CEE faz visita institucional para reivindicar aumento de cursos e fortalecimento da Universidade Caixa

Membros da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal vão a Brasília, nesta terça-feira (13) para reivindicar a ampliação da oferta de cursos e programas de formação, além do fortalecimento da Universidade Corporativa Caixa. O pedido será feito durante visita institucional à Universidade. A coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, falou sobre a importância da visita e do fortalecimento da Universidade Caixa. “A Universidade Caixa deve não apenas disponibilizar os cursos, mas manter programas de formação que permitam que as pessoas estudem com calma, de preferência presencialmente, assimilem os conhecimentos e os utilize para seu desenvolvimento profissional e pessoal e para a melhoria do atendimento dos clientes e de toda a população brasileira, sobretudo das pessoas mais carentes, que dependem dos programas sociais do governo federal”, afirmou Fabiana. Os membros da CEE vão aproveitar a viagem para conhecer a nova estrutura da Vice-presidência de Pessoas da Caixa. “Queremos uma gestão de fato humanizada e a área de pessoas é a que lida com as questões relacionadas ao dia a dia de trabalho dos colegas. É urgente a revisão dos processos para diminuir o adoecimento, especialmente os decorrentes de assédio em razão das metas”, observou a coordenadora da CEE. Fabiana ressaltou que a CEE está cobrando todas as reivindicações tiradas durante o último Conecef (Congresso Nacional dos Empregados da Caixa). “As reivindicações já haviam sido encaminhadas no ano passado, mas foram menosprezadas pela antiga gestão. Temos que avançar, com as negociações”, completou. *Fonte: Contraf-CUT

Segurança bancária: Grupo de Trabalho bipartite é instaurado

Representantes do Comando Nacional dos Bancários e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) deram continuidade à instalação do Grupo de Trabalho (GT) bipartite para avaliar os dados estatísticos e a possibilidade de acordo sobre a adoção de dispositivos de segurança bancária. A reunião ocorreu nesta segunda-feira (12). A constituição do GT está garantida na Convenção Coletiva do Trabalho (CCT) dos bancários, sendo uma conquista da Campanha Nacional dos Bancários 2022. “O tema é bastante sensível e temos que debater com toda sinceridade e responsabilidade que o mesmo requer”, disse o coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Elias Hennemann Jordão. Mantendo a mesma postura apresentada durante a Campanha Nacional, a Fenaban afirmou que houve redução no número de assaltos a agências e postos bancários de 2000 a 2021. A entidade propôs que a representação dos trabalhadores se juntem aos bancos e atuem contra as normas estaduais e municipais de segurança, que exigem aparatos de segurança além dos previstos na Lei 7.102/1983, que regulamenta a segurança bancária. “Os casos reduziram justamente por causa dos sistemas de segurança, não há porque mexer em time que está ganhando”, disse Adelmo Andrade, representante da Federação Empregados em Estabelecimentos Bancários da Bahia e Sergipe (Feeb/BA-SE). Para Elias, a proposta da Fenaban é totalmente inoportuna. “Dada a conjuntura, existe uma preocupação com a retomada da violência. Por isso, entendemos que, se abrirmos mão de aparatos de segurança e de vigilantes neste momento, estaremos colocando em risco a categoria e os clientes. Acreditamos que temos que avançar na questão da segurança e não retroceder”, disse. Elias lembrou ainda que a retirada de portas de segurança e de vigilantes das agências bancárias desrespeita legislações específicas de estados e municípios e que existem várias decisões judiciais que condenam os bancos a pagarem multas pelo descumprimento das leis. Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que, ainda que em números relativos às transações via agências tenham perdido espaço, 48% delas são com movimentação financeira e que isso demonstra a importância de haver sistemas de segurança e vigilantes em qualquer tipo de agência bancária. Os dirigentes sindicais também ressaltaram as agressões que os trabalhadores vêm sofrendo nos últimos meses.  “A sensação de insegurança não é só causada pelos assaltados, também acontecem inúmeros casos de ameaças e agressões físicas, mais uma comprovação da necessidade de vigilantes”, afirmou Nilton Damião Esperança, presidente da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Rio de Janeiro e do Espírito Santo (Fetraf RJ/ES). *Fonte: Contraf-CUT

CONVOCAÇÃO: Sindicato convoca funcionários do Itaú para assembleia virtual sobre Acordos Coletivos nesta quinta (15)

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Sul Fluminense convoca todos os funcionários do Banco Itaú e demais plataformas da rede para assembleia geral extraordinária específica. A assembleia será realizada de forma virtual, nesta quinta-feira, 15 de junho, das 8h às 20h, através do bancarios.votabem.com.br. Na pauta constam os assuntos relativos aos Acordos Coletivos como a deliberação acerca da aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho para pagamento da Participação nos Lucros e/ou Resultados referentes aos exercícios de 2023 e 2024; o Acordo Coletivo de Trabalho para concessão de Bolsas Auxílio Educação e Acesso à Plataforma Digital de Treinamentos para o exercício de 2023 e 2024; e o Acordo Coletivo de Trabalho que regulamenta o Teletrabalho, o Sistema Alternativo Eletrônico de Controle de Jornada de Trabalho e o Termo de Quitação 2023 e 2024, a serem celebrados com as empresas do Conglomerado Itaú Unibanco acima nominadas.

