Consulta Nacional já pode ser feita em formato impresso

Desde o último dia 15 de maio, está sendo realizada a Consulta Nacional dos Bancários 2025, através da Plataforma Votabem. A partir desta quarta-feira (21), a pesquisa também poderá ser respondida em papel. Além de ter sido enviado por comunicado aos sindicatos e federações, o material também se encontra disponível na área restrita do site contrafcut.com.br. Confira o passo a passo: 1. Vá até o final da página inicial do CONTRAFCUT.COM.BR e clique no símbolo do cadeado 2. Em seguida, responda aos comandos de login e senha 3. Você será direcionado à “Área interna”, onde deverá escolher a opção “2025” 4. Por fim, acesse o material “Consulta Nacional dos Bancários 2025” para baixar o arquivo de impressão As entidades que aplicarem a consulta no formato impresso deverão cadastrar os resultados por meio do mesmo link da Consulta Nacional dos Bancários 2025 da Plataforma Votabem (aqui), até o dia 30 de junho, data final para as respostas. A presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, afirmou que a participação da categoria é fundamental para as estratégias de luta do movimento sindical bancário. “Os resultados da consulta são utilizados para formular as pautas das negociações coletivas e das campanhas salariais. Por isso que essa fase, de levantamento, é fundamental para que a gente tenha uma visão assertiva dos desejos da categoria”, ressaltou a dirigente sindical. *Fonte: Contraf-CUT

Empregados se mobilizam contra reajustes no Saúde Caixa

Empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal realizaram diversas atividades, nesta terça-feira (20), em agências e prédios da instituição. A mobilização foi em protesto contra as movimentações da empresa para aplicar novos aumentos nas mensalidades do Saúde Caixa. O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, explicou que diante da permanência do teto para gastos do banco com a saúde dos empregados, presente no estatuto da instituição, e o constante aumento dos custos médicos, a tendência é de que, nas negociações deste ano, a Caixa proponha reajustes nas mensalidades. “Hoje já pagamos um valor bem acima dos 30% definidos em nosso acordo como sendo a parte que caberia aos empregados. Por isso, já reivindicamos reajuste zero nas mensalidades e insistimos na necessidade do fim do teto, uma vez que a própria CGPAR 52 permite que o banco pague até 70% dos custos do plano de saúde, que é exatamente o que a gente reivindica e o que define o ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) do Saúde Caixa”, afirmou Felipe. Leonardo Quadros, diretor de Saúde e Previdência da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), observou que as atividades desta terça-feira foram importantes para mostrar que os empregados estão mobilizados e atentos em relação ao futuro do plano de saúde. “A preocupação é com a sustentabilidade do plano, que pode ser gravemente comprometida se a Caixa não assumir sua responsabilidade de arcar com a proporção contributiva de 70% das despesas”, ressaltou Quadros. Segundo Leonardo, o GT Saúde Caixa se reúne na tarde desta quarta-feira (21), quando os representantes da direção devem apresentar o relatório de administração, que já é público, e a pesquisa de satisfação, que foi realizada há algum tempo. “Cobraremos novamente o acesso aos dados primários do plano, para que nossa consultoria possa realizar um trabalho detalhado de avaliação do Saúde Caixa”, afirmou Quadros. *Fonte: Contraf-CUT

Sindicato leva estudo feito com a UFF sobre adoecimento mental à audiência no Paraná

