Contraf-CUT realiza seminário sobre ‘Transição Justa e Desenvolvimento Sustentável’

O seminário “Impactos e Desafios para uma Transição Justa e Desenvolvimento Sustentável” será realizado, nesta quarta-feira (8), pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O tema central do encontro será qual o papel dos trabalhadores, por meio das entidades organizadas, para que o mundo consiga sair de uma economia poluente para uma economia sustentável e com a garantia de trabalho digno? Voltado para dirigentes sindicais bancários, o evento terá formato híbrido, podendo ser acompanhado online ou de forma presencial, na sede da entidade (Rua Líbero Badaró, 158, 1º andar – Centro Histórico de São Paulo). O seminário contará com a participação de palestrantes brasileiros e de outros países, com tradução simultânea, para um balanço mais próximo do cenário da crise climática e das medidas para transição justa, que estão sendo ou podem ser tomadas na América Latina e Europa. Clique aqui para fazer a sua inscrição para acompanhar pelo Zoom Clique aqui para inscrições no formato presencial *Fonte: Contraf-CUT
CARTA AOS BANCÁRIOS

Sindicato inicia campanha junto aos clientes e usuários para esclarecer direitos e apoiar a categoria, identificando os principais problemas e seus responsáveis, para cobrar soluções Caros colegas, Não precisamos ficar reafirmando como as coisas estão difíceis nos ambientes internos de trabalho. Cobranças, pressão, metas, resultados, falta de condições adequadas de trabalho, sistemas operacionais deficientes, filas, filas, filas, estresse e adoecimentos. Apesar de, muitas vezes, a avaliação levar a crer que as medidas empregadas pelos bancos estão “corretas”, em linha com o plano estratégico de negócios etc, na verdade não estão. Os bancos investem, a cada ano, bilhões de reais em novas tecnologias, para eliminar ou terceirizar etapas do nosso trabalho e, com isso, fechar mais agências, demitir cada vez mais bancários e aumentar ainda mais a pressão nos poucos que vão restando. A expectativa é que o interior das “lojas” fique vazio e se tornem apenas espaços de negócios-vendas. Mas no mundo real não é nada disso que acontece e os problemas estouram é aqui no “chão da fábrica”. Apesar de todos estarmos submetidos a essa forma de organização do negócio, já que somos os empregados, temos que ter a clareza do que acontece e o que ainda está em curso. Por isso, não temos que aceitá-la passivamente. Até porque todos os bancos no Brasil são concessões públicas para atuarem em prol da sociedade. Nesse mundo imaginário e ideal dos bancos, isso só atende aos seus interesses. Nós não estamos incluídos nesse projeto de futuro. E submetem também clientes e usuários a arbitrariedades no tocante a constrangimentos e impedimentos de utilização do espaço interno das agências e do atendimento humano, com o argumento que é mais caro. Vemos o aumento dos casos dos adoecimentos psiquiátricos e afastamentos para o INSS, onde sequer os bancos se dignam a emitir a CAT, que é uma exigência legal, e transfere o problema para os cofres públicos – INSS. Enquanto isso, os lucros explodem e nós ficamos com uma PLR limitada pelos tetos impostos pelos próprios banqueiros. Precisamos expor essa realidade perversa a toda sociedade para termos os clientes e usuários, compreendendo essa realidade e do lado da categoria, nos apoiando nas nossas lutas. Precisamos criar meios de pressionar os banqueiros, governos, Banco Central do Brasil a implantar medidas que assegurem o que propomos: condições de pleno funcionamento do Sistema Financeiro Nacional, com oferta de crédito e atendimento das demandas financeiras de clientes e usuários, sem o viés único especulativo, prestado com qualidade, e preservando o trabalho e a saúde dos bancários. Se isso for feito, teremos a criação de muito mais postos de trabalho na categoria e uma outra organização do trabalho. Precisamos ressignificar a nossa atividade bancária. Se nos tornarmos meros vendedores de produtos e serviços – sem desqualificar a atividade dos comerciários – será cada vez mais fácil sermos substituídos por “terceiros” para reduzir os custos do trabalho. Até então é o que temos visto acontecer, infelizmente. Não vamos enfrentar e, principalmente, resolver nossos problemas se essa aliança não for estabelecida. Se isso não for feito, já sabemos o resultado. Portanto, só teremos a ganhar, ainda que tenhamos “turbulências” ocasionais. Estamos iniciando esse papo com os clientes. Nos ajudem e venham juntos! Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense
Aviso: piscina da sede campestre está fechada até setembro

