Esvaziamento dos fundos de pensão é um negócio apetitoso

Um negócio que rende R$ 12,5 bilhões ao ano despertou o desejo do ministro da Economia, Paulo Guedes. É o quanto renderia a quantia de R$ 1 trilhão acumulado pelos 290 fundos de pensão fechados. Para tanto, é necessário que esses fundos, patrocinados por empresas privadas, estatais e órgãos públicos para seus empregados, sejam esvaziados. A operação que está em curso é denunciada no artigo de Marcel Barros é vice-presidente da Associação Nacional dos Participantes de Previdência Complementar e de Autogestão em Saúde (Anapar), e José Ricardo Sasseron ex-presidente da Anapar. “O negócio é apetitoso. Os bancos cobram uma taxa de administração média de 1,25% ao ano sobre o patrimônio de seus planos de previdência privada, os VGBL e PGBL. A gestão do R$ 1 trilhão dos fundos fechados lhes renderia R$ 12,5 bilhões ao ano, a uma taxa de administração de 1,25%”, diz o artigo em seu início, explicando como uma quantia bilionária aguça o apetite dos bancos privados e  seus planos de previdência. Os autores explicam que, com a Reforma da Previdência de 2019, proposta por Bolsonaro e aprovada pelo Congresso Nacional, um poderoso lobby do sistema financeiro conseguiu incluir na Constituição Federal a possibilidade de administrar os planos de previdência dos servidores públicos, que tendem a ser os maiores do país em alguns anos. “As alterações, no entanto, não se restringem aos planos de previdência dos servidores. O governo aproveita para atacar também os planos patrocinados por empresas públicas ou de economia mista – caso da Previ, Funcef, Petros, Postalis e outros, que são os maiores em patrimônio”, alerta o artigo. Os participantes dos atuais planos poderiam, de acordo com as mudanças pretendidas pelo governo Bolsonaro, poderiam optar pelos fundos de pensão existentes ou por outros que sejam oferecidos por bancos aos quais as empresas patrocinadoras tenham aderido. Assim, os atuais planos seriam esvaziados. Por anos, os trabalhadores conquistaram o direito da gestão paritária dos atuais planos, o o que garante algum grau de proteção aos participantes. “É esta proteção que o atual governo quer destruir, para facilitar a destruição dos planos de previdência e a transferência de centenas de bilhões de reais para a gestão dos bancos“, destaca o artigo. Para Marcel Barros e José Ricardo Sasseron, o que está ameaçada é a possibilidade de os trabalhadores terem uma aposentadoria digna com os fundos de pensão fechados. Para ler a íntegra do artigo, clique aqui.   Fonte: Contraf-CUT

