Segurança bancária é tema de consulta até dia 17 de julho

O Comando Nacional dos Bancários está fazendo uma consulta sobre segurança bancária em agências de negócios e postos de autoatendimento. O tema será debatido na próxima reunião de negociação no dia 18 de julho. Bancárias e bancários de todo o país devem responder à consulta através do link https://lime.dieese.org.br/index.php/693528?lang=pt-BR O link ficará ativo até o dia 17 de julho, às 17h, quando as respostas serão avaliadas pelo Comando Nacional dos Bancários.

Reforma tributária: emenda que zera alíquotas dos planos de previdência é aprovada

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/24, que regulamenta a reforma tributária e define regras para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS). Também foi aprovada a emenda 745, que reduz a zero as alíquotas do IBS e da CBS dos planos de gestão administrativa (PGA) das entidades de previdência complementar sem fins lucrativos, uma antiga reivindicação das entidades de representação dos trabalhadores. A emenda define que os planos de assistência à saúde ficam sujeitos a regime específico de incidência destas tributações quando esses serviços forem prestados por seguradoras de saúde, operadoras de planos de assistência à saúde e cooperativas de saúde. A emenda vai garantir a proteção dos direitos previdenciários de, ao menos, 10 milhões de empregados públicos e demais participantes das entidades fechadas de previdência complementar. De acordo com Jeferson Meira, secretário de Relações do Trabalho da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), “a não incidência de imposto aos fundos de previdência fechados e a inclusão dos planos de saúde de autogestão em regime específico era uma luta das entidades de representação e associativas dos trabalhadores”. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados

Campanha: bancários cobram oportunidades iguais no ambiente de trabalho

Com o tema “Igualdade de Oportunidades” foi realizada, nesta quinta-feira (11), a terceira rodada de negociações para a Campanha dos Bancários 2024. Durante a reunião, o Comando Nacional dos Bancários apresentou reivindicações à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), cobrando ações e políticas que promovam mais respeito, justiça e oportunidades iguais no ambiente de trabalho. Dados mostram que, no setor bancário, as mulheres ganham 20% menos que os homens, e as mulheres negras menos 36% que os homens brancos. Além disso, as mulheres bancárias ocupam menos cargos de liderança; e os negros (pardos e pretos) são 26,2%. “Quando olhamos o quadro geral, de todo o mercado de trabalho no país, as mulheres recebem cerca de 22% menos de remuneração que os homens. Então, o retrato da nossa categoria não é muito diferente do cenário nacional. Isso é preocupante, porque mostra que, nos bancos, há um reflexo de desigualdades que precisa e deve ser combatido”, destacou Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários. Confira as reivindicações: – Cumprimento da Lei da Igualdade Salarial entre homens e mulheres, especificamente no ponto sobre o Relatório de Transparência Salarial: – Realização do 4º Censo da Diversidade da categoria, o último foi divulgado em 2019.– Olhar especial para as trabalhadoras e os trabalhadores transexuais, dada a vulnerabilidade social desse grupo, para que, além de terem acesso às vagas no setor, consigam permanecer e ascender na carreira.– Adesão de todos os bancos ao Programa Empresa Cidadã, para que todos pratiquem a licença maternidade de 180 dias e paternidade de 20 dias.– Programas de promoção de acesso à ascensão de negros e negras, além de igualdade salarial para toda a categoria.– Programas de promoção para acesso e permanência de mulheres nas áreas de TI.– Balanço, por bancos, sobre a implementação e realização dos programas de combate ao assédio e de violência doméstica. Calendário das próximas reuniões: Julho18 e 25/07 – Saúde e condições de trabalho: incluindo discussões sobre pessoas com deficiência (PCDs), neurodivergentes e combate aos programas de metas abusivasAgosto6 e 13/08 – Cláusulas econômicas20/08 – Em definição27/08 – Em definição *Fonte: Contraf-CUT e SP Bancários

Funcef: resultados de pesquisa serão apresentados em live nesta quarta (10)

