Santander: COE quer valorização do PPRS e avanço em outros itens da minuta

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander e a direção do banco se reuniram, na última quarta-feira (19), para mais uma rodada de negociações. O debate foi sobre o Programa de Participação nos Resultados (PPRS) para os exercícios de 2026 e 2027 e a proposta de implantação deum acordo coletivo sobre o banco de horas. Sobre o PPRS, a representação dos trabalhadores levou para a mesa os estudos que fundamentam os valores reivindicados e reforçou a necessidade de regras claras e transparentes, conforme estabelece a Lei 10.101/2000. A COE reivindicou, ainda, que os indicadores institucionais de avaliação, como BACEN, Procon e NPS não sejam utilizados como critérios para avaliação individual ou para redução da remuneração variável dos trabalhadores no PPRS nem nos demais programas próprios de remuneração variável do Santander. A coordenadora da COE Santander, Ana Marta Lima, ressaltou que os trabalhadores querem um banco de horas coletivo, com regras claras, transparência e mecanismos efetivos de acompanhamento. Segundo Ana Marta, não basta mudar o modelo. É preciso garantir que a compensação seja justa e que o trabalhador tenha segurança sobre suas horas e sobre quando elas serão compensadas ou pagas. Também foram cobradas respostas ao banco sobre outras reivindicações que fazem parte da minuta de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). No final do encontro, o banco sinalizou que poderá avançar em algumas reivindicações referentes a pessoas com deficiência (PCDs), mulheres gestantes e bolsas de estudo. *Fonte: Contraf-CUT *Foto: Luan Alves/Seeb-SP
Sindicato presente no Dia Nacional de Paralisação

Em atenção ao Dia Nacional de Paralisação, nesta quinta-feira (20), o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense está presente nas agências da região desde cedo, para assegurar a paralisação da categoria. Nas fachadas das agências foram colados diversos cartazes alusivos à Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026, com as principais reivindicações da categoria. A decisão pela paralisação de 24 horas foi tomada em assembleias realizadas por sindicatos de todo o país, na última segunda-feira (17). O motivo principal foi a intransigência da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que, inclusive, havia ameaçado impor reajustes por faixas salariais, fragmentação do aumento dos vales refeição e alimentação entre cidades maiores e menores, e de congelamento do piso de ingresso para os novos bancários. Com a rejeição em massa da categoria, a Fenaban recuou, mas não apresentou nenhuma proposta de índice de reajuste salarial. É importante lembrar que os bancários estão em campanha nacional por aumento real na remuneração e melhores condições de trabalho. O modelo atual de gestão dos bancos, impondo metas abusivas, adoece os trabalhadores. Entre maio de 2025 e maio de 2026, 40% das bancárias e bancários usaram medicamentos controlados (antidepressivos, ansiolíticos ou estimulantes. Tudo isso é resultado da reestruturação violenta de fechamento de agências e de postos de trabalho, que demite parte dos funcionários e sobrecarrega quem permanece no emprego. Mas o lucro dos bancos continua subindo. Em 2025, o patrimônio líquido do setor bancário atingiu o total de R$ 1,2 trilhão. Entre 2025 e 2025, o setor bancário fechou 88 mil postos de trabalho e 9,5 mil agências. Enquanto isso, os cinco maiores bancos do país aumentaram em 49% os contratos com correspondentes bancários, terceirizando seus serviços. Confira a cronologia da negociação: A pauta de reivindicações foi entregue pelo Comando Nacional dos Bancários no dia 24 de junho. Até agora foram realizadas oito rodadas de negociação: 02-07 – Cláusulas sociais – Movimento sindical reivindica melhorias em cláusulas sociais relacionadas às pessoas com deficiência (PCDs) e melhores condições de trabalho para toda a categoria, incluindo a implementação da escala 4×3 (quatro dias de trabalho e três dias de descanso); defesa do teletrabalho e direito à desconexão. Segurança bancária digital também foi um tema abordado. 07-07 – Emprego e Tecnologia – Debate focado no combate às demissões, impactos das reestruturações, regulação da Inteligência Artificial, teletrabalho e fechamento de agências. 16-07 – Igualdade de Oportunidades – Pauta focada no combate à discriminação, ampliação de direitos para mulheres, negros, pessoas com deficiência (PCD), população LGBTQIA+ e neurodivergentes. 21-07 – Saúde e Condições de Trabalho – Cobrança de combate às metas abusivas, enfrentamento dos riscos psicossociais e atuação nas comissões de saúde (NR-1). 30-07 – Cláusulas econômicas – Apresentação dos dados de lucratividade do setor e exigência formal de aumento real nos salários, PLR, VA/VR e demais verbas. 04-08 – Retorno dos banqueiros – A Fenaban sugeriu que a PLR não deveria ser reajustada, uma vez que os bancos possuem programas próprios de remuneração variável. Comando Nacional rebate e deixa claro que categoria não renunciará a valorização na PLR. 13-08 – Retorno dos banqueiros – Mais uma vez Fenaban frustra a categoria e além de não apresentar índice de reajuste, propõe congelamento do piso de ingresso para os novos bancários e reajustes diferenciados para três faixas salariais, mas sem dizer quais seriam os parâmetros dessas faixas e nem os percentuais que seriam definidos para cada uma delas. 18-08 – Com a rejeição de 97% da categoria, Fenaban retira propostas de reajustes por faixas salariais, fragmentação do aumento dos vales refeição e alimentação entre cidades maiores e menores, e de congelamento do piso de ingresso para os novos bancários. Porém, não apresenta proposta de índice de reajuste.
Reunião entre Santander e COE termina sem avanços

