Banco do Brasil debate reivindicações com representantes de funcionários

Está marcada para esta quarta-feira (29), uma reunião entre o Banco do Brasil e a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEEBB). O encontro, convocado pelo próprio BB, será às 17h e os representantes da CEEBB vão reforçar as pautas defendidas durante o Dia Nacional de Luta, realizado em 19 de outubro, quando trabalhadores em todo o país cobraram do BB mais respeito e valorização. O cumprimento do papel do BB como banco público, a redução das metas abusivas, a retomada das substituições que foram cortadas unilateralmente nos meses de novembro e dezembro e o respeito à jornada legal de seis horas fazem parte da pauta da reunião. O encontro será acompanhado pela Contraf-CUT. *Fonte: Contraf-CUT

Dia Nacional de Luta mobiliza trabalhadores do Banco do Brasil

Trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil realizaram o Dia Nacional de Luta em defesa do banco público e dos direitos da categoria. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense também marcou presença na mobilização convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro e pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB). O objetivo foi denunciar o aumento das metas, a sobrecarga de trabalho e a falta de contratações. O movimento reforçou a necessidade de valorização dos trabalhadores. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, ressaltou que a defesa do Banco do Brasil como banco público e dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras é uma bandeira que une toda a categoria. “As mobilizações mostram a força da organização sindical e o compromisso dos bancários e das bancárias com a sociedade brasileira”, disse Adriana. *Fonte: Federa-RJ

Fukunaga deixa a Previ, após após conquistar superávit

João Luiz Fukunaga vai deixar a presidência da Previ para assumir a Diretoria de Relações Governamentais e ASG da EloPar, holding especializada em soluções de pagamento e fidelização. Fukunaga apresentou, na última sexta-feira (17), sua carta de renúncia ao Conselho Deliberativo da Previ, que aceitou o pedido. Para ocupar o cargo, o Banco do Brasil indicou Márcio Chiumento, atual diretor de Participações, para a presidência. A gestão de Fukunaga foi responsável por uma ampla agenda de modernização, com foco em fortalecer a governança, valorizar a diversidade e aproximar os associados. Entre os destaques está o Plano 1, que voltou ao superávit em agosto de 2025, após um déficit de R$ 17,6 bilhões registrado em 2024. *Fonte: Contraf-CUT

No BB, substituições temporárias estão proibidas em novembro e dezembro

No Banco do Brasil, os gerentes de rede estão proibidos de acionar a substituição temporária, para cobrir férias, abonos ou licenças médicas. A comunicação foi feita pela Diretoria de Varejo do BB. A medida seria, segundo a direção seria uma forma de “controle e racionalização das despesas administrativas do banco.” A orientação também é para que os funcionários evitem tirar férias nesses dois meses. Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e para a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), o argumento de que a proibição busca conter despesas administrativas é insuficiente e contraditório. Segundo o movimento sindical, alguém terá que assumir as tarefas dos colegas ausentes. Porém, o banco se recusa a remunerar por esse trabalho. O movimento sindical e os trabalhadores não foram comunicados previamente sobre a decisão. *Fonte: Contraf-CUT

CEBB quer suspensão imediata de reestruturação anunciada no BB

Em reunião virtual, na última segunda-feira (6), a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) cobrou da direção do banco a suspensão imediata da reestruturação iniciada dentro do chamado Movimento de Aceleração Digital (MAD). Entre as medidas previstas no programa, está a ampliação da jornada de trabalho de seis para oito horas para 25% dos cargos de assessoramento (assessores I, II e III) em áreas estratégicas. O programa foi anunciado na sexta-feira (3) sem qualquer diálogo prévio com o movimento sindical. De acordo com o movimento sindical, o clima de insegurança tomou conta do funcionalismo. “Há muito medo de que essas mudanças sejam apenas o começo, e que, em breve, outras áreas também sejam atingidas, colocando em risco a manutenção dos cargos de seis horas, uma conquista histórica da categoria”, afirma Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB. No encontro, a CEBB repudiou a forma unilateral como o programa foi anunciado e a falta de informações concretas. O banco não apresentou números detalhados, mas afirmou que um pouco mais de 100 funcionários foram afetados. “Precisamos desses números, por estado e por unidade, para compreender a real dimensão do impacto e poder atuar de forma responsável na defesa dos funcionários”, reforçou Fernanda. O banco afirma que o novo modelo atinge apenas unidades estratégicas e não a rede operacional, como agências, PSOs e caixas. Porém, a CEBB alerta que o MAD representa uma nova reestruturação, com potencial de se expandir. De acordo com o banco, a maior parte do funcionalismo impactado está em Brasília, com menor concentração em São Paulo e casos pontuais no Rio de Janeiro. *Fonte: Contraf-CUT