Live debaterá regulação e tributação do sistema financeiro

Campanha Tributar os Super-Ricos propõe aumento da contribuição dos bancos para investir no social O ex-ministro, Ricardo Berzoini, o economista e ex-diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Sergio Mendonça, o diretor institucional do Comsefaz, André Horta, e a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, vão debater, nesta segunda-feira (7), a partir das 19h, sobre o sistema financeiro brasileiro, os tributos que incidem sobre o setor, um dos que mais lucram no Brasil, e de que forma tais tributos podem contribuir para o aumento dos investimentos sociais no país. “Assegurar o funcionamento do sistema de pagamentos, permitindo que os mercados locais desenvolvam suas atividades; e o deslocamento e atuação das pessoas, empresas e governo, mesmo em locais distantes. Além de garantir a segurança da poupança e conceder crédito a quem precisa são os principais papéis do sistema financeiro bancos. Mas, infelizmente, não é assim que ele funciona”, afirmou o secretário de Assuntos Socioeconômicos da Contraf-CUT, Mario Raia. O debate será transmitido ao vivo, pela TV Contraf, pelo Facebook da Campanha Tributar os Super-Ricos e demais entidades que integram a campanha, e também pelo Youtube do Instituto Justiça Fiscal. Lucros galopantes No primeiro trimestre de 2021, o lucro dos cinco maiores bancos do país somou R$ 26,4 bilhões, com alta média de 47,1% em doze meses. Para o dirigente da Contraf-CUT, que é uma das entidades coordenadoras da Campanha Tributar os Super-Ricos, os bancos não cumprem seu papel social definido na Constituição Federal e precisam ser cobrados por isso. “Os bancos, sobretudo os privados, que funcionam como concessão pública, não se preocupam nenhum um pouco com o que é público. Estão preocupados com seus próprios lucros. E, cada vez mais, os tributos e contribuições que eles pagam não dão conta de acompanhar o lucro sempre crescente que ele obtém da sociedade”, explicou. Entre 1997 e 2019, o lucro líquido do segmento cresceu 2,4 vezes mais do que os valores pagos de CSLL e duas vezes mais do que os valores pagos de IRPJ. No período, o lucro líquido dos bancos cresceu 423% acima da inflação, enquanto valores pagos a título de CSLL aumentaram 179% e a título de IRPJ aumentaram 211%. “Mesmo com o crescimento mais lento por conta da pandemia, em 2020 o lucro dos bancos cresceu duas vezes mais que a CSLL e 1,6 vezes mais do que o IRPJ”, observou Mario Raia. Descompromisso social Os bancos fazem de tudo para aumentar ainda mais seus lucros. Em plena pandemia, encolheram seus quadros de funcionários e promoveram mais desemprego. Um levantamento do Dieese mostra que, em 2020, houve uma redução de 13.071 postos de trabalho bancário. Considerando o período de um da pandemia no Brasil (março de 2020 a março de 2021), os cinco maiores bancos do país (Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander), juntos, fecharam 16.948 postos de trabalho. Além disso, os bancos fecharam 1.622 agências bancárias. Isso fez com que aumentasse ainda mais o número de cidades sem nenhuma agência bancária. Segundo dados do Banco Central, 43,3% dos municípios brasileiros não têm agências bancárias. “E, quando as pessoas e as empresas mais precisam, negam o crédito necessário”, disse o dirigente da Contraf-CUT. “Assim, quem paga a conta desses altos lucros obtidos em qualquer ocasião é a população brasileira. A consequência é o atraso e a falta de desenvolvimento do país”, completou. Especulação Mario explicou que os bancos não emprestam dinheiro nos momentos de crise para evitar prejuízos com calotes de pessoas e empresas, mas quando têm “prejuízos” conseguem recuperar o dinheiro com “créditos tributários”, que em 2020 superou em valor o que eles deveriam pagar. “Os bancos seguram os recursos. Não investem no setor produtivo, para especular com ‘investimentos financeiros’, que servem para enriquecer ainda mais quem já tem dinheiro. Não é este o sistema financeiro que queremos”, disse. Dos valores (R$ 37 bi) emprestados via Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Pronampe), mais de R$ 15 bi foram financiados na Caixa e R$ 7 bi pelo Banco do Brasil. Banese, Banestes, Banrisul, BNB e Basa são outros bancos públicos que também concederam empréstimos pelo Pronampe. E ainda assim, do pouco que os bancos privados investem no setor produtivo, a maior parte fica concentrada na região Sudeste, sobretudo em São Paulo. “Por isso, defendemos que banco que ganha muito dinheiro, não traz retorno proporcional para a sociedade e gera muita demanda por serviços públicos, precisa pagar mais”, informou Mario Raia. Propostas da campanha A campanha Tributar os Super-Ricos propõe a elevação da alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) do setor financeiro e do setor extrativo mineral, que tiveram aumento de lucros mesmo em tempos de crise econômica. Com isso será possível aumentar a arrecadação em cerca de R$ 40 bilhões. Conheça mais sobre a campanha e espalhe essa ideia! É preciso tributar os super-ricos! Fonte: Contraf-CUT

