Funcef dá posse a novo presidente

Ricardo Pontes é o novo presidente da Fundação dos Economiários Federais (Funcef). A posse ocorreu na última quarta-feira (30). Pontes é empregado de carreira da Caixa e assumiu o cargo para um mandato de quatro anos. Antes de ser indicado pela Caixa, ele passou por um processo seletivo. O novo presidente da Fundação é administrador de empresas, pós-graduado em Administração Pública e MBA em gestão empresarial. Durante a cerimônia de posse, Ricardo Pontes elogiou o processo de transição da Funcef, que facilitou aos novos gestores o acesso às principais informações e planos estratégicos da entidade. “Estou em contato com todas as diretorias. A Funcef é sólida e bem estruturada. Vamos atuar de forma firme com o objetivo de buscar soluções conjuntas para os desafios da fundação”, afirmou o novo presidente. Técnico especializado na área da Previdência, Ricardo Pontes ajudou a estruturar a Fundação Piauí Previdência (PiauíPrev) e presidiu o regime próprio de previdência do estado por três anos. “Sabemos dos desafios a serem enfrentados. Desejamos uma gestão com olhar para o participante e eficiência para solucionar os problemas da Fundação. A Fenae se coloca à disposição para contribuir no fortalecimento da Funcef e na ampliação dos direitos dos participantes”, disse o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto. Em seu discurso, Takemoto lembrou algumas demandas dos participantes que precisam ser retomadas, como a incorporação do REB ao Novo Plano, que voltou a ser discutida após solicitação da Fenae e outras entidades em defesa dos participantes, mas aguarda definição. A Fenae também defende que a Funcef cobre da Caixa o pagamento do contencioso – passivo trabalhista de responsabilidade da patrocinadora que acaba custeado pelos participantes. Outra reivindicação é a revisão do benefício das Mulheres Pré-79 após decisão do STF.  *Com informações da Apcef/SP

Teletrabalho: Caixa começará a pagar ajuda de custo a partir de maio

Os valores adicionais para quem realiza trabalho remoto, ou teletrabalho, na Caixa Econômica Federal, começam a ser creditados a partir de maio, segundo informações do banco. Nas questões que envolvem teletrabalho, a Caixa segue as regras estabelecidas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária, nas cláusulas 68 a 79. De acordo com a cláusula 71 da CCT, “o banco pagará ao empregado, que estiver em regime de teletrabalho ou trabalho remoto, prestando serviços fora das dependências do banco em mais de 50% (cinquenta por cento) da duração do trabalho mensal, ajuda de custo no valor anual de R$ 1.036,80 (um mil e trinta e seis reais e oitenta centavos), que poderá ser pago de uma só vez ou parcelado em até 12 (doze) vezes, a critério do banco.” Para a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, essa é mais uma conquista da categoria. “Esta é uma conquista da mesa única de negociações com todos os bancos. Não temos um acordo específico de teletrabalho com a Caixa e o banco, em um primeiro momento, não tinha disposição sequer de acatar as definições da mesa única de negociações. Podemos considerar este acordo como uma vitória não apenas dos empregados da Caixa, mas da categoria como um todo”, destacou Fabiana. Também está definido que o valor acima mencionado será corrigido a partir de setembro de 2023 pelo INPC/IBGE acumulado do período de 12 (doze) meses – setembro/2022 a agosto/2023, acrescido do aumento real de 0,5% (zero vírgula cinco por cento). Na última sexta-feira (31), a Caixa Econômica Federal creditou na conta dos empregados elegíveis a diferença da Participação nos Lucros ou Resultados (PLR). Os valores da segunda parcela da PLR correspondem a 70% do total. Mas, para quem paga pensão alimentícia, o percentual pago foi de 50%. O restante foi utilizado para descontos legais (como imposto de renda). A diferença, paga na última sexta, é a sobra destes descontos legais. *Com informações da Contraf-CUT

Reunião do GT debate questões das funções de caixa, tesoureiro e avaliador de penhor

