Votação para CA da Caixa termina nesta quinta-feira (14)

Termina nesta quinta-feira (14), às 18h, a votação para eleger o representante das empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal no Conselho de Administração do banco. Fabiana Uehara é a candidata indicada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). No primeiro turno, ela obteve 45,09% dos votos, sendo a mais votada. Segundo Rafael de Castro, dirigente da Contraf-CUT e da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), a participação de todos é importante. Quanto maior a votação, maior a representatividade de quem vencer a eleição nos embates que terão que ser travados no Conselho. Por isso, orientamos a todas as empregadas e empregados que já votaram no primeiro turno, a votar agora novamente e pedir para seus colegas que não participaram da eleição, exerçam este direito agora”, afirmou. Todas as empregadas e empregados da ativa podem participar da eleição. Para eleger Fabiana Uehara como sua representante no CA da Caixa, as empregadas e empregados devem acessar o site eleicaoca.caixa.gov.br/siele e, na página de votação, digitar 0002. *Fonte: Contraf-CUT
Homenagem às mulheres agita a sede campestre

O sábado (9) foi de muita alegria na sede campestre do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense. A comemoração pelo Dia Internacional da Mulher reuniu trabalhadoras e familiares numa grande confraternização. Enquanto as crianças se divertiam com as brincadeiras preparadas pelos recreadores, as bancárias puderam participar de palestras e bate-papos especialmente preparados para a ocasião. Os temas foram “Esgotamento mental na mulher multitarefas. Quais metas devo cumprir?”, com Juliana Ribeiro; e “Autoconhecimento, poder do auto Amor”, com Jane Lameira. Para alegrar ainda mais o encontro, a música ficou a cargo da cantora Lorena Costa.
Financiários participam de consulta nacional para definir campanha

Financiárias e financiários, sindicalizados ou não, podem participar da campanha nacional da categoria para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho, que já começou. A participação de todos é fundamental para que a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e demais entidades de representação sindical saibam qual a opinião de cada um sobre as prioridades para a campanha. “É importante que haja o maior número possível de respostas, para que os resultados reflitam a real necessidade da categoria″, disse o coordenador do Coletivo dos Financiários da Contraf-CUT, Jair Alves. Um sistema de votação eletrônica foi disponibilizado pela internet com o objetivo de facilitar a votação e estará disponível até 23 de março. Basta acessar o link https://consultafinanciarios.votabem.com.br/ A data base dos financiários é 1º de junho e a pauta será aprovada nas assembleias que serão realizadas entre 2 e 12 de abril. Depois de aprovada nas assembleias, a minuta será levada à Fenacrefi para o início das negociações da CCT dos financiários. A secretária de Organização do Ramo Financeiro e Política Sindical da Contraf-CUT, Magaly Fagundes, lembrou que a categoria precisa estar unida para manter os direitos já estabelecidos na CCT e mostrar força na busca por novas conquistas. “Além de responder à consulta, os trabalhadores devem ficar atentos para a convocação das assembleias em suas respectivas bases para aprovar a pauta de reivindicações”, afirmou Magaly. *Fonte: Contraf-CUT
Cartilha da Contraf-CUT mostra conquistas das mulheres na categoria bancária

“Avançamos Juntas” é o título da cartilha divulgada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, com informações sobre as principais conquistas obtidas nos últimos 20 anos. A publicação, que está disponível para download na área de acesso restrito do site, explica a importância da luta pela igualdade salarial e orienta sobre o programa “Basta! Não irão nos calar!”, de assessoria jurídica a mulheres em situação de violência. Além de ser uma ação pelas comemorações do Dia Internacional da Mulher, a cartilha foi pensada como parte das discussões para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. “Estamos em ano de renovação da CCT. Então, com esse material, buscamos lembrar nossas colegas e nossos colegas sobre as conquistas que obtivemos, por conta da unidade e organização sindical. Na cartilha, indicamos também que precisamos avançar ainda mais, especialmente na questão de igualdade salarial e de oportunidade entre os gêneros”, informou Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários. Para acessar a cartilha, basta clicar no link: https://contrafcut.com.br/publicacoes/avancamos-juntas/ Fonte: Contraf-CUT
Trabalhadoras pedem fim de violência contra as mulheres