Hoje é o Dia Mundial da Segurança Alimentar

Hoje, 7 de junho, é comemorado o Dia Mundial da Segurança Alimentar. Uma data para reafirmar o alerta sobre a insegurança alimentar que cresce a cada dia no Brasil. O país tem cerca de 117 milhões de pessoas sem acesso pleno e permanente a alimentos. Os dados são do Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede Penssan). Significa que metade dos lares no Brasil sofreu algum nível de insegurança alimentar no final de 2020, ou seja, se preocupou com a possível falta de comida em casa. Mais ainda, 19 milhões de brasileiros relataram realmente ter passado fome no ano passado. Com tais números, está mais do que atual a campanha Sindicato Solidário, iniciativa da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). “Mais do que nunca é preciso combater a fome no Brasil. A situação se agrava a cada dia, ainda mais com essa pandemia. Diante desse quadro, o governo nada faz. O Brasil voltou ao mapa da fome em 2018, apenas quatro anos após ter deixado de integrar o indicador social. Por isso, movimentos sociais, sindicatos e outras entidades estão se mobilizando para apoiar quem passa fome. A Contraf-CUT realiza a campanha Sindicato Solidário e convida a todos a participarem desse movimento”, disse Almir Aguiar, secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT e um dos coordenadores da campanha. Para ter mais informações sobre a campanha, basta acessar o hotsite sindicatosolidario.com. Você vai ter informações sobre as entidades que participam da campanha em todo o país e as entidades sociais que recolhem as doações. Os doadores podem indicar uma entidade de sua escolha para receber as doações. Fonte: Contraf-CUT

TRT: estabilidade provisória na pandemia não tem prazo definido

Citando a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou sem prazo definido o estado de calamidade em função do novo coronavírus e as provas que confirmam o compromisso assumido pelos bancos de não demitir enquanto perdurar a pandemia, a Seção Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro manteve a decisão tomada pela 17ª Vara do Trabalho de reintegrar a bancária Zélia Palhares Viana ao Bradesco, rejeitando recurso feito pelo banco. Em seu voto, aprovado pela maioria do TRT/RJ, o desembargador Antônio Paes Araújo, entendeu que as provas constantes dos autos não deixam dúvidas em relação à estabilidade provisória dos bancários devido ao compromisso público assumido pelos bancos, em março de 2020, de não demitir durante a pandemia. A ação foi elaborada pela advogada do Jurídico do Sindicato, Manuela Martins. O desembargador entende que o direito à estabilidade não tem prazo definido, como alegou o banco (dois meses: abril e maio de 2020), já que, segundo o compromisso vigoraria durante a pandemia. A alegação foi usada para justificar a demissão que aconteceu em 7 de outubro. Lembrou que tal entendimento acompanha a lógica da decisão do ministro Lewandowski que, pela omissão do governo Bolsonaro e do Congresso Nacional, prorrogou o estado de calamidade, do qual fazem parte medidas excepcionais de caráter sanitário e social, até que outra decisão em relação ao tema seja definida. Listou como provas irrefutáveis do compromisso a ampla divulgação dada pelos próprios bancos à sua adesão ao Movimento #NãoDemita, pela não realização de dispensas na pandemia; as centenas de notícias, inclusive com diretores destas empresas enfatizando a importância social da decisão; e a inclusão no relatório de Capital Humano do Bradesco da informação sobre a adesão ao movimento explicando ser ‘um pacto firmado entre empresas para preservar empregos e evitar a demissão de milhares de pessoas’, passando, assim, a fazer parte dos direitos constantes dos contratos de trabalho. Rebateu o argumento do Bradesco de que houve melhora no quadro da pandemia, não havendo, assim, motivo para manter a bancária empregada. Frisou, ao contrário, que ‘nas últimas semanas os casos de contaminação e óbitos por conta da COVID-19 voltaram a registrar números alarmantes, recordes desde o início da pandemia, demonstrando que esta não está controlada, em especial no Estado do Rio de Janeiro, senão encontra-se em seu período mais crítico desde o início, há quase um ano’. ‘Deste modo’, decidiu o relator em seu longo voto, ‘por todo o exposto não assiste razão ao agravante (o recurso do Bradesco), devendo ser mantida a decisão agravada (da primeira instância), e, na forma do artigo 355 do CPC, inexistindo a necessidade de produção de qualquer outra prova, tem-se por prejudicado o recurso de agravo interno, para no mérito, decidindo-se antecipadamente o feito, denegar a segurança ao impetrante”.  Fonte BancáriosRio

Secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT convoca à defesa da política de cotas

