Faça sua inscrição para o Encontro de funcionários de bancos privados

O Encontro Estadual de Funcionários de Bancos Privados do Estado do Rio de Janeiro tem data definida e acontecerá de forma virtual. Para participar, os bancários devem se inscrever (clique aqui). O encontro acontece no dia 17 de maio (terça-feira), a partir das 18h. Os links de participação no encontro serão enviados após as inscrições. Adriana Nalesso, presidenta da Federa/RJ, falou da importância da mobilização e da unidade da categoria na campanha nacional deste ano. “Temos que estar unidos e mobilizados para preservar os direitos conquistados, garantindo a nossa Convenção Coletiva de Trabalho e participar da luta para reconstruir o nosso país. Vivemos uma tragédia econômica, social e política que precisa ser derrotada este ano para dialogarmos sobre que país nós, a classe trabalhadora, queremos”, explica Adriana. A Conferência Nacional está confirmada para os dias 10 a 12 de junho. Nos encontros nacionais há limites para a participação presencial: Conferência Nacional (500 pessoas); Caixa (200); BB (150) e bancos privados 150 (50 para cada banco: Itáu, Bradesco e Santander). Os eventos serão realizados no Hotel Holliday Inn, em São Paulo. Link de inscrição Bancos privados: https://pt.surveymonkey.com/r/EncontroBancosPrivados
Opine na consulta pública sobre retirada de patrocínio de fundos de pensão

A Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) está realizando a consulta pública sobre a retirada do patrocínio das empresas públicas e privadas aos fundos de pensão. Atualmente, a cada R$ 1 que os participantes depositam nos fundos de pensão de previdência fechada, as empresas depositam outro real, e assim o patrimônio dos trabalhadores (participantes) vai sendo formado. Participantes dos fundos de pensão de previdência fechada estão sendo convocados para participar da consulta pública. O movimento sindical orienta o voto pela manutenção do patrocínio. “É muito importante que os participantes de manifestem contrariamente, porque a consulta pública não está sendo divulgada, justamente para que os trabalhadores não fiquem sabendo, e só indivíduos interessados na retirada do patrocínio votem, a fim de direcionar o resultado e dar um manto de legitimidade ao processo de aprovação deste regulamento”, destacou Valter San Martin Ribeiro, diretor coordenador da regional São Paulo da Associação Nacional dos Participantes de Previdência Complementar e de Autogestão em Saúde (Anapar). A lei completar 109, de 2001, permite a retirada do patrocínio. A resolução 53 Conselho Nacional de Previdência Complementar propõe a consulta pública para operacionalizar essa retirada de patrocínio. “Uma consulta pública que está sendo pouco divulgada justamente para que apenas acionistas e pessoas vinculadas às diretorias das empresas e ao governo votem, a fim de enviesar o resultado da consulta e dar autenticidade a mais esta retirada de direitos. Por isto, é fundamental que os participantes se manifestem contrariamente”, reforça Valter San Martin Ribeiro. “Só que o desejo da Caixa, do Banco do Brasil, do Santander, do Itaú e das demais patrocinadoras é cair fora desta contribuição e deixar os participantes sozinhos na formação do patrimônio”, concluiu o coordenador. Siga abaixo o passo a passo para votar contra a retirada do patrocínio das empresas nos fundos de pensão. 1) Acesse o link: https://sisconp.previc.gov.br/;2) No canto superior direito, clique em “participar +”;3) Ao final da página (desça um pouco a barra de rolagem), no canto esquerdo, entrar no site: gov.br (quem não tem cadastro, precisa se cadastrar, ou pode tentar acessar pelo “seu banco”);4) Ao entrar no gov.br irá aparecer uma página com a resolução e exposição de motivos; Gire a barra de rolagem até encontrar o “formulário de participação”;5) clique no sinal de * + *, logo no cabeçalho do formulário, em seguida, clique em “Tipo de alteração” e faça opção por “exclusão”;6) No campo: “Motivo para alteração:”, a sugestão é copiar o seguinte: “A resolução é prejudicial aos participantes e assistidos dos fundos de pensão, além de atentar contra o princípio de dever de fidúcia do patrocinador.”;7) Logo em seguida tem a opção de salvar alterações. Fim do processo. E só sair da página
BB: Encontro Estadual debate reivindicações e propostas para novo ACT