Os resultados da pesquisa sobre a proposta de redução do equacionamento, formulada pela Caixa e Funcef, serão apresentados nesta quarta-feira (10), em live da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae). A transmissão será feita pelo YouTube da Fenae, a partir das 16h. De acordo com a pesquisa, realizada entre 5 e 23 de junho, com 3.501 participantes do plano REG/Replan Saldado, existe uma insatisfação com a proposta e com a falta de transparência no processo. O descontentamento inclui questões como a redução da pensão por morte de 80% para 50% + 10% por dependente, limitada a 80%, rejeitada por 63% dos participantes, e o fim do pecúlio por morte, contestado por 67% dos respondentes. Além disso, 54% dos participantes consideraram a construção da proposta não transparente. A responsabilidade da Caixa pelo contencioso e a revisão da meta atuarial, que a Fenae defende como soluções para reduzir o equacionamento sem prejudicar os direitos dos participantes, também serão discutidas durante a live. Estarão presentes na live Sergio Takemoto, presidente da Fenae; Leonardo Quadros, diretor de Saúde e Previdência da Fenae; Eliana Brasil, diretora executiva da Contraf/CUT; Jair Pedro Ferreira, diretor de Benefícios da Funcef; e Gláucia da Costa, advogada da LBS Advogados. *Fonte: Fenae

Para o movimento sindical, práticas do Itaú não estão em sintonia com o Conexão Saúde

Lançado pelo canal digital do banco Itaú, o programa Conexão Saúde apresenta iniciativas voltadas à saúde mental. Entretanto, o GT de Saúde e a Comissão de Organização dos Empregados (COE), apesar de reconhecerem a iniciativa, ressaltam que as práticas do banco não combinam com o programa. Fechamento de agências, sobrecarga de trabalho e assédio foram algumas das questões mencionadas que contribuem para o adoecimento dos trabalhadores. “O uso de ferramentas de pressão, para aumentar cada vez mais o lucro do banco, tem causado adoecimento nos trabalhadores, resultando em estresse, depressão, esgotamento profissional (burnout) e LER/Dort, que têm tomado grandes proporções”, afirmou Luciana Duarte, coordenadora do GT de Saúde, acrescentando que nenhum programa aborda o tratamento dos funcionários já adoecidos. Já a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, ressaltou que o banco tem obrigação de acolher os trabalhadores adoecidos. Porém, a maioria dos empregados sente o descaso na hora que mais precisam do banco. “O Itaú tem que assumir sua responsabilidade, pois esses trabalhadores adoeceram no local de trabalho”, afirmou a coordenadora. *Fonte: Contraf-CUT

Nesta quinta (11), categoria bancária faz tuitaço com a hashtag #JuntosPorIgualdade

A categoria bancária se mobilizará nesta quinta-feira (11) com protestos nas redes sociais por Igualdade de Oportunidades, tema da mesa de negociação com a Fenaban, que acontece no mesmo dia, pela Campanha Nacional da categoria. Usando a hashtag #JuntosPorIgualdade será realizado um tuitaço, das 9h às 11h, em protesto pelo fim das distorções salariais entre gêneros, pelo combate ao preconceito e por condições igualitárias nos processos de ascensão dentro dos bancos, para que mulheres, pessoas com deficiência (PCDs), negros e negras e LGBTs tenham maior representatividade nos cargos de liderança.

Condições de trabalho preocupam categoria bancária

Com dados preocupantes, a pesquisa “Saúde Mental no Trabalho Bancário” teve seus resultados apresentados durante uma live no dia 19 de junho passado. O trabalho é uma parceria entre o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense e o Departamento de Psicologia da Universidade Federal Fluminense (Volta Redonda). A pesquisa mostra a necessidade de atenção para as condições de trabalho da categoria bancária na região. De acordo com a pesquisa são considerados graves e críticos por 44,5% dos participantes os danos físicos, sociais e psicológicos. Os danos sociais são considerados suportáveis por 47,2%, e críticos ou graves por 31,7%. Em relação ao esgotamento profissional, 54,1% dos participantes classificaram como grave. A pesquisa aponta que esse é um indicador alarmante da Síndrome de Burnout. A liberdade de expressão também foi considerada crítica por 48,7%, mostrando que uma cultura organizacional que restringe a comunicação aberta pode aumentar o estresse e a insatisfação no trabalho. A falta de reconhecimento e realização profissional também foram apontadas como fatores que contribuem para o adoecimento dos trabalhadores, sendo consideradas críticas e graves.

