Convites para Festa dos Bancários serão entregues a partir da próxima semana

A partir da próxima semana, uma equipe do sindicato percorrerá os postos de trabalho entregando os convites da tradicional Festa dos Bancários, que acontecerá no dia 26/08. Todos os associados e seus dependentes cadastrados poderão participar do evento. Importante ressaltar que o convite é pessoal e intransferível e será exigido um documento de identificação válido com foto para ingressar na festa. Caso o associado queira levar um convidado, deverá solicitar a troca dos convites dos dependentes através de um formulário especial. Já o bancário associado que não tiver dependentes terá direito a levar um convidado para o evento. Para isso, basta acessar o link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdds0Jsv6-bIyPN24hVdldWh5f6556QcHDXAd68n36A5VX-DQ/viewform?usp=pp_url Mas, atenção: no caso do associado escolher levar um convidado, não poderá levar nenhum dependentes, independente de quantos sejam. Ele deverá trocar todos os convites de dependentes por apenas um convite para o convidado. Vale frisar que a entrada de menores de 18 anos está proibida. A festa será no Clube Comercial de Volta Redonda, a partir das 21h30 e contará com a animação da Banda São Paulo Show.

25ª Conferência Nacional reunirá 636 delegados de todo o Brasil a partir desta sexta-feira (4)

A 25ª Conferência Nacional d@s Trabalhador@s do Ramo Financeiro terá início nesta sexta-feira (4), em São Paulo. As atividades vão até domingo (6) com o tema “Brasil sempre democrático: com distribuição de renda, direitos, emprego decente e proteção ao meio ambiente”. O evento, que terá participação de 636 delegados de todo o Brasil, é organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), federações e sindicatos filiados e o Comando Nacional dos Bancários. Cerca de 800 pessoas estarão envolvidas no trabalho durante o encontro. A presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, afirma que “a Conferência é um momento importante para o debate dos temas que já vêm sendo preparados pelas conferências estaduais, nos últimos dois meses”. “Como a categoria tem uma Convenção Coletiva de Trabalho válida por dois anos, e não há negociação com os bancos este ano, o evento é importante para a reflexão sobre a conjuntura do país, que passa por um momento decisivo, com pautas fundamentais, como a reforma tributária, e também os desafios atuais das trabalhadoras e trabalhadores da categoria bancária e do ramo financeiro”, ressalta Juvandia. Reconstrução do Brasil O tema “Reconstrução do Brasil: ações do governo federal” será apresentado pelo ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Padilha, na abertura do evento, nesta sexta-feira (4). No sábado (5), os temas serão, na parte da manhã, “Conjuntura internacional”, com Moisés Marques (diretor da Faculdade 28 de Agosto) e “Regulamentação das plataformas digitais e inteligência artificial”, com o deputado federal do PCdoB Orlando Silva (relator do Projeto de Lei 2630/20, que trata do tema) e o biólogo Atila Iamarino (comunicador científico). Na parte da tarde, haverá dois outros debates. O primeiro, “Reforma tributária: progressiva e distributiva” será com o ex-ministro nos governos anteriores de Lula e de Dilma Rousseff, Ricardo Berzoini (que também foi presidente da Confederação Nacional dos Bancários – CNB e do Sindicato dos Bancários de São Paulo) e a economista Rosângela Vieira dos Santos (técnica do Departamento Intersindical de Estatística e estudos Socioeconômicos – Dieese). No encerramento dos trabalhos do dia, o tema “Transformações no mercado de trabalho e organização do ramo financeiro” será apresentado pelos economistas da subseção da Contraf-CUT do Dieese, Vivian Manchado e Gustavo Machado Cavarzan. Consulta Nacional Para o encerramento da Conferência, no domingo (6), estão programadas duas mesas. Na primeira delas, será feita a “Apresentação dos Resultados da Consulta Nacional dos Bancários 2023”, pela economista, técnica do Dieese, Catia Toshie Uehara. A mesa final será dedicada a “Falas das centrais e correntes políticas que compõem o Comando Nacional dos Bancários e aprovação das resoluções”. Programação Confira a seguir a programação oficial completa da 25ª Conferência Nacional d@s Trabalhador@s do Ramo Financeiro.