Acontece, no próximo sábado (14), o Encontro Estadual de Funcionários do Banco do Brasil. O evento será híbrido (presencial e virtual) e será realizado no auditório do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro. Está prevista na pauta do encontro que sejam definidas as reivindicações específicas dos funcionários do BB na Campanha Nacional dos Bancários. Para participar é necessário se inscrever clicando aqui. O encontro irá debater as propostas que serão encaminhadas para o 33º Congresso de Funcionários do BB que será realizado nos dias 08, 09 e 10 de junho, na cidade de São Paulo, em formato híbrido, parte presencial e parte através de plataforma de videoconferência. Vale lembrar que o acordo coletivo de trabalho (ACT) dos trabalhadores tem como data-base o dia 31/08. Caso não ocorra, as cláusulas perderão a validade. Sugestões e propostas podem ser enviadas clicando aqui. A Federação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores no Ramo Financeiro do Rio de Janeiro (FEDERA-RJ) terá direito a 20 delegados para o Congresso Nacional, sendo 10 presenciais e 10 virtuais. Os debates e seminários serão transmitidos via live, possibilitando a participação de um maior número de bancários. Confira a programação do Encontro Estadual de funcionários do BB – FEDERA-RJ 14/05/2022 – das 9h às 17h • 9h – Abertura – Com a participação de Fernando Amaral, diretor eleito da Cassi e Marcio de Souza, diretor eleito da Previ. • Debate das propostas para os encontros de Mulheres e Juventude e de Saúde do BB. • 12 h – Almoço • 13 h – Campanha Salarial e Organização –Mesa Contraf –João Fukunaga , Coordenador da Comissão de empresa do BB, Rita Mota, representante do RJ na Comissão de Empresa e Marcos Alvarenga, Diretor de Bancos Públicos da FEDERA RJ. • Debates e deliberação das propostas a serem encaminhadas ao Congresso Nacional do BB. • Eleição dos delegados ao 33º Congresso de Funcionários do BB.
GT de Saúde do Itaú debate programa Recomece

O Grupo de Trabalho (GT) de Saúde do Itaú debateu, na última quinta-feira (9), o programa Recomece, voltado para todos os funcionários que estão aptos a voltar ao trabalho, após afastamento por problemas de saúde, mas necessitam de um retorno gradual. A apresentação foi feita pela área de medicina ocupacional do banco. O Recomece é voltado para todos os funcionários que estão aptos a retornar ao trabalho, após afastamento por problemas de saúde, mas necessitam de um retorno gradual. Os trabalhadores que ficaram mais de 180 dias afastados entram no programa automaticamente e os que ficaram menos de 180 dias, só entram no programa após indicação médica. A validade do programa é de 15 dias e pode ser ampliada a 30 dias. O acompanhamento é feito pelo banco, orientado por uma assistente social e também um tutor, que pode ser o próprio gestor do trabalhador. Luciana Duarte, coordenadora do GT de Saúde do banco, criticou a apresentação do programa, mesmo com as negociações em curso sobre o programa de retorno ao trabalho previsto na cláusula 43 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. “O prazo foi reduzido de seis meses a um ano, como previsto CCT, para 15 a 30 dias no programa do banco. Nossa, avaliação é que essa redução tem de ser sempre avaliada por um médico assistente”, apontou. A coordenadora apontou ainda que os bancários, já sobrecarregados, além de se preocupar com as metas absurdas, ainda terão uma responsabilidade a mais. “Antes era a medicina ocupacional do banco que fazia este acompanhamento. Somos favoráveis a uma gestão humanizada, mas isto também passa também por metas humanizadas”. O GT entende que o programa poderá cumprir uma importante função em alguns casos. Porém, quando o afastamento for por doença relacionada ao trabalho, principalmente, quando causado por problemas de gestão, ter a figura do gestor como responsável pela readaptação ou como tutor não é a melhor escolha. Para a coordenadora do GT, o afastamento do trabalho é um momento traumático para o trabalhador que tem que lidar com a doença e a insegurança. “O momento do retorno deverá ser feito com o objetivo de reinserir este trabalhador de forma gradativa, respeitando suas limitações e, principalmente, em ambiente livre dos problemas que ocasionaram seu adoecimento”. Ao ser questionado por não ter procurado o movimento sindical para construção do Recomece, o banco informou que o programa encontra-se em construção e propôs um calendário para discussões. PDV – O GT também denunciou ao banco o assédio informado pelos trabalhadores elegíveis ao Programa de Desligamento Voluntário (PDV). “Como o nome diz, a adesão deveria ser voluntária. No entanto, há denúncias de constrangimento para a adesão”, afirmou Carlos Damarindo, membro do GT de Saúde. O banco informou que não concorda com tais práticas.
Caged mostra redução do emprego bancário