  O secretário de Combate ao Racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Almir Aguiar, defendeu a importância da política de cotas diante das ameaças do governo Bolsonaro e seus seguidores. Almir mostra a contradição das posições racistas da direita brasileira diante dos recentes pedidos públicos de desculpas de governantes de países como a França, Alemanha e Bélgica pelos crimes cometidos contra os africanos durante o período colonial. “Chegamos ao ponto, na tragédia nacional vivida em todos os aspectos do governo Bolsonaro, de que uma simples resposta à dívida histórica com a população negra, como na política de cotas, tornou-se um incômodo para setores reacionários da política e da sociedade brasileira, em especial para as classes dominantes, mas infelizmente, também para setores da classe média e mesmo entre os mais os pobres, os próprios explorados”, analisa Almir Aguiar, em artigo divulgado nas redes sociais. Crimes coloniais Para o dirigente da Contraf-CUT, o contraponto à direita racista brasileira são posições de reconhecimento de líderes e governos de países desenvolvidos dos crimes cometidos contra populações africanas. “O presidente francês, Emmanuel Macron, disse no último dia 27 de maio que ‘reconhece a responsabilidade da França pelo genocídio de 1994 em Ruanda’ e ‘pelo silêncio de seu país na busca da verdade’”, destacou. Almir também lembrou o genocídio cometido pelo governo da Alemanha entre 1904 a 1907 contra populações da Namíbia, então uma colônia alemã. Ele lembra que, na ocasião, soldados alemães mataram cerca de 100 mil pessoas. A Alemanha reconheceu o genocídio em 28 de maio deste ano. “O reconhecimento não ficou somente no discurso, mas também na prática: o governo alemão anunciou que pagará à nação africana 1,1 bilhão de euros, cerca de R$ 7 bilhões para compensar os danos ao povo negro daquele país” ressaltou o secretário da Contraf-CUT. Outro crime cometido pelas potencias coloniais europeias contra os africanos, também destacado por Almir Aguiar no artigo, foi a barbárie cometida, entre 1885 e 1924, pelo reino da Bélgica contra a sua então colônia do Congo, atual República Democrática do Congo. Nesse período, estima-se que foram mortos cerca de 10 milhões de congoleses, em nome da exploração de recursos naturais. No ano passado, a Bélgica também reconheceu o crime e pediu perdão ao governo do Congo. Brasil pioneiro Almir Aguiar lembra que, apesar da ameaça à política de cotas do governo Bolsonaro, o Brasil foi o pioneiro no reconhecimento dos crimes cometidos contra os afrodescendentes. “O então presidente Lula se antecipou e foi o primeiro líder mundial a pedir as desculpas, em 2005, pela escravidão de negros africanos no país”, ressaltou o secretário, que também lembrou que o governo brasileiro na época perdoou US$ 436,7 milhões em dívidas de países do continente africano. Para o secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, lembrar a história dos crimes cometidos contra os africanos e afrodescendentes não resolve o problema. “Não se trata apenas de dívida histórica. A exploração, a injustiça, a desigualdade e o extermínio estão presentes nos dias atuais, em pleno século XXI mantendo firme a visão que a Casa Grande tem da senzala”, afirma Almir no texto. O secretário também defende o fortalecimento da luta contra o racismo “nas ruas e nas redes sociais na defesa da vida, da igualdade de oportunidades, de avanços mais do que compensatórios para a população negra marginalizada”. “O momento é agora. A hora é já. E esta luta precisa partir, primeiro, da própria população negra, cujo reparo histórico é fundamental para a emancipação do povo brasileiro e um Brasil soberano”, finaliza Almir Aguiar. Para ler a íntegra do artigo, clique aqui. Fonte: Contraf-CUT

Contraf-CUT reivindica novamente inclusão dos bancários no PNI ao Ministério da Saúde