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense informa aos associados que a piscina da sua sede campestre permanecerá fechada de maio a setembro.
Bancários participam de encontros regionais no Rio

Representantes dos seis sindicatos de bancários filiados à Federa-RJ (Campos de Goytacazes, Niterói, Petrópolis, Rio de Janeiro, Sul Fluminense e Teresópolis) se reuniram, no último sábado (04), para participar dos Encontros Regionais da categoria, representando cerca de 40 mil bancárias e bancários do Estado, de forma remota ou presencial. O presidente do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, Júlio Cunha, esteve presente, representando a entidade. Os encontros foram realizados no Rio de Janeiro, mas com a possibilidade de participação remota. Trabalhadoras e trabalhadores dos bancos privados se reuniram na sede campestre do Sindicato dos Bancários do Rio, na Taquara. Já os empregados da Caixa Econômica Federal estiveram reunidos no auditório do Sindicato dos Bancários do Rio, no Centro. O encontro dos funcionários do Banco do Brasil foi realizado na AABB, na Tijuca. Durante os encontros, foram levantadas as principais preocupações da categoria. As propostas vão ser sistematizadas e disponibilizadas durante a semana. Elas serão levadas para debates nas conferências Estadual e Nacional. Adriana Nalesso, presidenta da Federa-RJ, percorreu os três encontros e considerou o saldo positivo. “Os encontros foram muito bons, eu acho que a gente debateu os temas mais relevantes que dizem respeito à categoria bancária, como organização econômica financeira, os impactos do avanço tecnológico, emprego, saúde, condições de trabalho. Mas também abordamos questões que dizem respeito ao diálogo com a sociedade, especialmente com dois temas que, para nós, são centrais: a urgência da correção da tabela do Imposto de Renda e a política de juros adotada no país, que impede o avanço econômico, a geração de empregos e endivida as bancárias e bancárias, assim como toda a sociedade”, afirmou Adriana. *Fonte: Federa-RJ
Pesquisas mostram índice crescente de afastamentos por acidentes de trabalho