O Dia Internacional da Mulher, celebrado na última sexta-feira (8), foi marcado por comemorações e manifestações em diversos pontos do país. Trabalhadoras do movimento sindical uniram-se a outros movimentos sociais feministas reivindicando o combate à violência de gênero, igualdade salarial, além de garantia de direitos e a defesa da democracia. Para a presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Juvandia Moreira, o tema das manifestações deste ano busca orientar o debate por direitos e contra a violência. “Se a democracia em um país está em risco, estão também em risco todos os direitos já conquistados e os órgãos, entidades e movimentos sociais necessários para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou Juvandia. Os dados são alarmantes. No ano passado, o Brasil teve novo recorde de feminicídios. De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram 1.463 vítimas em 2023. Já o levantamento Monitor de Feminicídios no Brasil (MFB) aponta que entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2023, ocorreram no Brasil 1.706 casos de feminicídio consumados e 988 tentativas. A secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fernanda Lopes, falou sobre este aumento de violência contra a mulher. “Só vamos conseguir mudar essa trajetória expondo a realidade, informando toda a população e exigindo do poder público o combate a esse crime, por meio dos instrumentos legais e fortalecimento dos canais de denúncias e acolhimento às mulheres em situação de violência”, ressaltou Fernanda. *Foto da Galeria da Contraf-CUT
Conselho de Administração da Caixa inicia segundo turno de votação

Começa às 8h desta segunda-feira (11) a votação do segundo turno para escolher o representante das empregadas e empregados da Caixa no Conselho de Administração do banco. Todas as empregadas e empregados da ativa podem votar. O nome indicado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) é o de Fabiana Uehara, que no primeiro turno alcançou 45,09% dos votos, sendo a mais votada. A presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, afirmou que Fabiana Uehara esteve em todas as lutas em defesa das empregadas e dos empregados da Caixa nesses últimos anos. “A Fabi tem um longo histórico de defesa da Caixa como banco público e nunca deixou de mostrar que as empregadas e empregados são prioridade nesta luta”, ressaltou Juvandia. Para eleger Fabiana Uehara como sua representante no CA da Caixa, as empregadas e empregados devem acessar o site eleicaoca.caixa.gov.br/siele e, na página de votação, digitar 0002. O segundo turno acontece até as 18h da próxima quinta-feira (14).
Boletim do Dieese aponta que salário da mulher era 22,3% menor que dos homens em 2023

Apesar de avanços e conquistas das mulheres na sociedade, o preconceito e a desigualdade ainda são marcantes. É o que mostra o boletim especial do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado esta semana, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher. Segundo o documento, o salário médio das mulheres no último trimestre de 2023 foi 22,3% menor que o recebido pelos homens. Além disso, 39,9% das mulheres no país recebiam até um salário-mínimo. Em relação às mulheres negras, praticamente metade (49,4%) ganhavam até um salário-mínimo, enquanto entre os homens, 29,8% ganhavam até um salário-mínimo. O estudo aponta ainda que a diferença salarial entre homens e mulheres é ainda maior com o aumento do grau de escolaridade. Mulheres que terminavam o curso superior ganhavam em média 35,5% (R$ 4.701) do que os homens (R$ 7.283). De acordo com a secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fernanda Lopes, o cenário reflete o preconceito estrutural. “Essa questão, somada à dupla jornada (o dever imposto socialmente à mulher de conciliar trabalhos domésticos e do dia a dia remunerado fora de casa) explicam a razão de haver tamanha desigualdade entre homens e mulheres em cargos de liderança”, observou Fernanda. Entretanto, o crescimento da economia brasileira em 2023, segundo o boletim, trouxe melhora nos dados gerais de emprego e renda também para as mulheres. Do 4º trimestre de 2022 ao 4º trimestre de 2023, houve aumento de 358 mil mulheres e de 26 mil homens na força de trabalho. Para conferir o boletim do Dieese na íntegra, clique aqui.
Caixa: 2º turno da votação para Conselho de Administração começa nesta segunda (11)

