Pauta de reivindicações foi aprovada pelos bancários em assembleia virtual

Bancários do Sul Fluminense aprovaram a minuta de reivindicações que será entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em assembleia virtual realizada nesta terça-feira (14/06). O documento foi definido durante a 24ª Conferência Nacional dos Bancários, encerrada no último domingo (12). Em todo país, a categoria referendou em assembleias as propostas colhidas na conferência. As propostas das bases foram levadas ao evento após serem discutidas em conferências estaduais e regionais realizadas em todo o país e também as apuradas por meio da Consulta Nacional à categoria, que contou com a participação de mais de 35 mil bancários. “A construção de nossa minuta de reivindicações conta com a participação das bases de nossa categoria desde a apresentação da proposta, até o momento final, quando são aprovadas em assembleias realizadas em todo o país, após ter sido debatida em diversas instâncias”, disse a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é coordenadora do Comando Nacional dos Bancários. A presidenta da Contraf-CUT observa, ainda, que a participação das bancárias e dos bancários continua após a aprovação da minuta de reivindicações. “Estamos apenas no início da campanha. A após a aprovação da minuta de reivindicações começam as negociações com a Fenaban e os bancos. A partir daí, a união e mobilização da categoria é fundamental para que a gente consiga mostrar a força dos trabalhadores e obter bons resultados na negociação”, explicou. “Vamos nos manter unidos e ‘bora ganhar esse jogo’”, concluiu Juvandia em alusão ao slogan da Campanha Nacional dos bancários 2022.

Banco do Brasil recebe pauta específica de funcionários

A pauta de reivindicações específica dos funcionários do Banco do Brasil foi entregue à direção do banco, na tarde desta quarta-feira (15), na sede da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em São Paulo. O documento foi construído e aprovado durante o 33º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado na semana passada. O conjunto de reivindicações foi formulado com a participação das federações de todas as regiões do país. Seu conteúdo inclui desde tratamento igualitário a todos e todas as funcionárias do BB, como os dos bancos incorporados, até percentual de mulheres na mesma proporção da população do BB e saúde mental dos funcionários, como avaliação psíquica sempre que o trabalhador solicitar, através da Cassi. A pauta também conta com clausulas sobre condições de trabalho, saúde, segurança bancária, teletrabalho e assédio moral. “É fundamental a importância de todos, pois só com a mobilização de todos conseguiremos avançar na campanha”, convocou Fukunaga.

Santander também já recebeu a Minuta de Reivindicações

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, responsável pelas negociações do acordo específico com o banco, entregou, nesta terça-feira (14), a minuta de reivindicações. A pauta de foi debatida nacionalmente e aprovada durante o Encontro Nacional dos Funcionários do Banco Santander, ocorrido na quinta-feira (9). “Estamos aqui na Torre, sede do Santander, em São Paulo. Entregamos há pouco a minuta de reivindicações do acordo específico do banco e a agora esperamos a indicação de calendário para iniciarmos o processo de negociação deste importante acordo. É nele que está o programa próprio do Santander, com as bolsas de graduação e pós-graduação e uma porção de outras cláusulas extremamente importantes para os bancários do Santander”, disse a coordenadora da COE/Santander, Lucimara Malaquias. “Todos nossos direitos, desde o vale-refeição até a PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados), são fruto de muita organização e luta dos trabalhadores e suas representações sindicais. Precisamos manter nossa união e nos mobilizarmos para garantir os direitos atuais e buscar avançar rumo a novos direitos”, ressaltou Lucimara. Nas ruas e nas redes Antes da entrega da pauta de reivindicações ao banco, foi realizado um ato no local para informar e mobilizar bancárias e bancários para a campanha. Os bancários também ocuparam as redes sociais, das 11h às 12h, com um tuitaço, que colocou a hashtag #SantanderQueremosAvancos entre os assuntos mais comentados naquele horário do dia.