Nesta quarta-feira (12) foi realizada a quarta rodada de negociação específica entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander e a direção do banco, pela Campanha Nacional dos Bancários 2026. As cláusulas econômicas e sindicais do acordo coletivo marcaram os debates. A representação dos trabalhadores reivindica a criação de um auxílio mobilidade/combustível, por meio de cartão para custear despesas com transporte, combustível e estacionamento. Mas o Santander não aceitou a proposta. Outra reivindicação dos trabalhadores foi o banco assumir o custeio integral das certificações e atualizações da Anbima, além de apoio financeiro para cursos de atualização, extensão, congressos e seminários e a criação de uma bolsa de férias. O banco disse que realiza o pagamento aos bancários de cargos elegíveis que obtêm aprovação nas provas. Quanto às mudanças nas regras da Anbima, o Santander respondeu que vai avaliar eventuais alterações após a oficialização das novas normas. As outras reivindicações de qualificação foram negadas pelo Santander. A COE também reivindica que dirigentes sindicais liberados tenham acesso aos canais internos do banco, além do fornecimento periódico de informações funcionais e da negociação prévia em processos de reorganização ou reestruturação que possam afetar coletivamente os empregados. Além disso, a representação dos trabalhadores está reivindicando a manutenção e o aprimoramento das regras para acesso das entidades sindicais aos locais de trabalho e aos empregados, inclusive aqueles que atuam em teletrabalho. COE e representantes do banco voltam à mesa de negociação no dia 19 de agosto para debater sobre o Programa Próprio de Remuneração Santander (PPRS). *Fonte: Contraf-CUT
COE e Santander voltam à mesa de negociação nesta quarta-feira (12)

A quarta rodada de negociação específica entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) e o Santander, pela Campanha Nacional dos Bancários 2026, acontece nesta quarta-feira (12). Neste encontro serão debatidos temas ligados às cláusulas econômicas e sindicais do acordo coletivo. No dia 28 de julho passado, durante a terceira rodada, a COE cobrou avanços em temas relacionados à saúde, assistência médica, prevenção ao adoecimento, saúde mental, combate ao assédio e condições de trabalho. O banco apresentou algumas respostas, mas manteve impasses em reivindicações consideradas prioritárias pelos trabalhadores. A representação dos trabalhadores espera que o Santander apresente, na reunião desta quarta, respostas concretas às reivindicações e avance na construção do novo acordo específico. *Fonte: Contraf-CUT
Santander registra lucro de R$ 6,8 bi no primeiro semestre