A Saúde e Segurança do Trabalhador e da Trabalhadora é um direito fundamental de cidadania reconhecido pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) e OMS (Organização Mundial da Saúde). No entanto, a cada 15 segundos uma pessoa morre no mundo por acidentes do trabalho. No Brasil, a cada 50 segundos, um acidente de trabalho é notificado (portal gov.br). O dia 28 de abril foi instituído pela OIT, em 2003, como Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho. No Brasil, a data é celebrada como Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes do Trabalho. Essa é uma forma de manter viva a importância da prevenção e o cuidado durante o exercício do trabalho, por parte de todos. Ciente da importância da prevenção e da gravidade do problema, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense presta sua solidariedade aos familiares e à memória dos trabalhadores vítimas de acidentes fatais e aos acometidos por doenças profissionais. Além disso, alerta os trabalhadores para a importância dos cuidados com a saúde. De acordo com informações do Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho, entre 2016 e 2022, ocorreram 15,9 mil mortes por acidentes no Brasil. Já segundo dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho (SmartLab), que consideram apenas registros de pessoas com carteira assinada, os acidentes e mortes pelo trabalho no Brasil vêm crescendo ano após ano. Em 2020, foram notificados 446.881 acidentes de trabalho. Já em 2022, o número chegou a 612.920 notificações. Em média são 70 acidentes por hora e sete mortes por dia (2023). Precarização do trabalho: essa realidade enfrentada pela classe operária, principalmente com o avanço da terceirização, tende a se expandir, devido às condições de suscetibilidades a que são expostos. Sobrecarga de jornadas, baixos investimentos em formação e qualificação dos trabalhadores, pouca importância dada às questões de segurança no trabalho e dificuldade de ações fiscalizatórias por agentes públicos são os maiores problemas. Prejuízos bilionários: o maior prejuízo é ceifar milhares de vidas e o comprometimento da produtividade de milhões de trabalhadores incapacitados para o trabalho. Mas esses acidentes também repercutem na economia. Representam perdas financeiras de cerca de R$ 13 bilhões somente à Previdência Social com pagamentos de natureza acidentária. Além disso, estima-se em 46 mil dias de trabalho que são comprometidos. Mas as empresas causadoras não recebem nenhum tipo de penalização. Uma vez que as subnotificações impedem a revisão da classificação do grupo de risco a que pertencem e o consequente aumento do FAP (contribuição previdenciária). Adoecimento ocupacional: as principais causas são a sobrecarga física e mental, ambientes de trabalho degradantes e inseguros, organização e divisão do trabalho sem considerar as questões relativas às adaptações humanas, mas principalmente a pouca ou nenhuma preocupação dos empregadores. Ações trabalhistas: foram registradas 307 mil ações na Justiça do Trabalho, segundo informações do TST. Os principais motivos são assédio moral, doenças ocupacionais, acidentes de trabalho, condições degradantes e assédio sexual. Para o Ministro Alberto Balazeiro, a discrepância entre notificações e ações trabalhistas se deve muitas vezes ao desconhecimento pelos trabalhadores de seus direitos. Bancários: alto índice de adoecimento No caso dos bancários, apesar de representar apenas 1% dos trabalhadores formais no Brasil, a categoria detém 24% dos afastamentos por doenças mentais junto à Previdência Social. Se continuarem as más condições de trabalho e a exigência do cumprimento de metas inatingíveis, esses números tendem a aumentar. Devido a essa realidade, constatada também na Secretaria de Saúde do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, as entidades sindicais têm apostado em parcerias e pesquisas com Institutos e Universidades, para identificar essa dinâmica de adoecimentos, uma vez que existe um verdadeiro apagão de dados pela subnotificação pelos bancos. Na amostra pesquisada pela UFF/Volta Redonda com os bancários da Região Sul Fluminense, aproximadamente um terço deles responderam usar medicações e já terem atestados médicos não entregues aos bancos, o que mostra uma verdadeira epidemia de doenças psicossomáticas. Em recente Audiência Pública no Senado Federal, a Procuradoria do Trabalho afirmou que os bancos estão no topo das subnotificações dos casos. Tanto referente às LER/DORT como doenças psicológicas, e nenhuma ação tem sido implementada para evitar o cenário atual, apesar dos dados disponíveis demonstrarem o crescimento vertiginoso dos casos. Em 2012, 12% dos bancários pediam afastamento do trabalho. Após dez anos, esse percentual pulou para 26,2%, enquanto nos demais setores econômicos a média foi de 15,4%. Segundo os dados apresentados, 83% dos afastamentos atuais da categoria bancária têm origem emocional: depressão, ansiedade, Síndrome de Burnout. Soma-se aí os casos de LER/Dort que ainda ocorrem por conta dos movimentos repetitivos, principalmente serviços de tesouraria e entrada de dados. O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense alerta que não se pode normalizar as situações que ceifam vidas e geram adoecimentos. O trabalho é fonte de realização de projetos de vida. O trabalhador vende sua força de trabalho para sua subsistência, de sua família, mas também quer diversão e arte. Mas nunca às custas de sua vida ou sua saúde. A pergunta que fica e que precisamos buscar as soluções é por que temos uma legislação protetiva à Saúde e Segurança no Trabalho e em paradoxo temos esse quadro tão trágico no Brasil e no mundo? A vida e a saúde dos trabalhadores devem estar acima dos lucros a qualquer custo! SEEB Sul Fluminense
Campanha Nacional: Caixa, BB e bancos privados realizam encontros neste sábado (04)