Bancários devem votar em assembleia virtual. Saiba como

Bancários e bancárias do Sul Fluminense devem participar da primeira assembleia virtual da campanha nacional da categoria em 2022 que acontecerá nesta terça-feira (14/06), de 08h às 20h. A votação pode ser feita através do link https://bancarios.votabem.com.br/. As minutas de negociação e de pauta de reivindicações podem ser acessadas nos links abaixo. Os bancários vão deliberar sobre os seguintes pontos: 1 . Autorizar a diretoria do Sindicato a negociar e celebrar Convenção Coletiva de Trabalho, Convenção Coletiva sobre Participação dos Empregados nos Lucros elou Resultados dos Bancos, Convenção Coletiva de Trabalho sobre Relações Sindicais, Convenção Coletiva sobre Cooperativas e Acordos Coletivos de Trabalho aditivos à CCT e, frustradas as negociações, defender-se elou instaurar dissídio coletivo de trabalho, bem como delegar poderes para tanto; 2. Deliberar sobre aprovação da minuta de pré-acordo de negociação e minuta da Pauta de Reivindicações da categoria bancária, data-base 1º de setembro, definidas na 24 a Conferência Nacional dos Bancários que inclui desconto a ser feito nos salários dos empregados em razão da contratação a ser realizada (contribuição negocial). Assembleia Virtual Minuta de pré-acordo de negociação 2022 Minuta de Pauta de Reivindicações 2022 Vote pelo link: https://bancarios.votabem.com.br/ Data: 14/06 Hora: 08h às 20h

Bancários querem aumento real de 5% nas cláusulas econômicas (INPC + 5%) e aumento maior para os vales refeição e alimentação

Representantes da categoria bancária de todo o país aprovaram, neste domingo (12), no encerramento da 24ª Conferência Nacional dos Bancários, o plano de lutas e a minuta de reivindicações que será apresentada à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para que se dê início às negociações da Campanha Nacional 2022. Mais do que recompor a inflação, os bancários, que trabalharam para garantir lucros astronômicos aos bancos, querem ter aumento real em seus salários e a manutenção de todos os direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho em vigência. Vale lembrar que o lucro somado dos cinco maiores bancos do país (Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander) alcançou R$ 27,6 bilhões entre o final de março de 2021 e o final de março de 2022, crescimento de 17,5% no período. Reivindicações aos bancos O conjunto cláusulas da minuta de reivindicações para a Campanha Nacional dos Bancários 2022 foi aprovada por 99,1% das delegadas e delegados da conferência. Entre os pontos que foram votados separadamente, foi aprovada a reivindicação de aumento real de 5% de nos salários e demais cláusulas econômicas (INPC + 5%) e aumento maior para os vales refeição e alimentação. Assembleias A minuta de reivindicações e as resoluções aprovadas pela 24ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro serão analisadas em assembleias a serem realizadas por sindicatos dos bancários em todo o país nesta segunda (13) e terça-feira (14) e, após aprovada, será entregue à Fenaban na quarta-feira (15).

Resultado da Consulta Nacional dos bancários foi apresentada na 24ª Conferência

Aumento real nas cláusulas econômicas, manutenção do emprego e dos direitos, combate ao assédio moral, saúde e condições de trabalho, igualdade de oportunidades e teletrabalho negociado são as principais reivindicações levantadas como prioridades pela categoria bancária para a Campanha Nacional 2022. Este foi o resultado da Consulta Nacional 2022, apresentado no final da tarde deste sábado (11), durante a 24ª Conferência Nacional dos Bancários. Entre 26 de abril e 3 de junho, mais de 35 mil trabalhadores, sindicalizados ou não, que trabalham nas agências e nos departamentos bancários em todo o Brasil responderam às questões da Consulta Nacional aos Bancários. Mais da metade dos bancários está disposta a conversar com colegas de trabalho sobre as reivindicações da categoria (55%), participar de reuniões e assembleias (51,8%) e aderir à greve (41,7%) para conquistar os pontos que avalia como importantes. Para 94,8%, o financiamento da luta para manutenção e conquistas de direitos deve ser responsabilidade de todos os bancários, pois todos se beneficiam das conquistas. Eleições são fundamentais A classe trabalhadora aprovou uma pauta de reivindicações que está sendo apresentada aos candidatos, para garantir empregos, recuperar direitos trabalhistas e previdenciários e fortalecer a representação sindical. Para 84,3% dos participantes da consulta, é muito importante eleger, nas eleições deste ano, candidatos à Presidência e ao Congresso Nacional, comprometidos com as pautas dos trabalhadores. Outros 12,2% classificam como importante. Teletrabalho Dado da consulta que chamou bastante atenção foi a opinião sobre a regulação do teletrabalho. Para 91% dos respondentes, ela deve ser realizada por meio de negociação coletiva, entre bancos e entidades sindicais. Metas abusivas e assédio moral; saúde e condições de trabalho no teletrabalho estão entre os temas a serem debatidos na área da saúde. A consulta nacional mostra que, para a maioria dos entrevistados (77%), o cansaço e a fadiga constante são resultados da cobrança excessiva pelo cumprimento de metas. Desmotivação, vontade de não ir trabalhar, medo de “estourar” (54%), dor ou formigamento nos ombros e nos braços ou mão (51%) e crise de ansiedade (44%) também foram apontadas como impacto na saúde. Outros efeitos do trabalho exaustivo identificados na consulta foram dificuldade para dormir (42%); crise de ansiedade (44%); crises constantes de dor de cabeça (26%), e dores de estômago e gastrite (26%). Mais de um terço dos bancários (35,5%) recorrem a antidepressivos, ansiolíticos ou estimulantes para se medicarem. Os dados completos da Consulta serão apresentados aos bancos durante as negociações da Campanha Nacional dos Bancários.

