Sindicato participa de seminário sobre inclusão

Representado pelo presidente Júlio Cunha, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense marcou presença, ao lado da Federa-RJ, no I Seminário do Coletivo de Trabalho em Defesa dos Trabalhadores com Deficiência, realizado na última segunda-feira (15/7) na CUT-Rio. Os debates foram direcionados pela frase do ativista e conselheiro da ONU, Deives Picáz: “A luta por inclusão começa quando você entende que o capacitismo é o problema, não a deficiência.” Temas como precarização dos planos de saúde, falta de acessibilidade em hospitais e ausência de inclusão em ambientes de trabalho também fizeram parte da pauta. Além disso, os participantes apontaram a discriminação de PCDs e a importância de que as questões sejam debatidas por pessoas com deficiência com questões fundamentais. A presidenta da Federa-RJ e presidenta interina da CUT Rio, Adriana Nalesso, falou sobre os direitos conquistados e que estão sendo reivindicados pela categoria bancária na Campanha Nacional de 2024. Adriana sugeriu a realização de um levantamento com os sindicatos filiados para verificar se todos possuem cláusulas nas Convenções Coletivas de Trabalho que incluem pessoas com deficiência e neurodivergentes. *Fonte: Federa-RJ
Contraf-CUT envia ofício à Caixa solicitando negociação sobre Funcef

O pedido para que haja uma mesa de negociação sobre a Funcef foi reiterado em ofício à Caixa Econômica Federal, enviado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), nesta quarta-feira (17). A reivindicação já vem sendo feita há algum tempo e foi reiterada na última negociação, dia 12 passado. No documento, a Contraf-CUT observa que “o equacionamento dos déficits do plano REG/Replan Saldado da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), o contencioso judicial da Caixa Econômica Federal que é repassado para a Funcef e seus participantes, e tantas outras questões sobre a fundação não podem ser decididas pelo banco sem a participação dos proprietários dos recursos dos fundos, que são os empregados participantes.” De acordo com o texto, “já faz algum tempo que a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e diversas outras entidades de representação e associativas das empregadas e empregados solicitam que se instaure uma mesa de negociações para tratar sobre a Funcef.” No ofício, a Contraf-CUT explica que as negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2024 estão em andamento e pede “que a Caixa se reúna com representantes das empregadas e empregados participantes dos fundos, juntamente com representantes da Funcef, para juntos construírem uma proposta de solução para as questões já bastante conhecidas por todos.” *Fonte: Contraf-CUT
Defesa dos direitos dos empregados é tema de negociação com o Santander

Os trabalhadores do Santander, representados pela Comissão de Organização dos Empregados (COE), se reuniram com o banco para iniciar as negociações do acordo específico da categoria, nesta terça-feira (16). A coordenadora da COE, Wanessa Queiroz, reforçou a prioridade em discutir novas cláusulas para a proteção dos empregados e ressaltou que a retirada de qualquer direito é inegociável. Durante a mesa de negociação, o movimento sindical pediu o fim das demissões e os números de agências, postos de atendimentos bancários (PABs), funcionários e terceirizados. A secretária de Relações Internacionais e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o Santander, Rita Berlofa ressaltou a importância não apenas de manter, mas de ampliar os direitos dos trabalhadores. Rita enfatizou a questão das demissões e das contratações fraudulentas como um problema crítico. “Na hora do emprego, nós deixamos bem claro o seguinte: a redução de trabalhadores bancários se dá de duas formas no banco, uma é pela demissão imotivada e a outra pela contratação fraudulenta de mão-de-obra, onde um trabalhador deixa de ser bancário e passa a atuar numa empresa coligada do banco, sem direitos, sem os benefícios, enfim, sem os direitos da categoria bancária e com salários reduzidos”, observou a secretária. Segundo Wanessa Queiroz, 56% dos trabalhadores do Santander hoje vivem um clima extremamente apreensivo, medo da demissão e medo da contratação fraudulenta de mão de obra. As próximas reuniões serão realizadas nos dias 26 de julho e 2 e 9 de agosto, na sede da Contraf-CUT, em São Paulo. *Fonte: Contraf-CUT
Bancários fazem tuitaço, nesta quinta (18), com a hashtag #JuntosPorInclusão