Os Encontros Estaduais dos bancos privados, da Caixa Econômica e do Banco do Brasil, organizados pela Federação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores no Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro (Federa-RJ), serão realizados neste sábado (04). Fazem parte da Federa-RJ os sindicatos dos bancários de Campos, Niterói, Petrópolis, Rio de Janeiro, Sul Fluminense e Teresópolis. As trabalhadoras e os trabalhadores da Caixa vão se reunir no auditório do Sindicato dos Bancários do Rio, que fica na avenida Presidente Vargas, 502/20º andar. Funcionárias e funcionários do Banco do Brasil vão realizar sua reunião na AABB, na Rua Haddock Lobo, 227, na Tijuca. O encontro de bancárias e bancários dos bancos privados será na sede campestre do Sindicato dos Bancários do Rio. O endereço é Rua Mirataia, 121, Taquara. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, falou sobre a importância da participação da categoria nos encontros. Ela explicou que é preciso que todos ajudem a construir uma Campanha Nacional forte, unida e bem-sucedida. “Os encontros fazem parte de um processo organizacional que visa debater com a categoria os temas prioritários por banco. Importante lembrar que negociamos com bancos que detêm o poder econômico e político e a participação da categoria é essencial. A construção é coletiva. Vamos à luta!”, conclamou Adriana. *Fonte: Federa-RJ
Após mobilização de trabalhadores, governo revoga CGPAR 42

O governo revogou a resolução 42 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR 42). O novo texto atende a maioria das demandas dos trabalhadores e retira do texto original o limite de 50% imposto às empresas no custeio dos planos de saúde dos empregados. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) participaram das negociações. As duas entidades integraram a comissão entre representantes dos trabalhadores das estatais e a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), do Ministério da Gestão e da Inovação (MGI), criada para debater alternativas para edição do novo texto que substituiria a CGPAR 42. “Estivemos engajados durante mais de três meses em negociações e mobilizações na revogação dessa resolução e na construção de um novo texto que atendesse os anseios dos bancários dos bancos públicos. Mas, desde antes da mesa de negociações, já estávamos trabalhando no Congresso Nacional com a nossa base parlamentar em projetos de lei contra essa resolução editada pelo governo Bolsonaro e que tanto prejudicava a classe trabalhadora”, afirmou Jeferson Meira, o Jefão, secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT. Com a publicação da resolução substituta, a CGPAR 52, a participação da empresa estatal federal no custeio de planos de saúde poderá ser de 70% da despesa total. O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, aponta ainda outro importante avanço para os trabalhadores: a livre negociação entre os sindicatos e as estatais para determinar benefícios e direitos nos acordos coletivos, reconhecendo a autonomia gerencial das empresas estatais, observando a exposição de riscos das empresas. “Foi muito importante revogar essa medida que tanto prejudicou os trabalhadores, e é muito satisfatório poder retomar o diálogo com o governo eleito pela classe trabalhadora, mas a luta não para aí. Vamos analisar todos os pontos da medida com muita cautela e, se necessário, voltaremos a conversar com o governo”, ressaltou o presidente da Fenae. Takemoto alertou também para outra batalha, a retirada do teto de 6,5% da folha de pagamentos, que impõe o estatuto da Caixa, na limitação do custeio do Saúde Caixa. Ele também questionou a CPC 33, que estabelece que instituições financeiras devem constituir uma provisão atuarial dos chamados “benefícios pós-emprego”, como planos de saúde e previdência complementar. De acordo com as entidades, a nova resolução não supera todos os problemas da CGPAR 42. Continuam em vigor algumas restrições que impedem que sejam incorporadas a acordos futuros a concessão de licença prêmio e abono assiduidade, gozo de férias superior a 30 dias e a incorporação de gratificações de cargos em comissão e funções gratificadas. Uma nova vedação também foi introduzida para que sejam concedidos adicionais por tempo de serviço aos trabalhadores das empresas. Esses direitos poderão ser mantidos apenas para as empresas que já tinham acordos coletivos em que eles fossem previstos. *Fonte: Contraf-CUT e Fenae
‘Chapa 1 – Previ para os Associados’ está eleita com 51,77% dos votos

