Defesa do Banco do Brasil e da soberania nacional mobiliza bancários por todo o país

Nesta quarta-feira (27) foram realizados atos em defesa do Banco do Brasil, com a participação de bancárias e bancários de todo o país. O objetivo das manifestações foi repudiar ataques coordenados contra o Banco do Brasil, que têm circulado em redes sociais e ameaçam a credibilidade da instituição e a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional. O Banco do Brasil informou que foram identificadas publicações inverídicas e maliciosas que buscam gerar pânico e induzir a população a decisões que podem prejudicar sua saúde financeira. As postagens são atribuídas ao deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), ao advogado Jeffrey Chiquini e ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que divulgou um vídeo “alertando” sobre suposta falência do banco. Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), afirma que esses ataques configuram crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, previstos na Lei 7.492/1986, que prevê pena de 2 a 6 anos de reclusão e multa para quem divulga informações falsas ou incompletas sobre instituições financeiras. “Este banco é do Brasil e dos brasileiros, e não podemos aceitar ataques ao nosso patrimônio e à nossa economia. Atacar um banco é um crime contra o Sistema Financeiro Nacional”, disse Juvandia. Os atos realizados nesta quarta-feira reforçam a defesa do Banco do Brasil como patrimônio público e instrumento de desenvolvimento econômico, além de marcar a posição dos trabalhadores do setor financeiro contra-ataques que colocam em risco a estabilidade da economia e a soberania do país. *Fonte: Contraf-CUT
Banco do Brasil anuncia pagamento da PLR para 12 de setembro

O Banco do Brasil anunciou que efetuará o pagamento daParticipação nos Lucros e Resultados (PLR) no próximo dia 12 de setembro. O pagamento da PLR é uma conquista dos trabalhadores, fruto da luta e das negociações coletivas dos sindicatos e da Comissão de Empresa dos Funcionários (CEBB). A notícia é uma resposta às fake news divulgadas recentemente dizendo que, devido à redução dos lucros, o banco não pagaria a PLR. No Banco do Brasil, o cálculo da PLR é feito a partir de dois módulos: Fenaban e BB. Pelo módulo Fenaban, os funcionários recebem 45% do salário paradigma estipulado no acordo, acrescido de uma parcela fixa. Já no módulo BB, ocorre a distribuição linear de 4% do lucro do banco entre os trabalhadores, além de uma parcela variável. Na parcela da PLR que será paga em setembro, poderá ocorrer um novo desconto de Imposto de Renda (IR) na fonte. O cálculo considera o valor total recebido no ano, somando as duas parcelas. Do imposto a ser descontado no segundo semestre, será abatido o valor já retido na PLR paga em 1º de março de 2024. *Fonte: Bancários do Rio/Contraf-CUT
Ato em defesa do Banco do Brasil será nesta quarta-feira (27)

Nesta quarta-feira (27), será realizado o ato nacional em defesa do Banco do Brasil, aprovado durante a 27ª Conferência Nacional dos Bancários e Bancárias. Os atos serão realizados em São Paulo, em frente ao prédio da matriz na Avenida Paulista; e em Brasília, em frente à sede do banco. As manifestações também vão pedir a responsabilização dos envolvidos por fazerem um ataque coordenado ao Banco do Brasil, à economia brasileira, e ao sistema financeiro nacional. Na última sexta-feira (22), o Banco do Brasil divulgou uma nota informando que foram identificadas “publicações inverídicas e maliciosas que disseminam informação em redes sociais, com o objetivo de gerar pânico e induzir a população a decisões que podem prejudicar a sua saúde financeira.” Na nota, o banco informa ainda que tomará ações judiciais após ataques nas redes sociais. Postagens com fake news sobre a existência de sanções estrangeiras e de bloqueio de ativos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) recomendam a retirada de recursos da instituição financeira. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, ressaltou que o Banco do Brasil é uma instituição forte e segura. “Mas, se estes ataques tivessem chances de surtir efeito, poderia gerar um colapso em todo o sistema financeiro do país e todo o povo brasileiro seria prejudicado. Isso é traição! É atentar contra a soberania brasileira e contra o Sistema Financeiro Nacional, um crime passível de multa e pena de reclusão”, afirmou a dirigente. A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, também falou sobre os riscos desses ataques. “O Banco do Brasil é o principal agente financeiro da agricultura, e também tem forte atuação no crédito para o micro e pequeno empreendedor e é o líder no recém-lançado programa de crédito ao trabalhador. Atacar o BB é colocar em risco todos estes segmentos, que fornecem o alimento, emprego e crédito para as famílias brasileiras. Ou seja, os ataques que estão sendo cometidos, não são contra o BB, são contra o povo brasileiro”, observou a coordenadora. *Fonte: Contraf-CUT
Juros altos e crise no agro são desafios para o Banco do Brasil