Representantes dos trabalhadores, que exercem as funções de caixa, tesoureiro e avaliador de penhor, e a Caixa Econômica Federal estiveram reunidos, nesta quinta-feira (30). Durante o encontro foi apresentada uma lista de reivindicações. Entre as principais reivindicações está o fim da designação de função “por minuto” e a retomada da designação efetiva para o exercício das funções de caixa, tesoureiro e avaliador de penhor, assim como o fim do desvio de funções, com trabalhadores desempenhando atividades de outras funções, principalmente de venda de produtos. O fim da inclusão dos trabalhadores que desempenham as funções de caixa, tesoureiro e avaliador de penhor no time de vendas das agências também foi reivindicado. Os representantes dos empregados cobraram os resultados do piloto realizado pela Caixa com relação ao horário de trabalho dos tesoureiros para seis horas. A representação da Caixa disse que não tinha os resultados em mãos e ficou de levantar as informações para passar à representação dos empregados. O banco também ficou de analisar e trazer respostas para todas as demandas relacionadas à infraestrutura e equipamentos na próxima reunião do GT, agenda para o dia 12 de abril. Questões que envolvam jornada de trabalho, o desempenho de tarefas específicas, como exclusão das funções do time de vendas, e a subordinação de cada cargo serão tratadas em outra ocasião. Confira, abaixo, os principais pontos levantados na reunião: Retorno das designações de funções efetivas para Tesoureiro Executivo, Caixa Executivo e Avaliador de Penhor Executivo; Fim das designações por minuto; Encarreiramento; Revisão do modelo do novo guichê com participação efetiva de quem faz uso do equipamento; Retorno do tempo de descanso para alongamento e prevenção de LER/Dort; Atualização e melhorias tecnológicas dos sistemas; Atualização e melhorias do maquinário/ferramentas de trabalho; Fim da demanda de venda de produtos ao empregado com função de caixa, tesoureiro e avaliador de penhor; Padronização normativa das atribuições, visto que muitas atribuições foram incorporadas por áreas meio, que atualmente se dão por diretrizes da gestão da agência; Regulamentação e implementação do valor da quebra de caixa, com incorporação da quebra de caixa para as três funções; Jornada de 6 horas para os Tesoureiros Executivos e Avaliadores de Penhor, sem redução salarial. Acesso aos Normativos, assim como ao Caixa Mail e outros sítios da intranet direto da estação financeira, ou, pelo menos, a instalação de um computador para esse fim nas baterias de caixa; Manutenção de todas as atribuições de perfil quando um tesoureiro é atribuído substituto eventual de algum gerente, visto que o sistema atual retira todas as atribuições de tesoureiro e o detentor da função continua com as atividades normais, porém sem diversos acessos; Revisão urgente da lotação existente de tesoureiros, de acordo com o porte da agência; Lotação de no mínimo dois caixas/avaliadores por unidade; Revisão da subordinação do cargo (tesoureiro / avaliador de penhor); Instalação de lavatório com água corrente em todas as células de penhor; Instalação de exaustores, que proporcionem troca de ar entre o ambiente interno e externo, em todas as células de penhor; O risco químico deve voltar a constar em toda a documentação da empresa: PGR, ASO e PPP, uma vez que os LTCATs vigentes foram realizados em desacordo com a legislação. *Com informações da Contraf-CUT

Caixa: Grupo de Trabalho debate reivindicações dos empregados nesta quinta-feira (30)

Formado por representantes dos trabalhadores da Caixa Econômica Federal e do próprio banco, o Grupo de Trabalho se reúne nesta quinta-feira (30) para debater sobre as questões que envolvem os empregados da Caixa que atuam, especificamente, nas funções de caixa, tesoureiro e avaliadores de penhor. Lembrando que a própria existência destas funções está ameaçada, a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, falou sobre o encontro: “Nos últimos anos ocorreram diversas situações que afetaram especificamente os empregados que exercem estas funções. Com a mudança de gestão, vamos colocar estes pontos em pauta para buscar soluções.” Entre as demandas que os empregados querem tratar com o banco estão a volta imediata das funções de caixa e tesoureiro; acabar com a demanda de venda de produtos pelos caixas e tesoureiros; extinção do “caixa minuto” e “tesoureiro minuto”, com designação efetiva, ou por prazo, por período mínimo de seis meses para exercer a função; a regulamentação da jornada de seis horas para os tesoureiros; atualização e melhorias tecnológicas dos sistemas; e atualização e melhorias do maquinário/ferramentas de trabalho. Em relação às reivindicações específicas dos avaliadores de penhor, a representação dos trabalhadores cobrará posicionamento firme da Caixa contra os Projetos de Lei Complementar (PLP) 230/2019 e 4188/2021, que visam a quebra do monopólio da atividade, que é exercida com exclusividade pela Caixa desde 1934. *Com informações da Contraf-CUT

Prova de vida da Funcef: nascidos em março têm até sexta-feira (31) para fazer o procedimento

Os aposentados que fazem aniversário em março têm até a próxima sexta-feira (31) para fazer a prova de vida da Funcef. O procedimento deve ser realizado pelo aplicativo da Fundação. Após clicar no ícone da prova de vida, basta seguir as instruções. Esse procedimento é obrigatório para todos os aposentados e pensionistas da Funcef, inclusive para quem recebe pelo convênio INSS/Caixa/Funcef e só está disponível no aplicativo para os aniversariantes do mês. Pensionistas devem considerar a data de nascimento do titular do plano.   A prova de vida será feita com biometria facial e é necessária uma foto nítida, sem óculos, máscara e chapéu. Em seguida, deve ser feita foto do documento de identificação, RG ou CNH, válido e depois é só finalizar o processo.  Os aposentados que recebem pelo INSS devem seguir as regras do Instituto Nacional do Seguro Social. Vale lembrar que a não realização da prova de vida pode causar a suspensão do pagamento do benefício. 

