Bancários do Sul Fluminense realizam ação contra fechamento de agências e por atendimento presencial nos caixas

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense realizou, nesta quinta-feira (11), uma ação contra o fechamento de agências e o não atendimento presencial aos clientes e usuários nos caixas, medida que afeta principalmente idosos e pessoas de baixa renda, que nem sempre dominam operações digitais e caixas eletrônicos. A ação faz parte da campanha da Federa-RJ e sindicatos filiados, lembrando que os bancos não podem negar atendimento presencial à população. Caso faça isso, a instituição financeira estará descumprindo a Resolução nº 4.746/2019, do Banco Central do Brasil. A campanha cita como exemplo o Bradesco, que demite funcionários em massa, extingue agências físicas e ainda reduz drasticamente o número de caixas eletrônicos das unidades, pressionando os empregados a não deixarem o usuário ir ao caixa físico para ser atendido. “Estamos juntos com você! A Federa-RJ e os sindicatos filiados estão nesta campanha, em defesa do direito do consumidor e da população de serem atendidos presencialmente e na preservação do emprego da categoria, inclusive, exigindo a contratação de mais bancários para melhor atender você e garantir condições dignas de trabalho para os funcionários. Exigir o fim do fechamento de agências e das demissões e cobrar mais bancários é bom para o cliente e também para o trabalhador que presta serviços nos bancos. Vem com a gente nessa luta. Você só tem a ganhar”, informa o texto da campanha. *Em atualização

Conselho de Administração da Caixa tem novo representante dos empregados

Eleito no segundo turno com 14.491 votos, o candidato Messias Bastos é o novo representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa (CA/Caixa).  A votação ocorreu de 5 e 10 de maio e o candidato obteve 54,06% dos votos válidos. Composto por oito membros, o Conselho de Administração da Caixa tem apenas um representante dos trabalhadores. A participação de um representante dos empregados no CA das estatais é garantida pela Lei 12.353, sancionada pelo então presidente Luís Inácio Lula da Silva, em 2010. O Conselho de Administração é o órgão de decisão colegiada e de orientação geral dos negócios do banco, responsável por definir diretrizes e objetivos empresariais, além de monitorar e avaliar os resultados. Também deve estabelecer a orientação geral dos negócios da Caixa e decidir sobre questões estratégicas. Fonte:  Fenae e Contraf-CUT

