COE Bradesco leva pauta de reivindicações específicas à direção do banco

Os trabalhadores do Bradesco entregaram, nesta terça-feira (28), a pauta específica de reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2026 à direção do banco. A entrega do documento foi feita pela Comissão de Organização dos Empregados (COE). No texto estão as reivindicações construídas pelas federações e entidades sindicais de todo o país. O documento servirá de base para as negociações específicas após a conclusão da campanha nacional unificada. “A pauta contempla as necessidades e também as reivindicações e expectativas das bancárias e dos bancários do Bradesco de todo o país. Reúne reivindicações históricas e vamos trabalhar para conquistar cada uma delas”, ressaltou a coordenadora da COE do Bradesco, Erica de Oliveira. *Fonte: Contraf-CUT
Nota de falecimento

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense lamenta o falecimento de Márcia Alves, esposa de Carlinho, conhecido carinhosamente como Kalunga, diretor aposentado do banco Itaú e nosso companheiro de luta. Neste momento de dor enviamos toda nossa solidariedade aos familiares e amigos. O sepultamento será às 13h30 no Cemitério de Barra Mansa, de onde o corpo partirá da Capela 3.
Assistência médica e prevenção ao adoecimento marcam debate na terceira mesa do Santander

Na manhã desta terça-feira (28), a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander se reuniu com a direção do banco para a terceira rodada de negociações da pauta específica da Campanha Nacional dos Bancários 2026. Devolutivas O Santander apresentou informações sobre o programa de bolsas de estudo, informando que 90% das 2.500 bolsas oferecidas já estão sendo utilizadas e que a distribuição entre homens e mulheres é equilibrada. De acordo com o banco, a maior parte dos beneficiários está matriculada em cursos de pós-graduação e 5% das bolsas já são ocupadas por pessoas com deficiência (PCDs). A proposta de criação de um programa permanente de capacitação em tecnologia voltado prioritariamente para mulheres (cis e trans) e pessoas transgênero voltou a ser debatida. Os trabalhadores reivindicam que o banco ofereça bolsas integrais ou parciais para cursos nas áreas de programação, desenvolvimento de sistemas, ciência de dados, inteligência artificial e outras áreas correlatas. Solicitam ainda a adoção de políticas que incentivem a contratação e a movimentação interna dessas profissionais para vagas na área de tecnologia, contribuindo para reduzir a desigualdade de gênero e ampliar a diversidade no setor. O banco informou que estuda a possibilidade de incluir os cursos de tecnologia na cláusula que já prevê a concessão de bolsas de estudo aos empregados. A COE também reivindica o fornecimento de telefone celular corporativo a todos os empregados que atuam em atividades externas, a exemplo do BB1, com linha telefônica e pacote de dados suficientes para garantir a conexão compartilhada (Wi-Fi) com equipamentos de trabalho, como notebooks e tablets. Caso o empregado seja obrigado a utilizar seu telefone particular para o trabalho, o banco deve ressarcir as despesas com ligações, internet e o desgaste do equipamento pessoal. Saúde Os principais itens da pauta são a manutenção da assistência médica aos aposentados nas mesmas condições vigentes durante o contrato de trabalho, evitando que o custo do plano passe a ser integralmente arcado pelo ex-empregado após a aposentadoria, e a definição de limites para os custos das mensalidades e da coparticipação, de forma que os valores sejam compatíveis com a remuneração dos trabalhadores. Além disso, a COE reivindicou que os empregados possam escolher entre as duas operadoras de saúde já contratadas pelo Santander, de acordo com a disponibilidade de atendimento em sua região. O banco informou que, neste momento, a migração entre os planos não é possível por questões técnicas e contratuais. A criação de licença menstrual para empregadas que enfrentam dores severas, mediante a apresentação de relatório médico, também foi pedida. O Santander afirmou que não é possível incluí-la como cláusula do acordo específico, comprometendo-se apenas a orientar os gestores para que avaliem cada caso. Medidas de prevenção ao adoecimento, criação de um grupo paritário para discutir saúde e segurança, fortalecimento das ações de combate ao assédio moral e às metas abusivas, ampliação das políticas de proteção à saúde mental e atendimento às vítimas de violência no ambiente de trabalho, também foram destaque na reunião. As negociações vão continuar no próximo dia 12 de agosto. *Fonte: Contraf-CUT
Campanha 2026: Sindicato leva informações aos bancários e à população

