Participantes da Fundação Itaú já podem ajustar perfis de investimento

Os participantes da Fundação Itaú podem ajustar seus perfis de investimento a partir desta segunda-feira (19). É possível escolher entre quatro opções disponíveis: conservador, ultraconservador, moderado e arrojado. O alinhamento poderá ser feito até 18 de julho, de acordo com expectativas e tolerância ao risco. Carlos Damarindo, secretário de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e membro do Conselho da Fundação, falou sobre a alteração de perfil e sua importância; “É importante ressaltar que a alteração de perfil é uma decisão pessoal, que requer uma compreensão clara das informações relacionadas a cada modalidade. Cada perfil possui seu próprio nível de risco, e os participantes devem estar cientes das possibilidades antes de realizar qualquer mudança”, declarou Damarindo. Acessando o site oficial da Fundação Itaú, é possível obter mais informações e esclarecer dúvidas. O site oferece informações detalhadas sobre os perfis de investimento. Além disso, os participantes poderão entrar em contato com os conselheiros de fundos ou os comitês de planos, que estão disponíveis para auxiliar e responder perguntas. Atualmente, a Fundação Itaú Unibanco é uma das maiores instituições do país, com um patrimônio ativo que ultrapassa R$ 30,7 bilhões. Com o objetivo de manter seus participantes informados e atualizados, a Fundação realiza lives regularmente, proporcionando um espaço para a discussão de assuntos relevantes e esclarecimento de dúvidas. “Recomendamos fortemente que os participantes acompanhem essas lives, pois elas fornecem insights valiosos sobre o mercado e ajudam a compreender as decisões de investimento tomadas pela Fundação. Afinal, é fundamental estar bem informado para tomar decisões financeiras sólidas”, concluiu Damarindo. *Fonte: Contraf-CUT
Funcionários do Banco Itaú realizam assembleia sobre Acordos Coletivos nesta quinta (15)

Os funcionários do Banco Itaú e demais plataformas da rede realizam, nesta quinta-feira (15), assembleia geral extraordinária específica. A convocação foi feita pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Sul Fluminense. A assembleia teve início às 8h e vai até as 20h, de forma virtual, através do bancarios.votabem.com.br. Na pauta constam os assuntos relativos aos Acordos Coletivos como a deliberação acerca da aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho para pagamento da Participação nos Lucros e/ou Resultados referentes aos exercícios de 2023 e 2024; o Acordo Coletivo de Trabalho para concessão de Bolsas Auxílio Educação e Acesso à Plataforma Digital de Treinamentos para o exercício de 2023 e 2024; e o Acordo Coletivo de Trabalho que regulamenta o Teletrabalho, o Sistema Alternativo Eletrônico de Controle de Jornada de Trabalho e o Termo de Quitação 2023 e 2024, a serem celebrados com as empresas do Conglomerado Itaú Unibanco acima nominadas.
GT de Saúde do Itaú se reúne com o banco e cobra cumprimento da cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho

O Grupo de Trabalho (GT) de Saúde do Itaú-Unibanco se reuniu com a direção do banco, na manhã desta quarta-feira (14). O objetivo foi iniciar o cumprimento da cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), negociada na Campanha Nacional de 2022, sobre metas, cujo texto prevê o debate sobre as formas de acompanhamento das metas estipuladas para cada trabalhador e suas cobranças. A reunião ocorreu de forma híbrida. Os dirigentes sindicais apresentaram os levantamentos dos sindicatos e relataram os problemas que os trabalhadores têm enfrentado nos últimos meses devido às cobranças excessivas de metas. A coordenadora do GT de Saúde, Luciana Duarte, disse que é fundamental mostrar ao banco “os preocupantes números de doenças psíquicas relacionadas ao trabalho, com destaque para os alarmantes casos de esgotamento profissional (burnout), que são consequência de cobrança absurda de metas e assédio moral”. A falta de eficácia do canal da prevenção de conflito também foi alvo de críticas. Segundo os sindicalistas, os números apresentados sobre adoecimento dos empregados são assustadores. Eles pedem que sejam debatidas e encaminhadas soluções concretas para os problemas. Uma pauta de negociação com vários temas relacionados à saúde e condições de trabalho foi entregue ao banco. “Criamos um calendário para tratar dos temas que são urgentes diante do cenário de adoecimento extremo da categoria”, ressaltou Luciana. O banco se comprometeu a trazer, na próxima reunião, marcada para o dia 27, a resposta de todos os casos denunciados. CONVOCAÇÃO O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Sul Fluminense convoca todos os funcionários do Banco Itaú e demais plataformas da rede para assembleia geral extraordinária específica. A assembleia será realizada de forma virtual, nesta quinta-feira, 15 de junho, das 8h às 20h, através do bancarios.votabem.com.br. Na pauta constam os assuntos relativos aos Acordos Coletivos como a deliberação acerca da aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho para pagamento da Participação nos Lucros e/ou Resultados referentes aos exercícios de 2023 e 2024; o Acordo Coletivo de Trabalho para concessão de Bolsas Auxílio Educação e Acesso à Plataforma Digital de Treinamentos para o exercício de 2023 e 2024; e o Acordo Coletivo de Trabalho que regulamenta o Teletrabalho, o Sistema Alternativo Eletrônico de Controle de Jornada de Trabalho e o Termo de Quitação 2023 e 2024, a serem celebrados com as empresas do Conglomerado Itaú Unibanco acima nominadas.
PIS/Cofins: plenário do STF vota a favor de que bancos paguem impostos sobre receitas

