Consulta Nacional deve ser feita até 2 de agosto

Bancárias e bancários devem participar da Consulta Nacional 2023 até o dia 2 de agosto. O levantamento, feito anualmente, é utilizado para o diagnóstico das condições de trabalho e para saber a opinião da categoria sobre questões nacionais relevantes e seus anseios. Podem participar todas e todos os profissionais do setor, sindicalizados ou não, pelo link https://consulta-bancarios.votabem.com.br/. A pesquisa é organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), com apoio das federações e sindicatos filiados, e pelo Comando Nacional dos Bancários. Nos anos de negociação salarial com os bancos, o questionário também é utilizado para a definição da pauta de reivindicações. A consulta deste ano se concentra em questões de saúde da categoria e a relação dos trabalhadores com suas entidades sindicais, além de temas nacionais. Vale lembrar que não há campanha este ano, já que a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2022 tem validade de dois anos. As perguntas são sobre a reforma tributária; a necessidade de queda das taxas de juros; a independência do Banco Central; a Lei 1.085/23, sobre igualdade salarial entre homens e mulheres; e a regulamentação da internet, com o objetivo de se evitar a propagação de mentiras e a incitação ao ódio por meios digitais. Segundo a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, a consulta é fundamental para identificar como as bancárias e bancários pensam, quais problemas enfrentam no ambiente de trabalho e quais são os seus anseios. “Essa é uma ferramenta muito eficaz de relação das entidades sindicais com a categoria bancária, que está presente em praticamente todas as localidades do país e é fundamental tanto para as pessoas quanto para a economia do país”, afirmou a presidenta. Juvandia, que também é vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), lembra que a Consulta do ano passado foi fundamental para a negociação com os bancos, na Campanha Nacional. “Tivemos mais de 35 mil formulários respondidos, o que é um resultado formidável. O Comando Nacional dos Bancários, com a Consulta em mãos, foi com muita força para a negociação da nova CCT, pois os dados mostravam quais eram as reais necessidades da categoria”, afirmou. Força na negociação Em 2022, os bancários indicaram como prioridade nas negociações, o aumento real, manutenção do emprego e dos direitos adquiridos, combate ao assédio moral, condições de saúde no trabalho, igualdade de oportunidades e definições para o teletrabalho. Juvandia observou que, “em toda essa pauta, a negociação obteve êxito, inclusive com a formulação de um capítulo específico para o teletrabalho, modalidade decisiva para a categoria, com cláusulas que garantem condições econômicas, profissionais e de saúde em patamares muito superiores à legislação sobre o assunto”. Os dados compilados da Consulta Nacional serão apresentados na 25ª Conferência Nacional dos Bancários, que ocorrerá de 4 a 6 de agosto, em São Paulo. Fonte: Contraf-CUT
Bancários escolhem delegados para a Conferência Nacional da categoria

Representantes de seis sindicatos do Estado, sob a organização da Federa-RJ, estiveram reunidos na 3ª Conferência Estadual dos Bancários do Rio de Janeiro, realizada no último sábado (15), em Niterói. À frente da delegação do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense estavam o presidente Júlio Cunha e o secretário de Imprensa, Cláudio Barbosa. No final da tarde foram aprovadas propostas e escolhidos os delegados que participarão da 25ª Conferência Nacional dos Bancários, que será realizada em agosto em São Paulo. Durante o encontro foram discutidos temas como a reforma sindical e os desafios da organização dos trabalhadores e da comunicação sindical frente às transformações do mundo do trabalho. Os impactos das novas tecnologias e os ataques aos direitos trabalhistas na vida do trabalhador também foram tema de discussão. Além disso, a questão ambiental com a necessidade de uma transição enérgica e um desenvolvimento sustentável também foi incluída nas proposições da Conferência. No encerramento do encontro, a presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, destacou que a categoria luta por um país democrático, que respeite as diferenças e contra todas as formas de discriminação.
Conferência reúne bancários do estado em Niterói