Ofício já havia sido enviado no dia 13 de março; Dados de morte da categoria durante a pandemia do coronavírus fortalece solicitação A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou um ofício na tarde desta quarta-feira (2) para solicitar inclusão da categoria bancária no Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a Covid-19 e o agendamento de reunião, em formato eletrônico, para tratar do assunto e apresentar os dados do setor e da categoria. O texto lembra que no ofício enviado no dia 13 de março já havia sido destacado que a atividade bancária é considerada essencial desde o dia 20 de março de 2020, por decreto federal. “A Inclusão dos bancários na lista de prioridades se impõe diante da realidade. Fomos catalogados como categoria essencial, que está na linha de frente do atendimento da população e com alto índice de transmissibilidade e contágio. Os dados mostram isso. Defendemos tecnicamente que esta deve ser a abordagem por parte das autoridades sanitárias”, afirmou Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT. O documento ressalta ainda que a categoria bancária registrou um crescente número de encerramento de contratos de trabalho por morte, seguindo uma tendência similar dos casos de óbitos desde o início da pandemia do novo coronavírus. “No primeiro trimestre de 2020, período com impacto quase nulo da pandemia do novo coronavírus, a média mensal de óbitos foi de 18,33 vidas. Já nos últimos três meses, fevereiro a abril de 2021, quando ocorreu a segunda onda da pandemia no país, a média mensal de óbitos se elevou para 52 vidas, crescimento de 183,6%”, diz um trecho do documento. Nota técnica O Comando Nacional dos Bancários orienta os sindicatos e federações de todo o país a procurarem as Câmaras Municipais e as Assembleias Legislativas para pressionar os parlamentares a incluírem os bancários nas listas de prioridades de vacinação municipais e estaduais. A Contraf-CUT também encaminhará ofício para as casas. A orientação é baseada na nota técnica divulgada pelo Ministério da Saúde na última sexta-feira (28). Leia a nota na íntegra. Fonte: Contraf-CUT

Bradesco anuncia novo seguro de vida para todos funcionários e aprendizes

Conquista também inclui auxílio funeral, com reembolso, não apenas em caso de falecimento dos funcionários, mas estendido aos pais, filhos e cônjuge O Bradesco anunciou na manhã desta terça-feira (1), em reunião com a Comissão de Organização dos Empregados (COE), um novo seguro de vida para todos os funcionários e aprendizes do banco. O seguro de vida é pago 100% pela organização Bradesco e começa a valer automaticamente nesta terça-feira. O seguro garante a todos os funcionários e aprendizes a cobertura de R$ 50 mil para 100% dos funcionários e dos aprendizes. Em caso de invalidez dos funcionários e dos aprendizes o limite de cobertura também será de até R$ 50 mil. A conquista inclui auxílio funeral, com reembolso, não apenas em caso de falecimento dos funcionários, mas estendido aos pais, filhos, cônjuges, sogros e sogras. “É muito importante esta notícia neste momento de pandemia, no qual mais de 460 mil vidas já foram perdidas por irresponsabilidade do governo federal. Os bancários ainda não estão incluídos na lista de prioridades no Programa Nacional de Imunização da Covid-19, apesar da atividade ser considerada essencial. Ter seguro de vida para todos os funcionários e aprendizes, auxílio funeral para parentes também são os tipos de direitos que ninguém gosta de usar, mas de extrema importância nos momentos mais difíceis da vida”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da COE Bradesco. De acordo com o banco, a ideia do benefício nasceu ao perceber que um terço das pessoas que faleceram nos últimos dois anos não tinham seguro de vida. Fonte: Contraf-CUT

Live debate sobre os ‘Desafio das mulheres na pandemia’