O trabalho de conscientização da categoria para fortalecer a mobilização dos trabalhadores durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026 está a todo vapor. Nesta terça-feira (28), o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense percorreu as agências de Volta Redonda, distribuindo o boletim da campanha e colando cartazes para informar à população também sobre a luta da categoria. Além de conversar sobre a campanha com os funcionários das agências, os diretores do Sindicato levam informações aos clientes e à população de maneira geral. Eles explicam que a campanha não é apenas para beneficiar os bancários. A luta é também para melhorar o atendimento ao público, já que devido ao fechamento de agências, os bancos empurram os clientes para o atendimento digital, prejudicando, principalmente, as pessoas idosas que nem sempre têm habilidade com a tecnologia.
Trabalhadores do Santander vão para a terceira rodada de negociação nesta terça (28)

A terceira rodada de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026, entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander e a direção do banco, acontece nesta terça-feira (28), em São Paulo. O tema em pauta será a saúde, um dos eixos prioritários nas reivindicações dos trabalhadores. A manutenção da assistência médica aos aposentados nas mesmas condições vigentes durante o contrato de trabalho, a preservação da qualidade dos planos de saúde, limites para os custos de mensalidades e coparticipação, além da garantia de negociação prévia com as entidades sindicais antes de qualquer alteração nos benefícios estão entre os itens principais. Os trabalhadores reivindicam ainda a manutenção da assistência médica aos aposentados nas mesmas condições vigentes durante o contrato de trabalho, a preservação da qualidade dos planos de saúde, limites para os custos de mensalidades e coparticipação, além da garantia de negociação prévia com as entidades sindicais antes de qualquer alteração nos benefícios. A regulamentação do direito à desconexão digital, garantindo que os bancários não sejam acionados fora da jornada, salvo em situações excepcionais previstas em acordo também se destaca na pauta. Durante a reunião, a representação dos trabalhadores defenderá, ainda, propostas como licença menstrual para empregadas que enfrentam dores severas, redução temporária das metas para empregados que retornam de afastamento previdenciário, fortalecimento do Fórum de Saúde e Condições de Trabalho e aperfeiçoamento das regras relacionadas ao retorno ao trabalho após licença médica. *Fonte: Contraf-CUT
Sindicato participa do Dia de Mobilização da Caixa

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense participou, nesta segunda-feira (27), das ações pelo Dia Nacional de Mobilização em defesa do Saúde Caixa e por melhores condições de trabalho. Diretores do Sindicato estiveram na agência de Vila Santa Cecília, em Volta Redonda, onde levaram cartazes e panfletos com as principais reivindicações dos trabalhadores e trabalhadoras do banco. Na última rodada de negociações, o banco apresentou novos dados sobre o Saúde Caixa, relativos a adesões, cancelamentos, perfil da base e composição dos beneficiários. A Caixa também reconheceu que o fim do teto de gastos do banco com a saúde do seu quadro de pessoal permite a retomada do modelo de custeio 70/30, no qual 70% dos custos são arcados pela Caixa e 30% pelos empregados, garantindo sustentabilidade ao Saúde Caixa por pelo menos dois anos. Durante a ação, o presidente do Sindicato, Júlio Cunha, falou sobre a luta dos trabalhadores. “Estão tentando dividir a nossa mesa, mas nós estamos aqui firmes mostrando a nossa unidade, mostrando que o nosso sindicato é um sindicato de luta, que a categoria bancária é uma classe de luta. Hoje estamos aqui para chamar atenção da população para o fechamento de agências, que cada dia que passa estão jogando o cliente para o digital, sem atender nas agências. Então nós estamos aqui para lutar! Para manter as agências de portas abertas”, ressaltou Júlio. A próxima mesa de negociação será realizada no dia 31 de julho.
Bradesco lidera ranking de reclamações

