vão indicar seus representantes para participar da reunião do grupo, que é parte deste mesmo GT de funções específicas. Mudança de mobiliário A adaptação de agências para pessoas com deficiência (PCDs) também foi debatida na reunião. O banco informou que serão aplicados R$ 115 milhões para mudança de mobiliário de 500 a 600 agências e que a adaptação para PCDs levará em conta a exigência de legislações municipais. Serão mesas e cadeiras autorreguláveis, para que o próprio colega regule da forma como ficar melhor para ele. Não foram considerados apoio para os pés. “É importante esta mudança de mobiliário, já considerando as especificidades de cada colega, mas, num momento em que estamos buscando trabalhar com uma gestão mais humanizada, seria interessante que, independentemente da legislação municipal, a Caixa tivesse um olhar atento para estes colegas que já sofrem em seu dia a dia na sociedade”, ponderou Rafael de Castro. Outras demandas Os trabalhadores também pediram para que a Caixa aprimore a ata das reuniões, de modo que facilite o cumprimento das reivindicações atendidas e permita o acompanhamento do que está sendo realizado. Outra reivindicação foi para que as reuniões do GT sejam realizadas em menor período de tempo, sem que haja intervalo de um mês entre os encontros. Também pediram para que a Caixa resgate as atribuições previstas no RH183 e compare com o que os empregados vêm fazendo na prática, para que eles não executem tarefas que não sejam de suas responsabilidades, com a intenção acabar com os desvios de funções. *Fonte: Contraf-CUT