O secretário de Saúde e Promoção Social do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, Miguel Pereira, participou nesta terça-feira (20) da audiência pública “Saúde Mental de Bancários e Financiários do Paraná. A audiência foi realizada na Assembleia Legislativa, em Curitiba, e contou com a participação de representantes da categoria, sindicatos, especialistas e autoridades para debater os impactos emocionais e psicológicos enfrentados pelos profissionais no ambiente de trabalho. O objetivo da audiência é levantar propostas de prevenção, acolhimento e promoção do bem-estar no setor. Miguel entregou o relatório sobre adoecimento mental feito em parceria com o Departamento de Psicologia da Universidade Federal Fluminense. Em seu discurso, Miguel pediu que seja realizada uma moção de repúdio à norma do Banco do Brasil, que pune com a perda da função o trabalhador que precisa se afastar por seis meses por adoecimento. Miguel explicou que é importante dar visibilidade ao debate sobre o adoecimento mental no trabalho, principalmente no trabalho bancário. Segundo ele, as novas formas de trabalho, as novas tecnologias intensificam o controle à produção e as exigências por metas. “É importante que a sociedade saiba que, se o trabalho está adoecendo, precisa de medidas de todas as formas e de todos os atores públicos e políticos para coibir e fazer repensar. Se a organização do trabalho mudou, todo arcabouço legal, jurídico precisa ser readequado. E a Assembleia Legislativa é um espaço importante para isso”, ressaltou Miguel. O secretário do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense explicou ainda que, segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), tudo o que tiver interessa público as assembleias e as câmaras têm competência para legislar, não é uma questão exclusiva da União.

Conheça a cartilha “Queremos Saúde, Caixa”

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) lançaram a cartilha “Queremos Saúde, Caixa”. A cartilha apresenta a trajetória do plano de saúde dos empregados desde os tempos do Sasse até a construção do modelo atual, com custeio dividido em 70% pela Caixa e 30% pelos empregados. O documento mostra, ainda, como a inclusão do teto de 6,5% da folha de pagamento no Estatuto da empresa, imposta em 2017 e mantida agora em 2025, tem desestruturado essa equação, obrigando os empregados a arcar com uma parte cada vez maior dos custos. A qualidade do Saúde Caixa também é destacada na publicação, já que garante cobertura nacional, assistência odontológica, reembolso de medicamentos, isenção de coparticipação em internações e tratamento oncológico, além de um teto anual de gastos para proteger as famílias. O novo acordo específico do Saúde Caixa será discutido entre agosto e setembro e a principal pauta é a retirada do teto de 6,5% e a manutenção do modelo de custeio 70/30%. A negociação precisa de apoio da base e, segundo a cartilha, “somente com mobilização será possível pressionar a Caixa e garantir que o plano continue sendo viável, justo e acessível”. Para conhecer melhor o trabalho e ficar por dentro da importância de preservar o Saúde Caixa Acesse aqui a cartilha completa *Fonte: Fenae

Demissões e terceirizações no Santander são temas de audiência pública em Brasília

A audiência pública “Caso Santander: Terceirização fraudulenta no Brasil” foi realizada, nesta segunda-feira (19) no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal. O encontro foi um pedido do movimento sindical e reuniu lideranças de diversas partes do país. Os principais assuntos debatidos foram as demissões, o o fechamento de agências e a intensificação da terceirização de forma irregular no Santander, além dos impactos sociais e trabalhistas dessas medidas. Durante a audiência, foi apresentado um relatório elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). De acordo com o documento, o Santander está abrindo empresas que não podem atuar no ramo financeiro para prestar serviços a ele mesmo, sem oferecer as garantias trabalhistas asseguradas à categoria dos bancários. A prática de contratar pessoas físicas como jurídicas (PJs) também foi denunciada na audiência, além do fechamento de agências. Os participantes do encontro pediram a realização de audiência também no Senado Federal, reunião com o presidente do Banco Central e com o secretário nacional do consumidor do Ministério da Justiça (Senacon), além de acionar o secretário da Receita Federal. *Fonte:  Contraf-CUT e Sindicato dos Bancários de Brasília