Importância da manutenção de direitos será o foco da comunicação da Campanha Nacional

Foram apresentados e aprovados neste domingo (12) os conceitos, temas, conteúdo, artes gráficas e identidade visual da Campanha Nacional dos Bancários de 2022. Com linguagem jovial, diálogo com bancárias, bancários e sociedade será leve, inspirado em jogos e reforçará necessidade de conscientização da categoria. Os conceitos foram debatidos durante a 24ª Conferência Nacional d@s Trabalhador@s do Ramo Financeiro, que acontece em formato híbrido, com a parte presencial reunida no Holiday Inn Parque Anhembi, em São Paulo. A presidenta da Federação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores no Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro (Federa/RJ), Adriana Nalesso, participou da mesa diretora do evento. O material de comunicação foi previamente idealizado por um conjunto de mais de 50 profissionais de comunicação e dirigentes sindicais de todo o Brasil, em vários encontros coordenados pela Secretaria de Comunicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e pelo Coletivo de Comunicação dos Bancários, que inclui sindicatos, federações da categoria, em diversas reuniões nos últimos dois meses, com parte dos participantes presencialmente e parte por acesso remoto. “A categoria bancária tem hoje grande quantidade de jovens, então o consenso foi por trazer uma proposta com pegada leve, jovial, que jogasse a bola para cima”, explicou a secretária de Comunicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Elaine Cutis. O conceito da campanha foi desenvolvido a partir da ideia de um game, que, para ser vencido exige o engajamento e a luta da bancária e do bancário, com o slogan #BoraGanharEsseJogo. Exatamente por esse perfil jovem, um dos objetivos é também demostrar o valor das conquistas da categoria, pois muitas vezes elas são vistas como um presente dos banqueiros sem o risco de serem perdidas. “Contra essa ideia, a campanha busca criar o sentimento de pertencimento à luta, pois os mais jovens, que não acompanharam as lutas anteriores da categoria, talvez não entendam que os benefícios que temos são fruto de muita luta”, completou. União, resistência, luta e resiliência. Para a dirigente, foram essas características históricas que colocaram o movimento bancário na vanguarda do movimento sindical. “Bancárias e bancários têm forte tradição de luta por seus direitos, e por isso são referência a muitas categorias em sua organização. Então temos a responsabilidade de lutar para ganhar todas as fases desse jogo”, completou. Participaram da mesa o secretário de Imprensa e Comunicação do Sindicato dos Bancários do Espírito Santo, Carlos Pereira de Araújo, o Carlão, o presidente Sindicato dos Trabalhadores do Ramos Financeiro do Amapá, Samuel Bastos Macedo, e o presidente do Sindicato dos Bancários do Piauí, Odaly Bezerra Medeiros.

Abertura da 24ª Conferência Nacional reforça luta pela democracia e defesa dos direitos dos bancários