Por nove votos a um, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os bancos devem pagar PIS/Cofins sobre receitas financeiras. A medida evita uma perda de receitas de R$ 115 bilhões para o governo, segundo estimativa da Receita Federal. Os processos sobre o tema tinham como parte o banco Santander e a Sita, uma corretora de câmbio e outros investimentos. Mas o Supremo deu status de repercussão geral. Dessa forma, o entendimento final deverá ser aplicado a todas as instituições financeiras do país, entre bancos, corretoras e seguradoras, entre outras. Desde 2014, a legislação passou a deixar claro que a cobrança de PIS/Cofins sobre o faturamento dessas instituições também recai sobre as receitas financeiras, como juros e valorização cambial, por exemplo. Mas os bancos questionavam a incidência dessas contribuições federais entre os anos de 2009 e 2014, alegando que a lei sobre o assunto não era clara sobre o que constitui, de fato, o faturamento dessas empresas. O montante de R$ 115 bilhões calculado pela Receita Federal é referente às contribuições dos últimos cinco anos, que agora o governo fica autorizado a cobrar das instituições financeiras. Valores anteriores a isso já tiveram sua cobrança prescrita. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apresentou, no processo, a estimativa de R$ 12 bilhões em impacto sobre o caixa das instituições financeiras. O valor tem como base disputas judiciais já em curso, envolvendo 12 bancos: Bank of America, BNP Paribas, Bradesco, BTG Pactual, Daycoval, GMAC, Itaú-Unibanco, Mercantil do Brasil e Santander. Segundo a Febraban, alguns bancos podem se livrar da cobrança, por terem aderido a programas de recuperação fiscal. Entre eles estão o Banco do Brasil, o Citibank e a Caixa Econômica Federal. Com este resultado, devem ser retomadas 65 ações judiciais que estavam paralisadas à espera da tese de repercussão geral sobre o assunto. Fonte: Agência Brasil
Segurança bancária: Grupo de Trabalho bipartite é instaurado

Representantes do Comando Nacional dos Bancários e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) deram continuidade à instalação do Grupo de Trabalho (GT) bipartite para avaliar os dados estatísticos e a possibilidade de acordo sobre a adoção de dispositivos de segurança bancária. A reunião ocorreu nesta segunda-feira (12). A constituição do GT está garantida na Convenção Coletiva do Trabalho (CCT) dos bancários, sendo uma conquista da Campanha Nacional dos Bancários 2022. “O tema é bastante sensível e temos que debater com toda sinceridade e responsabilidade que o mesmo requer”, disse o coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Elias Hennemann Jordão. Mantendo a mesma postura apresentada durante a Campanha Nacional, a Fenaban afirmou que houve redução no número de assaltos a agências e postos bancários de 2000 a 2021. A entidade propôs que a representação dos trabalhadores se juntem aos bancos e atuem contra as normas estaduais e municipais de segurança, que exigem aparatos de segurança além dos previstos na Lei 7.102/1983, que regulamenta a segurança bancária. “Os casos reduziram justamente por causa dos sistemas de segurança, não há porque mexer em time que está ganhando”, disse Adelmo Andrade, representante da Federação Empregados em Estabelecimentos Bancários da Bahia e Sergipe (Feeb/BA-SE). Para Elias, a proposta da Fenaban é totalmente inoportuna. “Dada a conjuntura, existe uma preocupação com a retomada da violência. Por isso, entendemos que, se abrirmos mão de aparatos de segurança e de vigilantes neste momento, estaremos colocando em risco a categoria e os clientes. Acreditamos que temos que avançar na questão da segurança e não retroceder”, disse. Elias lembrou ainda que a retirada de portas de segurança e de vigilantes das agências bancárias desrespeita legislações específicas de estados e municípios e que existem várias decisões judiciais que condenam os bancos a pagarem multas pelo descumprimento das leis. Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que, ainda que em números relativos às transações via agências tenham perdido espaço, 48% delas são com movimentação financeira e que isso demonstra a importância de haver sistemas de segurança e vigilantes em qualquer tipo de agência bancária. Os dirigentes sindicais também ressaltaram as agressões que os trabalhadores vêm sofrendo nos últimos meses. “A sensação de insegurança não é só causada pelos assaltados, também acontecem inúmeros casos de ameaças e agressões físicas, mais uma comprovação da necessidade de vigilantes”, afirmou Nilton Damião Esperança, presidente da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Rio de Janeiro e do Espírito Santo (Fetraf RJ/ES). *Fonte: Contraf-CUT
CONVOCAÇÃO: Sindicato convoca funcionários do Itaú para assembleia virtual sobre Acordos Coletivos nesta quinta (15)