Saúde Caixa será tema de seminário nacional

Um seminário nacional vai debater os principais problemas que afetam o dia a dia do pessoal da Caixa Econômica Federal, com prioridade para o plano de saúde das empregadas e empregados do banco. O evento será realizado pelo Comando Nacional dos Bancários, através da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e do Grupo de Trabalho do Saúde Caixa. O Comando é formado por representantes de sindicatos e federações da categoria de quase todo o país. A orientação é para que as entidades sindicais realizem o debate com suas bases e promovam seminários locais e regionais para que as propostas sejam aprofundadas no seminário nacional. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira falou sobre o acordo que tem validade até 2024. “Fizemos um acordo no ano passado que tem validade até 2024. Neste ano, a Conferência Nacional dos Bancários vai discutir apenas temas gerais ligados ao futuro da categoria e à organização do ramo financeiro, além de outros que envolvem toda a classe trabalhadora, como a reforma tributária, inclusive com propostas para ampliar a faixa de isenção do imposto de renda, tanto na tabela geral, quanto na tabela específica da PLR (Participação nos Lucros e Resultados). As comissões de trabalhadores específicas de cada banco, como a CEE, ficaram com a incumbência de definir um calendário para continuar as negociações específicas nas mesas permanentes e, no caso da Caixa, já se definiu que há a necessidade de se fazer um seminário nacional para debater e buscar soluções para os problemas do Saúde Caixa”, explicou Juvandia. Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE, lembra que já existem negociações em andamento sobre o Saúde Caixa e também mesas específicas sobre saúde e condições de trabalho e sobre problemas que envolvem os caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor.  “Já temos garantido aumento real nos salários e verbas econômicas e também a manutenção dos direitos até agosto de 2024. Por isso, estamos tratando de pontos urgentes, que afetam o dia a dia de trabalho nas unidades, em mesas permanentes de negociação. Mas, sentimos a necessidade de fazermos um amplo debate sobre o Saúde Caixa, para que as bases nos tragam suas ideias e a gente possa aprofundar o assunto em um seminário nacional para apresentar soluções ao banco”, ressaltou Fabiana. Pontos para o debate Entre os principais pontos a serem discutidos estão a remoção do estatuto da Caixa do teto que o banco pode ter com plano de saúde dos empregados, a necessidade de descentralização da gestão do Saúde Caixa para melhoria no atendimento e ampliação dos credenciamentos de profissionais da saúde e hospitais, o retorno das estruturas da diretoria de Gestão de Pessoas (Gipes) nos estados e a revisão da forma de cobrança de mensalidades e coparticipação devido a erros de sistema do banco. “Temos que avançar nas negociações, pois, se não houver alterações no Estatuto da Caixa, muitos empregados não terão como manter os pagamentos. Serão forçados a se desligar e isso pode prejudicar toda a sustentabilidade do Saúde Caixa”, afirmou a diretora executiva da Contraf-CUT, Eliana Brasil, ressaltando a importância do debate sobre o Saúde Caixa. Descentralização Na Campanha Nacional de 2022, a CEE da Caixa já havia cobrado a descentralização da gestão do Saúde Caixa para tentar melhorar o atendimento e possibilitar o aumento dos credenciamentos de profissionais de saúde, clínicas e hospitais, além do retorno das estruturas da Gipes nos estados, como suporte à descentralização da gestão. Mas, não houve avanços nas negociações com o banco e o debate foi prorrogado para este ano. O diretor de Saúde e Previdência da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Leonardo Quadros, que também é diretor-presidente da Associação do Pessoal da Caixa do Estado de São Paulo (Apcef-SP), disse que é preciso saber o que acontece fora dos grandes centros.. “Vamos insistir para que sejam recriadas estruturas descentralizadas para o Saúde Caixa e para ter informações detalhadas sobre as microrregiões. Recebemos muita demanda e precisamos saber o que acontece além dos grandes centros”, destacou. Para ajudar no debate, a Contraf-CUT vai publicar uma série de textos para relembrar os principais pontos que ficaram pendentes na negociação e outros que surgiram mais recentemente. “Nossa ideia é dar subsídios para a discussão, numa tentativa de suscitar a formulação de propostas para a solução”, disse diretor da Contraf-CUT, Rafael de Castro, completando que “o Saúde Caixa é uma conquista histórica muito importante e muito valiosa para todo o pessoal da Caixa. Não podemos correr o risco de perdê-la.” *Fonte: Contraf-CUT

Estudo da Unicamp aponta redução de capacidade de trabalho pós-covid em bancários