O segundo turno de votação na Caixa Econômica Federal para eleger sua representante no Conselho de Administração começa nesta segunda-feira (11) e termina no dia 14 de março. A candidata Fabiana Uehara tem o apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), da Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa (Fenae) e de outras entidades representativas do pessoal do banco. No primeiro turno, Fabiana foi a mais votada com 45,09% dos votos, quase 7% a mais do que o segundo colocado. Para eleger Fabiana Uehara, basta utilizar o mesmo sistema que foi realizado o primeiro turno. É preciso acessar eleicaoca.caixa.gov.br/siele, logar com a matrícula e senha e, na página de votação, digitar 0002. O Conselho de Administração é composto por oito membros, sendo que apenas um representa os trabalhadores. Por isso, a eleição é considerada muito importante e a participação das empregadas e dos empregados na votação é fundamental. Confira as principais propostas de Fabiana: – Lutar pela alteração do atual estatuto do banco, que permitiu o fatiamento e venda de partes da Caixa e limita direitos dos empregados, como na restrição para o custeio do Saúde Caixa. – Garantir a efetiva transparência na gestão da empresa. – Atuar no CA em sintonia com as reivindicações das empregadas e dos empregados, na busca por melhores condições de trabalho. – Cobrar o resultado das apurações das denúncias de assédio por parte de ex-dirigentes. – Trabalhar em conjunto com as entidades pela adoção de uma política de combate aos assédios moral e sexual, além de demais formas de violência organizacional. – Atuar pelo fortalecimento da Caixa, com ênfase para reincorporação das subsidiárias, manutenção da exclusividade na administração das loterias e manutenção da exclusividade do penhor. – Pautar a política de remuneração da Caixa, defendendo a participação das empregadas e dos empregados na definição de programas como o Bônus Caixa, comissões pela venda de produtos etc. – Cobrar resolução para “pendências” deixadas pelas gestões anteriores, causadas, por exemplo, pelos processos de reestruturação.
Sindicato festeja Dia Internacional da Mulher neste sábado (9)

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de março, o Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense organizou uma programação especial e está convidando todas as suas associadas. A comemoração será neste sábado (9) na sede campestre, com recreadores para cuidar dos seus filhos enquanto você participa dos bate-papos, com temas importantes e atuais. O esposo também será bem-vindo. O almoço está garantido, com churrasco e bebidas a preço de custo na churrasqueira principal. Além disso, haverá música ao vivo com a cantora Lorena Costa. Confira a programação completa: 10h – Brinquedos com monitores 10h30 – Recreação com Tio Leandro 12h30 – Churrasco e bebidas a preço de custo na churrasqueira principal 10h – Bate-papo com Juliana Ribeiro Tema: Esgotamento mental na mulher multitarefas. Quais metas devo cumprir? 11h30 – Bate-papo com Jane Lameira Tema: Autoconhecimento, poder do auto Amor 12h30 – Música ao vivo com Lorena Costa A sede campestre fica na Estrada Governador Chagas Freitas, 3.780, Colônia Santo Antônio, em Barra Mansa.
Tire suas dúvidas sobre o PDV da Caixa