Bancos cortam postos de trabalho

Dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), com base na PNAD Contínua, mostram que o setor bancário extinguiu postos de trabalho pelo quarto mês consecutivo. O saldo negativo de 319 vagas em janeiro foi resultado de 3.145 admissões e 3.464 desligamentos no mês. De outubro de 2022 a janeiro deste ano, o setor já acumula o fechamento de 889 postos de trabalho. O saldo negativo de empregos no setor bancário caminha na contramão do ramo financeiro como um todo que, excluindo os bancos, teve saldo positivo de 1.604 postos de trabalho em janeiro. Apesar dos resultados negativos para contratações nos bancos entre outubro de 2022 e janeiro deste ano, no acumulado dos últimos 12 meses (Jan/22 a Jan/23) o saldo de empregos no setor bancário está positivo, com a criação de 1.399 vagas, devido às contratações pela Caixa no ano passado, graças à  atuação sindical e jurídica do Sindicato, Contraf-CUT e Fenae pela convocação dos aprovados em concurso de 2014. Das 27 unidades da federação, apenas cinco registraram saldo positivo de postos de trabalho: São Paulo (+77 postos), Sergipe (+12 postos), Pará (+5 postos), Amapá (+ 1 posto) e Tocantins (+ 1 posto). Rotatividade O salário mensal médio de um bancário admitido em janeiro alcançou o valor de R$ 6.395,43, enquanto o do desligado foi de R$ 7.214,62. Ou seja, o salário médio do admitido correspondeu a 88,6% do desligado. Impacto negativo A terceirização também tem impacto negativo sobre o emprego no setor bancário, já que os bancos utilizam esta modalidade de trabalho para cortar custos, retirar funcionários da categoria bancária e desmobilizar a organização dos trabalhadores.  Faixa etária e sexo Quanto ao recorte de gênero, o saldo negativo de postos de trabalho nos bancos se deu, predominantemente, entre mulheres. Nas admissões, as mulheres representaram 46% das contratações, enquanto nos desligamentos correspondem a 51%. O resultado é um saldo negativo de 5 postos de trabalho entre homens, número que salta para 314 entre as mulheres. Em relação ao recorte por faixa etária, observa-se saldo positivo de postos de trabalho entre as faixas de 18 até 29 anos, com ampliação de 811 vagas. Já para as faixas etárias superiores, o constatado movimento é contrário, com o fechamento de 1.111 vagas.

Conselho fixa em 1,97% juro máximo para consignado do INSS após pressão dos bancos

O Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) decidiu aprovar, nesta terça-feira (28), a proposta do governo para o teto máximo de 1,97% ao mês nas taxas de juros do crédito consignado a aposentados e pensionistas do INSS. A decisão ocorreu após forte pressão dos bancos. Para o cartão consignado, a taxa máxima ficou em 2,89% ao mês. “Recuamos no que queríamos para o teto de juros do consignado pela pressão que bancos fizeram. Considero que os juros continuam altos”, declarou o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, em entrevista coletiva. Lupi ainda  prometeu para os próximos dias “novos caminhos” para baratear o crédito aos aposentados. Segundo o ministro, a manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 13,75%, pelo Banco Central, contribuiu para um “cenário adverso na economia do Brasil”, afetando a decisão. O CNPS, no último dia 13, reduziu a taxa de juros do consignado do INSS de 2,14% para 1,7% ao mês. Na ocasião, a taxa máxima do cartão consignado também caiu, de 3,06% para 2,62% mensais. Os bancos privados – Itaú Unibanco, Banco Pan, Daycoval, Mercantil do Brasil e PagBank/PagSeguro – reagiram e decidiram suspender as linhas de crédito para aposentados e pensionistas. Em seguida, os bancos públicos Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil foram pelo mesmo caminho, e anunciaram a suspensão do empréstimo consignado. Com isso, várias centrais do país – CUT, CTB, Força Sindical, UGT, Nova Central, CSB, Intersindical e Pública – divulgaram nota condenando a suspensão do crédito. Para elas, a decisão mostrava que mostrava que a sede dos bancos por lucros “não tem limites”. *Com informações da Rede Brasil Atual

Caixa e representantes dos empregados se reúnem na primeira mesa de negociações do ano