No primeiro semestre deste ano, o Santander teve lucro líquido gerencial no Brasil de R$ 6,802 bilhões, uma queda de 9,5% em relação ao mesmo período de 2025. Se comparado ao primeiro trimestre deste ano, a queda chega a 20,4%, já que o banco registrou lucro de R$ 3,788 bilhões naquele período. Porém, 0 lucro liquido consolidado do grupo espanhol foi de 7,328 bilhões de euros no primeiro semestre de 2026, o que mostra que o banco pode atender as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores na Campanha Nacional dos Bancários. O Santander obteve receita de R$ 10,949 bilhões com tarifas bancárias no primeiro semestre, com alta de 4,5% em comparação ao mesmo período de 2025. Nas despesas com pessoal, o banco registrou queda de 2,5%, totalizando R$ 6,122 bilhões. O banco chegou ao final de junho de 2026 com 47.327 empregados, depois de fechar 6.591 postos de trabalho nos últimos 12 meses, sendo 2.334 vagas fechadas apenas no primeiro semestre deste ano. No mesmo período, a base de clientes cresceu em 3,5 milhões, chegando a 72,3 milhões de correntistas e clientes, enquanto o banco fechou 178 agências e 179 Postos de Atendimento Bancário (PABs). *Fonte: Contraf-CUT e Bancários Rio
Assistência médica e prevenção ao adoecimento marcam debate na terceira mesa do Santander

Na manhã desta terça-feira (28), a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander se reuniu com a direção do banco para a terceira rodada de negociações da pauta específica da Campanha Nacional dos Bancários 2026. Devolutivas O Santander apresentou informações sobre o programa de bolsas de estudo, informando que 90% das 2.500 bolsas oferecidas já estão sendo utilizadas e que a distribuição entre homens e mulheres é equilibrada. De acordo com o banco, a maior parte dos beneficiários está matriculada em cursos de pós-graduação e 5% das bolsas já são ocupadas por pessoas com deficiência (PCDs). A proposta de criação de um programa permanente de capacitação em tecnologia voltado prioritariamente para mulheres (cis e trans) e pessoas transgênero voltou a ser debatida. Os trabalhadores reivindicam que o banco ofereça bolsas integrais ou parciais para cursos nas áreas de programação, desenvolvimento de sistemas, ciência de dados, inteligência artificial e outras áreas correlatas. Solicitam ainda a adoção de políticas que incentivem a contratação e a movimentação interna dessas profissionais para vagas na área de tecnologia, contribuindo para reduzir a desigualdade de gênero e ampliar a diversidade no setor. O banco informou que estuda a possibilidade de incluir os cursos de tecnologia na cláusula que já prevê a concessão de bolsas de estudo aos empregados. A COE também reivindica o fornecimento de telefone celular corporativo a todos os empregados que atuam em atividades externas, a exemplo do BB1, com linha telefônica e pacote de dados suficientes para garantir a conexão compartilhada (Wi-Fi) com equipamentos de trabalho, como notebooks e tablets. Caso o empregado seja obrigado a utilizar seu telefone particular para o trabalho, o banco deve ressarcir as despesas com ligações, internet e o desgaste do equipamento pessoal. Saúde Os principais itens da pauta são a manutenção da assistência médica aos aposentados nas mesmas condições vigentes durante o contrato de trabalho, evitando que o custo do plano passe a ser integralmente arcado pelo ex-empregado após a aposentadoria, e a definição de limites para os custos das mensalidades e da coparticipação, de forma que os valores sejam compatíveis com a remuneração dos trabalhadores. Além disso, a COE reivindicou que os empregados possam escolher entre as duas operadoras de saúde já contratadas pelo Santander, de acordo com a disponibilidade de atendimento em sua região. O banco informou que, neste momento, a migração entre os planos não é possível por questões técnicas e contratuais. A criação de licença menstrual para empregadas que enfrentam dores severas, mediante a apresentação de relatório médico, também foi pedida. O Santander afirmou que não é possível incluí-la como cláusula do acordo específico, comprometendo-se apenas a orientar os gestores para que avaliem cada caso. Medidas de prevenção ao adoecimento, criação de um grupo paritário para discutir saúde e segurança, fortalecimento das ações de combate ao assédio moral e às metas abusivas, ampliação das políticas de proteção à saúde mental e atendimento às vítimas de violência no ambiente de trabalho, também foram destaque na reunião. As negociações vão continuar no próximo dia 12 de agosto. *Fonte: Contraf-CUT
Trabalhadores do Santander vão para a terceira rodada de negociação nesta terça (28)

