PLR do Bradesco será paga dia 20

Atendendo ao pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), federações e sindicatos da categoria bancária, o Bradesco informou na manhã desta sexta-feira (10) que efetuará o pagamento da primeira parcela da Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) no dia 20 de setembro. De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, o banco poderia efetuar o pagamento até o dia 30 de setembro.Além da PLR, o banco informou também que antecipará a 13ª Cesta. Neste caso, o pagamento será no final do mês de setembro. Mais informações sobre a PLR do Bradesco e a 13ª Cesta aqui no site e em nossas redes sociais. Siga-nos. Fonte: Contraf-CUT

Bradesco lucra mais de 12 bi no primeiro semestre de 2021

Resultado foi a custas do fechamento de 9.425 postos de trabalho O Bradesco obteve Lucro Líquido Recorrente de R$ 12,834 bilhões, no 1º semestre de 2021, alta de 68,3% em relação ao mesmo período de 2020. O resultado impressiona ao lembrar que o período é o mesmo da segunda fase da pandemia do coronavírus (Covid-19). Chama ainda mais atenção o fato de o banco ter fechado 9.425 postos de trabalho em doze meses, mesmo com o aumento do número de casos e, principalmente, de mortes. “Esses números deixam claro que o que importa para o banco é o lucro. Eles não têm a menor preocupação com a saúde, vida ou família dos trabalhadores. É uma completa falta de responsabilidade social”, lamentou Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco. Outro dado assustador é o de fechamento de agências, foram 999 em doze meses, com a abertura de 601 unidades de negócios, totalizando 3.168 agências e 877 unidades de negócio. “As unidades de negócios só são boas para o banco. Elas têm menos funcionários e nenhuma vigilância. Muitos trabalhadores perderam o emprego por essa mudança e os que ficaram correm sérios riscos de segurança”, completou a coordenadora da COE. O assunto foi um dos principais pontos do Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco, realizado nesta terça-feira (3), de forma virtual. Clientes também sofrem Os clientes também são diretamente atingidos com as mudanças realizadas pelo Bradesco. Não bastasse a óbvia piora no atendimento, com a diminuição de funcionários, e a dificuldade de encontrar agências, com o fechamento de tantos pontos, eles também têm de pagar mais por tudo isso. O relatório do próprio banco justifica o crescimento observado no resultado, em relação ao 1º semestre de 2020, em “função de diversos fatores, tais como maiores receitas com prestação de serviços, crescimento da margem financeira com clientes, menores despesas operacionais e menores despesas com PDD”. A receita com prestação de serviços e tarifas bancárias cresceu 3,4% em doze meses, totalizando R$ 13,344 bilhões. As despesas de pessoal considerando a PLR teve leve crescimento de 0,8%, somando R$ 9,632 bilhões. Com isso, a cobertura destas despesas pelas receitas secundárias do banco aumentou para 138,5% no período. Leia aqui os destaques feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em cima do balanço oficial do banco. Fonte: Contraf-CUT

Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco formaliza pauta de reivindicações específica

Emprego, saúde e segurança são os principais pontos da minuta Emprego, saúde e segurança são os principais pontos da minuta específica de reivindicações do Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco, realizado nesta terça-feira (3), digitalmente. O documento será encaminhado à direção do banco. “Nós queremos retomar a mesa específica de negociações para negociar o fim das demissões, principalmente durante a pandemia, e o retorno dos vigilantes nas unidades de negócios, que tem caixa eletrônico, onde funcionários já começam a sofrer ataques”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco. Os trabalhos do dia começaram pela manhã com uma análise de conjuntura feita pela presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários. “Nós temos que discutir o Brasil que a gente quer, para pensar numa solução para este mundo que está tão doente. É importante falar do geral, para depois falarmos do específico. Olhando o geral para saber como vamos atuar por banco”, salientou. Na sequência, o reflexo da pandemia na saúde do trabalhador entrou em debate. “O tema de saúde sempre foi muito importante para o movimento sindical bancário. Com a pandemia, ganhou ainda mais importância”, afirmou o palestrante Mauro Salles, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT. Para encerrar os trabalhos na parte da manhã, o coordenador do Coletivo de Segurança Bancária da Confederação, Elias, Jordão, foi o convidado especial da mesa sobre unidades de negócio e segurança bancária. Para ele, “o ano de 2022 será fundamental para a segurança do bancário dentro das agências”. No retorno do almoço, Gustavo Cavarzan, técnico da subseção do Dieese da Contraf-CUT, mostrou que o fechamento dos postos de trabalho e o de agências são dois dos principais pontos do lucro do Bradesco nos últimos meses. “O Bradesco está trocando agências por unidade de negócios, com menos bancários, menor estrutura de segurança o que aumenta seus lucros. A redução no emprego também chama atenção, principalmente, por ser em sua grande maioria de trabalhadores de agências”, explicou. O teletrabalho também entrou na pauta. Os delegados e as delegadas do encontro nacional debateram a necessidade de negociar com o banco sobre o acordo de teletrabalho, assinado em 2020. “Precisamos rever pontos desde o acordo feito durante a pandemia e ajustar a necessidade do trabalhador que está há mais de um ano em home office”, explicou Magaly. Fonte: Contraf-CUT