Movimento sindical quer levar debate sobre Reforma Tributária a toda sociedade

Promovido pela Secretaria de Formação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em parceria com o Instituto Justiça Fiscal (IJF), o Curso de Formação sobre Reforma Tributária tem o objetivo de levar mais conhecimento às lideranças sindicais para que sejam multiplicadoras, em suas bases, do debate sobre a reforma tributária que proporcione justiça fiscal e social. No primeiro módulo, o objetivo foi passar os conceitos gerais do sistema e noções sobre o papel da tributação na conformação do Estado e da sociedade; aspectos históricos, políticos e sociais definidores da estrutura tributária brasileira; e os mecanismos de captura da política tributária e das estruturas de administração dos tributos. Já o segundo módulo, realizado no último dia 6, expandiu o debate sobre o tema para as propostas em tramitação no Congresso Nacional. Os dirigentes sindicais, que participam do curso, foram incentivados a fazer chegar às suas bases e a toda sociedade o conhecimento sobre as propostas alternativas, que visam promover alterações que possibilitem a manutenção dos serviços públicos, com a redução de tributos cobrados dos mais pobres e a transformação da tributação sobre a renda e riqueza em principal fonte de arrecadação. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que também é vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Juvandia Moreira, explicou que “existe uma grande diferença entre a reforma ideal e a proposta que tem possibilidades de ser aprovada, devido à correlação de forças que temos no Congresso”. Segundo Juvandia, o movimento sindical não pode se ater a isso. “Precisamos colocar na rua a proposta que defendemos. E, como o tema é complexo, temos que encontrar formas de deixá-lo mais compreensivo, para que as pessoas possam entender e defender uma reforma com justiça fiscal e que permita a distribuição de renda”, ressaltou. O secretário de Formação da Contraf-CUT, Rafael Zanon, pontuou que o sistema tributário faz parte da rotina de todos. “O sistema tributário está no dia a dia de todo brasileiro. Interfere no preço do combustível do nosso carro, da escola dos nossos filhos, da comida que vai pra nossa mesa e na porcentagem do nosso salário que efetivamente vai para nossas mãos pra que a gente possa pagar nossos boletos”, disse Zanon. *Com informações da Contraf-CUT

Desenrola Brasil terá participação de BB, Bradesco e Itaú

O Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas de pessoas físicas, contará com a participação do Banco do Brasil, do Bradesco e do Itaú.  Os três bancos já anunciaram que vão participar. Previsto para começar em julho, o programa vai beneficiar mais de 70 milhões de pessoas, que atualmente se encontram no “vermelho”, renegociando até R$ 100 bilhões em dívidas. O programa terá duas faixas de renegociação. A faixa 1 será restrita a débitos de até R$ 5 mil, para pessoas com cadastros de inadimplentes em dezembro de 2022 e com rendimento de até dois salários mínimos ou inscrita no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal). A faixa 2 é destinada aos cidadãos com dívidas no banco, aptas a proceder a renegociação direta com a empresa.  Uma das condições para a inclusão do banco no programa Desenrola é a retirada de dívidas de até R$ 100,00 da lista de inadimplentes, medida que poderá beneficiar cerca de 1,5 milhão de trabalhadores.

Reajuste dos financiários será de 4,04%

O reajuste salarial para os financiários será de 4,04%, retroativo a 1 de junho. O aumento é baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC/IBGE) acumulado nos últimos 12 meses, divulgado na última quarta-feira (7), que apresentou uma variação de 3,74%, mais o 0,3% como aumento real, conquistado na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT 2022-2024), que possui validade de dois anos. Para Jair Alves, coordenador da Comissão de Organização dos Financiários, esta é mais uma vitória do acordo negociado pelos sindicatos. “A CCT de dois anos é um grande acerto. Ela assegurou dois aumentos reais para os trabalhadores de uma vez só, garantindo um ajuste adequado às condições econômicas do país”, apontou Jair. Como explicou o coordenador, “o reajuste salarial e das verbas adicionais é um tema de extrema importância para os trabalhadores, pois busca corrigir os salários de acordo com a inflação e, se possível, garantir um aumento real, que vai além da reposição dos valores perdidos para manter o poder de compra.” Fonte: Contraf-CUT

