
Para acompanhar as transformações no sistema financeiro e no mundo do trabalho, os sindicatos vêm ampliando sua representação, a fim de acompanhar uma categoria cada vez mais diversa.
Atualmente, bancários, trabalhadores de financeiras, cooperativas de crédito, fintechs e bancos postais convivem em um mesmo ecossistema.
Na maioria das vezes, esses trabalhadores são submetidos às mesmas metas abusivas, pressões por resultados e à precarização das relações de trabalho.
Com isso, sindicatos de diferentes regiões do país realizam mudanças estatutárias com o objetivo de ampliar sua base de representação.
Dessa forma, fortalecem a organização coletiva e a capacidade de negociação diante das empresas do ramo financeiro.
“O sistema financeiro mudou muito nos últimos anos e os sindicatos precisam acompanhar essa transformação. Hoje, os trabalhadores estão distribuídos em diferentes segmentos do ramo financeiro, mas enfrentam problemas semelhantes, como pressão por metas, sobrecarga, adoecimento e precarização. Ampliar a representatividade é fortalecer a organização coletiva e garantir que nenhum trabalhador fique sem proteção sindical”, observa a secretária de Organização do Ramo Financeiro e Política Sindical da Contraf-CUT, Talita Silva.
*Fonte: Contraf-CUT