Nesta terça-feira (28), a representação dos funcionários do Bradesco vai entregar a minuta de reivindicações ao banco, único que ainda não havia marcado a reunião. Na última quinta-feira (23), o Banco Central divulgou um levantamento apontando o Bradesco como líder no ranking de reclamações entre os 15 maiores bancos do país. De abril a junho deste ano, foram registradas 9.375 queixas procedentes, alcançando um índice de 84,90 reclamações por milhão de clientes. Os principais motivos das queixas são irregularidades em operações de cartão de crédito (segurança, sigilo e legitimidade), problemas com o atendimento do SAC ou central de chamadas, além de dificuldades com crédito consignado e serviços de internet banking. Em segundo lugar no levantamento do Banco Central está o C6 Bank. O Itaú ocupa o terceiro lugar. Banco do Brasil e Caixa estão em 8º e 11º lugares, respectivamente. Vale lembrar que o Bradesco lucrou, em 2025, R$ 24,652 bilhões. O Itaú Unibanco faturou R$ 46,8 bilhões, no mesmo período. No total, o sistema financeiro nacional lucrou R$ 255 bilhões no ano passado. *Fonte: Bancários Rio
Itaú atende reivindicação do movimento sindical e flexibiliza regras de mobilidade

Após reivindicação da Comissão de Organização dos Empregados (COE), o Itaú comunicou oficialmente, nesta quarta-feira (24), que os empregados dos times de Negócios PJ poderão utilizar aplicativos de mobilidade, como Uber e similares, em situações excepcionais ou quando essa alternativa for mais adequada. A reivindicação foi apresentada na pauta específica da Campanha Nacional dos Bancários 2026, no dia 1º de julho. O banco enviou um comunicado à COE esclarecendo que as políticas corporativas sobre deslocamento e mobilidade continuam vigentes. Mas reconheceu que a orientação para priorizar o uso do veículo próprio não impede a utilização de aplicativos quando essa alternativa se mostrar mais adequada sob os aspectos operacionais, de segurança ou de eficiência. No comunicado, o Itaú informou que reforçou às lideranças que as diretrizes devem considerar as particularidades de cada região, a natureza das atividades desempenhadas e, principalmente, a segurança dos trabalhadores. “Essa é uma conquista importante da COE. Levamos esse tema para a mesa de negociação porque recebíamos muitas reclamações de colegas que estavam sendo impedidos de utilizar aplicativos de mobilidade, mesmo em situações em que essa era a alternativa mais segura ou eficiente”, ressaltou a coordenadora da COE, Valeska Pincovai. A coordenadora explicou que o esclarecimento do banco corrige essa distorção e traz mais segurança para quem está diariamente nas ruas atendendo clientes. A representação dos trabalhadores seguirá cobrando a revisão dos valores pagos pelo reembolso de combustível. Atualmente, o banco adota um valor único para todo o país, sem considerar as diferenças de preços praticados entre estados, regiões metropolitanas e cidades do interior. A COE defende que o banco estabeleça critérios regionalizados, levando em consideração as médias de preços dos combustíveis em cada estado ou, ao menos, diferenciando os valores entre regiões metropolitanas e o interior. *Fonte: Contraf-CUT
BB: representação dos trabalhadores denuncia metas abusivas e pede solução para a Cassi