O Programa de Desligamento Voluntário da Caixa Econômica Federal foi publicado na última segunda-feira (4). Mas o texto original teve que ser modificado, com a retirada, a pedido do movimento sindical, de uma cláusula em que o empregado autorizava a utilização das verbas indenizatórias do programa para quitação de eventuais ações trabalhistas atuais e futuras. O número de adesões está limitado em 3.200 empregados e as inscrições, que começaram no último dia 4, podem ser feitas até o dia 31 de maio. O período de desligamento será de 1º de julho a 30 de agosto. Muitas empregadas e empregados estão com dúvidas sobre o programa. Por isso, a assessoria jurídica da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) elaborou uma série de perguntas e respostas, com os principais questionamentos dos empregados. Confira abaixo as perguntas e respostas e tire todas as suas dúvidas: Quem poderá aderir ao PDV? Os empregados que respondem processo administrativo disciplinar poderão aderir ao PDV, porém, a adesão só será efetivada caso o processo seja finalizado antes de 30/08/2024, sem aplicação de justa, e se houver aplicação de suspensão que ela seja cumprida antes do desligamento. Em quais circunstâncias o empregado não poderá aderir ao PDV? Não poderão aderir ao PDV os empregados que: Se o empregado estiver de férias ou licença médica como proceder? Deve encaminhar e-mail para Cepes22@caixa.gov.br, manifestando interesse em aderir ao PDV. Após a rescisão do contrato como ficarão os recolhimentos junto à Funcef/INSS? Após a rescisão contratual, os recolhimentos junto à Funcef/INSS ficarão sob responsabilidade exclusiva do empregado ao pagamento dos valores eventualmente necessários. Como fica o Saúde Caixa para quem aderir ao PDV? A Caixa prevê a manutenção do plano de saúde nas seguintes hipóteses: Para os empregados que não se encaixam nos requisitos acima, o Saúde Caixa será mantido somente por 24 meses contando a partir da data de desligamento e desde que haja a assunção integral das obrigações financeiras pelo empregado (parte empregado e parte empregador). O empregado titular do Programa de Assistência Médica Supletiva – PAMS que aderir ao PDV poderá usufruir do Saúde Caixa? Os empregados que vierem a aderir ao PDV não poderão usufruir dos benefícios do Saúde Caixa. Caso o empregado titular do PAMS queira usufruir dos benefícios do Saúde Caixa, deverá se registrar na Central de Atendimento do Saúde Caixa, até a data de adesão do PDV (4 de março a 31 de maio de 2024), a solicitação de cancelamento da inscrição no PAMS e a inscrição no Saúde Caixa. Não é obrigatório a migração do PAMS para o Saúde Caixa, é necessária apenas a avaliação do(a) empregado(a). Aqueles que não migrarem para o Saúde Caixa, permanecerão no PAMS de acordo com a decisão judicial que resguardou sua manutenção neste plano. Quem se aposenta sem ser por PDV perde o Saúde Caixa? Conforme prevê a Cláusula 2ª do Aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho 2023/2025, o empregado admitido até 31/08/2018, que se aposenta pelo INSS com o contrato de trabalho em vigor, desde que seja participante do Saúde Caixa na ativa, mantém o plano nas mesmas condições ao romper o contrato com a Caixa. Enquanto, pelo normativo interno, caso o empregado tenha ingressado na Caixa já aposentado pelo INSS, somente manterá o direito se houver contribuído com no mínimo 120 meses para o plano. O empregado aposentado pelo INSS com data de início do benefício (DIB) igual ou posterior a 13/11/2019 poderá participar do PDV? Não, em virtude do regramento do próprio PDV e da Emenda Constitucional nº 103/2019, que alterou o sistema de previdência social brasileiro, estabelecendo novo regramento para a percepção de benefícios previdenciários pelos trabalhadores públicos, incluindo servidores e empregados públicos e privados. A adesão ao PDV impede o ajuizamento de ação contra a Caixa? O PDV não impede que, após o desligamento, o trabalhador reivindique seus direitos com ações trabalhistas na Justiça. A desistência das ações existentes também não pode ser exigida. A adesão ao PDV dá quitação às ações judiciais em curso? A CLT (art. 477-B) e a jurisprudência majoritária atual apenas preveem quitação do contrato de trabalho quando há disposição em norma coletiva (Acordo ou Convenção Coletiva), o que não foi o caso. Logo, caso a Caixa estabeleça quitação, poderá haver questionamentos na Justiça. Os participantes que aderiram ao PDV devem ficar atentos a quais prazos na Funcef? Empregados Caixa não elegíveis a benefícios Funcef – é importante observar o prazo de até 120 dias para solicitar algum dos seguintes institutos: Quais são as opções na hora de solicitar o benefício vitalício? O participante terá a opção de solicitar, além do benefício vitalício, o Benefício Único Antecipado (BUA) no Novo Plano, o BUA no REG/Replan Saldado, e a Renda Antecipada (RA) no REB, observada a redução, na mesma proporção, no benefício vitalício a ser recebido. Sobre o valor do PDV incide imposto de renda? Há algum débito que poderá ser abatido dele? O incentivo financeiro do PDV é indenizatório, logo não incide imposto de renda ou encargos sociais (ex.: INSS). Pelas regras do PDV, eventuais dívidas de Saúde Caixa e/ou responsabilidade civil poderão ser deduzidas. Como fica o pagamento do ticket alimentação com adesão do PDV? O empregado pode solicitar acordo extrajudicial, por meio da Comissão de Conciliação Voluntária (CCV), desde que o sindicato da sua base tenha aderido ao acordo de CCV. Caso o trabalhador desligado não opte pelo acordo, pode solicitar judicialmente o pagamento do ticket alimentação a partir da data em que se aposentou. Nesse caso, se o seu pedido for deferido, recebe o cartão com o crédito mensal do valor do auxílio, reajustado anualmente conforme acordo coletivo da categoria. Posso assinar a rescisão na agência e depois levá-la ao sindicato para conferência? Segundo consta no PDV, a homologação deve ser feita na Unidade de Lotação ou CEPES, mas o empregado pode levar os documentos para verificação no sindicato ou até mesmo solicitar que um representante sindical lhe acompanhe.