Estudo realizado pelo Departamento de Neurologia (DN) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, com apoio do Departamento de Saúde Coletiva (DSC), com 607 bancários, mostra os efeitos pós-covid na categoria profissional. A pesquisa investigou os sintomas associados com a redução da capacidade para o trabalho em pessoas com síndrome da covid longa. De acordo com o estudo, dos bancários que sentiram os efeitos da covid-19 por mais de quatro dias, 62,5% apresentaram redução do Índice de Capacidade para o Trabalho (ICT). Os sintomas mais frequentemente associados com essa diminuição foram fadiga (93,2%), depressão (68,2%) e ansiedade (76,8%). Depois de um ano da primeira entrevista, foi realizada uma avaliação longitudinal com 180 trabalhadores. Desse total, 48% ainda apresentavam fadiga, 38% tinham sinais de ansiedade e 52% relataram problemas de memória. A professora de neurologia clínica, Clarissa Yasuda, explica que os trabalhadores foram avaliados depois de 200 dias, em média, após o diagnóstico de covid-19. “Tem sido cada vez mais importante avaliar os impactos dos chamados casos leves de covid-19 sobre a saúde e a capacidade de trabalhar, visto que esses casos representam a imensa maioria. No nosso estudo, 83% dos casos tinham tratamento domiciliar, sem hospitalizações, e os achados são bastante significativos”, afirma Yasuda. Marcia Bandini, professora da área de saúde do trabalhador do DSC, alerta para a necessidade de adoções de práticas terapêuticas multiprofissionais e políticas de proteção para aqueles que tiveram afetada sua capacidade para o trabalho. “O estudo trouxe informações relevantes para que sindicatos e empresas discutam e implementem ações de reconhecimento de casos de covid longa para adotar práticas terapêuticas multiprofissionais de reabilitação, tanto no sistema público quanto na saúde suplementar”, afirma Marcia, ressaltando ainda a importância de que diferentes categorias profissionais sejam estudadas. O estudo contou com o apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O secretário de Saúde da entidade, Mauro Salles, destaca que “os resultados da pesquisa comprovaram nossa constatação no contato com os bancários, e o estudo tem nos ajudado na conscientização e tratamento dos colegas afetados”. Mauro lembrou que os resultados foram apresentados em reuniões de negociações com os bancos e agradeceu o trabalho e a parceria da Unicamp. Segundo ele, a relação entre a representação dos trabalhadores e o meio acadêmico mostrou-se muito importante na história da luta pela saúde dos trabalhadores.  “Esse trabalho reforça esta importância. Saliento que procuramos apoio da universidade quando constatamos no dia a dia que muitos colegas apresentavam sintomas persistentes, que dificultavam o ato de trabalhar, depois de ter covid, na maioria das vezes não relacionando os fatores. Procuramos a Unicamp que estava desenvolvendo trabalho sobre esta situação e tivemos uma maravilhosa acolhida. Os resultados comprovam nossas suspeitas e tem nos ajudado na conscientização e tratamento dos colegas afetados. Também está sendo de grande valia nas negociações com os bancos. Agradecemos pelo trabalho apresentado e pela parceria”, ressaltou Salles. A pesquisa demonstrou que os sintomas neuropsiquiátricos da covid longa afetam negativamente a capacidade de trabalho, meses após a infecção. Esses achados apontam para a urgência de tratamentos específicos e multidisciplinares para os pacientes, a fim de minimizar a sobrecarga individual e a perda econômica global. *Fonte: Contraf-CUT

CA da Caixa: Contraf-CUT e Fenae recomendam voto em Eduardo Nunes

Termina nesta quarta-feira (10), a votação do segundo turno da eleição para a definição da representação das empregadas e empregados no Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal. A orientação da Contraf-CUT,  Fenae e da maioria das entidades de representação e associativas é para que o voto seja em Eduardo Nunes. A diretora executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e empregada da Caixa, Eliana Brasil, diz que o ideal é não deixar o voto para a última hora. “Para votar é bem fácil! O voto é dado de forma eletrônica. Mas, como sempre, orientamos que não se deixe para a última hora para se evitar qualquer problema de sistema e conexão. Votando o quanto antes, a gente evita de ficar sem exercer nosso direito de escolher quem vai nos representar no CA do banco”, explica Eliana. Para o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto, é preciso valorizar quem tenha respeito pelos empregados e empregadas.  “Temos que eleger um representante que tenha respeito pelas empregadas e empregados e os valorize como parte responsável pela sustentabilidade do banco, ao invés de priorizar metas comerciais. O Edu é este cara! Vai defender o perfil de banco público da Caixa, que não pode gerar prejuízos financeiros, mas também não pode adoecer empregados, nem prejudicar o desenvolvimento do país ou deixar de cumprir seu papel social”, afirma Takemoto. Porque votar no Edu “O Edu representava a agência dele como delegado sindical. Sempre atuou junto com as entidades que representam e lutam pelos trabalhadores. E, por ele estar na base, sabe o que atrapalha o trabalho e a vida das empregadas e empregados da Caixa e quais são as propostas para solução. Sem dúvida será um excelente representante no CA. Estou pedindo voto pra ele e cada empregada e cada empregado deve fazer o mesmo com pelo menos uma colega, ou um colega de sua unidade: pedir voto para o Edu”, ressalta o empregado da Caixa e dirigente da Contraf-CUT, Rafael de Castro. A coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt explica que é preciso eleger alguém preparado para defender os empregados e empregadas. “Queremos eleger o Edu porque ele será a voz das empregadas e empregados no CA. Devido à composição do conselho, que tem apenas um representante dos trabalhadores, sabemos das dificuldade que nosso representante terá. Por isso mesmo, temos que eleger o Edu, que está preparado para defender nosso lado lá”, pontua. Como votar Como no primeiro turno, a votação é realizada, exclusivamente, por meio eletrônico. Basta acessar https://eleicaoca.caixa.gov.br, entrar com a matrícula e senha pessoal, localizar o número e nome do Edu (2023/0001 – Eduardo Medrado Nunes) e clicar no quadradinho. Empregados e empregadas que possuam cadastro nos aplicativos FGTS, Loterias Online, Saúde Caixa Mobile ou Sou Caixa Web, podem entrar com CPF e a senha desses aplicativos. Caso seja o primeiro acesso, o empregado deverá cadastrar-se utilizando CPF, data de nascimento, e-mail válido e senha numérica de seis dígitos. *Fonte: Contraf-CUT