Campanha Nacional: quinta-feira (11) tem nova rodada de negociações

O Comando Nacional dos Bancários se reunirá com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), nesta quinta-feira (11). O debate será sobre Igualdade de Oportunidades. O encontro faz parte das negociações da Campanha Nacional de 2024, para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. Os trabalhadores também vão reivindicar o fim das distorções salariais entre gêneros, o combate ao preconceito e condições igualitárias nos processos de ascensão dentro dos bancos, para que mulheres, pessoas com deficiência (PCDs), negros e negras e LGBTs tenham maior representatividade nos cargos de liderança. “O que nós queremos é promover um ambiente de trabalho inclusivo e com respeito, combatendo as distorções do preconceito, da discriminação que nós vemos na sociedade”, ressaltou a a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta da Confederação Nacional do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira. Veja, abaixo, as conquistas ligadas à igualdade de oportunidades obtidas pelas bancárias e bancários na CCT: 2002 – Inclusão do tema igualdade de oportunidade nas mesas de negociação;2008 – Conquista do primeiro Censo da Diversidade;2009 – Licença-maternidade de 180 dias e extensão dos parceiros do mesmo sexo nos planos de saúde;2010 – Inclusão da cláusula que criou o programa de combate ao assédio moral;2012 – Conquista do 2º Censo da Diversidade;2016 – Licença-paternidade de 20 dias;2017 – Reconhecimento do direito de uso do nome social no crachá e nos sistemas dos bancos;2018 – 3º Censo da Diversidade;2020 – Programa de prevenção à violência doméstica e familiar contra bancárias, incluindo a criação de canais de acolhimento, orientação e auxílio às mulheres em situação de violência doméstica e familiar;2022 – Cláusula que estabelece programa de combate ao assédio sexual nos bancos. *Fonte: Contraf-CUT

Financiários vão definir calendário de negociações nesta sexta-feira (5)

O calendário de negociações da Campanha Nacional 2024 dos Financiários será definido nesta sexta-feira (5). A reunião será com a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e terá como pauta a diversidade. A primeira mesa de negociações dos financiários foi realizada no dia 29 de junho, com apresentação de uma proposta de calendário e ênfase na importância da ultratividade, que garante todos os direitos dos trabalhadores até a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). A secretária de Organização do Ramo Financeiro e Política Sindical da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Magaly Fagundes, ressaltou que a expectativa é avançar nos pontos referentes aos empregos, saúde e condições de trabalho. Além disso, segundo Magaly, é preciso iniciar as mesas de negociação de forma efetiva. “Acreditamos que um diálogo franco e construtivo é essencial para garantir os direitos e a dignidade dos trabalhadores do setor financeiro,” afirmou Magaly. *Fonte: Contraf-CUT

Campanha: trabalhadores pedem redução de jornada e reajuste em verbas de teletrabalho

O Comando Nacional dos Bancários se reuniu com a Federação Nacional dos Bancos, nesta terça-feira (2), na segunda mesa de negociações para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.  As reivindicações apresentadas foram redução da jornada de trabalho de cinco dias para quatro dias semanais e reajustes nas verbas das cláusulas de teletrabalho. Sobre a redução da jornada, foram apresentados dados de pesquisas, baseados em projetos pilotos com impactos positivos na saúde física e mental de funcionários, na redução de faltas no trabalho, além de ganhos na produtividade e na receita das empresas. Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), ressaltou que a jornada de quatro dias semanais apareceu como prioridade para 42% dos trabalhadores que responderam à Consulta Nacional dos Bancários de 2024, somente atrás de manutenção de direitos (70%); emprego (49%) e combate ao assédio moral (45%). Os representantes dos bancos disseram que o pedido será levado para avaliação das empresas. Quanto ao teletrabalho, foi pedido à Fenaban o número de trabalhadores que atuam em home office, no sistema híbrido ou totalmente remoto. Além disso, também foi solicitada a ampliação do valor da ajuda de custo, aos trabalhadores que atuam em home office. Segundo a Fenaban, 33% dos bancários estão em teletrabalho no Brasil atualmente, sendo 91% no modelo híbrido e 9% totalmente remoto. Para a Fenaban, não há garantia, sequer, de manutenção do percentual de pessoas em teletrabalho. O Comando respondeu reforçando a cobrança por ampliação do home office. O Comando Nacional dos Bancários, depois da reunião, disse que organizará uma plenária entre os profissionais em teletrabalho. Também orientou a manutenção de mobilizações sobre o tema, para reforçar as conquistas em teletrabalho e impedir a retirada de direitos por parte dos bancos. Próximas reuniões: Julho11/07 – Igualdade de oportunidades18 e 25/07 – Saúde e condições de trabalho: incluindo discussões sobre pessoas com deficiência (PCDs), neurodivergentes e combate aos programas de metas abusivas Agosto6 e 13/08 – Cláusulas econômicas20/08 – Em definição27/08 – Em definição *Fonte: Contraf-CUT