Movimento sindical quer explicações sobre mudanças no funcionalismo do BB

A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) está em contato com a direção do banco, solicitando informações sobre as mudanças anunciadas na manhã desta sexta-feira (3). As medidas atingem funcionários e funcionárias que ocupam as funções de assessor I, II e III em unidades estratégicas da instituição. A CEBB quer saber o alcance e os impactos da medida. Por enquanto, não há informações sobre alterações que envolvam trabalhadoras e trabalhadores de outras áreas. Na próxima segunda-feira (6), às 17h, haverá uma reunião entre a CEBB e a direção do banco, que deverá detalhar o anúncio feito aos trabalhadores e trabalhadoras diretamente afetados. De acordo com Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB, o movimento sindical ficou sabendo das mudanças somente na manhã desta sexta-feira (3). “É importante deixar claro que: o movimento sindical só tomou conhecimento agora; não houve nenhuma comunicação prévia; e muito menos houve concordância da nossa parte. Estamos em contato com a direção do BB para entender os impactos dessas medidas e defender os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”, afirmou a coordenadora. *Fonte: Contraf-CUT

Contraf-CUT e Cassi firmam acordo para encerrar ação civil pública

A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) firmaram um acordo para encerrar a ação civil pública sobre verbas remuneratórias. A ação questionava a forma de recolhimento de contribuições pessoais devidas à Caixa de Assistência, referentes a verbas remuneratórias recebidas em reclamatórias e acordos trabalhistas, judiciais e extrajudiciais. A Justiça tinha reconhecido, em primeira instância, a legitimidade da cobrança pela Cassi. Porém, determinou regras para assegurar transparência. Entre elas, a apresentação detalhada do cálculo do valor devido a cada associado, a exclusão de juros de mora e a proibição de cancelamento ou suspensão de planos de saúde em razão da inadimplência, até que o associado tivesse oportunidade de contestar os valores ou aderir às formas de pagamento. As partes optaram por construir uma proposta conciliatória e encerrar o processo. O acordo estabelece condições específicas para a regularização das contribuições devidas. O secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr. Explicou que, diante da nova proposta nos autos, que extingue o processo, a orientação é para que os trabalhadores busquem a Cassi para a adesão à proposta ou busquem uma solução individualizada, através dos canais Fale.com e 0800 da Cassi. “É muito importante este tipo de negociação, pois afasta uma possível decisão judicial. A solução negociada sempre é melhor do que uma imposição da Justiça. A direção da Cassi ainda se comprometeu a disponibilizar seus canais de atendimento para esclarecer individualmente os colegas e buscar a melhor solução para cada um”, afirmou Tabatinga. *Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil paga PLR nesta sexta-feira (12)

