Banco do Brasil apresenta proposta final com novos compromissos sobre Cassi e PCR

O Banco do Brasil apresentou, na tarde desta terça-feira (1º), a proposta final para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico, com novos compromissos relacionados à Cassi e ao Plano de Carreira e Remuneração (PCR). A proposta será levada à apreciação das trabalhadoras e trabalhadores em assembleias sindicais realizadas nos dias 3 e 4 de setembro (quinta e sexta próximas) por todo o país. Uma das medidas prevê o adiantamento de R$ 360 milhões da contribuição patronal do Banco do Brasil para o Plano de Associados da Cassi. O recurso vai permitir a manutenção das reservas mínimas do plano até novembro de 2026. De acordo com o banco, o objetivo é criar condições para que seja construída uma proposta conjunta para o custeio da Cassi. O banco assumiu, ainda, o compromisso de promover estudos para revisão dos critérios do Plano de Carreira e Remuneração, com encaminhamento às instâncias de governança competentes até o final do primeiro semestre de 2027. O Comando Nacional dos Bancários vai avaliar a proposta apresentada e definir os próximos passos. A proposta contempla ainda outros pontos apresentados nas rodadas anteriores. Confira: *Fonte: Contraf-CUT
Sindicato realiza assembleia na próxima quinta-feira (3)

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense realiza assembleia geral extraordinária, nesta quinta-feira (3), com plenária presencial no auditório do Sindicato, às 18h. O endereço é Rua Rio Branco, nº 107, sala 301, Centro de Barra Mansa. Para isso, convoca todos os trabalhadores bancários, sindicalizados ou não, de sua base territorial. Lembrando que a plenária será seguida de votação remota/virtual, das 19h do dia 3 até 19h de sexta-feira (4), pela plataforma bancarios.votabem.com.br. Confira a pauta da assembleia: 1 – Deliberação sobre a proposta apresentada na mesa única de negociação por parte da Comissão de Bancos coordenada pela FENABAN para a renovação das Convenções Coletivas de Trabalho, bem como, sobre a proposta apresentada pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal para renovação dos seus respectivos Acordos Coletivos de Trabalho Aditivos, sendo que, as propostas incluem desconto a ser feito no salário e PLR dos empregados em razão da contratação a ser realizada (contribuição negocial); 2 – Avaliação e encaminhamentos para a campanha salarial em caso de reprovação dos instrumentos coletivos. A base territorial do Sindicato compreende os seguintes municípios: Barra Mansa, Volta Redonda, Rio Claro, Porto Real, Quatis, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Paracambi, Resende, Itatiaia, Pinheiral, Barra do Piraí, Vassouras, Piraí, Valença e Rio das Flores.
Assembleia Geral Extraordinária
Banco do Brasil: negociação será retomada nesta terça-feira (1º)

O Banco do Brasil e a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) retomam a negociação para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico nesta terça-feira (1º). Apesar de o banco ter apresentado uma proposta global na reunião do último sábado (29), os trabalhadores cobram respostas para alguns pontos como temas referentes às cláusulas econômicas. Confira, abaixo, os avanços apresentados pelo BB: *Fonte: Contraf-CUT
Campanha: BB apresenta proposta, mas negociação continua nesta segunda (31)

Após a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) divulgar sua proposta para toda a categoria bancária, no último sábado (29), o Banco do Brasil também apresentou sua proposta para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico. Veja, abaixo, os principais pontos da proposta do BB: Algumas conquistas já haviam sido anunciadas na última quinta-feira (27), como a ampliação do afastamento para acompanhamento em casos de união estável, o ressarcimento dos custos para funcionários aprovados nas certificações da Anbima e também o abono de até 5 dias para que realizem as certificações e o compromisso com o desenvolvimento e a requalificação profissional dos funcionários. Também já tinham sido apresentadas devolutivas do banco, principalmente sobre a questão dos PCDs e seus dependentes. Porém, o banco não apresentou respostas relativas à remuneração, especialmente após as negociações da Campanha Nacional 2026. Nesta segunda-feira (31), a negociação vai continuar e os trabalhadores esperam que o BB apresente as devidas respostas. *Fonte: Contraf-CUT
Proposta para o Saúde Caixa será levada à assembleia