A economista Rosângela Vieira dos Santos, da Rede Bancários do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mostrou como o Banco do Brasil tem enfrentado um cenário de fortes pressões, mas também reafirmou sua relevância estratégica para o desenvolvimento nacional. A apresentação foi realizada no 35º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (35º CNFBB), em São Paulo, nesta sexta-feira (22). De acordo com Rosângela, a economia brasileira viveu um ciclo recente de crescimento, geração de empregos e queda da inflação. Entretanto, juros elevados freiam a atividade e têm impacto direto sobre os bancos públicos. Segundo Rosângela, no Banco do Brasil, o custo de captar recursos se tornou muito mais caro, o que pressiona seus resultados e reduz a rentabilidade. A queda expressiva nos lucros do Banco do Brasil em 2025 foi um dos destaques da apresentação. Segundo Rosângela, o movimento resulta da combinação de três fatores principais: os juros altos, a entrada em vigor de uma nova norma contábil que aumentou a exigência de provisões e a inadimplência recorde no agronegócio, setor que concentra uma parte relevante das operações do banco. O aumento das despesas do banco também foi abordado, desde os custos para captar recursos até os gastos administrativos. Apesar das adversidades, Rosângela afirma que o Banco do Brasil continua desempenhando funções essenciais para o país. *Fonte: Contraf-CUT
Congressos de bancos públicos têm abertura solene em conjunto

A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, destacou a importância da defesa da soberania nacional, durante a abertura dos congressos nacionais dos bancos privados, nesta quinta-feira (21). “Este é um momento de reafirmar essa unidade, que não é só dos bancários e das bancárias, é de toda a classe trabalhadora. Por isso, abrimos o nosso congresso reafirmando nosso compromisso inegociável com o povo brasileiro, na defesa dos bancos públicos, das empresas públicas, na defesa da Democracia, na defesa de nossa soberania”, ressaltou a dirigente. Juvandia falou também sobre a importância da participação da categoria bancária na reeleição de Lula em 2026, e enfatizou a necessidade de a categoria bancária continuar fortalecendo as pautas pela reforma tributária, para que os super ricos, com renda superior a R$ 50 mil por mês, paguem mais impostos, tirando a sobrecarga da população. O presidente da Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa Econômica Federal, Sérgio Takemoto, falou sobre a importância de manter a unidade da categoria. Segundo ele, graças à unidade foi possível manter a Caixa pública. “Vamos precisar dessa união hoje também para defender a Caixa, nossos direitos, nossa previdência e nosso plano de saúde”, afirmou Takemoto. A resistência aos ataques ao Banco do Brasil marcou a abordagem da coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes. “Quando atacam o Banco do Brasil, não estão atacando apenas a gestão, mas o governo e a população, pois o BB é uma ferramenta de fomento social”, ressaltou Fernanda. *Fonte: Contraf-CUT
Banco do Brasil oferece apoio a bancárias vítimas de violência doméstica

O Banco do Brasil apresentou à Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), o Protocolo de Atendimento para casos de Violência Doméstica e Familiar. Além da Cartilha de Prevenção à Violência Doméstica, o documento estabelece um canal específico na Gepes Atendimento, pelo telefone 4003-5291, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, que conta com uma equipe capacitada para orientar bancárias sobre medidas externas e internas de proteção. O canal oferece acolhimento e suporte para romper o ciclo de violência, além de medidas previstas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), como transferência de local de trabalho, alternância de horários e mudança do regime presencial para teletrabalho ou vice-versa. Através do canal, as vítimas poderão ser encaminhadas para acompanhamento psicológico e médico da Cassi, além de auxílio deslocamento para idas a delegacias ou serviços públicos especializados. *Fonte: Contraf-CUT
Cassi: negociação sobre custeio ainda está sem acordo

Representantes das entidades que compõem a mesa de negociação e membros da Comissão de Empresa se reuniram para debater a pauta sobre o custeio do plano de associados da Cassi. O encontro ocorreu na última sexta-feira (15) pela manhã. Já na parte da tarde, a mesa de negociação foi instalada na sede da Cassi com representantes do Banco do Brasil e da assessoria da direção da caixa de assistência. O representante do banco reafirmou o objetivo de construir um modelo de custeio perene e informou que um grupo interno está avaliando alternativas. Também foi apresentada uma proposta de custeio híbrido, que mantém a solidariedade com base na remuneração. Porém, prevendo antecipação de contribuição, a partir de estimativas de gastos calculadas conforme tabela de custos definida pela ANS. Para Fernanda Lopes, coordenadora Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), o modelo precisa preservar a justiça e a solidariedade. “Defendemos a construção de um modelo que garanta sustentabilidade para a Cassi, mas não aceitaremos soluções que quebrem o princípio da solidariedade ou que onerem excessivamente os trabalhadores”, afirmou Fernanda. De acordo com a coordenadora, a proporção 70%/30% entre Banco e funcionários é essencial para manter o equilíbrio e assegurar o acesso à saúde de qualidade. “Também exigimos que haja cobertura para os egressos dos bancos incorporados e uma solução definitiva para os admitidos após 2018, que hoje estão sem perspectiva de assistência no pós-laboral”, concluiu Fernanda. No próximo dia 28 de agosto, a partir das 14h30, haverá mais uma rodada de negociações. *Fonte: Contraf-CUT
Banco do Brasil realiza congresso nacional dos funcionários dias 21 e 22 de agosto