SantanderPrevi: Patrícia Bassanin Delgado e Wanessa de Queiroz Paixão contam com apoio da Contraf-CUT nas eleições

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) apoia Patrícia Bassanin Delgado para o conselho deliberativo e Wanessa de Queiroz Paixão para o conselho fiscal, nas eleições do SantanderPrevi, que acontecem entre os dias 28 de agosto e 1º de setembro.   Segundo a Contraf-CUT e demais entidades representativas dos trabalhadores,  se forem eleitas, as duas deverão atuar no conselho em defesa do patrimônio dos participantes, e não dos interesses do Santander. “Em um eventual conflito de interesses, é muito provável que o voto de um conselheiro indicado pelo Santander seja em sintonia com os interesses do banco e não com o dos participantes. Logo, eleger representantes que visem maior transparência na gestão dos recursos é fundamental para a gestão dos planos”, afirma Wanessa de Queiroz Paixão, participante do plano SantanderPrevi e coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander. Confira as propostas: Lutar pela concessão de linhas de crédito aos participantes; lutar contra a interferência da patrocinadora na entidade; lutar por eleição de suplentes;trabalhar pela implantação de um comitê de investimentos; dar mais transparência ao plano; e lutar pela reabertura do plano a novos participantes. Currículos Wanessa é formada em Administração de Empresas com ênfase em finanças corporativas na Fecap. Possui pós-graduação em Economia do Trabalho na Unicamp. Atua como gerente de negócios no Santander. Está há 16 anos no banco. Conselheira deliberativa da Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão e dos Beneficiários de Saúde Suplementar de Autogestão (Anapar). Coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados do Santander. Dirigente executiva da Fetec-CUT/SP. Patrícia é graduada em Educação Física pela PUC Campinas. Possui curso de Extensão em Políticas Públicas de Emprego, pelo Instituto de Economia da Unicamp, além de outros relacionados ao sistema financeiro. Curso de Certificação CPA-20.Ingressou em 1991 no banco América do Sul, adquirido pelo Sudameris, depois Banco Real e Santander, ocupando os cargos de escriturária e assistente comercial. Entrou no meio sindical em 1996, atuando por duas gestões como conselheira fiscal do Sindicato dos Bancários de Campinas e Região. É diretora Financeira do Sindicato dos Bancários de Campinas e Região, onde também já foi diretora de patrimônio da entidade. *Fonte: Contraf-CUT

25ª Conferência Nacional dos Bancários será de 4 a 6 de agosto

A 25ª Conferência Nacional dos Bancários será realizada nos dias 4, 5 e 6 de agosto, em São Paulo. Em junho e julho foram realizadas as conferências estaduais. No Estado do Rio de Janeiro, a conferência estadual foi realizada em Niterói,  no dia 15 de julho. Durante o encontro, que aconteceu no Clube Português, foram debatidos temas como a importância da unidade e da participação da categoria na campanha nacional para enfrentar os desafios dos impactos da tecnologia sobre o emprego, a necessidade de melhores condições de saúde e de trabalho, o fortalecimento dos bancos públicos para a retomada do desenvolvimento do país e a reforma sindical.

Prazo para participar da Consulta Nacional dos Bancários termina nesta quarta-feira (2)

Ainda dá tempo de bancárias e bancários de todo o Brasil, sindicalizados ou não, participarem da Consulta Nacional dos Bancários de 2023. O prazo  termina nesta quarta-feira (2). A consulta é uma oportunidade para os profissionais darem sua opinião sobre temas nacionais importantes e sobre questões que afetam seu dia a dia de trabalho. “A Consulta é fundamental para sabermos como as bancárias e bancários pensam, quais problemas enfrentam no ambiente de trabalho e quais são seus anseios”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira, ao lembrar que a Consulta é uma ferramenta muito eficaz de relação das entidades sindicais com a categoria bancária. As respostas são compiladas e analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e ajudam a balizar a atuação sindical da categoria. “Quanto maior for a participação, melhor para detectarmos os reais anseios dos bancários em todo o país”, explicou o economista do Dieese, Gustavo Cavarzan. Os resultados da análise dos dados serão apresentados na 25ª Conferência Nacional dos Bancários, que ocorrerá entre os dias 4 e 6 de agosto de 2023, em São Paulo. Para participar da Consulta Nacional, basta acessar https://consulta-bancarios.votabem.com.br/ ou o link divulgado pelos sindicatos de cada base específica, uma vez que algumas entidades optaram por um sistema próprio para o levantamento dos dados. *Fonte: Contraf-CUT

Sindicato promove Festa dos Bancários dia 26 de agosto

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense vai realizar no dia 26 de agosto sua tradicional Festa dos Bancários. A animação tomará conta do Clube Comercial de Volta Redonda, a partir das 21h30, com a Banda São Paulo Show. Para entrar é preciso apresentar o convite e um documento válido com foto. Não esqueça que só entram maiores de 18 anos.