A terceira rodada de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026, entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander e a direção do banco, acontece nesta terça-feira (28), em São Paulo. O tema em pauta será a saúde, um dos eixos prioritários nas reivindicações dos trabalhadores. A manutenção da assistência médica aos aposentados nas mesmas condições vigentes durante o contrato de trabalho, a preservação da qualidade dos planos de saúde, limites para os custos de mensalidades e coparticipação, além da garantia de negociação prévia com as entidades sindicais antes de qualquer alteração nos benefícios estão entre os itens principais. Os trabalhadores reivindicam ainda a manutenção da assistência médica aos aposentados nas mesmas condições vigentes durante o contrato de trabalho, a preservação da qualidade dos planos de saúde, limites para os custos de mensalidades e coparticipação, além da garantia de negociação prévia com as entidades sindicais antes de qualquer alteração nos benefícios. A regulamentação do direito à desconexão digital, garantindo que os bancários não sejam acionados fora da jornada, salvo em situações excepcionais previstas em acordo também se destaca na pauta. Durante a reunião, a representação dos trabalhadores defenderá, ainda, propostas como licença menstrual para empregadas que enfrentam dores severas, redução temporária das metas para empregados que retornam de afastamento previdenciário, fortalecimento do Fórum de Saúde e Condições de Trabalho e aperfeiçoamento das regras relacionadas ao retorno ao trabalho após licença médica. *Fonte: Contraf-CUT
Santander: segunda rodada tem avanço em debate sobre inclusão