Organizada pela Federa-RJ, a 3ª Conferência Estadual das Bancários e dos Bancários foi realizada, neste sábado (15), no Clube Português de Niterói. Participaram do evento delegações dos sindicatos de Niterói, Sul Fluminense, Petrópolis, Campos dos Goytacazes, Teresópolis e Rio de Janeiro, além de convidados como a doutora em educação, Greyce Kelly, o deputado federal Reymond e o vereador de Niterói, Leonardo Giordano. O presidente do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, Júlio Cunha, participou do evento e fez questão de ressaltar que o bancário da base está sofrendo diariamente com assédio moral. “Isso está levando o trabalhador a um problema de saúde psicológico, que precisa ser discutido e levado para a mesa nacional. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, em parceria com a UFF, está fazendo uma pesquisa buscando identificar esses bancários. É muito importante debater essa questão da saúde do trabalhador bancário”, afirmou Júlio, que lembrou ainda a questão dos bancos Bradesco e Santander, que vêm desrespeitando o atendimento dos clientes na agência. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, falou sobre os desafios da categoria. “A conferência traz temas que são centrais para a categoria como um todo, como por exemplo, o que se passa com os avanços tecnológicos na organização do trabalho bancário. A gente está vendo as mudanças que estão ocorrendo nos bancos, a redução dos postos de trabalho, as demissões e a precariedade no atendimento ao cliente. Então eu acho que o nosso desafio é linkar o atendimento ao cliente, trazer ele para o nosso lado para preservar empregos na categoria”, afirmou. Adriana ressaltou também que é preciso ver a questão dos direitos para todos os trabalhadores que atuam no ramo financeiro. “Hoje em dia a gente vê claramente, por exemplo, autônomos trabalhando como bancários sem direito nenhum, como os agentes autônomos de investimento, agentes autônomos de negócios, que é uma forma de precariedade prevista a partir da reforma trabalhista. Tem ainda a questão das terceirizações que os bancos têm implementado. Então, a gente tem um grande desafio no mundo do trabalho como um todo e para a categoria bancária em especial em função do grande impacto que têm essas novas tecnologias para nós”, observou Adriana. Para Cláudio Barbosa, secretário de Imprensa do Sindicato do Sul Fluminense, a conferência se mostrou um evento muito representativo e com maior participação feminina que nos outros anos. Ele fez questão de elogiar o discurso da palestrante Greyce Kelly, na mesa de abertura, e também destacou a importância de reunir a categoria. “É importante nos reunirmos com um objetivo em comum, agir em conjunto, principalmente no setor de comunicação, que é a alma do sindicato. Hoje, o sindicato que tem uma comunicação bem estruturada, com suas redes sociais, com seus e-mails e com sua comunicação em dia, tem muito mais chance de poder promover um avanço na nossa política de trabalho”, pontuou. *Colaboração do fotógrafo Nando Neves
3ª Conferência Estadual das Bancárias e Bancários terá abertura virtual nesta sexta (14) e encontro presencial no sábado (15)

A 3ª Conferência Estadual das Bancárias e Bancários terá sua abertura virtual nesta sexta-feira (14), a partir das 18h30. Para acompanhar, basta acessar os canais da Federa-RJ no YouTube ou no Facebook. O encontro contará com as presidentas Juvandia Moreira, da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e Adriana Nalesso, da Federação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro (Federa-RJ), além dos presidentes dos sindicatos (de Campos de Goytacazes, Niterói, Petrópolis, Rio de Janeiro, Sul Fluminense e Teresópolis) e representantes das Centrais Sindicais. Já no sábado (15), o evento será presencial, no Clube Português, em Niterói, a partir das 9h30. Durante o encontro serão debatidos temas como reforma sindical, mercado de trabalho e conjuntura. Para participar é só comparecer. O Clube Português fica na Rua Professor Lara Vilella, 176, no Ingá.
Funcionários do Banco do Brasil querem melhores condições de trabalho nas CRBBs

Em reunião, na última quarta-feira (12), a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) entregou ao BB a lista de reivindicações das Centrais de Relacionamento do Banco do Brasil (CRBBs). De acordo com avaliação do movimento sindical, a falta de concurso público, para que as vagas em aberto sejam ocupadas, está diretamente ligada aos problemas que os funcionários enfrentam nas centrais de atendimento. “Entre os resultados nocivos de tudo isso está a sobrecarga dos trabalhadores, que continuam sendo submetidos a metas abusivas”, completou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. Também foram apresentadas demandas das CRBBs como implementação do home office, valorização salarial, fim do estímulo abusivo à competição, melhora nas condições de trabalho e mudanças no sistema de metas. “Apresentamos para o banco condições muito preocupantes, como trabalhadores atendendo duas, três até quatro pessoas ao mesmo tempo; pausas de apenas segundos, entre uma ligação e outra; competição e metas que adoecem”, destacou Fernanda Lopes. Entre as propostas apresentadas pelo movimento sindical, em relação às metas, está o retorno ao mecanismo de indução. O movimento sindical propôs ao banco a realização de novos concursos públicos. “Acrescentamos que somos totalmente contrários à terceirização, que acirra um tipo de competição que adoece o ambiente de trabalho do BB”, complementou Fernanda Lopes. O BB propôs a criação de um grupo de trabalho, que será formado entre representantes dos trabalhadores e representantes do banco, para avaliar os resultados das consultas feitas nas CRBBs e estudar a aplicação das melhorias solicitadas. Agenda das próximas mesas permanentes temáticas: 20/07 – Promoção da Diversidade/Igualdade de Oportunidade. 11/09 – Plano de Cargos e Salários e Programa Performa. 28/09 – Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil (Cassi). *Fonte: Contraf-CUT
Em reunião com representantes do Banco do Brasil, funcionários pedem valorização de gerentes de serviço