A abertura da 24ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, na noite desta sexta-feira (10/06), reuniu autoridades e delegados de todo país que irão definir a minuta de reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2022 e o plano de lutas da categoria até 2023. Esse ano, o tema da conferência é “Um país + justo pra gente, este é o Brasil que a gente quer”. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira, lembrou que este ano é especial, porque a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária completa 30 anos e “a missão da 24ª Conferência Nacional do Trabalhadores do Ramo Financeiro é fazer um bom plano de lutas para sairmos vitoriosos em todas as nossas batalhas. Para acabar com a fome, o desemprego, a precarização a entrega do nosso patrimônio, a concentração de renda e as desigualdades”. As decisões serão tomadas a partir das propostas apresentadas pelas bases sindicais de todo o país, que vêm sendo debatidas pelas conferências estaduais e regionais, e nos congressos e encontros de bancários de bancos públicos e privados. Também foi feita uma Consulta Nacional, que mobilizou mais de 35 mil bancários e bancárias de todo o Brasil, para a definição das reivindicações mais importantes que estarão na pauta da categoria. O Brasil que a gente quer Juvandia lembrou também que é importante que a Conferência discuta o Brasil que a gente quer. “Os trabalhadores são atacados, não apenas por Bolsonaro, mas por todos que se uniram para dar o golpe e derrubar Dilma Rousseff. E quem pode mudar isso somos nós, precisamos acordar e entender que somos 99% e que este Brasil é de todas, de todas e todes”, disse. “E essa categoria, que consegue tantas vitórias, pode contribuir com a mudança deste país, pois a gente quer ser feliz e queremos ver o outro feliz também. Para isso temos que trabalhar todos os dias e debate o Brasil que a gente quer. Fazer nosso papel nas redes e nas ruas”. Mas, ela ressaltou que não adianta fazemos uma ótima campanha e conquistar um acordo com aumento real e garantir todos os direitos e depois Bolsonaro ser eleito e atacar a Caixa, o Banco do Brasil, o Basa, o BNB e tirar direitos das trabalhadoras e trabalhadores. “Os 30 anos de CCT nos traz uma grande responsabilidade que vai mudar este país, tirar Bolsonaro e eleger Lula Presidente para superarmos este momento tão trágico de nossa história. E que a gente aprenda o que aconteceu no Brasil e no mundo e evoluamos. Programação 24ª Conferência Nacional d@s Trabalhador@s do Ramo Financeiro 2022 – “Um país + justo pra gente. Este é o Brasil que a gente quer!” Dia 11 de junho – sábado8h às 11h – Credenciamento presencial e eletrônico de delegados e delegadas inscritos 9h – Mesa 1 – Votação do Regimento Interno 9h30 às 12h – Mesa 2 – Reconstruir o Brasil que a gente quer Convidado: Aloízio Mercadante (professor acadêmico, economista e político, fundador do Partido dos Trabalhadores (PT); foi ministro da Educação, da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Casa Civil no governo Dilma Rousseff; foi também senador e deputado federal por São Paulo; atualmente, é presidente da Fundação Perseu Abramo) 12h às 13h30 – Almoço 12h às 14h – Prazo para substituição de delegados ou delegadas por suplentes 13h30 às 15h30 – Mesa 3 – Apresentação de dados do setor bancário 15h30 às 17h30 – Mesa 4 – Apresentação do resultado da Consulta dos Bancários 2022; Organização e mobilização para reconstruir o Brasil que a gente quer; Acordo Nacional 19h – Jantar Dia 12 de junho – domingo 9h às 9h40 – Apresentação e aprovação da arte da Campanha Nacional dos Bancários 2022 9h40 às 12h – Apresentação e aprovação das propostas recebidas das Conferências Estaduais e Regionais; aprovação das resoluções e moções; aprovação do Comando 12h – Almoço

Bancários do Santander definem estratégias para negociação com o banco

Funcionários do Banco Santander realizaram nesta quinta-feira (9) o Encontro Nacional para debater e definir a minuta de reivindicações específicas e nortear a estratégia de negociações com o banco. “Iniciamos nossos debates com uma análise de conjuntura feita pela médica e deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) e ao longo do dia analisamos as informações do balanço do Santander, que mostram que o banco pode atender todas nossas reivindicações e nos garantir uma participação justa nos resultados e nas cláusulas sociais, reconhecendo a imensa contribuição dos brasileiros no lucro do banco”, disse a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE), Lucimara Malaquias. Acordo atual e novas propostas Os delegados do Encontro debateram sobre as cláusulas do atual Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico dos funcionários do Santander, aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária. Também foram apresentadas as propostas de novos direitos a serem incluídos no ACT. “Todos nossos direitos, desde o vale-refeição até a PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados), são fruto de muita organização e luta dos trabalhadores e suas representações sindicais. Precisamos manter nossa união e nos mobilizarmos para garantir os direitos atuais e buscar avançar rumo a novos direitos”, ressaltou a coordenadora da COE/Santander. Centro das atenções Para Lucimara, o alerta de mobilização e união dos empregados se faz ainda mais importante com relação ao Santander. “Entre todos os bancos, o Santander tem sido o que mais tem tomado de medidas que prejudicam e tem sido o mais de difícil de negociar com os trabalhadores, seja nas demissões, cobranças de metas ou na tentativa de corte de direitos, chegando a demitir funcionários e recontratá-los por empresas do grupo para deixar de pagar direitos da categoria. É uma terceirização forçada, apenas para reduzir direitos e salários”, criticou. “Todo o Comando Nacional está atento e preocupado com esta movimentação do Santander e vai propor que a atuação de todo o movimento sindical se contraponha a elas, para evitar que outros bancos sigam o mesmo caminho”, completou. Fique ligado nos sites e nas redes sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), dos sindicatos e das federações para acompanhar todo o processo organizativo da categoria e se manter mobilizado.