Demissões e fechamento de agências explicam lucro do Bradesco

Balanço do banco foi esmiuçado na volta dos trabalhos do encontro nacional dos trabalhadores O fechamento dos postos de trabalho e o de agências são dois dos principais pontos do lucro do Bradesco nos últimos meses. Essa foi uma das conclusões do debate sobre o balanço do banco, que deu início aos trabalhos da tarde desta terça-feira (3), no Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco, que está sendo realizado virtualmente. Nos primeiros três meses de 2021, o Bradesco teve Lucro Líquido Recorrente de R$ 6,5 bilhões, alta de 73,6% em relação ao mesmo período de 2020. “O Bradesco está trocando agências por unidade de negócios, com menos bancários, menor estrutura de segurança o que aumenta seus lucros. A redução no emprego também chama atenção, principalmente, por ser em sua grande maioria de trabalhadores de agências”, explicou Gustavo Cavarzan, técnico da subseção do Dieese da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O Bradesco fechou 8.547 postos de trabalho e 1.088 agências em doze meses. “Mais de 10% de emprego da empresa eliminada em um ano”, lamentou o técnico do Dieese. O espanto é maior se voltarmos alguns anos. Em 2016, antes de comprar o HSBC, o Bradesco tinha 89, 424 trabalhadores. No ano seguinte, depois da fusão, chegou a 109, 922. Atualmente são 88.687 funcionários. “Chegou a um patamar menor do que antes de comprar o HSBC. A mesma coisa aconteceu com as agências bancárias. Eram mais de 4.400, chegou a mais de 5.300 e atualmente são apenas 3.312. Podemos dizer que o Bradesco é um banco menor em estrutura, mesmo depois de comprar o sexto maior banco do país, na época. Em estrutura, pois os resultados são muito maiores”, salientou Gustavo Cavarzan. Novas plataformas O técnico da subseção do Dieese da Contraf-CUT ainda apresentou novas plataformas que o banco utiliza para disponibilizar seus serviços e produtos, como Ágora, Next e Bitz. “O Bradesco pode ser um estudo de caso de como o movimento sindical deve atuar para abarcar os trabalhadores que não são considerados bancários, mas atuam diretamente para ajudar a construir o resultado do banco”, finalizou. Fonte: Contraf-CUT

Segurança bancária é tema da terceira mesa do Encontro do Bradesco

Trabalhadores debatem como a retirada das portas giratórias é arriscada “O ano de 2022 será fundamental para a segurança do bancário dentro das agências”. Essa é a opinião Elias Jordão, coordenador do Coletivo de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que participou da mesa de segurança bancária do Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco, realizado de forma digital na manhã desta terça-feira (3). Isso porque, segundo Jordão, os bancos estão investindo massivamente em novos modelos de agências, as chamadas agências de negócios, sem portas de segurança. “Eles argumentam com as quedas nas estatísticas de crimes, pela digitalização e virtualização do dinheiro. A Polícia Federal, mesmo com a nossa pressão, tem autorizado o plano de segurança em agências que não circulam o numerário”, lamentou. O coordenador do Coletivo de Segurança Bancária lembrou que este é um debate de mais de 20 anos. “Os bancos resistiram muito para aceitar esse debate. Nossa conquista veio com a prova de que as portas de segurança são um item inibitório de ataques às agências. A retirada abrange todos os bancos, que estão aproveitando esse momento e a conjuntura, com rodízio nas agências e dirigentes sindicais em home office. Não podemos aceitar. Temos que nos mobilizar e evitar que isso aconteça.” O Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco voltará após o almoço. Programação 13h30 – Balanço do banco 14h20 – Teletrabalho – Magaly Fagundes, coordenadora da COE Bradesco 15h – Apresentação proposta dos encontros estaduais/regional 17h – Encerramento Fonte: Contraf-CUT