Durante reunião entre Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), gerentes de serviços e representantes do banco, os trabalhadores apresentaram problemas que sofrem como o acúmulo de funções, pressão por metas e os impactos negativos do programa “Performa”. O banco se comprometeu a realizar estudos para melhorar a situação. Os trabalhadores destacaram a ocorrência de desvios de função, uma vez que acabam realizando serviços de gerente de atendimento. A coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, falou sobre a reunião. “Foi importante o banco ouvir os gerentes de serviço, as várias dificuldades que enfrentam diariamente, simplesmente para tentar desempenhar suas funções com qualidade, com segurança. Em resposta, o banco se comprometeu a realizar estudos para melhorar a situação. Nós, do movimento sindical, esperamos que o compromisso feito pelo banco, nesse encontro, seja breve, pois os gerentes de serviço sofrem com essa situação há anos”, pontuou Fernanda. Entenda • Atualmente, os gerentes de serviço são cobrados tanto pela operação de uma agência, quanto pelo número de vendas, entretanto só recebem pontuação pelas vendas. • A reivindicação dos gerentes de serviço é para que não sejam submetidos a cobranças individuais por vendas. Pedem que o serviço operacional seja valorizado. • Os trabalhadores denunciam ainda o desvio de função, uma vez que, além de exercerem a gestão das agências, necessitam realizar atendimentos e vendas. • Banco ouviu os trabalhadores e se comprometeu a estudar os problemas para apresentar soluções às demandas. *Fonte: Contraf-CUT
Movimento sindical mantém cobrança para melhorar GDP do Banco do Brasil

A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) ouviu de representantes da direção do BB propostas para a plataforma Conexão (sistema de métricas de metas), com impactos na avaliação da Gestão de Desempenho Profissional (GDP). A reunião aconteceu na última semana. De acordo com o banco, o sistema de metas do Conexão será estendido para escriturários e assistentes, “a pedido dos funcionários que ocupam esses cargos”. Também houve revisão do modelo que, de acordo com a empresa, passa a ter foco no cliente. Além disso, o banco não permite mais que um gestor possa dar a pontuação máxima para todos os funcionários, numa mesma avaliação. A representante do banco explicou que “o avaliador pode dar nota máxima, dar o mesmo placar de competência, o que limitamos é dar cinco para todo mundo, porque nem tudo mundo desempenha as mesmas competências no mesmo nível.” A coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, fez algumas ressalvas quanto a essa explicação do banco. “Apesar de o banco ter dito que incluiu escriturários e assistentes, a pedido deles mesmos, o que temos recebido dos funcionários é o contrário: muita reclamação por terem sido incluídos. Também não ficou muito claro na reunião como funcionarão os parâmetros novos de metas”, destacou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. Os trabalhadores também estão preocupados com a impossibilidade de dar pontuação 5 para todos da equipe, porque induz à gestão por assédio. Ou seja, o banco impõe um limitador para conceder pontuação máxima para todos os funcionários de uma mesma equipe, mas não um limitador para pontuação mínima de todos da equipe. O banco recebeu as críticas e ficou de reavaliar o modelo que limita a possibilidade de conceder pontuação máxima. “Voltamos a cobrar que a GDP seja um instrumento de aprimoramento e entendemos que essas mudanças apresentadas na reunião, pelo banco, continuam facilitando a utilização da ferramenta para o assédio”, destacou Fernanda Lopes. A coordenadora reiterou que a CEBB voltou a cobrar do banco a construção conjunta, com os funcionários, de um sistema de avaliação sem metas que adoecem, e passando pela formação de gestores. Segundo ela, “hoje muitas ferramentas que estão sendo usadas estimulam a gestão que adoece.” Descomissionamento Entre os pedidos dos funcionários, na reunião de 30 de maio, estava a suspensão do descomissionamento até que o banco implementasse correções em distorções que tornam a GDP um instrumento de assédio. Entretanto, o movimento sindical registrou que novos descomissionamentos ocorreram ao logo deste ano. Na última mesa de negociação, o banco afirmou que os descomissionamentos estão suspensos e permanecerão assim até a primeira quinzena de agosto. Entenda O banco apresentou alterações na plataforma Conexão, com impactos na avaliação da GDP. Com a mudança, a plataforma Conexão passa a reunir todos os relatórios de metas em um só local e individualiza ainda mais as responsabilidades pelo alcance das metas do setor. Na nova proposta, o avaliador não poderá dar nota máxima para todos da equipe, porém não existe o mesmo limitador em caso de notas mínimas. O banco também anunciou que o processo de descomissionamento segue suspenso até a primeira quinzena de agosto, porém o movimento sindical denuncia que descomissionamentos já ocorreram nos últimos meses. Os representantes dos trabalhadores na mesa de negociação criticaram a nova plataforma Conexão, por entender que ela induz ainda mais à gestão por assédio. Os funcionários também mantiveram o pedido de suspensão do descomissionamento, até que o banco implemente correções em distorções que tornam a GDP um instrumento de assédio. Confira as datas das mesas permanentes temáticas: 12/07 – Centrais de Relacionamento do Banco do Brasil (CRBB); 20/07 – Promoção da Diversidade/Igualdade de Oportunidade; 11/09 – Plano de Cargos e Salários e Programa Performa; 28/09 – Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil (Cassi). *Fonte: Contraf-CUT
3ª Conferência Estadual dos Bancários será em Niterói dia 15 de julho