Eduardo Nunes tem apoio da Contraf-CUT para CA da Caixa

A votação do segundo turno da eleição para a representação das empregadas e empregados no Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal começou nesta sexta-feira. Eduardo Nunes é candidato apoiado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e pela maioria das entidades de representação e associativas das empregadas e empregados da Caixa. A votação terminará na próxima quarta (10). Para Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Eduardo é a melhor opção.  “Não medimos esforços para contribuir com a eleição do Edu, pois ele é o melhor candidato para o conjunto dos empregados”, ressaltou Fabiana. Eduardo Nunes afirma que é importante ter uma Caixa que se importe com seus empregados e empregadas. “Com a participação de todos, vamos ajudar a reconstruir uma Caixa Econômica Federal que se importe verdadeiramente com suas empregadas e empregados e com a consolidação de um país democrático, que garanta oportunidades para toda a população”, ressalta o candidato. Rafael Castro, empregado da Caixa e dirigente da Contraf-CUT, explica por que apoiar Eduardo:  “O Edu é um cara que está na base. Que acompanha e sabe quais são os problemas vivenciados pelas empregadas e empregados no dia a dia das unidades da Caixa. Além disso, já atuou como delegado sindical e é próximo das entidades de representação dos trabalhadores. Conhece os caminhos que devem ser percorridos para que estes problemas cheguem ao conhecimento da direção do banco e haja solução. É o melhor candidato para nos representar no CA, por isso, cada empregada e cada empregado deve falar com pelo menos um colega de sua unidade e pedir voto para o Edu.” Como votar A votação é realizada, exclusivamente, por meio eletrônico. Basta acessar https://eleicaoca.caixa.gov.br, entrar com a matrícula e senha pessoal, localizar o número e nome do Edu (2023/0001 – Eduardo Medrado Nunes) e clicar no quadradinho. Empregados e empregadas que possuam cadastro nos aplicativos FGTS, Loterias Online, Saúde Caixa Mobile ou Sou Caixa Web, podem entrar com CPF e a senha desses aplicativos. Caso seja o primeiro acesso, o empregado deverá cadastrar-se utilizando CPF, data de nascimento, e-mail válido e senha numérica de seis dígitos. *Fonte: Contraf-CUT

Inscrições para a Copa Contraf-CUT terminam nesta quinta (4)