Pesquisa revela que mulheres brasileiras ficaram ainda mais sobrecarregadas por causa da pandemia O país inteiro sofre com a tragédia da Covid-19, que se aproxima de matar meio milhão de brasileiros. Mas, alguns segmentos da população sofrem ainda mais, em razão das desigualdades sociais. Os pobres são os que mais morrem. Dos que sobrevivem, as mulheres carregam nos ombros o maior peso do sacrifício. Pesquisa realizada pela Sempreviva Organização Feminista (SOF) revela que 50% das mulheres brasileiras foram ainda mais sobrecarregadas porque, além do trabalho, passaram a cuidar de alguém desde a chegada da Covid-19 no ano passado. E 72% afirmam que aumentou a necessidade de monitoramento e companhia com relação a crianças e idosos, principalmente filhos e pais. Sem contar o aumento da violência doméstica – e até do feminicídio. Por isso, o tema “Desafios das mulheres durante a pandemia” foi o tema escolhido para a live dos Associados Previ que será realizada na terça-feira (1º de junho), às 19h30, com transmissão ao vivo pelo Youtube e Facebook. A diretora eleita de Planejamento, Paula Goto, coordenará a live, que contará com a participação exclusiva de mulheres. Lá estarão a conselheira deliberativa eleita da Previ, Luciana Bagno, a representante do funcionalismo no Conselho de Administração do BB (Caref), Débora Fonseca, a conselheira consultiva do Previ Futuro, Tânia Leyva, e a diretora da Contraf-CUT, Fernanda Lopes. Como convidada especial, participará a psicóloga Fernanda Duarte, doutora em Psicologia Social do Trabalho e das Organizações pela Universidade de Brasília, com estágio no grupo de Sociologia Política da Universidade de Amsterdam (UvA). Fernanda é autora da tese de doutorado “Trabalhadores no Divã: Contribuições da Psicopatologia Clínica do Trabalho”. A live também abordará a campanha nacional Sindicato Solidário, uma mobilização de entidades de bancárias e bancários em prol da humanidade com o propósito de ajudar a quem precisa. Contamos com sua participação. Fonte: Associados Previ, com Contraf-CUT

Sindicato apoia Chapa 1 nas eleições da Fundação Itaú-Unibanco

Bancários do Itaú têm até esta terça-feira (13) para votar   O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense apoia a “Chapa 1 – Fundação para todos, o futuro é nosso” nas eleições que vai definir os representantes dos participantes ativos, autopatrocinados, optantes pelo BPD e em fase de opção e dos participantes assistidos no Conselho Deliberativo, no Conselho Fiscal e nos Comitês de Planos. A eleição, por voto digital, se encerra nesta terça-feira, 13 de maio. A posse dos eleitos será  dia 2 de agosto. A ampliação da representação dos participantes nos Conselhos e criação dos Comitês de Gestão por grupos de plano é uma conquista dos funcionários do Itaú-Unibanco, depois de muita negociação e muitas lutas. Jair Alves, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, garante que hoje, além da convicção, há a experiência desses 12 anos de trabalho para enfrentar os novos desafios e continuar acrescentando conquistas a nossos planos e benefícios. “Por isso, participamos de mais essa eleição com a Chapa 1 –Fundação para todos, o futuro é nosso e pedimos seu voto também para os nossos candidatos aos Comitês de Gestão dos planos.” Para Jair, o apoio da Contraf-CUT é fundamental para conferir mais força e autoridade aos representantes dos participantes na gestão do nosso fundo de pensão. “A parceria entre nossos representantes e as entidades sindicais é ainda uma garantia de que os dirigentes eleitos da Fundação Itaú-Unibanco e dos Comitês de Gestão dos planos atuarão em defesa dos interesses dos participantes e dos trabalhadores”. Ele lembra que a Contraf-CUT preparou um material de apoio, que está disponível para download na área de acesso restrito do site. O movimento sindical sempre teve a convicção de que podia melhorar a Fundação Itaú-Unibanco, aumentando a fiscalização, ampliando a representação dos participantes e conquistando melhorias contínuas nos planos. “É o nosso futuro que está em jogo, portanto temos que ficar atentos ao novo calendário e às regras do processo que será de maneira virtual. Como houve alteração na forma de votação, chamamos a atenção do participante, para que ele possa ter tempo hábil para cadastrar sua senha junto à Fundação Itaú Unibanco, caso ainda não tenha uma senha”, ressaltou a dirigente da Fetec-CUT/SP Erica Godoy, atual conselheira deliberativa da Fundação. Poderão votar os bancários ativos e assistidos, que sejam participantes da Fundação Itaú e estejam alocados em um plano. Cada eleitor poderá votar apenas uma vez, independentemente do número de benefícios que receba da Fundação.  Para a votação nos conselhos, o participante vota na chapa. Já para a eleição dos Comitês de Gestão de Planos, o voto é individual. A votação será virtual, somente pelo site: www.fundacaoitauunibanco.com.br, com o participante utilizando sua senha cadastrada junto à Fundação. A apuração será dia 13 de maio e a divulgação dos eleitos entre os dias 14 e 17 de maio. Em caso de dúvidas, ligue para os telefones da Fundação: Capitais e regiões metropolitanas 4002-1299; demais localidades 0800 770 2299; deficientes auditivos ou de fala 0800 770 2399. Chapa 1 – Fundação para todos, o futuro é nosso Confira, abaixo, a composição da Chapa 1. Para o Conselho Deliberativo: Carlos Damarindo (diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo) e Mauri Sérgio (efetivos); e Erica Godoy e Kelly Fernanda, como suplentes. Para o Conselho Fiscal: Onisio Paulo Machado e Liliane Oliveira (efetivos); e na suplência por Adriano Campos Rodrigues e Antonio Augusto B de Borges. Os candidatos aos Comitês de Gestão dos Planos da Chapa 1 são: Ativos: Marcelo Abraão (PAC 3); José Geraldo Martins (Prebeg); Maikon Azzi (Futuro Inteligente e Itaubank-Ativos); Marco Antonio Pereira (Itaubanco CD – Ativos); Denia Almeida (Itaulan, Franprev, outros) Assistidos: Maria Helena Francisco (Itaubanco CD); Roberto Alvez de Souza (Itaucard); Clarice Torquato (Futuro Inteligente); Carlos Gouveia, o Carlinhos (Pac). Para a votação nos conselhos, o participante vota na chapa. Já para a eleição dos Comitês de Gestão de Planos, o voto é individual. Os candidatos formam uma chapa ampla, com representantes de várias regiões do país. Veja as principais propostas da Chapa 1 Previdência para todos: queremos um fundo de pensão privado fechado para todos os funcionários que ainda não possuem um plano de previdência fechada. Para aproximadamente 21 mil participantes do plano Itaubanco CD, debater sobre a distribuição de saldo excedente em 2020 do fundo previdencial. Criar alternativas para os participantes do Franprev num modelo semelhante ao Itaubanco CD. Queremos que os participantes tenham direito a uma vaga na diretoria da Fundação. Queremos, no Futuro Inteligente, fazer revisão das condições atuais do plano, introduzindo o Benefício Mínimo e análise do valor da UP. Reabertura da migração do PAC para o Itaubanco CD. JMS – mais transparência. Fonte: Contraf-CUT, com edição do Sind. Bancários do Sul Fluminense