Nesta quinta-feira (18) será realizada mais uma mesa de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). O tema será “Saúde e Condições de Trabalho” e haverá debates sobre os direitos e condições das Pessoas com Deficiência (PcDs) e neurodivergentes (pessoas que apresentam funcionamento neurocognitivo fora do padrão convencional). Para reforçar as reivindicações, os bancários vão realizar um tuitaço nas redes sociais, das 9h às 11h, com a hashtag #JuntosPorInclusão. Segue o Calendário de Negociações Julho• 18 – PcDs e neurodivergentes• 25 – Metas abusivas e adoecimento da categoria Agosto• 6 e 13 – Cláusulas Econômicas• 20 e 27 – Em definição
Campanha: financiários querem formalização de teletrabalho e fim de terceirizações

Em mais uma rodada de negociações, nesta terça-feira (16), financiários reivindicaram o fim de terceirizações e a formalização do teletrabalho no setor. O encontro com a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) faz parte das negociações da Campanha Nacional dos Financiários 2024 para a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. O movimento sindical aproveitou a reunião para denunciar o aumento de contratações de correspondentes bancários, como mais uma maneira de o setor reduzir as contratações diretas e formais, repassando os serviços para outras empresas que não cobrem os mesmos direitos reivindicados pela categoria. A secretária de Organização do Ramo Financeiro e Política Sindical da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Magaly Fagundes, voltou a pedir um levantamento do perfil da categoria para saber quantos estão em home-office. “Devido à grande diversidade desse setor, as financeiras que praticam o teletrabalho precisam seguir um acordo que contemple os trabalhadores, como pedimos na minuta, e que inclui ajuda de custo, respeito à segurança de trabalho. Porque sabemos que há uma grande quantidade de financiários atuando em home-office”, explicou Magaly. Próximas reuniões: 19/07 – Saúde e condições de trabalho (Tarde)23/07 – Cláusulas econômicas (Manhã)30/07 – Cláusulas econômicas (Tarde) *Fonte: Contraf-CUT
Conferência aborda direitos da Pessoa com Deficiência

Começou neste domingo (14) e termina quarta-feira (17) a 5ª Conferência Nacional da Pessoa com Deficiência, organizada pelo Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania. A secretária de Políticas Sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Elaine Cutis, falou sobre a importância do evento, que não acontecia há oito anos. “Este evento é um passo concreto para garantir que as vozes das pessoas com deficiência sejam ouvidas e respeitadas em todas as esferas da sociedade. Através do diálogo, podemos identificar e derrubar barreiras existentes”, afirmou Elaine. Dentro do tema “O cenário atual e o futuro na implementação dos direitos da pessoa com deficiência: construindo um Brasil mais inclusivo”, estão programados debates sobre cinco eixos: *Fonte: Contraf-CUT
Gerentes barram operação e perdem cargo na Caixa

A Caixa Econômica Federal destituiu três gerentes que foram contra a compra de R$ 500 milhões em letras financeiras do Banco Master. O fato ocorreu na última segunda-feira (8) e as informações foram publicadas pela coluna de Malu Gaspar, no jornal O Globo. Segundo parecer sigiloso, obtido pelo jornal, a área de renda fixa da Caixa Asset, braço de gestão de ativos do banco, desaconselhou a operação, considerada atípica e arriscada. Após quatro dias, os gerentes responsáveis pelo parecer deixaram os cargos. A medida foi considerada uma tentativa de eliminar resistências internas ao negócio. O comitê de investimentos deverá ser refeito com novos gerentes da área. A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e as Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Apcefs) manifestam profunda preocupação diante da notícia. O diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Rafael de Castro, lamentou a medida. “Mais uma vez, vemos empregados sendo punidos por cumprir sua função e, com base em questões técnicas, garantir que o banco não tenha prejuízos. A quem interessa a transação?”, questionou o coordenador da CEE, acrescentando que ‘isso precisa ser apurado, pois é a credibilidade da Caixa e recursos públicos que estão em jogo”. Fabiana Uehara Proscholdt, conselheira eleita do Conselho Administrativo da Caixa, afirmou que tomará providências para que o diretor-presidente da Asset seja convocado a prestar esclarecimentos sobre o ocorrido. *Fontes: Fenae, Contraf-CUT, Rede Brasil Atual *Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Financiários querem oportunidades iguais para mulheres e negros