Nos últimos dez anos, digitalização acabou com 70 mil empregos e ajudou a fechar 5 mil agências bancárias

O setor financeiro mudou sua estrutura com a transformação digital nos últimos dez anos. O resultado é que foram fechadas 5.716 agências bancárias e eliminados cerca de 70 mil postos de trabalho. A informação foi publicada no jornal Estadão, com base nos dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Com a digitalização do setor bancário, os clientes realizam operações como abertura e fechamento de contas, consulta de saldo, transferências através de PIX, TED ou DOC, e até investimentos. Os aplicativos disponibilizados nos celulares assumiram as funções dos bancários, contribuindo para que os bancos reduzam cada vez mais o número de empregados. A pandemia também contribuiu para este novo panorama. Com o isolamento social, as pessoas, inclusive as idosas, foram obrigadas usar os aplicativos, ou seja, tiveram que se render à tecnologia para pagar contas e fazer operações que, antes, eram feitas presencialmente nos bancos. O reflexo na mão de obra do setor foi inevitável. Dados do Novo Caged (cadastro geral de empregados e desempregados, do Ministério do Trabalho), o volume de demissões em março ficou 39% acima da média mensal de 2022, quando o número de demissões chegou a 1.474. Já as contratações ficaram 16,5% abaixo da média mensal registrada no setor no período. Março foi o sexto mês consecutivo de cortes de postos de trabalho no setor bancário, aponta o cadastro. Ainda segundo a reportagem, só no primeiro trimestre deste ano, os bancos cortaram 2.662 vagas. O corte de pessoal nos grandes bancos chegou a 2.394, comparando os dados do primeiro trimestre de 2023 com igual período no ano passado. Apesar desses dados, a Federação Brasileira de bancos (Febraban) considera que o nível de emprego no setor tem se mantido estável. “No primeiro trimestre 2023 houve uma ligeira redução no nível de empregos no setor, de 0,6%, que é equivalente à expansão no nível de emprego que houve de 2021 para 2022, de 0,6%”, divulgou a entidade. Vagas em TI Com a transformação digital dos bancos e instituições financeiras, os novos postos de trabalho foram para profissionais de tecnologia da informação, como programadores, analistas e gerentes de produto.

Comissões do Itaú vão se reunir com direção do banco dia 14 de junho

A Comissão de Organização dos Funcionários (COE) e o Grupo de Trabalho de Saúde (GT Saúde) do Itaú-Unibanco estão se preparando para a reunião do dia 14 de junho com a direção do banco. Nesta terça-feira (6), os membros das duas comissões tiveram um encontro on-line. No dia 14, o GT de saúde vai cobrar, da direção do banco, o cumprimento da cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), negociada na Campanha Nacional de 2022. Essa cláusula prevê o debate sobre as formas de acompanhamento na primeira reunião de 2023, entre as comissões de trabalhadores e os bancos. Já a COE vai debater questões de emprego, fechamento de agências, horário de abertura das agências, avaliação semestral de desempenho e Programas Próprios de Remuneração. Segundo o coordenador da COE Itaú, Jair Alves, o encontro com a direção do banco será importante para manter o diálogo. “Teremos a oportunidade de nos encontrarmos com a direção do banco, e estamos certos de cobrar o cumprimento da cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O GT de saúde buscará garantir condições adequadas de saúde e segurança para todos os funcionários”, afirmou Jair. A reunião desta terça (6) contou com uma apresentação da economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Catia Uehara, sobre o balanço do primeiro trimestre de 2023. “Essa análise nos oferece informações valiosas para embasar nossas discussões e reivindicações. Estamos prontos para dialogar com a direção do banco e trabalhar em prol de melhores condições de trabalho, segurança, emprego e remuneração justa. Unidos, somos mais fortes e faremos a diferença”, completou Jair Alves. *Fonte: Contraf-CUT

Bancários fazem tuitaço, a partir das 11h desta quarta-feira (7), contra demissões do Bradesco

A mobilização contra o fechamento de agências e demissões no Bradesco, continua nesta quarta-feira (7), com um tuitaço a partir das 11h. O Bradesco, apesar da alta lucratividade, continua demitindo e fechando agências, além de exigir o cumprimento de metas consideradas abusivas. O tuitaço desta quarta será com a hashtag #AVergonhaContinuaBradesco, a mesma utilizada na última mobilização. O protesto é também contra a postura do banco de negar o acesso de clientes e usuários aos caixas presenciais para o atendimento.