A etapa carioca da Copa Contraf-CUT será realizada neste sábado (6) e quem ainda não se inscreveu tem que correr. As inscrições foram prorrogadas até esta quinta-feira (4), através do link https://forms.gle/oZCssXqyhNcQQyQh6. Este é o primeiro torneio de videogame para trabalhadores(as) do ramo financeiro sindicalizados(as) nos sindicatos filiados à Federa-RJ. O campeonato vai contar com premiação nas etapas regionais e nacionais. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) vai transmitir os jogos da semifinal, final e disputa de terceiro e quarto lugares pelos seus canais no Facebook e no Youtube. Os bancários e as bancárias que ficarem em primeiro, segundo e terceiro lugar da etapa regional vão disputar a fase nacional, com 32 equipes de todo Brasil. As partidas serão disputadas em locais escolhidos pelos jogadores. As plataformas permitidas são: Playstation 4, Playstation 5(na antiga geração), Xbox One (na antiga geração) e Xbox Series (na antiga geração). Serão duas partidas, cada uma com seis minutos. A disputa é em sistema de mata-mata, com partidas de ida e volta. O chaveamento do campeonato será definido após o final das inscrições de cada etapa regional, que tem o limite máximo de 64 participantes, e poderá ser acompanhado pelos inscritos. A organização é realizada pela equipe da SMU Games, que oferece todo o suporte durante o campeonato e um painel preparado para os competidores postarem os resultados dos jogos e acompanharem a tabela de classificação. *Fonte: Contraf-CUT

Bancários vão realizar Conferência Nacional em agosto

A Conferência Nacional dos Bancários deverá ser realizada de 4 a 6 de agosto,  de forma presencial em São Paulo. A decisão foi tomada pelo Comando Nacional da categoria, nesta quarta-feira (3). A confirmação depende apenas da disponibilidade de local para a realização e hospedagem dos participantes. Também ficou definido que as conferências estaduais e/ou regionais devem ser realizadas em junho e julho, por ocasião da Consulta Nacional à categoria sobre as prioridades para o movimento, como a reforma tributária, o papel do sistema financeiro e do crédito para a geração de emprego renda, além da democratização e uso dos meios de comunicação e de questões que envolvem o futuro da categoria. Além disso, as mesas permanentes de negociação com os bancos sobre Igualdade de Oportunidades, Saúde e Segurança Bancária serão mantidas. O Comando também deliberou que as comissões de trabalhadores específicas de cada banco devem definir suas agendas de negociações permanentes e definir seus calendários de luta. #JurosBaixosJá A orientação do Comando é pela continuidade da campanha #JurosBaixosJá, pois, ao contrário do que o presidente do BC, Roberto Campos Neto afirma, a manutenção da alta da Selic não cumpre a promessa de reduzir a inflação e atrapalha o desenvolvimento do país. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira, falou sobre a posição do Banco Central. “É um absurdo a manutenção da Selic em 13,75%! É a maior taxa de juros reais do mundo! Ela deveria ter sido reduzida. O Banco Central está apostando contra o Brasil e o Congresso Nacional precisa tomar uma providência para tirar Campos Neto de seu comando”, afirmou Juvandia. Em março de 2021, a taxa básica de juros (Selic) estava em 2%. A partir de abril começou a subir e atingiu a taxa atual de 13,75%, mantida pela sexta vez, nesta quarta-feira (3), no encerramento da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. No mesmo período, a inflação subiu de 6,10%, chegou a 12,13% em abril de 2022, e as estimativas são de que feche 2023 em 6,05%. Além da política de juros do Banco Central, o Comando Nacional dos Bancários também definiu a luta: – pela regulamentação das redes sociais e democratização dos meios de comunicação; – pela reforma sindical; – pela regularização do trabalho realizado por trabalhadores de aplicativos, como entregadores, motoristas e outros; – por uma reforma tributária justa, com aumento da faixa de isenção de Imposto de Renda de Pessoa Física, assim como da faixa de isenção da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). *Fonte: Contraf-CUT