A segunda rodada de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026 do Santander foi realizada, nesta quarta-feira (22), entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) e a direção do banco. Durante o encontro foram debatidos temas relacionados a direitos coletivos e contratuais, garantias de emprego, condições de trabalho, licenças, diversidade, inclusão e sustentabilidade. A representação dos trabalhadores cobrou respostas sobre os pontos apresentados na primeira rodada de negociação, reforçando a necessidade de respostas concretas às reivindicações da categoria. A COE defendeu que parte das bolsas de estudo oferecidas pelo banco seja destinada prioritariamente a empregados com deficiência e que seja mantida a isenção da coparticipação para os trabalhadores que aderirem ao programa Jeito Certo, mesmo durante o afastamento médico pelo INSS. O Santander também aceitou discutir uma melhor distribuição das vagas entre cursos de graduação, pós-graduação, MBA e especializações. Sobre a isenção de tarifas bancárias para os funcionários, inclusive a anuidade dos cartões de crédito do titular e dos adicionais, e sobre condições diferenciadas para financiamento imobiliário, o Santander disse que está revisando sua política de tarifas e descontos, mas descartou a concessão da isenção total, por enquanto. Entre os temas discutidos nesta quarta-feira, esteve a garantia de emprego, com a defesa de mecanismos que impeçam dispensas imotivadas, a suspensão de novos processos de terceirização nas empresas do Grupo Santander e a abrangência do acordo coletivo para todos os funcionários, independentemente do cargo ou da remuneração. A COE reivindicou que os empregados em teletrabalho ou em atividade externa continuem vinculados à mesma base territorial onde atuam, garantindo sua representação pelo sindicato da respectiva região. Sobre licenças e ausências, a reivindicação foi de cinco dias de ausências abonadas por ano, licença não remunerada para estudos, licença para acompanhamento de familiares em casos de doença grave ou internação e a possibilidade de parcelamento do adiantamento salarial das férias em dez parcelas. O banco respondeu que já mantém um programa de licença não remunerada de até 60 dias, com possibilidade de extensão por meio das férias, destinado à qualificação profissional no exterior, e afirmou que não há possibilidade de avançar na proposta dos cinco dias de ausência abonada neste momento. O fortalecimento das medidas de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica também fez parte da pauta. A proposta prevê o repúdio a qualquer forma de violência contra a mulher e o compromisso do Santander de oferecer apoio às empregadas que acionarem o banco, sempre com garantia de sigilo. Houve debates ainda de propostas sobre sustentabilidade, com reivindicações para que o banco reforce seus compromissos com a transição justa, o combate ao desmatamento e a adoção de critérios socioambientais na concessão de crédito. As negociações continuam no próximo dia 28. *Fonte: Contraf-CUT
Conquista do movimento sindical: trabalhadores voltam a integrar categoria bancária no Santander

Cerca de 600 trabalhadores contratados de forma irregular pelo Santander voltaram a integrar a categoria bancária, após mobilização do movimento sindical. Foram anos de denúncias, negociações, manifestações e pressão das entidades representativas dos bancários. A conquista é um avanço na defesa dos direitos da categoria e reforça a importância da organização dos trabalhadores para combater práticas que precarizam as relações de trabalho e retiram direitos garantidos pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). A coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Ana Marta Lima, ressalta que, apesar do avanço, a luta continua. Criada para denunciar a substituição de bancários por trabalhadores terceirizados, a campanha “Exterminador do Futuro” segue mobilizando a categoria para que o Santander deixe de adotar qualquer modalidade de contratação irregular ou terceirização de atividades tipicamente bancárias. *Fonte: Contraf-CUT
COE leva reivindicações para mesa de negociações com o Santander

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander apresentou, nesta terça-feira (14), a pauta específica para negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026 com o banco. Os três eixos que compõem a pauta são a manutenção das cláusulas já existentes, o aperfeiçoamento de dispositivos que precisam de atualização e a inclusão de novas reivindicações. Entre as principais reivindicações estão a ampliação do programa de bolsas de estudo, a isenção de todas as tarifas bancárias para os funcionários, incluindo a anuidade dos cartões de crédito do titular e dos adicionais, condições diferenciadas para financiamento imobiliário e melhorias em outras linhas de crédito. Em relação aos trabalhadores PCDs e seus dependentes, a COE reivindicou a criação de um auxílio terapêutico para empregados com deficiência e para aqueles que tenham dependentes legais nessa condição, mediante apresentação de laudo médico e documentação comprobatória. Também foi solicitada a isenção da coparticipação no plano de saúde para empregados com doenças raras, crônicas, degenerativas, HIV/Aids ou deficiência, estendendo o benefício aos trabalhadores que tenham dependentes legais nas mesmas condições. Além disso, a COE quer a concessão de redução de 50% da jornada diária de trabalho para empregados com deficiência e para aqueles que tenham dependentes legais com deficiência, sem redução salarial. A COE defende, ainda, prioridade na concessão do teletrabalho ou trabalho remoto para empregados com deficiência e para aqueles que tenham dependentes com deficiência, conforme previsto na Lei nº 13.146/2015. As negociações vão continuar nos dias 22 de julho, no período da tarde, e 28 de julho, pela manhã. *Fonte: Contraf-CUT