Covid-19: Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense não economiza esforços e luta pela inclusão da categoria no Plano de Imunização

Nesta última semana, a cidade e o estado do Rio de Janeiro, assim como vários municípios Brasil afora, endureceram as medidas restritivas de funcionamento do comércio, bares e restaurantes como forma de conter o avanço da pandemia da Covid-19. Na outra ponta deste procedimento, a maior parte dos decretos estabelecidos em nível estadual e municipal manteve apenas as denominadas atividades essenciais, como hospitais, coletas de lixo, fornecimento de água e energia elétrica e os bancos. Embora, os trabalhos desenvolvidos pelos bancários sejam reconhecidos como essenciais para fomentar a economia, inclusive com o pagamento do auxílio emergencial do Governo Federal durante a semana, incluindo os sábados, a categoria não foi incluída até o momento como prioridade no PNI (Plano Nacional de Imunização). Neste contexto, e com o agravamento crescente da crise sanitária do coronavírus, o Departamento Jurídico do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense apresentou requerimento junto ao MPT (Ministério Público do Trabalho) e o MPF (Ministério Público Federal) pleiteando esse direito, já que o próprio PNI admite a revisão dos grupos prioritários devido ao dinamismo da doença. Enquanto a decisão não é consumada, a Diretoria decidiu mover ação judicial visando autorização para compra de vacinas para os bancários do Sul Fluminense. – Os advogados já elaboraram a ação e a partir desta semana vamos buscar o desenrolar dos fatos judiciais. Não há mais como protelar essa medida de prevenção e manutenção da vida dos bancários. A exposição aos riscos é constante e por mais que se faça o uso das máscaras de proteção facial, do distanciamento social e do álcool o perigo é constante não apenas para os bancários, mas também para seus familiares – argumentam os diretores da entidade sindical.   Fonte: Sind. Bancários Sul Fluminense