Após 11 meses de resultados positivos, o setor bancário apresentou, no mês de março, queda no emprego formal de 212 postos de trabalho (2.892 admissões e 3.103 desligamentos). Nos últimos 12 meses, o saldo ainda é positivo, em 11,7 mil postos, impactado pela contratação de profissionais de tecnologia da informação, vagas não ligadas diretamente a serviços bancários, e pela convocação, pela Caixa Econômica Federal, de aprovados no concurso de 2014, seguindo ordem judicial. Durante a pandemia do novo coronavírus, de março de 2020 a março de 2022, foram fechados cerca de 2 mil postos de empregos bancários. Já nos últimos 12 meses, foram 47.978 admissões (12,6% da Caixa) e 36.240 demissões. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Gênero, idade e remuneração – No mês marcado pela luta das mulheres, o saldo de emprego bancário entre os homens foi positivo em 96 postos, e entre as mulheres, negativo em 308 vagas. Para Fernanda Lopes, secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), “os números mostram que a discriminação é estrutural no Brasil, e se manifesta mesmo contra uma categoria bem organizada, como a nossa. Por isso, a luta pela igualdade de gênero deve ser constante, não devemos baixar a guarda nunca”. No que se refere às faixas etárias, houve ampliação apenas na faixa de 18 a 29 anos, com 447 vagas. Para as demais idades, foram fechados 659 postos. O salário mensal médio de um bancário admitido em março foi de R$ 5.558,55, enquanto o do desligado era de R$ 6.414,92. Ou seja, nas novas contratações a remuneração ficou em 86,7% abaixo da de quem foi demitido. Para Bianca Garbelini, secretária da Juventude da Contraf-CUT, “é compreensível que um funcionário iniciante tenha um salário menor, mas o jovem trabalhador enfrenta a precarização em todos os âmbitos e não é diferente no ramo financeiro. A categoria deve estar muito atenta para que os bancos não adotem essa prática para reduzir a folha, sem respeito a quem esteja em uma fase adiante na carreira”. Ramo financeiro – No ramo financeiro, sem contar a categoria bancária, houve mais contratações que demissões em todos os últimos 12 meses, com a geração de 47,6 mil postos. Em março, foram abertas 3.402 novas vagas, 12,4% a mais que fevereiro. No entanto, em comparação ao mesmo mês do ano de 2021 houve redução de 25,9%. Entre as atividades financeiras, as que mais contribuíram para o impacto favorável foram crédito cooperativo (860 vagas), holdings de instituições não financeiras (813) e corretores e agentes de seguros, de previdência complementar e de saúde (480). Caged geral – Em março de 2022, o Novo Caged mostra que o emprego com carteira assinada teve crescimento de 136.189 postos. Em relação aos resultados gerais do mercado, que inclui o trabalho informal, no primeiro trimestre de 2022, a desocupação estava em 11,1%, ou 12 milhões de trabalhadores, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. Havia também 27,3 milhões de pessoas subutilizadas e cerca de 4,7 milhões desalentados. Dos 95,2 milhões de ocupados, 46,2 milhões (48,5%) estão em postos sem carteira assinada ou atuam por conta própria, montante superior aos protegidos pela legislação trabalhista, dados que reforçam a precarização no mercado de trabalho brasileiro. Confira análise mais detalhada no estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), subseção Contraf-CUT.
Itaú: lucro em 2022 também passou os R$ 7 bilhões

Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que não foi apenas o Bradesco que chegou à casa dos R$ 7 bilhões de lucro nos três primeiros meses de 2022. O Lucro Líquido Recorrente Gerencial (que exclui efeitos extraordinários) do Itaú foi de R$ 7,361 bilhões entre janeiro e março deste ano. No comparativo com o mesmo período do ano passado, o valor mostra aumento de 15,1%. Quando comparado com o 4º trimestre de 2021, o aumento foi de 2,8% em relação. De acordo com o Dieese, os principais afetados por esses números astronômicos são os clientes do banco, que pagaram muitas tarifas e perderam agências físicas. A receita com prestação de serviços e tarifas bancárias cresceu 11,8% em doze meses, totalizando cerca de R$ 11,1 bilhões. Em contrapartida, foram fechadas 207 agências físicas no Brasil.
Mobilização dos empregados faz Caixa mudar GDP