O Banco do Brasil realiza, nos dias 21 e 22 de agosto, seu 35º Congresso Nacional dos Funcionários. O evento acontecerá no Holiday Inn Parque Anhembi, em São Paulo. Durante o encontro, bancárias e bancários de todo o país vão debater temas fundamentais como o papel do Banco do Brasil no desenvolvimento nacional, os planos de saúde e previdência dos funcionários, e os desafios da categoria frente ao cenário político e econômico atual. O tema do encontro será “Futuro justo, sustentável, inclusivo e democrático. BB fortalecendo o Brasil! Sempre!” O objetivo do evento, que será realizado de forma presencial, é construir propostas e fortalecer a organização dos trabalhadores, especialmente em um momento decisivo para a manutenção e ampliação dos direitos da categoria. “O Banco do Brasil é um patrimônio do povo brasileiro, e esse congresso é uma oportunidade de reafirmarmos nosso compromisso com um banco público forte, a serviço da sociedade, afirmou a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes. A coordenadora acrescentou que também será o momento de discutir temas urgentes, como o custeio da CASSI, a gestão da PREVI e a valorização dos trabalhadores do BB. A abertura do evento será em conjunto com os encontros nacionais dos trabalhadores da Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e Banco da Amazônia, para reforçar a unidade da classe trabalhadora do sistema financeiro público. *Fonte: Contraf-CUT
Justiça dá 15 dias para Banco do Brasil cumprir decisão sobre incorporação de gratificações

Uma decisão judicial determina que o Banco do Brasil mantenha ou restabeleça o pagamento das gratificações/comissões aos empregados que as receberam por 10 anos ou mais, considerando-as incorporadas aos salários. Entretanto, o banco vem descumprindo a determinação, estabelecida por meio de tutela antecipada confirmada em sentença de primeiro grau. A ação foi movida pelo movimento sindical em defesa dos trabalhadores afetados pela reestruturação promovida pela instituição em 2016, que suprimiu comissões e gratificações de funcionários que as recebiam há mais de 10 anos. A medida inclui ainda os reflexos nas verbas trabalhistas como o Repouso Semanal Remunerado (RSR), férias acrescidas de 1/3, 13º salário, horas extras, anuênios, PLR, FGTS e contribuições para a PREVI. A multa em caso de descumprimento é de R$ 1.000,00 por dia, por empregado. O prazo concedido pela Justiça expirou no início de julho deste ano, mas o banco não efetuou o pagamento nem implementou os valores nos contracheques dos funcionários até a data limite de 20 de julho. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e as Federações – autoras da Ação Civil Pública – ingressaram com cumprimento provisório de sentença, no qual foi determinada a comprovação do cumprimento da tutela antecipada no prazo de 15 dias. O banco teve ciência da decisão no dia 1º de agosto de 2025 e, como a contagem é feita em dias úteis, o período se encerra em 25/08/2025. A Contraf-CUT disponibilizou um formulário online para facilitar a verificação de quem tem direito à incorporação prevista na tutela. *Fonte: Contraf-CUT
BB: trabalhadores de bancos incorporados terão direito à Cassi e à Previ

A Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e a direção do banco se reuniram, nesta quarta-feira (30), para debater sobre a incorporação de trabalhadores oriundos de bancos incorporados aos planos de previdência da Previ e ao plano de saúde da Cassi. A reivindicação é que trabalhadores egressos do Banco Nossa Caixa (BNC), Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e Banco do Estado do Piauí (BEP) tenham os mesmos direitos dos demais funcionários do Banco do Brasil. Os representantes do banco apresentaram a possibilidade de migração dos planos de previdência Previ BEP, Economus e Fusesc para a Previ, mantendo os direitos e características atuais. Entre as principais reivindicações do movimento sindical está a inclusão dos funcionários oriundos de bancos incorporados na parcela 2B da tabela PIP. Por enquanto, a única alternativa prevista é que aqueles que migrarem para o Previ Futuro possam pontuar na nova tabela, tornando-se aptos a contribuir para a 2B – a parcela em que o banco contribui na mesma proporção do participante. Porém, a efetivação da migração para a Previ dependerá de ajustes técnicos e atuariais, que terão acompanhamento da Comissão de Empresa. Em relação ao pós-laboral, a luta segue na mesa de custeio da Cassi. O estatuto vigente estabelece que os novos participantes do plano de associados só poderão permanecer na Cassi após a aposentadoria como autopatrocinados. A CEBB reafirma que a luta por isonomia plena permanece como uma bandeira central para o conjunto das trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil. A proposta dos trabalhadores para instalação de uma mesa permanente de acompanhamento mensal, com participação da Previ e da Cassi, para monitorar a implementação das mudanças foi aceita pelo banco. *Fonte: Contraf-CUT