Boa notícia para as funcionárias e funcionários do Banco do Brasil. Atendendo à reivindicação do movimento sindical, o banco antecipou para esta sexta-feira (12) o pagamento da Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR). O acordo aditivo do BB determina que a instituição faça o crédito em até 10 dias após o pagamento dos dividendos aos acionistas. Mas o banco anunciou a data, oficialmente, no mesmo dia da divulgação do balanço do primeiro semestre. Os valores pagos serão proporcionais ao lucro do banco, que atingiu R$ 11,2 bi no primeiro semestre de 2025, uma queda de 40,7% em relação ao mesmo período do ano passado, marcada pelo aumento da inadimplência, com destaque para o segmento do agronegócio. O Banco do Brasil, que responde por 50,1% do crédito agropecuário no país, viu a taxa de inadimplência do setor subir para 4,21% no segundo trimestre, uma alta de 1,21 ponto percentual em 12 meses. Com isso, as despesas com Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) somaram R$ 15,9 bilhões, com crescimento de 105% em relação a junho de 2024. Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados do Banco do Brasil (CEBB), destaca a importância do banco. “Apesar do cenário, é fundamental lembrar que o BB é o maior banco público da América Latina, com mais de dois séculos de história e peça-chave na sustentação da agricultura brasileira, para o desenvolvimento do país e para a estabilidade do sistema financeiro. Sua importância é resultado direto da dedicação diária de milhares de trabalhadores e trabalhadoras. Assim como a participação nos lucros e resultados é também uma conquista histórica da categoria, fruto de negociações nacionais conduzidas pelo movimento sindical”, ressalta Fernanda. Cálculo da PLR no BB O cálculo da PLR é realizado com base nos módulos Fenaban e BB.•    Módulo Fenaban: 45% do salário paradigma definido em acordo, acrescido de uma parcela fixa.•    Módulo BB: distribuição linear de 4% do lucro líquido entre os empregados, além de uma parcela variável. Confira a tabela com os valores: Na parcela a ser paga em setembro, poderá haver novo desconto de Imposto de Renda (IR) na fonte, considerando o valor total recebido no ano. O montante já retido na primeira parcela, em março, será compensado no cálculo final. *Fonte: Contraf-CUT

Cassi: trabalhadores querem garantia de modelo solidário e custeio 70/30

Entidades representativas do funcionalismo (Contraf, Contec, Anabb, Afabb e FAABB) se reuniram, na última quinta-feira (28), com membros da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), assessoradas pelos eleitos da Cassi. O encontro foi uma preparação para a rodada de negociação com o Banco do Brasil para tratar do custeio da Cassi. A conclusão da Comissão de negociação é que deve haver uma paridade contributiva de 70% para o patrocinador e 30% para os associados, de acordo com o previsto na Resolução CGPAR 52. Além disso, deverá ser enfatizada a manutenção da solidariedade no custeio, uma vez que a tese apresentada pelo banco na rodada anterior tratou de uma tabela por faixas etárias. Durante a mesa de negociação, realizada no mesmo dia à tarde, os negociadores do banco insistiram num modelo híbrido, mantendo os atuais percentuais de contribuição sobre a remuneração mais uma parcela vinculada a uma tabela de despesas assistenciais do plano associados disposta por faixas etárias. Já os representantes dos funcionários disseram que banco pode usar o formato que quiser para definir seu montante de 70% de custeio. Porém, os associados não aceitam quebrar a solidariedade do plano de custeio. A comissão de negociação das entidades solicitou um tempo para avaliar a proposta e desenvolver uma contraproposta. Quando o estudo estiver pronto, haverá nova rodada de negociações. *Fonte: Contraf-CUT

35º CNFBB define pontos de luta em defesa do banco, da Cassi e da Previ

O 35º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (35º CNFBB) reuniu trabalhadoras e trabalhadores do BB, em São Paulo, na última sexta-feira (22). A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), Fernanda Lopes, considerou positivo o encontro e resumiu as atividades do dia: “Foi um dia muito importante, no qual abordamos temas fundamentais, como a questão da Soberania Nacional, na aula realizada pelo convidado Jessé Souza (sociólogo e professor). Também tivemos, da economista do Dieese Rosângela Vieira, uma avaliação sobre a importância do BB para o desenvolvimento do país. Na parte da tarde, nos debruçamos sobre as questões pertinentes à Previ e à Cassi. E concluímos o evento com a aprovação de pontos de lutas, relacionados à defesa do Banco do Brasil como banco público, voltado ao desenvolvimento do país, e à sustentabilidade e perenidade da Cassi e da Previ.” Fernanda explicou que os eixos da luta tiveram por base as contribuições que chegaram das federações. *Fonte: Contraf-CUT