Saúde do Trabalhador é debatida no Encontro dos Trabalhadores do Bradesco

Reflexos da pandemia na categoria foram discutidos durante encontro Saúde do trabalhador foi o tema da segunda mesa do Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco, na manhã desta terça-feira (3), realizado em formato virtual. “O tema de saúde sempre foi muito importante para o movimento sindical bancário. Com a pandemia, ganhou ainda mais importância”, afirmou o palestrante Mauro Salles, secretário de Saúde do Trabalhador da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contrraf-CUT). Ele lembrou que assim que a pandemia do coronavírus (Covid-19) foi decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o vírus tomou conta do Brasil, o Comando Nacional dos Bancários correu para negociar com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para proteger a categoria. “Conquistamos rodízio, metade da categoria em home office, garantia de emprego e alguns protocolos que foram extremamente importantes para garantir que a tragédia não fosse tão grande na categoria. Esses cuidados se mantêm, pois, a pandemia não acabou. Outro movimento que a gente fez, foi vacina para todos e prioridade para os bancários.” O secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT revela que a pressão pela volta dos bancários vacinados já começou por parte dos bancos. “O acordo que tivemos com a Fenaban é que não haverá volta sem negociar os critérios, com um protocolo único mínimo de procedimento. Temos que continuar protegendo os trabalhadores de riscos à sua saúde.” Outra preocupação apontada por Mauro Salles foi com os trabalhadores que ficaram com sequelas da Covid. “Sabemos que a maioria dos trabalhadores que tiveram Covid-19 tem sequela. Isso nos preocupa muito, tem que ser monitorado e os bancos têm responsabilidade. Imagine você trabalhar com excesso de sono, cansado, falta de memória, dificuldades de cognição. Isso vai atrapalhar seu desempenho, vai impedir de bater as metas”, afirmou ele antes de informar da parceria da Contraf-CUT com o Departamento de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas (Unicamp) para construir um corte especial e exclusivo para os bancários da pesquisa de possíveis sequelas e impactos causados pelo Coronavírus. Neste estudo, todos os bancários podem responder questionários online. Os detalhes da pesquisa estão descritos no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), que deve ser assinado para participar do estudo. Será garantido sigilo aos dados pessoais. “Nós temos que negociar com os bancos os direitos de tratamentos, cuidados especiais para esse tipo de trabalhador. Para subsidiar esse processo de negociação, estamos com essa pesquisa, que será muito importante para dar força às nossas reivindicações.” O secretário lembrou que a pandemia acelerou e aprofundou alguns problemas antigos da categoria. “As metas, por exemplo, continuam gerando uma pressão muito forte durante a pandemia, mesmo nos trabalhadores em teletrabalho. Isso causa um impacto muito forte na saúde do trabalhador. O nível de afastamento de doenças psíquicas dos bancários já era muito acima das outras categorias, antes mesmo da pandemia. Isso piorou. Agora temos que retomar esse debate, para acabar com o assédio moral para o atingimento de meta. Outra coisa foi a Ler/ Dort que piorou também. O home office gerou muitas vezes o trabalho excessivo sem condições longe das ideais. Esses debates terão de voltar a pauta”, completou. “São desafios muito importantes, eu acho que vamos continuar convivendo com a pandemia, vamos ter que continuar nos cuidando, cuidando dos colegas, além de continuar cuidados de outros problemas que tendem a aumentar. Por isso, mais do que nunca temos que ter a capacidade de entender a situação, para melhor negociar e estabelecer as estratégicas de enfrentamento sindical, para garantir melhores condições de trabalho para a nossa categoria”, finalizou Mauro Salles. Programação 11h – Segurança Bancária/ unidade de Negócio Elias Jordão, coordenador do Coletivo de Segurança Bancária da Contraf-CUT 12h – almoço 13h30 – Balanço do banco 14h20 – Teletrabalho – Magaly Fagundes, coordenadora da COE Bradesco 15h – Apresentação proposta dos encontros estaduais/regional 17h – Encerramento Fonte: Contraf-CUT

Análise de conjuntura abre o Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco

Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT, palestrou sobre “O Brasil que queremos” “O Brasil que queremos”. Este foi o título da análise de conjuntura, feita por Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, que abriu o Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco, na manhã desta terça-feira (3), realizado em formato virtual. “Nós temos que discutir o Brasil que a gente quer, para pensar numa solução para este mundo que está tão doente. É importante falar do geral, para depois falarmos do específico. Olhando o geral para saber como vamos atuar por banco”, salientou Juvandia, que também é funcionária do Bradesco. “Nós vivemos num momento muito difícil. É importante chamar atenção para essa financeirização da economia, a culpa do capital financeiro de tudo isso. Ela é a razão de todas as mazelas que estamos vivendo, de todas as mudanças que estamos vivendo dentro do banco. Isso impacta nossa vida o tempo todo”, afirmou a presidenta da Contraf-CUT. “No Brasil, nós passamos um golpe determinado por esses interesses, que queria nossas estatais, nossas riquezas, queriam criar o tal ambiente de negócios. E a presidenta Dilma não se focava nesses interesses, pois isso era necessário tirar o PT do poder, para cumprir a agenda ultraliberal e entreguista. Depois disso, com o discurso de anticorrupção, foi eleito um governo desumano, genocida.” Ela explicou ainda que o capitalismo financeiro interfere diretamente também nos empregos bancários. “O que aconteceu no ano passado ficou claro isso. O Bradesco e o Itaú olharam para o Santander que estava com o índice de eficiência melhor de todos os bancos brasileiros. Este índice só importa o quanto se gasta para lucrar. Ou seja, é uma eficiente às custas de famílias inteiras, que perdem seus empregos. Ai o Bradesco foi lá e começou a demitir, em meio a uma pandemia”, lembrou. “Quando um banco respeita seus funcionários, suas famílias, as ações caem. Então esse capitalismo financeiro é um câncer para a sociedade. Aqui no Brasil é ainda pior. Aqui acionistas recebem dividendos e não pagam nada de impostos. Só existem dois países do mundo que fazem isso. O capitalismo financeiro dita regras cruéis”, lamentou. Juvandia reiterou a importância da análise geral, para falar do específico. “Não dá para a gente reagir essas mudanças só pensando na mesa de negociação, seja com o Bradesco ou com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). Essas mudanças são muito mais profundas, é uma mudança de sociedade. A gente precisa debater isso, nós somos 99% da população, nós temos muita força. E vou além, o papel do movimento sindical passa por discutir a população”, finalizou. Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco, concordou com a presidenta da Contraf-CUT. “É o desafio que está colocado para nós, no nosso próprio slogan a gente fala isso: “o que queremos do futuro é emprego, saúde e um Brasil melhor”. Por isso este evento é tão importante. Temos que sair deste dia consciente dos nossos desafios.” O Encontro Nacional continua com a mesa sobre Saúde do Trabalhador, ministrada por Mauro Salles, secretário da Saúde do Trabalhador. Programação 9h50 – Saúde do Trabalhador – Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT 10h40 – intervalo 11h – Segurança Bancária/ unidade de Negócio Elias Jordão, coordenador do Coletivo de Segurança Bancária da Contraf-CUT 12h – almoço 13h30 – Balanço do banco 14h20 – Teletrabalho – Magaly Fagundes, coordenadora da COE Bradesco 15h – Apresentação proposta dos encontros estaduais/regional 17h – Encerramento Fonte: Contraf-CUT

Bancários do Bradesco realizam encontro nacional nesta terça-feira (3)

Objetivo é refletir sobre a situação a que são submetidos os funcionários do banco neste momento de crise sanitária Com o mote “O que queremos do futuro é emprego, saúde e um Brasil melhor”, os bancários do Bradesco realizam, nesta terça-feira (3), seu encontro nacional. A ideia é refletir sobre a situação a que são submetidos os funcionários do banco neste momento de crise sanitária, com o banco demitindo trabalhadores e fechando agências em plena pandemia. “Nós precisamos discutir afundo a dura realidade que estamos enfrentando. As ações e campanhas que fizemos agora já deram muito resultados, mas não podemos nos acomodar. Por isso, vamos debater novas formas de mobilização e enfrentamento. As demissões precisam parar. Os bancários precisam ter suas funções e cargos respeitados”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco. Programação 9h – Abertura 9h05 – Análise de Conjuntura: “O Brasil que queremos” – Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT 9h50 – Saúde do Trabalhador – Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT 10h40 – intervalo 11h – Segurança Bancária/ unidade de Negócio Elias Jordão, coordenador do Coletivo de Segurança Bancária da Contraf-CUT 12h – almoço 13h30 – Balanço do banco 14h20 – Teletrabalho – Magaly Fagundes, coordenadora da COE Bradesco 15h – Apresentação proposta dos encontros estaduais/regional 17h – Encerramento Fonte: COntraf-CUT