Com apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, além de outras entidades sindicais, a “Chapa 1 – Previ para os Associados” venceu as eleições com 51,77% dos votos, definindo os ocupantes para Conselho Diretor, Conselho Fiscal e Diretoria de Seguridade. Reeleito, o diretor de Seguridade da Previ, Wagner Nascimento, agradeceu a todos que participaram da votação. “Agradecemos todas as associadas e todos os associados que participaram desta eleição, independentemente do voto. Nós vamos continuar atuando pelos interesses das trabalhadoras e trabalhadores do Banco do Brasil, da ativa e aposentados, progredindo na gestão e na segurança da Previ. Nossa gestão continuará buscando a proximidade e olhar dos associados e associadas, olhar que trouxe a Previ em segurança nesses seus 120 anos”, declarou. Para a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, o resultado do pleito mostra que os associados da Previ votaram pela continuidade da gestão que vem sendo feita nos últimos anos. “O modelo de gestão da Previ é referência para outras entidades do sistema de previdência complementar fechado, por causa da paridade na gestão, ou seja, parte dos diretores e conselheiros são indicados pelo patrocinador e a outra parte pelos associados e associadas. É esta paridade que mantém a Previ segura, porque os representados têm voz nas decisões administrativas, para garantir os seus interesses dentro da entidade”, ressaltou a coordenadora. Veja os dados da votação: 54.512 votos para Chapa 1 (51,77%)38,679 votos para Chapa 2 (36,73%)4.847 brancos (4,6%)7.268 nulos (6,9%) *Fonte: Contraf-CUT
Trabalhadores do BB querem fim de distorções causadas pelo Performa

Em reunião na última quarta-feira (24) com representantes do Banco do Brasil, a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB) reivindicou soluções para as distorções provocadas pelo Performa. Além de problemas no encarreiramento dos trabalhadores desde 2020, o programa ainda acarretou acúmulo de funções. “Nós destacamos que, desde 2020, as distorções provocadas pelo Performa, que trouxe perdas significativas salariais no processo de encarreiramento de todos os demais funcionários, não foram solucionadas. Também pedimos celeridade para que o banco resolva a situação dos caixas, supervisores de atendimentos e gerentes de serviço”, ressaltou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. A reunião foi solicitada devido à repercussão negativa do pedido de aumento salarial para o Conselho Diretor do Banco, aprovado pelo Conselho de Administração. O pedido vai passar pelas Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária dos acionistas do banco, nesta sexta-feira (26). Durante a reunião também foram cobradas pautas antigas como revisão de funções, cargos e salários, resolução de questões de previdência de incorporados e revisão do teto da PLR. Os integrantes da CEBB também reivindicaram uma resposta rápida para as pautas discutidas na reunião, tendo em vista a proximidade do congresso dos funcionários, que acontece no início de junho e irá definir a minuta de reivindicações para o acordo coletivo específico com o BB, que será renovado neste ano. *Fonte: Contraf-CUT
Votação na Previ vai até as 17h59 desta sexta (26)

Quem ainda não votou nas eleições da Previ, deve se apressar. A votação termina nesta sexta-feira, às 17h59. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, além de outras entidades sindicais, associativas e de aposentados estão apoiando a “Chapa 1 – Previ para os Associados”. De acordo com a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, a gestão atual da Previ, que montou a Chapa 1, comprovou a capacidade de gestão da entidade. “Nós pedimos o voto na Chapa 1, porque a gestão atual vem mostrando um trabalho transparente e eficiente, comprovados pelos números. Portanto, essa eleição é fundamental para manter e garantir a segurança e o equilíbrio da Previ”, afirmou Fernanda. Vale lembrar que estão aptos a votar os participantes e assistidos, maiores de 18 anos, inscritos nos planos de benefícios da Previ até o dia 31 de janeiro deste ano. É possível votar através das seguintes plataformas: site da Previ, aplicativo (app) da Previ no celular, terminais de autoatendimento (TAA) ou SISBB (este, exclusivo para funcionários da ativa). Para votar no site da entidade, acesse: https://votacao.previ.com.br/votacaoweb/ *Fonte: Contraf-CUT