Depois de pagar o bônus Caixa com enormes disparidades até mesmo entre empregados de uma mesma unidade, o banco foi pressionado pelas entidades de representação e associativa dos trabalhadores e foi “obrigada” a promover alterações no Ciclo 2021 do programa de Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) e no mecanismo de “curva forçada”. “Esta gestão ineficiente do Pedro Guimarães não consegue fazer certo nem os absurdos que se propõe a fazer. Quiseram introduzir um sistema de bonificação aos empregados para enfraquecer o movimento sindical e a luta pela PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados), mas conseguiram deixar descontentes até os empregados que estavam recebendo o bônus”, avaliou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt. “Estamos sempre atentos em tudo o que afeta o dia a dia de trabalho e a vida dos empregados. Nossa pressão sobre o banco e a mobilização dos empregados foi fundamental para que o banco promovesse alterações para reduzir a disparidade de valores de bônus e mudanças no mecanismo de curva forçada”, afirmou o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa, Sergio Takemoto. Destruição da política de pessoas – Para a coordenadora da CEE, o mecanismo de “curva forçada”, introduzido pela administração Pedro Guimarães no programa Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) oprime e desqualifica o trabalho realizado pelos empregados. “Ao invés GDP, deveria se chamar DPP, de ‘destruição da política de pessoas’! Já tínhamos críticas à GDP por ela utilizar instrumentos subjetivos de avaliação, o que permite que gestores a utilizem como forma de assédio e pressão pelo cumprimento de metas abusivas pelos empregados. Mas, a gestão Pedro Guimarães conseguiu piorar ainda mais o que já era ruim”, afirmou Fabiana. O mecanismo de “curva forçada”, introduzido no programa de Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) da Caixa Econômica Federal em 2021, tinha classificado 65% do quadro de razoável para ruim no Ciclo da GDP 2021. “É um mecanismo retrógrado, que foi abandonado pela iniciativa privada nos anos 1980, por não conseguir melhorar o desempenho dos trabalhadores e ser utilizado apenas para reduzir remuneração e justificar demissões. Mas, a Caixa, mesmo sabendo disso, resolveu implantá-lo. Deu no que deu”, observou a coordenadora da CEE. Após inserir o mecanismo na GDP e ser cobrada a dar explicações, a Caixa, em reunião com a representação dos empregados, reconheceu que a “curva forçada” visa mudar a cultura dos empregados da Caixa, estabelecer valores empresariais de mercado e forçar a competição pela venda de produtos. O Regulamento do Ciclo 2021 da GDP limitava a 5% o número de empregados, de todos os grupos, que poderiam ser avaliados com desempenho “excelente” e 30% com “excelente” e “superior”. “Além de limitar a quantidade de empregados que podem ser classificados como excelente, também define que 5% será mantido como ‘insatisfatório’. Tudo isso, independente do resultado que os mesmos tenham tido. Assim, ela é utilizada apenas como ferramenta de assédio”, criticou a coordenadora da CEE. Competição x Colaboração – Para a representante dos empregados no Conselho de Administração (CA) da Caixa, Rita Serrano, o conceito da GDP não é adequado. “Ele incentiva a competição entre as pessoas, instiga o individualismo e acaba com a relação de solidariedade e com a produção pelo prazer e pelo bem comum”, avaliou. “Existem outros modelos mais adequados para a gestão de desempenho do pessoal”, completou a representante dos empregados no CA da Caixa. Rita observa que a GDP define o pagamento do bônus Caixa, que é um pagamento para os gestores, “mas há questionamento, inclusive, se os critérios para avaliação e pagamento do bônus foram aplicados de maneira correta, conforme as premissas definidas pelo próprio banco”, disse. Muitos empregados estão reclamando das enormes disparidades nas avaliações e que na segunda-feira (2) à tarde a Caixa bloqueou o acesso à avaliação. Para a coordenadora da CEE, a GDP ataca as relações e direitos trabalhistas e expõe os empregados a uma disputa insana. “Os empregados já têm valores empresariais, atuam no mercado. Nem por isso precisam ser massacrados”, criticou. “Reflete a maneira como foi implementado, sem negociação com as entidades de representação dos trabalhadores, com critérios obscuros. Por isso sempre fomos contra a GDP. Agora, com a inserção da ‘curva forçada’ na GDP, somos ainda mais contra e insistimos para que tal mecanismo seja abandonado pelo banco”, completou.
Lucro do Bradesco em 2022 já passou de R$ 7 bi