COE Bradesco cobra esclarecimentos sobre denúncias de funcionários

Os questionamentos eram sobre possíveis investigações de movimentações financeiras dos funcionários A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco se reuniu com a direção do banco, na manhã desta quarta-feira (14), para cobrar esclarecimentos sobre denúncias que os sindicatos dos bancários de todo o Brasil têm recebido de investigações em movimentações financeiras dos funcionários. O Bradesco explicou que são duas situações diferentes. As normas do banco proíbem que o funcionário pague um boleto próprio, com a conta de um terceiro, mesmo que seja parente, sem o documento de autorização assinado pelo terceiro para o funcionário movimentar sua conta. A segunda situação é sobre o pedido de esclarecimento quando um boleto no nome do funcionário é pago por um terceiro. Neste caso, o banco admitiu que a comunicação dos gestores na hora de pedir o esclarecimento pode estar sendo feito de forma equivocada. Por isso, o Bradesco assumiu o compromisso de reorientar os gestores na explicação. “Nós precisamos ficar de olho neste tipo de monitoramento do CPF dos funcionários. Isso não pode ultrapassar os limites. A própria LGPD protege os dados de todo brasileiro. Temos que tomar cuidado com qualquer tipo de invasão de privacidade”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da COE Bradesco. Na reunião, também foi abordado o código de ética para os funcionários operarem na bolsa. O banco reforçou que o Day Trade é proibido e pode ser punido com demissão. “Apesar de termos recebido denuncias de bancários que foram pressionados por seus gestores de concentrar seus investimentos na Ágora, o banco negou essa orientação. Caso alguém passe por esta situação, procure o seu sindicato”, orientou Erica de Oliveira, integrante da COE Bradesco. Fonte: Contraf-CUT

COE Bradesco reforça a importância de negociação para volta do trabalho presencial

  O vice-presidente do Bradesco, André Cano, afirmou em reportagem publicada pelo Valor Econômico, nesta segunda-feira (21), que cogita a volta dos funcionários ao escritório em 2022. De acordo com o executivo, cerca de 98% da equipe está hoje em trabalho remoto. Os bancários estão em home office desde março do ano passado, quando – no início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) – o Comando Nacional dos Bancários negociou com a Federação Nacional dos Bancos o estabelecimento do regime para a proteção dos trabalhadores. Em setembro, os bancários do Bradesco aprovaram, em assembleias virtuais, o acordo de teletrabalho do banco. “Todas as etapas até agora foram negociadas com o movimento sindical. A volta também será, para garantirmos a segurança de todos os bancários do Bradesco. Nós precisamos pensar nas etapas que isso ocorrerá e quais os critérios de volta. A saúde e a segurança dos trabalhadores têm de estar em primeiro lugar”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco. Pesquisa Teletrabalho O Comando Nacional dos Bancários, com apoio de federações e sindicatos da categoria de todo o país, iniciou no dia 18 de junho a segunda pesquisa sobre teletrabalho da categoria. A fase de respostas pela categoria segue até 2 de agosto. A compilação e analise será feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e os resultados serão apresentados durante a 23ª Conferência Nacional dos Bancários, que será realizada nos dias 3 e 4 de setembro. Na primeira pesquisa, feita com 11 mil bancários, 78% dos respondentes afirmaram que tiveram aumento na conta de luz e 42% afirmaram que gostariam de adotar um regime híbrido de trabalho. “Em julho do ano passado, quando foi realizada a primeira pesquisa, fazia pouco tempo que quase a metade da categoria tinha ido para o home office. Os dados foram fundamentais para entender quais questões deveriam ser levadas para a mesa de negociação para buscarmos melhorar as condições de trabalho dos bancários em home office”, explicou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que também é coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira. “Temos que verificar os efeitos deste período mais longo de trabalho em casa sobre a categoria”, completou. Fonte: Contraf-CUT