Balanço da Febraban mostra que Desenrola fez bancos renegociarem R$ 2,5 bi e limparem o nome de 3,5 milhões de devedores em duas semanas

O balanço divulgado, nesta segunda-feira (31), pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), aponta que o programa de renegociação de dívidas Desenrola Brasil, iniciado no último dia 17, fez os bancos renegociarem R$ 2,5 bilhões em 400 mil contratos de dívida e retirarem a negativação de 3,5 milhões de devedores de até R$ 100 em duas semanas. O programa Desenrola Brasil, promessa de campanha do presidente Lula, foi criado para promover um mutirão de renegociação de dívidas de pessoas físicas. A ideia principal é tirar pessoas da lista de negativados e retomar o potencial de consumo da população. O levantamento leva em conta as renegociações da faixa 2 do programa, que objetivam resolver as dívidas de pessoas físicas com dívidas financeiras negativadas até 31 de dezembro de 2022, e renda de até R$ 20 mil. Também foi promovida a desnegativação das dívidas de até R$ 100, que é uma contrapartida à participação dos bancos no programa. Com isso, se o devedor não tinha outros débitos pendentes, ficou com o “nome limpo” nos sistemas de proteção ao crédito. A previsão do Ministério da Fazenda era que 1,5 milhão de pessoas poderiam ser contempladas por essa medida. Entretanto, a meta foi ultrapassada na primeira semana. Vale lembrar que a desnegativação não é um perdão. O débito continua existindo, mas os bancos se comprometem a não incluir os devedores no cadastro negativo. Confira a nota da Febraban: Nas duas primeiras semanas do Programa Desenrola Brasil, a repactuação de dívidas ultrapassou R$ 2,5 bilhões em volume financeiro, exclusivamente pela Faixa 2, o que representa quatro vezes mais do que na primeira semana. Foram renegociados mais de 400 mil contratos de dívidas. A adesão ao programa irá até o dia 31 de dezembro. Nesse mesmo período, apenas as instituições financeiras retiraram as anotações negativas (desnegativaram) de cerca de 3,5 milhões de registros de clientes que tinham dívidas bancárias de até R$ 100,00. Esse balanço não inclui baixas de registros de outros credores não bancários. “Consideramos que o Programa cumpre o papel essencial no momento delicado das finanças das famílias brasileiras, ao procurar reduzir dívidas da maior quantidade possível de pessoas”, avalia o presidente da Febraban, Isaac Sidney, que complementa. “Os bancos estão dando sua contribuição para que o Desenrola reduza o número de consumidores negativados e ajude milhões de cidadãos a diminuírem seu endividamento.” A Febraban esclarece que cada banco tem sua estratégia de negócio, adotando políticas próprias para adesão ao Programa. As condições para renegociação das dívidas, nessa etapa, serão diferenciadas e caberá a cada instituição financeira, que aderir ao programa, defini-la. A Febraban atualiza periodicamente esses números e dados e divulga balanços parciais.  Nas renegociações da faixa 2, cada instituição financeira renegociará suas próprias dívidas, sem a necessidade de consolidação de diferentes credores como ocorrerá na faixa 1. Neste caso, não é necessário inscrição para atendimento em canais digitais do governo. Os bancos oferecerão as condições de renegociação de dívidas diretamente aos seus clientes. Todos os grandes bancos aderiram ao programa e já têm canais ativos para tratar com os clientes. Ao contrário da faixa 1, para este grupo o governo não oferecerá uma garantia. Em troca, o governo vai oferecer aos bancos um incentivo para que aumente a oferta de crédito. Na faixa 2, o programa não atenderá renegociações de dívidas de crédito rural; débitos com garantia da União ou de entidade pública, dívidas que não tenham o risco de crédito integralmente assumido pelos agentes financeiros; dívidas com qualquer tipo de previsão de aporte de recursos públicos; débitos com qualquer equalização de taxa de juros por parte da União. Segundo o Ministério da Fazenda, cerca de 30 milhões de pessoas devem ser beneficiadas nesta faixa. A faixa 1 do programa Desenrola atenderá a população com renda de até R$ 2.640 (dois salários mínimos) ou está inscrito no Cadastro Único do governo federal (CadÚnico). Poderão ser renegociadas dívidas financeiras e não financeiras de até R$ 5 mil, feitas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022. Essa faixa deve começar a operar em setembro. A portaria publicada pelo Ministério da Fazenda diz que as instituições financeiras deverão se habilitar na plataforma digital do programa para iniciar as renegociações. Mas não indica datas. O governo deve fazer um leilão, em agosto, para definir os credores que serão contemplados. Quem oferecer maior desconto terá vantagem. Atualmente, a maior parte das dívidas negativadas do país (66,3%) não é com bancos, e sim com varejistas e companhias de água, gás e telefonia. Por isso, o governo vai realizar grandes leilões que devem ser divididos por setores e negociará milhares de dívidas ao mesmo tempo. Quem der os maiores descontos, fica apto a participar do programa. O programa não abrange dívidas com garantia real; dívidas de crédito rural; dívidas de financiamento imobiliário; operações com funding ou risco de terceiros. A renegociação dos débitos será feita através de uma plataforma digital. Para isso, o devedor entrará no sistema com seu login do portal gov.br. Depois disso, poderá escolher uma instituição financeira inscrita no programa para fazer a renegociação e selecionar se o pagamento será feito à vista ou número de parcelas. Entre as regras de pagamento estão taxa de juros será de 1,99%; parcela mínima será de R$ 50; pagamento poderá ser feito em até 60 vezes; primeira parcela terá vencimento após 30 dias; prazo de carência será de no mínimo 30 dias e de no máximo 59 dias. De acordo com informações do governo, o pagamento das parcelas poderá ser feito por débito em conta, PIX ou boleto bancário. Os devedores também terão direito a um curso de educação financeira. Mas atenção, em caso de inadimplência após a renegociação, o beneficiário poderá voltar a ficar com o nome sujo. *Fonte: G1