Bradesco: lucro alto não impede precarização de trabalho e atendimento

O fechamento de agências, demissão de funcionários e a retirada de caixas das agências são algumas das ações que vêm precarizando os serviços oferecidos pelos bancos ao público, além de reduzir o emprego para a categoria bancária. O Bradesco, segunda maior instituição privada do sistema financeiro do país, lançou no início deste ano a campanha “Sacar pra quê?”, que limita o acesso aos caixas eletrônicos. No ano passado, o lucro do Bradesco chegou a R$ 19,6 bilhões, um crescimento de 20% em relação a 2023. Porém, o banco continua com sua política de redução de postos de trabalho e precarização dos serviços. O movimento sindical vem lutando em defesa das trabalhadoras, dos trabalhadores e dos clientes e usuários do banco. Muitos desses usuários são idosos, que não têm muita afinidade com os meios digitais e precisam de atendimento em agência física. No dia 6 de maio passado, a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco teve uma reunião com a direção do banco, quando foram debatidos diversos temas, como diversidade, segmentação, fechamento de unidades, emprego e condições de trabalho. A pauta, segundo a coordenadora da COE, Erica de Oliveira, tem tudo a ver com os debates feitos na Mesa de Igualdade de Oportunidades. O emprego e o encerramento de unidades de atendimento, como agências, postos avançados (PAs) e unidades de negócios são as maiores preocupações da COE. Segundo os representantes dos trabalhadores, existem municípios em que o Bradesco não mantém mais nenhum ponto de atendimento, dificultando o acesso da população aos serviços bancários. A explicação apresentada pelo banco é que a instituição passa por um processo de recuperação e redimensionamento de estruturas, impulsionado pela evolução tecnológica. De acordo com o banco, apenas 2% das transações são realizadas de forma presencial. O banco garantiu que não abandonou os clientes de menor renda, mas que o modelo de atendimento está em constante transformação. Reestruturação Durante a reunião, a reestruturação do atendimento foi detalhada pelo banco, com a divisão de clientes pessoa física, em quatro faixas: Massificado:• clientes com renda mensal de até R$ 8 mil;• Prime: renda mensal entre R$ 8 mil e R$ 25 mil ou investimentos entre R$ 50 mil e R$ 300 mil;• Principal: renda mensal acima de R$ 25 mil ou investimentos a partir de R$ 300 mil;• Private: valores superiores aos atendidos no segmento Principal.De acordo com o banco, essa segmentação vai gerar 3.200 novas vagas no Principal, sendo 2 mil destinadas a cargos de gerência, e 600 novos postos de trabalho no Massificado. Uso de canais digitais A campanha de incentivo ao uso de canais digitais foi questionada pela COE, que denunciou ainda que, em algumas localidades, gestores estariam deixando caixas eletrônicos (BDNs) indisponíveis, atrasando o conserto dos equipamentos, deixando-os artificialmente inoperantes.O banco explicou que a campanha é de sensibilização e que não há impedimento de saque em espécie. Segundo o banco, a queda no uso dos caixas se deve ao aumento do uso do Pix. Mas que vai revisar os casos relatados.Preocupação com emprego A COE também cobrou reajuste no valor do km rodado aos gerentes em visita, além de pedir esclarecimentos sobre a postura do banco mediante nova modalidade de empréstimo consignado com garantia do FGTS, lançada pelo governo federal. Outra questão levantada pela COE foi a ausência de registro de ponto para os gerentes de relacionamento Empresas, conhecidos como “gerentes alto valor”. A defesa do emprego é prioridade para o movimento sindical, como frisou a coordenadora da COE, Erica de Oliveira: “Todos os pontos debatidos são muito importantes. O movimento sindical no Brasil inteiro está muito preocupado com o fechamento de locais de trabalho e isso não pode se refletir no emprego dos bancários. Esta é a nossa preocupação número 1. O bom atendimento se faz com bancários e a gente vai insistir nisso”. *Fonte: Com informações da Contraf-CUT