A Caixa e representantes dos empregados da instituição realizaram seu primeiro encontro da mesa permanente de negociações. A reunião aconteceu nesta quinta-feira (23), de maneira presencial, em São Paulo. O evento ocorreu logo após a live que anunciou o balanço do 4º trimestre de 2022, cm a informação de que o lucro líquido da Caixa foi de R$ 9,8 bilhões no ano passado, com redução de 43,4% em relação a 2021. A coordenadora da Comissão Executiva de Empregados (CEE) da Caixa Fabiana Uehara, ressaltou a importância da reunião: “A reunião reforça a importância da mesa, um espaço de construção, que tem sido feito com boa fé dos dois lados, e tem que ser valorizada cada vez mais”. Durante a reunião, a CEE entregou um manifesto em defesa da Caixa 100% pública. Conheça o documento aqui. As próximas reuniões serão em 28/03 (GT Caixas e Tesoureiros) e 04/04 (GT Condições de Trabalho). *Com informações da Contraf-CUT

Caixa paga segunda parcela da PLR nesta quinta (23)

Durante o primeiro encontro da mesa permanente de negociação entre representantes dos empregados da Caixa e do banco nesta quinta (23), ficou acertado o pagamento da segunda parcela da PLR ao longo da noite desta quinta (23) e estará disponível na manhã desta sexta-feira (24).  O valor depositado corresponde a 70% do total. Para quem paga pensão alimentícia, o percentual é de 50%. O restante será para descontos legais (como imposto de renda), e a diferença será paga no dia 31 de março. Cerca de 92% dos empregados receberão mais de R$ 4 mil na segunda parcela. O valor médio será de R$ 5.137, e o total distribuído nas duas parcelas vai superar R$ 1,2 bilhão. Os cálculos levaram em consideração todas as regras do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e os limites definidos pela Secretaria de Coordenação das Estatais (Sest).

Caixa registra lucro líquido contábil de R$ 9,8 bi em 2022

A Caixa Econômica Federal divulgou balanço informando que obteve lucro líquido contábil de R$ 9,8 bilhões em 2022, o que significa uma queda de 43,4% em relação a 2021. Segundo o balanço, no quarto trimestre de 2022, os ganhos foram de R$ 2,2 bilhões – 31,3% abaixo dos R$ 3,2 bilhõesregistrados no mesmo período de 2021. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (22). Pelo balanço da instituição, o lucro recorrente, que desconsidera efeitos extraordinários, foi de R$ 9,2 bilhõesem 2022 e de R$ 2 bilhões no quarto trimestre. Ainda segundo o documento, a carteira de crédito encerrou o ano com um saldo de R$ 1 trilhão, o que representa um avanço de 16,7% em comparação a 2021. Só no quarto trimestre, foram concedidos R$ 123,9 bilhões, alta de 7,2% em 12 meses. Já os financiamentos imobiliários cedidos com recursos da poupança ficaram entre os principais destaques da carteira, com um avanço de 21,6% na comparação anual. O crédito consignado (+22,8%) e o agronegócio(167,5%) também registraram as maiores altas no período. As contratações para o Programa Casa Verde e Amarela somaram R$ 70,5 bilhões em 2022, com um crescimento de 22,2% em relação à 2021. Do total de contratos, 71% foram destinados aos grupos 2 e 3 (faixa de renda de R$ 2,4 mil até R$ 8,0 mil); 3% para o público pró-cotista e 26% ao grupo 1 (faixa de renda até R$ 2,4 mil). Carteira de crédito Em relação à carteira de crédito para pessoas jurídicas, a Caixa informou que manteve o foco nas micro e pequenas empresas, operacionalizando a contratação de recursos por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), com R$ 1,5 bilhão em recursos contratados na modalidade, e do Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe), com R$ 157,3 milhões. Quanto à inadimplência da carteira de crédito, o índice foi de 2,09% no final de 2022, representando um avanço ante os 1,95% registrados no quarto trimestre de 2021. Por fim, a margem financeira da instituição alcançou os R$ 15 bilhões no último trimestre do ano passado, registrando um aumento de 30,3% em comparação ao mesmo período de 2021. Segundo o banco público, o número foi resultado do bom desempenho nas receitas com operações de crédito, nas operações com títulos e valores mobiliários e derivativos e com aplicações interfinanceiras de liquidez. Pagamento de benefícios sociais A Caixa Econômica Federal informou que fez o pagamento de 402,2 milhões de parcelas de programas sociais, benefícios ao trabalhador e benefícios do INSS no ano passado, totalizando R$ 308,9 bilhões em benefícios pagos. No quarto trimestre, foram 103,7 milhões de parcelas (25,8% do total), somando R$ 79,7 bilhões. Só no Auxílio Brasil, a Caixa informou que realizou 222,5 milhões de pagamentos no ano passado, para 23,6 milhões de beneficiários. O montante total, nesse caso, foi de R$ 111,4 bilhões. *Com informações do G1