Projetos de interesse dos bancários devem entrar em pauta no Congresso Nacional

Nesta terça-feira (1), o Congresso Nacional retoma suas atividades legislativas e diversas matérias que afetam a categoria bancária devem entrar em pauta. Segundo o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, as matérias serão acompanhadas com bastante atenção. “Vamos acompanhar com muita atenção as pautas que impactam a categoria e o caráter público e social da Caixa. Nossa mobilização será, mais uma vez, fundamental para defender os direitos trabalhistas, o Saúde Caixa e a Funcef”, alertou Takemoto. Entre os projetos que serão debatidos, está o PL 4188/2021 (autoria do Poder Executivo), conhecido como marco legal das garantias. Aprovado no Senado no dia 5 de julho, ele preserva a exclusividade da Caixa no penhor. Como houve esta e outras modificações, a matéria voltará a ser analisada pela Câmara. Takemoto enfatizou a importância de aprovar o projeto em sua forma atual. “O Senado fez alterações importantes. Além de manter o penhor na Caixa, retirou o trecho que permitia penhorar o único imóvel de uma família, o que era uma crueldade”, afirmou. Também é do interesse dos bancários é o Projeto de Lei 1043/2019, de autoria do deputado David Soares (DEM/SP), que permite a abertura de agências bancárias nos finais de semana. A proposta é de funcionamento das 9h às 14h, aos sábados, e das 9h às 13h aos domingos. A Fenae e outras entidades em defesa dos bancários estão mobilizadas desde o ano passado para impedir sua aprovação. Já o PL 817/2022, do deputado Kim Kataguiri (União SP) é visto como uma ameaça ao direito de greve. Ele altera a Lei 7.783/1989 (Lei da Greve) ao definir como serviços essenciais os meios eletrônicos de pagamentos e transferências bancárias. O projeto chegou a ser incluído na pauta de votação da Câmara em 2022, mas foi retirado após pressão dos sindicatos da categoria. Também precisam de atenção dos bancários os projetos de lei 2699/2019, de autoria do ex-deputado Valtenir Pereira (MDB/MT),  com objetivo de manter a ultratividade das negociações coletivas até que outro Acordo seja assinado, e o PL 581/2019, do ex-senador Álvaro Dias (Podemos/PR), que isenta os trabalhadores de pagar Imposto de Renda sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) –  mesmo tratamento fiscal dado aos sócios e acionistas. Este último já foi aprovado no Senado, mas precisa de avaliação da Câmara. Funcef Na Câmara deve ser votado o Projeto de Lei 8821/2017, do deputado Sérgio Souza (MDB/PR) que retira o limite de dedução de 12% do imposto devido na declaração de rendimentos das contribuições extraordinárias em casos de equacionamentos. Também afetam os participantes o PLP 268/2016, do ex-deputado Valdir Raupp (PMDB/RO), que estabelece novas regras de governança nos fundos de pensão, e o PDL 348/2022, de autoria da deputada Fernanda Melchionna (Psol/RS), que susta os efeitos da CGPAR 37/2022, resolução que prevê o limite de 8,5% de contribuição das estatais aos fundos de pensão. Também desvincula o benefício dos participantes de reajustes concedidos aos empregados ativos. Saúde Caixa Os desafios para manter o plano de saúde sustentável e financeiramente viável para os empregados também estão na Câmara. O PDL 313/2022, do deputado Pompeo de Mattos (PDT/RS) busca sustar a CGPAR 42. Esta resolução, entre outras diretrizes, reduz os aportes financeiros das estatais aos planos de saúde dos seus trabalhadores. O texto tem as mesmas caraterísticas da CGPAR 23, suspensa com a aprovação do PDL 956/2018, da deputada Erika Kokay (PT/DF). O PL 164/2023, do deputado Lebrão (União/RO), propõe que os reajustes anuais dos planos de saúde individuais, familiares ou coletivos tenham como parâmetro a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços (IPCA). Agenda Legislativa Fenae Os projetos de lei mencionados no texto e outros que tramitam na Câmara e Congresso e são de interesse dos bancários e da Caixa Econômica Federal estão reunidos em material produzido pela Fenae e Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT). Clique aqui para acessar. *Fonte: Fenae