Apenas no primeiro trimestre deste ano, o Bradesco já obteve lucro líquido contábil de R$ 7,009 bilhões. Se comparado com o mesmo período de 2021, o banco já teve um aumento na lucratividade de 13,9% e de 121,1%, quando observado o o resultado do quarto trimestre de 2021 – R$ 3,170 bilhões. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio Anualizado (ROAE) do banco ficou em 18,5%, com alta de 0,9 pontos percentuais (p.p.) em doze meses. “Os números mostram o compromisso, dedicação e responsabilidade dos trabalhadores, que cada vez mais são sobrecarregados, pela demissão dos colegas, e têm suas vidas drasticamente alteradas, com o fechamento de agência e a consequente mudança de logística para chegar ao seu local de trabalho”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização de Empresa (COE) do Bradesco. Fechamento de postos de trabalho – Apesar do lucro registrado, houve o fechamento de quase 1.200 postos de trabalho em 12 meses. O Bradesco fechou o primeiro trimestre deste ano com 87.488 empregados, o que revela o fechamento de 1.199 postos de trabalho em doze meses. Entre janeiro e março, no entanto, houve a abertura de 214 postos de trabalho. No mesmo período, foram encerradas 364 agências, enquanto foram abertas 200 unidades de negócio.
Bancários podem definir reivindicações da Campanha Nacional; saiba como

Já está acontecendo a consulta aos bancários para definição das reivindicações prioritárias da Campanha Nacional. Toda a categoria, até mesmo quem não é sindicalizado, pode participar. O formulário é online e pode ser preenchido clicando aqui. “É uma fase muito importante. Pois traz para o âmbito nacional os anseios de cada bancária e de cada bancário. Por isso, é importante que haja uma grande participação e, desta forma, o resultado reflita, de maneira mais real possível, as reivindicações mais importantes para a categoria”, disse presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é coordenadora do Comando Nacional dos Bancários. O formulário estará disponível para preenchimento até o dia 03/06. As respostas da consulta serão compiladas e se somarão às resoluções das conferências estaduais e regionais, além daquelas definidas nos encontros nacionais específicos dos trabalhadores de bancos públicos e de bancos privados, para serem debatidas na Conferência Nacional dos Bancários, que será realizada nos dias 10 a 12/06 e terá como principal tarefa a definição da pauta de reivindicações da categoria. Após ser aprovada em assembleias a serem realizadas por sindicatos de bancários de todo o país, a minuta será entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para dar início à fase de negociações da Campanha Nacional. O objetivo é negociar a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria e os Acordos Coletivos de Trabalho (ACTs) específicos dos bancos públicos, uma vez que a vigência dos mesmos se encerra no dia 31 de agosto. A data-base da categoria é 1º de setembro.
Cassi: movimento sindical indica aprovação de relatório 2021

Já está disponível para votação o relatório 2021 da Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil (Cassi). A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) orienta o voto pela aprovação. A votação já começou e vai até a próxima quinta-feira (12), às 18h. É possível votar pelo site, SISBB, App ou terminais de autoatendimento do BB. Vale lembrar que o documento já foi aprovado pelo Conselho Deliberativo e pelo Conselho Fiscal da entidade, além de auditoria independente. “Os números apresentados no relatório refletem a realidade atual na Cassi e por isso a Contraf-CUT entende que os associados devem votar pela aprovação. O que precisamos é mudar a forma como a Cassi vem sendo administrada. Defendemos que seja priorizado o investimento no modelo de Estratégia Saúde da Família, visando a prevenção. Prevenir doenças e cuidar das pessoas é a única forma de garantir uma Cassi sustentável financeiramente a longo prazo”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. Vale lembrar que atual gestão da Cassi procura se amparar nos resultados do Plano Cassi Família para dissimular o mau resultado do Plano de Associados, que consumiu 100% dos recursos arrecadados com despesas assistenciais. “Esses números só comprovam que é necessária uma mudança na forma como utilizamos a Cassi, cuidando das pessoas, garantindo melhor qualidade de vida e evitando maiores gastos no futuro”, acredita Fukunaga. Um ponto importante a ser lembrado é que a partir de 2022 o Plano de Associados não contará mais com a receita da taxa administrativa – paga pelo BB, de R$ 133 milhões, até 2021 – negociada pelas entidades representativas do funcionalismo em 2019 na reforma do estatuto. “Temos que ter em mente que enquanto o sistema de saúde suplementar encontra-se em plena mutação, a atual gestão trata a Cassi como o seu quintal, voltada para dentro, e pouco interage com os demais agentes governamentais e de mercado. O resultado disso são serviços cada vez mais caros e a transferência da responsabilidade para os associados por meio do aumento das contribuições”, finalizou o coordenador.