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Sul Fluminense convoca todos os funcionários do Banco Itaú e demais plataformas da rede para assembleia geral extraordinária específica. A assembleia será realizada de forma virtual, nesta quinta-feira, 15 de junho, das 8h às 20h, através do bancarios.votabem.com.br. Na pauta constam os assuntos relativos aos Acordos Coletivos como a deliberação acerca da aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho para pagamento da Participação nos Lucros e/ou Resultados referentes aos exercícios de 2023 e 2024; o Acordo Coletivo de Trabalho para concessão de Bolsas Auxílio Educação e Acesso à Plataforma Digital de Treinamentos para o exercício de 2023 e 2024; e o Acordo Coletivo de Trabalho que regulamenta o Teletrabalho, o Sistema Alternativo Eletrônico de Controle de Jornada de Trabalho e o Termo de Quitação 2023 e 2024, a serem celebrados com as empresas do Conglomerado Itaú Unibanco acima nominadas.
Desenrola Brasil terá participação de BB, Bradesco e Itaú

O Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas de pessoas físicas, contará com a participação do Banco do Brasil, do Bradesco e do Itaú. Os três bancos já anunciaram que vão participar. Previsto para começar em julho, o programa vai beneficiar mais de 70 milhões de pessoas, que atualmente se encontram no “vermelho”, renegociando até R$ 100 bilhões em dívidas. O programa terá duas faixas de renegociação. A faixa 1 será restrita a débitos de até R$ 5 mil, para pessoas com cadastros de inadimplentes em dezembro de 2022 e com rendimento de até dois salários mínimos ou inscrita no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal). A faixa 2 é destinada aos cidadãos com dívidas no banco, aptas a proceder a renegociação direta com a empresa. Uma das condições para a inclusão do banco no programa Desenrola é a retirada de dívidas de até R$ 100,00 da lista de inadimplentes, medida que poderá beneficiar cerca de 1,5 milhão de trabalhadores.
Nos últimos dez anos, digitalização acabou com 70 mil empregos e ajudou a fechar 5 mil agências bancárias

O setor financeiro mudou sua estrutura com a transformação digital nos últimos dez anos. O resultado é que foram fechadas 5.716 agências bancárias e eliminados cerca de 70 mil postos de trabalho. A informação foi publicada no jornal Estadão, com base nos dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Com a digitalização do setor bancário, os clientes realizam operações como abertura e fechamento de contas, consulta de saldo, transferências através de PIX, TED ou DOC, e até investimentos. Os aplicativos disponibilizados nos celulares assumiram as funções dos bancários, contribuindo para que os bancos reduzam cada vez mais o número de empregados. A pandemia também contribuiu para este novo panorama. Com o isolamento social, as pessoas, inclusive as idosas, foram obrigadas usar os aplicativos, ou seja, tiveram que se render à tecnologia para pagar contas e fazer operações que, antes, eram feitas presencialmente nos bancos. O reflexo na mão de obra do setor foi inevitável. Dados do Novo Caged (cadastro geral de empregados e desempregados, do Ministério do Trabalho), o volume de demissões em março ficou 39% acima da média mensal de 2022, quando o número de demissões chegou a 1.474. Já as contratações ficaram 16,5% abaixo da média mensal registrada no setor no período. Março foi o sexto mês consecutivo de cortes de postos de trabalho no setor bancário, aponta o cadastro. Ainda segundo a reportagem, só no primeiro trimestre deste ano, os bancos cortaram 2.662 vagas. O corte de pessoal nos grandes bancos chegou a 2.394, comparando os dados do primeiro trimestre de 2023 com igual período no ano passado. Apesar desses dados, a Federação Brasileira de bancos (Febraban) considera que o nível de emprego no setor tem se mantido estável. “No primeiro trimestre 2023 houve uma ligeira redução no nível de empregos no setor, de 0,6%, que é equivalente à expansão no nível de emprego que houve de 2021 para 2022, de 0,6%”, divulgou a entidade. Vagas em TI Com a transformação digital dos bancos e instituições financeiras, os novos postos de trabalho foram para profissionais de tecnologia da informação, como programadores, analistas e gerentes de produto.
Comissões do Itaú vão se reunir com direção do banco dia 14 de junho