Entidades sindicais bancárias exigem respeito aos aposentados com tuitaço contra desmandos do Santander

O movimento sindical bancário e associadas e associados do Fundo Banespa de Seguridade Social (Banesprev) protestaram com um tuitaço, na manhã desta sexta-feira (28). O objetivo foi denunciar a decisão do Santander de retirar o patrocínio da entidade. Rita Berlofa, secretária de Relações Internacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e funcionária do Santander, falou sobre a reivindicação dos trabalhadores. “Nós exigimos que o Santander não retire o patrocínio dos planos I e II, Sanprev I, Caciban, DCA e DAB, e que não faça a transferência de gestão dos planos X e Pré-75 para o Santanderprevi. O que nós queremos é a garantia da segurança e tranquilidade na aposentadoria dos banespianos”, ressaltou Rita Berlofa. Os protestos nas redes sociais começaram às 9h e a hashtag #SantanderAtacaAposentados chegou a ficar na 15ª colocação dos assuntos mais comentados do momento, no Twitter. A coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Wanessa de Queiroz, disse que é preciso sensibilizar a opinião público sobre os direitos dos aposentados. “Com essa ação, nosso objetivo também foi sensibilizar a opinião pública sobre a importância de preservar direitos conquistados ao longo de toda uma vida de trabalho, que é a aposentadoria digna, mostrando que o Santander está indo na contramão dos direitos humanos quando decide retirar patrocínio dos fundos de pensão”, destacou Wanessa de Queiroz. Rita Berlofa explicou o que significa a retirada de patrocínio:  “A retirada de patrocínio, na prática, nada mais é do que o encerramento da relação contratual que existe com o Santander, como patrocinador, que deixa de contribuir para os planos de benefícios. Com isso, ocorre a quebra do mutualismo e o encerramento dos benefícios vitalícios, trazendo perdas irreparáveis para os aposentados.” Segundo justificativa do Santander, os planos na modalidade de Benefício Definido “geram riscos atuariais elevados”. “O que não é verdade, a realidade desses planos, que existem em vários fundos de pensão, é que eles são sustentáveis, com base em uma boa gestão. O que o banco quer, na realidade, é se livrar de aportes de déficits futuros e deixar todo o risco para os participantes”, ressaltou a secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT. *Fonte: Contraf-CUT

Tuitaço contra desmandos do Santander começa às 9h nesta sexta (28)

Nesta sexta-feira (28), a partir das 9h, bancárias e bancários vão protestar contra os desmandos do Santander nas redes sociais com um tuitaço, usando a #SantanderAtacaAposentados. Os trabalhadores denunciam que o Santander quer atacar os direitos dos aposentados com a retirada de patrocínio do Banesprev (previdência complementar) e transferência de gestão. Vale ressaltar que o Santander Brasil divulgou balanço, esta semana, apontando que as unidades brasileiras produzem 15,7% o lucro global do banco.