Durante a terceira rodada de negociação do acordo específico do Banco do Brasil na Campanha Nacional dos Bancários 2026, a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) denunciou o assédio moral relacionado ao cumprimento de metas consideradas abusivas. O encontro foi realizado na tarde desta quinta-feira (23) e a CEBB apontou o aumento dos casos de adoecimento e a precarização das condições de trabalho e do atendimento à população. Os trabalhadores também reivindicam a realização de um novo concurso público e a contratação de mais empregados, principalmente para as agências. A sustentabilidade da Cassi também mereceu destaque durante a negociação. A representação dos trabalhadores defende que o banco encaminhe a inclusão dos funcionários oriundos de bancos incorporados na Cassi e na Previ, além da retomada do patrocínio da Cassi para os empregados admitidos a partir de 2018. A questão dos trabalhadores do PSO foi levantada durante o encontro. Segundo a representação dos trabalhadores, os empregados da área enfrentam sobrecarga e acúmulo de funções. Segundo a denúncia, gerentes de serviço acumulam atividades administrativas e negociais, enquanto escriturários executam tarefas como abastecimento dos terminais de autoatendimento (TAA) e gestão de numerário, caracterizando desvio e acúmulo de funções. Além disso, foi cobrada a garantia de tempo para capacitação dos empregados do PSO, que vêm absorvendo novas atribuições sem o treinamento adequado. *Fonte: Contraf-CUT
Saúde Caixa e diversidade vão a debate na terceira mesa de negociação com a Caixa

Durante a terceira mesa de negociações específicas com a Caixa, dentro da Campanha Nacional dos Bancários 2026, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) cobrou avanços concretos nas cláusulas de condições de trabalho. A prioridade no debate ficou para a necessidade de atualização da estrutura de carreira da Caixa, com novo Plano de Funções Gratificadas (PFG), novo Plano de Cargos e Salários (PCS) e regras objetivas, transparentes e democráticas para os Processos Seletivos Internos (PSIs). “Os atuais PFG e PCS não respondem mais à realidade da Caixa. A empresa mudou, o trabalho mudou, as exigências aumentaram, mas os instrumentos de carreira ficaram para trás”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen. Em relação ao PSI, a CEE/Caixa defendeu que os processos seletivos internos respeitem princípios de transparência, impessoalidade, objetividade e diversidade, com regras conhecidas previamente e participação de bancas examinadoras representativas da diversidade no banco. De acordo com a Caixa, há estudos em andamento sobre PFG, PCS e PSI. O banco se comprometeu a buscar informações para apresentar à mesa. Já a CEE/Caixa ressalta que é fundamental que esses estudos sejam compartilhados com as entidades sindicais, para serem debatidos antes de qualquer implementação. A inclusão de uma cláusula específica sobre teletrabalho no ACT da Caixa também foi cobrada pela representação dos empregados. A CEE/Caixa também apresentou críticas ao modelo de atendimento “figital”, no qual empregados das unidades físicas precisam conciliar o atendimento presencial com demandas digitais, por meio da ferramenta Genesys. A CEE cobrou que a Caixa apresente estudos sobre os impactos do Genesys e do atendimento presencial simultâneo, inclusive à luz da NR-1, com informações sobre o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), inventário de riscos, medidas de prevenção e acompanhamento pelas CIPAs. A Caixa apresentou parte dos dados sobre diversidade cobrados pela representação dos empregados na primeira rodada de negociação específica. Além disso, os representantes do banco apresentaram proposta de cláusulas sobre Equidade de Gênero, Diversidade e Inclusão. Em relação ao Saúde Caixa, o banco apresentou novos dados sobre adesões, cancelamentos, perfil da base e composição dos beneficiários. O destaque ficou para o reconhecimento, pela Caixa, de que o fim do teto de gastos do banco com a saúde do seu quadro de pessoal permite a retomada do modelo de custeio 70/30, no qual 70% dos custos são arcados pela Caixa e 30% pelos empregados, garantindo sustentabilidade ao Saúde Caixa por pelo menos dois anos. A CEE reforçou a convocação para o Dia Nacional de Mobilização em defesa do Saúde Caixa e por melhores condições de trabalho, que será realizado na próxima segunda-feira (27), em todo o país. A próxima reunião de negociação específica com a Caixa será realizada no dia 31 de julho. *Fonte: Contraf-CUT