A Comissão de Organização dos Funcionários (COE) e o Grupo de Trabalho de Saúde (GT Saúde) do Itaú-Unibanco estão se preparando para a reunião do dia 14 de junho com a direção do banco. Nesta terça-feira (6), os membros das duas comissões tiveram um encontro on-line. No dia 14, o GT de saúde vai cobrar, da direção do banco, o cumprimento da cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), negociada na Campanha Nacional de 2022. Essa cláusula prevê o debate sobre as formas de acompanhamento na primeira reunião de 2023, entre as comissões de trabalhadores e os bancos. Já a COE vai debater questões de emprego, fechamento de agências, horário de abertura das agências, avaliação semestral de desempenho e Programas Próprios de Remuneração. Segundo o coordenador da COE Itaú, Jair Alves, o encontro com a direção do banco será importante para manter o diálogo. “Teremos a oportunidade de nos encontrarmos com a direção do banco, e estamos certos de cobrar o cumprimento da cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O GT de saúde buscará garantir condições adequadas de saúde e segurança para todos os funcionários”, afirmou Jair. A reunião desta terça (6) contou com uma apresentação da economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Catia Uehara, sobre o balanço do primeiro trimestre de 2023. “Essa análise nos oferece informações valiosas para embasar nossas discussões e reivindicações. Estamos prontos para dialogar com a direção do banco e trabalhar em prol de melhores condições de trabalho, segurança, emprego e remuneração justa. Unidos, somos mais fortes e faremos a diferença”, completou Jair Alves. *Fonte: Contraf-CUT
Pesquisa do sindicato deve ser respondida até 26 de junho

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense está realizando uma pesquisa sobre “Doença Mental no Trabalho Bancário”. Um questionário está sendo entregue nas agências para ser respondido pelos bancários. O Sindicato pede que até o dia 26 de junho próximo todos sejam respondidos. A ação do sindicato, que conta também com a distribuição de folhetos explicativos, visa à conscientização dos profissionais para os riscos do adoecimento. Colocado em envelope lacrado, o questionário serve para coleta de informações básicas sobre a rotina de trabalho. É muito importante que os bancários respondam ao questionário. Não é necessário se identificar. Basta preencher e colocar no envelope lacrado. Todo o material será encaminhado ao Projeto de Saúde Mental no Trabalho Bancário, que é uma parceria entre o Sindicato e Universidade Federal Fluminense/Volta Redonda, onde os dados serão devidamente tabulados. O sindicato não tem acesso às respostas dos bancários. As informações serão tratadas com metodologia científica. Ao final desse trabalho será feita uma fotografia de todo o grupo para traçar um plano de trabalho efetivo. Estão previstas as etapas de extensão, estudo e pesquisa acadêmica, cujo objetivo é o trabalho bancário e suas repercussões na saúde dos trabalhadores. A pesquisa já foi entregue nos municípios de Barra Mansa, Volta Redonda, Itatiaia, Porto Real, Quatis e Pinheiral, Resende, Rio Claro, Piraí, Paracambi, Paulo de Frontin, Mendes, Vassouras, Barra do Piraí, Valença e Rio das Flores. Atualmente, cerca de 15% dos associados do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense estão afastados pelo INSS para tratamento de saúde. Quase toda a sua totalidade está associada à Síndrome de Burnout, que é caracterizada pelo esgotamento emocional e, consequentemente, físico. Na sequência do trabalho será formado um procedimento chamado clínicas de trabalho, que serão espaços coletivos de escuta para que os bancários possam expor e exprimir seus sentimentos. O objetivo é diminuir a culpabilização das vítimas que ainda se martirizam por terem adoecido sem perceber que era o trabalho o agente causador.