Banco do Brasil registra lucro de R$ 7,3 bi no primeiro trimestre

O lucro líquido ajustado do Banco do Brasil, no primeiro trimestre deste ano, foi de R$ 7,3 bilhões, o que representa uma queda de 20,7% em relação ao mesmo período do ano passado. A expectativa do mercado era que o lucro chegasse aos R$ 9 bilhões. Entre os grandes bancos, o BB foi o único a apresentar redução de ganhos nos três primeiros meses de 2025. De acordo com o banco, o resultado deve-se à piora da inadimplência do agro e à nova resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 4.966/2021, que obriga os bancos a alinharem as práticas contábeis e de gestão de riscos aos padrões internacionais. O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) também caiu 498 pontos-base (bps), encerrando o trimestre a 16,7%. *Fonte: Seeb Rio*Foto: Marcello Camargo/Agência Brasil

Movimento sindical solicita explicações à Caixa sobre possível reestruturação

Um boato sobre uma possível reestruturação das funções de caixa e tesoureiro executivos (CAEX e TEX) da Caixa Econômica Federal chegou ao conhecimento do movimento sindical, levando a Contraf-CUT a enviar um ofício pedindo explicações ao banco. Entre os empregados e empregadas da Caixa, as informações dão conta de que caixas e tesoureiros estão sendo convocados para uma “Ação consultiva-ReprogAME Sua Trajetória”. “Pelas informações que nos foram passadas, o ‘treinamento’ é, na verdade, uma forma de fazer com que caixas e tesoureiros reflitam sobre sua carreira”, explicou o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco. No documento enviado pela Contraf-CUT, a solicitação é de que o banco informe sobre a veracidade das informações. Em caso afirmativo, é pedido que o banco passe todas as informações para a representação dos empregados e agende uma reunião para retomar as negociações o mais rápido possível. *Fonte: Contraf-CUT

CEBB debate com direção do banco a questão das horas negativas da pandemia

Em reunião virtual, nesta quinta-feira (15), a Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e a direção do banco discutiram a situação das horas negativas acumuladas durante a pandemia de Covid-19. No próximo dia 31 de maio vence o acordo para a compensação dessas horas e quem não conseguiu realizar toda a compensação terá que pagar as horas pendentes. A CEBB apresentou ao banco casos de trabalhadores com dificuldades para quitar as horas negativas, principalmente quem tem filhos menores ou cuida de pessoas idosas ou adoecidas. Um dos destaques da reunião foi o caso das mães solo, que teriam que abrir mão do tempo dedicado à família para compensar as horas. Além disso, o pagamento pode comprometer a renda familiar. A representação sindical sugeriu a criação de uma linha de crédito para os funcionários que necessitem pagar as horas negativas. Também foi discutida a questão das pessoas que pertencem a grupos com regras específicas no acordo anterior, como pessoas com deficiência, pais e mães de pessoas com deficiência, e pessoas que integravam o grupo de risco da covid-19. Esses trabalhadores tinham o compromisso de compensar apenas 30% do total das horas devidas – e os 70% restantes seriam anistiados caso a meta fosse atingida. Entretanto, segundo os representantes dos trabalhadores, há casos em que o banco pretende descontar a totalidade das horas, mesmo de quem não conseguiu atingir os 30% mínimos. A representação dos trabalhadores pediu que o banco limite a dedução em folha a, no máximo, 30% da renda mensal das pessoas afetadas, para evitar impactos financeiros mais severos. *Fonte: Contraf-CUT

Sindicato convoca sócios para eleição de delegados à 13ª Plenária Estadual da CUT-RJ

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense está convocando todos os sócios quites e aposentados, em pleno gozo de seus direitos, para a Assembleia Geral Extraordinária, no dia 21 de maio. A assembleia será realizada na sede do Sindicato, na Rua Rio Branco, 107, sala 301, no Centro de Barra Mansa, em primeira convocação às 18h e em segunda e última convocação, às 18h30, com qualquer número de sócios presentes. Na pauta, eleição de delegados e delegadas à 13ª Plenária Estadual da CUT-RJ.