Nova diretoria da Fenae toma posse

A nova diretoria da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), eleita com 95% dos votos, tomou posse no último dia 26 e vai dirigir as atividades da Federação até 2027. A cerimônia foi realizada em Brasília e contou com a participação de representantes do Governo Federal, parlamentares, sindicatos, das Associações do Pessoal da Caixa de todos os estados do país e diversas outras entidades parceiras. Durante o evento, a importância da manutenção da Caixa como um banco público e social foi destacada pelas autoridades. Também foi lembrada a história de luta da Fenae em defesa das empregadas e empregados, assim como a atuação histórica da entidade na luta por um Brasil mais justo e democrático para todos os brasileiros e a importância da manutenção desta luta para a reconstrução do país e contenção do avanço da extrema-direita brasileira. Sergio Takemoto, presidente reeleito da Fenae, falou sobre os novos desafios a serem enfrentados. “Hoje, os nossos desafios se renovam. São novos tempos para o Brasil e para a Caixa. Depois de ataques aos direitos, à Caixa pública, às políticas sociais e à soberania do país, um governo democrático e de valorização dos trabalhadores aponta para um novo futuro, o que torna nossa luta menos desigual. Sigamos na mesma direção na construção de um mundo cada vez melhor”, destacou Takemoto, que terá a companhia de uma diretoria composta por 25 representantes, entre diretores e conselheiros. Fonte: Contraf-CUT

Eduardo Nunes disputará o segundo turno para Conselho de Administração da Caixa

Com o apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e da Federa-RJ, Eduardo Nunes vai disputar o segundo turno na eleição para representar os empregados no Conselho de Administração da Caixa. O primeiro turno terminou na última quinta-feira (27) e o candidato recebeu 31,45% dos votos. A votação do segundo turno será entre os dias 5 e 10 de maio, exclusivamente por meio eletrônico, através do link https://eleicaoca.caixa.gov.br. Podem votar todos os empregados ativos, mesmo em férias ou licença. Para votar em Eduardo Nunes digite 0001.  Adriana Nalesso, presidenta da Federa-RJ, apoia e indica Eduardo Nunes para o Conselho de Administração da Caixa, e ressalta seu compromisso com as pautas dos trabalhadores e por uma Caixa 100% pública. “Ele será uma voz em defesa dos bancários e bancárias. A eleição acontecerá entre 5 e 10/05. Participe. Esse é gente da gente!”, destaca Adriana. Eduardo Nunes fez questão de agradecer os votos recebidos no primeiro turno. “Agradeço não apenas a quem depositou sua confiança para que eu os represente no CA da Caixa, mas a todos que participaram deste primeiro turno. Todos estão de parabéns! É assim, com a participação de todos que vamos conseguir avançar nas conquistas para nós trabalhadores, mas também na reconstrução de uma Caixa Econômica Federal que se importe verdadeiramente com suas empregadas e empregados e com a reconstrução de um país democrático, que garanta oportunidades para toda a população”, afirmou o candidato. Eduardo Nunes Empregado da Caixa desde 2005, Eduardo Nunes atuou como gerente pessoa física. No movimento sindical, foi dirigente do Sindicato e Apcef/SP.  Rafael de Castro, dirigente da Contraf-CUT e empregado da Caixa, ressalta que Eduardo conhece bem o dia a dia de quem trabalha na Caixa. “O Edu é um cara que está na base. Ele acompanha e sabe quais são os problemas vivenciados pelas empregadas e empregados no dia a dia das unidades da Caixa. Além disso, já atuou como delegado e dirigente sindical e é próximo das entidades de representação dos trabalhadores. Conhece os caminhos que devem ser percorridos para que os problemas cheguem ao conhecimento da direção do banco e haja solução. Por isso, é o melhor candidato para nos representar no CA”, enfatiza Rafael. CA Caixa O Conselho de Administração da Caixa é a principal instância decisória do banco e possui oito membros: o presidente do banco, seis conselheiros indicados pelo governo federal e um eleito. Conquista histórica dos trabalhadores, como resultado da luta das entidades sindicais e associativas, a eleição de representante dos empregados na Caixa tornou-se uma realidade a partir de 2013. O papel do conselheiro eleito é representar os anseios dos trabalhadores, defender a integridade do banco e fiscalizar as ações da gestão. Eduardo Nunes recebeu 31,45% dos votos e disputará o segundo turno contra Antônio Messias, que conseguiu 34,94%.