Como parte das negociações da Campanha Nacional 2024, representantes dos financiários se reuniram com a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), nesta sexta-feira (12). Os trabalhadores cobraram igualdade de oportunidades no setor e apresentaram um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrando distorções salariais de gênero e raça. Para isso, contaram com a participação da economista Cátia Toshie Uehara. De acordo com o levantamento, enquanto que, em todo o país, os negros (a soma dos pretos e pardos), representam 55,5% da população, no setor financiário 68,25% se autodeclararam brancos e 22,06% negros. Além disso, a remuneração média mensal dos negros financiários é 69,7% da remuneração média mensal dos colegas brancos, uma defasagem de 30%. O documento mostrou ainda que, apesar de as mulheres representarem 52% do total de trabalhadores financiários, o setor paga a elas 57,29% da remuneração mensal média paga aos homens. Também foi apontado que o setor tem baixíssima contratação de pessoas com deficiência (PCDs), que compõem somente 1,93% de toda a categoria. Calendário de Negociações: 16/07 – Emprego: incluindo a questão do teletrabalho (Manhã)19/07 – Saúde e condições de trabalho (Tarde)23/07 – Cláusulas econômicas (Manhã)30/07 – Cláusulas econômicas (Tarde) *Fonte: Contraf-CUT
BB não vai mexer em gratificação dos caixas durante campanha

A direção do Banco do Brasil garantiu que não vai mexer na gratificação dos caixas durante a Campanha Nacional 2024. Também prometeu negociar a pauta durante o período. O compromisso foi assumido logo no início da terceira mesa de negociação específica da Campanha Nacional 2024 para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), nesta sexta-feira (12). Para o secretário-geral e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Gustavo Tabatinga Júnior, o ponto nem deveria ser debatido nesta reunião. “Mas não tivemos como não cobrar essa decisão. Precisamos tirar essa insegurança da cabeça dos trabalhadores, que contam com esta renda para os seus compromissos”, afirmou Tabatinga. Durante a reunião foi cobrada a redução da jornada de trabalho para quatro dias da semana. Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), se a jornada reduzida fosse implementada entre os trabalhadores com jornada semanal de 30 horas, o potencial de geração de emprego seria de mais de 240 mil vagas, ou 55,5% do total que existe hoje. Em relação ao banco de horas negativas, a representação dos empregados solicitou o quadro atualizado da quantidade de horas negativas que os bancários têm de fazer a compensação até maio de 2025. O objetivo é buscar alternativas para os trabalhadores zerarem suas horas negativas. A próxima reunião será sobre saúde no dia 19 de julho, em São Paulo. *Fonte: Contraf-CUT
Caixa: reunião trata de jornada, teletrabalho e pede participação da Funcef na mesa

Jornada de trabalho e as demandas do teletrabalho foram as pautas da reunião de negociações, realizada nesta sexta-feira (12), entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e os representantes do banco. Além disso, a CEE cobrou a participação de representantes da Funcef na mesa de negociação. Segundo a representação dos empregados, as propostas apresentadas pela Caixa não foram construídas em diálogo com os trabalhadores, apresentando falhas e levando à insatisfação dos trabalhadores com a proposta para equacionamento dos déficits do plano, como aponta uma pesquisa realizada pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae). Um ofício será enviado à Caixa pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) solicitando que as questões que envolvam a Funcef sejam tratadas na mesa de negociação. Durante a reunião foram cobradas soluções sobre o teletrabalho, pois o banco ainda não definiu a situação dos empregados após a pandemia. Quanto à jornada de trabalho, os empregados querem uma solução para o banco de horas negativas. Caixa Asset Antes de começar a reunião, a Comissão cobrou da Caixa um posicionamento sobre a denúncia de destituição de empregados, que cumpriram normas técnicas por não aceitação de propostas. A notícia foi veiculada nesta sexta-feira (12) pelo jornal O Globo.