A 3ª Conferência Estadual dos Bancários será realizada nos próximos dias 14 e 15 de julho, no Clube Português de Niterói. O evento é organizado pela Federa-RJ. Durante o evento serão discutidos temas importantes como reforma tributária, estrutura sindical, reforma trabalhista, terceirização, saúde e condições de trabalho, emprego, mídia e comunicação. A abertura será na sexta-feira (14), de forma virtual, com a presença das presidentas Adriana Nalesso (Federa-RJ), Juvandia Moreira (Contraf-CUT), dos representantes de centrais sindicais, e dos sindicatos ligados a Federa-RJ – de Campos de Goytacazes, Niterói, Petrópolis, Rio de Janeiro, Sul Fluminense e Teresópolis, na transmissão do evento pelo Youtube e Facebook da Federa-RJ. No sábado (15), o evento presencial será realizado das 9h às 17h. Para participar, basta comparecer ao clube, que fica localizado na Rua Professor Lara Vilela, 176, no bairro Ingá.
Consulta Nacional dos Bancários pode ser respondida até o dia 2 de agosto

Trabalhadoras e trabalhadores do ramo financeiro de todo o Brasil, sindicalizados ou não, já podem responder ao questionário da Consulta Nacional dos Bancários 2023. O prazo final do questionário é dia 2 de agosto. Para responder, basta acessar o link https://consulta-bancarios.votabem.com.br/ ou o link que será divulgado pelos sindicatos de cada base específica, uma vez que cada entidade pode utilizar um sistema próprio para o levantamento dos dados. Há também a opção impressa, que está disponível para download na área restrita do site. A Consulta Nacional é uma oportunidade para que todos deem sua opinião sobre temas importantes e apontem suas prioridades. Os dados serão compilados e apresentados na 25ª Conferência Nacional dos Bancários, que ocorrerá entre os dias 4 e 6 de agosto de 2023. *Fonte: Contraf-CUT
Banco do Brasil apresenta novo sistema de avaliação por metas

O Banco do Brasil apresentou, na última segunda-feira (3), uma nova ferramenta para avaliação dos funcionários a partir deste semestre. Localizado na mesma aba do “Plataforma de Negócios”, o “Plataforma Conexão” tem nome similar ao sistema de acompanhamento de metas da agência. Segundo informações do BB, em comunicado publicado na Agência de Notícias interna do banco, a mudança é para unificar diferentes modelos de indução e avalição dos funcionários “direcionando de forma clara e objetiva o que se espera de cada dependência e funcionário, tanto em termos de resultado como de comportamento.” A avaliação dos funcionários era feita através da GDP (Gestão de Desempenho Profissional), com cada funcionário sendo avaliado em duas dimensões – resultado e competências – através de notas atribuídas pelo superior hierárquico, por pares e por subordinados. O “Plataforma Conexão” incorpora a GDP e elementos do Tô Ligado, e também do PDG (Programa de Desempenho Gratificado), que remunera os funcionários com melhor desempenho em cada função, e que avalia esse desempenho para os escriturários basicamente sobre vendas e pelas avaliações de atendimento, desconsiderando outros aspectos do trabalho bancário. Hoje o PDG classifica os funcionários das agências pelas vendas individuais (40%), avaliações de atendimento (40%) e o resultado da agência no Conexão (20%). Outra mudança de grande impacto está relacionada à avaliação da dimensão competências, em que a nota dos funcionários será limitada a um determinado número de pontos distribuídos entre o grupo. Se um funcionário for muito bem avaliado os demais, forçosamente, terão menos pontos, impondo um ranqueamento a cada item. A avaliação dos funcionários é considerada pelo sistema na classificação das vagas de comissões em concorrências internas e também tem sido utilizada como instrumento de assédio e mecanismo para descomissionamento. Sindicalistas têm criticado as mudanças e informaram que a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Comissão de Empresa dos Funcionários (CEBB) já entraram em contato com o banco pedindo explicações.