No último sábado (29), a Caixa Econômica Federal apresentou uma proposta para o Saúde Caixa, que considera final e que será levada às assembleias que serão realizadas em todo o país de quinta (3) a sexta-feira (4). Também houve encaminhamentos para a criação de um grupo de trabalho que discutirá PFG, PCS, Processos Seletivos Internos (PSIs) e remuneração variável, incluindo o Super Caixa. A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa reivindicou que os trabalhos comecem o quanto antes, logo após a conclusão da campanha, com calendário intensificado de reuniões. As agendas da mesa permanente de negociação serão ampliadas e também serão realizadas reuniões específicas para discutir os modelos Figital e Genesys. “É importante que cada empregado e empregada conheça a proposta e todos os seus detalhes. A negociação não termina no plano de saúde: temos uma pauta ampla, construída pelos empregados e aprovada no 41º Conecef, que discutimos durante as negociações e vamos definir a redação final de algumas cláusulas nesta segunda-feira (31)”, ressaltou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen. O modelo apresentado pela Caixa modifica a forma de cobrança em relação ao acordo atual. Segundo a proposta, para os empregados da ativa a contribuição passa a variar de acordo com a idade do titular e de cada dependente. No caso de aposentados e pensionistas, a contribuição do titular passaria de 3,5% para 4,5% da remuneração-base, enquanto a mensalidade por dependente passaria dos atuais R$ 480 para R$ 660. O teto de comprometimento da renda do grupo familiar subiria de 7% para 9%. A proposta mantém as 13 mensalidades anuais.Os dependentes indiretos (entre eles filhos de 21 a 27 anos) ficam fora do teto familiar. O banco também levantou a questão sobre o estudo de mudanças estruturais no Saúde Caixa, inclusive a possibilidade de constituição de CNPJ próprio e busca de novas fontes de receita. Houve ainda proposta da Caixa para uma reunião específica com as áreas responsáveis pelos modelos Figital e Genesys. No caso do Genesys, o banco se comprometeu a suspender até 31 de dezembro a penalização no Alcance.Caixa decorrente do transbordo do atendimento e ampliar de cinco para dez minutos o prazo antes do transbordo. No caso do adiantamento salarial nos afastamentos por licença de saúde, a proposta do banco é que, quando o benefício for inicialmente indeferido pelo INSS, a cobrança para devolução do adiantamento não seja iniciada enquanto houver possibilidade de recurso. Somente após decisão definitiva começaria o procedimento de devolução. *Fonte: Contraf-CUT
Campanha: negociação garante aumento real e será submetida à assembleia da categoria

Depois de 13 rodadas de negociações, o Comando Nacional dos Bancários derrubou a tentativa dos bancos de impor reajuste abaixo da inflação. A representação dos trabalhadores conseguiu garantir a reposição total da inflação (INPC), mais aumento real de 0,6%, para 2026 e 2027. O resultado das negociações será submetido às assembleias, que serão realizadas das 19h da próxima quinta-feira (3) até às 19h da sexta-feira (4). Se a proposta for aprovada já nas assembleias dos dias 3 e 4, a primeira parcela da PLR será creditada no dia 30 de setembro. Além dos salários, o reajuste será aplicado às demais verbas, como vales alimentação (VA), refeição (VR), auxílio creche/babá e Participação nos Lucros e Resultados (PLR), tanto na regra básica quanto na parcela adicional. Também houve avanço nas seguintes cláusulas: Em casos de bancários demitidos devido ao fechamento de agências foram acordadas duas medidas. A primeira é a contratação da Gi Group, consultoria internacional que vai elaborar planos para cada trabalhador, com diagnósticos, entrevistas e planos de qualificação e recolocação individualizados. A segunda medida é o aumento da indenização adicional, além do já previsto na CCT, de acordo com a tabela abaixo: *Fonte: Contraf-CUT
Caixa deve apresentar nova proposta para o Saúde Caixa nesta sexta-feira (28)

A Caixa Econômica Federal informou à Comissão Executiva dos Empregados (CEE), nesta quinta-feira (27), que vai apresentar uma nova proposta para o Saúde Caixa na reunião de negociação prevista para esta sexta-feira (28). A representação dos empregados ressaltou, mais uma vez, que a solução necessita ampliar a participação financeira do banco no Saúde Caixa e não pode simplesmente transferir aos usuários o aumento das despesas do plano. A CEE já recusou duas propostas do banco por considerar que aumentavam o peso do plano sobre a renda dos beneficiários, sem solucionar o problema central: a limitação da participação financeira da Caixa. A reivindicação é a retirada do teto estatutário de 6,5% e o restabelecimento efetivo da proporção de custeio de 70% pela Caixa e 30% pelos beneficiários. Devido aos resultados divulgados pela Caixa na última quinta-feira (27), a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) passou a preocupar os empregados. A CEE ressalta que a redução do resultado na comparação semestral não pode ter impacto excessivo sobre a PLR. A representação do banco explicou que possíveis ajustes serão debatidos com a representação dos empregados. Ainda durante o encontro, a CEE cobrou respostas para reivindicações relacionadas à carreira. Entre elas estão a construção de um novo Plano de Cargos e Salários (PCS), a revisão do Plano de Funções Gratificadas (PFG) e mudanças nos Processos Seletivos Internos (PSIs), com critérios mais objetivos e transparentes. Também foram debatidas questões sobre o Super Caixa, atendimento presencial e digital, além de assuntos relativos a PCDs e TEA. *Fonte: Contraf-CUT
Campanha: negociações avançam, mas categoria quer aumento real

As negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) avançaram nesta quinta-feira (27). Pela primeira vez, a Fenaban apresentou uma proposta de reajuste sem arrocho nos salários e demais verbas. Entretanto, sem aumento real. A proposta da Fenaban avançou para a reposição total da inflação (100% do INPC, estimado em torno de 4%, para o período de 12 meses encerrado em 31 de agosto). Porém, o índice não seria aplicado nos vales alimentação (VA) e refeição (VR). Neste caso, o reajuste seria pelo IPCA, da seguinte forma: – VA: reajuste conforme inflação para “alimentação em domicílio”, medida pelo IPCA, com estimativa de 2,99% para a data-base da categoria. Com esse reajuste, a perda real no VA seria de 1,1% em relação ao INPC. – VR: Reajuste salarial conforme a inflação da “refeição fora do domicílio”, medida pelo IPCA, com estimativa de 4,39% para a data-base da categoria. As negociações também avançaram em relação à PLR, com uma nova proposta da Fenaban de correção pelo INPC, nos tetos e nas parcelas fixas da PLR. “Mas é insuficiente para as nossas reivindicações: queremos a valorização da PLR, com melhoria na parcela adicional, de modo que os bancos distribuam um percentual maior dos seus resultados para toda a categoria”, ressaltou Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários. Nesta sexta-feira (28), o Comando e a Fenaban voltam a negociar. A categoria espera que os bancos apresentem uma nova proposta de reajuste. *Fonte: Contraf-CUT
Lucro da Caixa chega a R$ 7,4 bilhões no primeiro semestre do ano

O lucro líquido contábil da Caixa Econômica Federal foi de R$ 7,368 bilhões no primeiro semestre de 2026. No mesmo período de 2025, o lucro registrado atingiu R$ 9,784 bilhões. A queda foi de 24,7%. A elevação das despesas com provisões para perdas de crédito é apontada como fator relevante para a queda do lucro. Além disso, a entrada em vigor, em janeiro de 2025, da Resolução CMN 4.966, que alterou a metodologia de reconhecimento de perdas esperadas e produziu efeito favorável sobre a base de comparação do ano passado, também deve ser considerada. Porém, os números do segundo trimestre mostram aceleração do resultado: o banco lucrou R$ 3,899 bilhões entre abril e junho, alta de 5,9% em relação ao 2º trimestre de 2025, quando havia lucrado R$ 3,682 bilhões, e de 12,4% sobre o 1º trimestre de 2026, quando o lucro foi de R$ 3,469 bilhões. A coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Luiza Hansen, ressalta que o balanço demonstra mais uma vez a capacidade do banco de obter resultados expressivos e reforça a importância do trabalho de seus empregados. O balanço do banco mostra que a expansão do crédito é um dos principais indicadores da relevância econômica e social da Caixa. No final de junho, a carteira total atingiu R$ 1,448 trilhão, alta de 11,9% em 12 meses e de 2,7% no segundo trimestre. Os indicadores de negócios cresceram, mas o quadro pessoal não acompanhou. A Caixa terminou junho com 84.136 empregados. São apenas 86 trabalhadores a mais que os 84.050 existentes um ano antes, mas 227 a menos do que em março, quando havia 84.363, e 258 a menos do que no fechamento de 2025, quando o banco contava com 84.394 empregados. A Caixa chegou a 160,378 milhões de clientes e 248,192 milhões de contas em junho. Em março eram 159,249 milhões de clientes e 244,781 milhões de contas; no fim de 2025, 157,207 milhões e 240,472 milhões; e, em junho do ano passado, 156,139 milhões de clientes e 237,195 milhões de contas. Vale lembrar que a pauta específica dos empregados para a Campanha Nacional dos Bancários 2026 reivindica ampliação do quadro por meio de novas contratações, além do estabelecimento de parâmetros mínimos de lotação compatíveis com a demanda de cada unidade para evitar sobrecarga e preservar o atendimento. *Fonte: Contraf-CUT