Movimento sindical questiona cobranças do Saúde Caixa

Empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal, em diversas regiões do país, têm encaminhado reclamações aos sindicatos sobre cobranças de contribuições ao Saúde Caixa incidentes sobre verbas remuneratórias recebidas em processos judiciais trabalhistas antes de 1º de janeiro de 2026. Segundo a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, a cobrança contraria o entendimento da entidade sobre o atual Acordo Coletivo de Trabalho. A assessoria jurídica da CEE, que acompanha as negociações com a Caixa, explica que a cláusula 2ª, parágrafo 5º, estabelece que as contribuições pessoal e patronal devem incidir sobre valores pagos a partir da vigência do acordo. Através da CEE/Caixa, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) questionou o banco, pediu esclarecimentos e a regularização dos casos. De acordo com a Contraf-CUT, os empregados, empregadas, aposentados e aposentadas que receberam a cobrança relativa ao período anterior a 2026 devem: • Responder à Caixa contestando a cobrança;• Não autorizar o desconto no Portal Integramais;• Procurar o sindicato de sua base e encaminhar a cobrança e a memória de cálculo;• Aguardar nova orientação da CEE/Caixa e das entidades sindicais. *Fonte: Contraf-CUT
Negociação com a Caixa continua nesta sexta (17)

A próxima reunião de negociação da Campanha Nacional dos Bancários com a Caixa, para renovação e melhorias no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) das empregadas e empregados, está prevista para esta sexta-feira (17). Na primeira reunião, o banco apresentou dados que reforçam a necessidade do fim do teto de 6,5% do Saúde Caixa. No encontro, A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa cobrou mais responsabilidade do banco, custeio justo, isonomia de direitos para contratados após 2018, melhoria da rede de atendimento e transparência dos números do plano. Atendendo antiga reivindicação da CEE/Caixa, o banco informou que vai ampliar a rede credenciada e melhorar a qualidade do atendimento: o convênio de reciprocidade com a Cassi, que pode ampliar a rede em 1.803 municípios, alcançando cerca de 95 mil beneficiários e integrando 7.037 prestadores. A representação dos trabalhadores também cobrou soluções para temas relacionados à diversidade, inclusão, direitos de PcDs e neurodivergentes, combate ao racismo, igualdade de oportunidades, proteção a mulheres vítimas de violência, enfrentamento à LGBTfobia e ao etarismo. A orientação da CEE é que as empregadas e empregados acompanhem os canais oficiais da Contraf-CUT, Fenae, Apcefs e sindicatos para se manterem informados e mobilizados sobre o andamento das negociações. Para o mês de julho estão previstas mesas específicas com a Caixa nos dias 17, 23 e 31, todas em São Paulo. *Fonte: Contraf-CUT
Fim do teto do Saúde Caixa é destaque em mesa de negociação

A primeira mesa de negociação específica da Campanha Nacional dos Bancários 2026 com a Caixa aconteceu nesta quarta-feira (8). Além do Saúde Caixa, a pauta incluiu questões referentes à diversidade, como a garantia de direitos para pessoas com deficiência e neurodivergentes, combate ao racismo, igualdade de oportunidades para mulheres, pessoas negras, LGBTQIA+, empregadas com mais de 40 anos. Durante a mesa de negociação, os dados apresentados pela Caixa reforçam a necessidade de acabar com o teto de 6,5% da folha de pagamento para os gastos do banco com o Saúde Caixa. A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) considera que os números confirmam que a limitação da participação da empresa no custeio do plano pressiona os empregados, aposentados e pensionistas, justamente em um cenário de aumento permanente dos custos assistenciais. No encontro, a representação dos empregados defendeu o fim do teto, a retomada do modelo de custeio com participação de 70% da Caixa e 30% dos usuários, a manutenção dos princípios de solidariedade, mutualismo e pacto intergeracional, além da defesa do Saúde Caixa para todos, com fim do teto de custeio, isonomia de direitos para contratados a partir de setembro de 2018 e melhoria da rede de atendimento. De acordo com os dados da Caixa, em 2025 o Saúde Caixa registrou despesas assistenciais de R$ 4,294 bilhões, despesas totais de R$ 4,387 bilhões e receita total de R$ 3,759 bilhões. A participação da Caixa, limitada a 6,5% da folha de pagamento e proventos, foi de R$ 2,063 bilhões. Já os usuários contribuíram com R$ 1,392 bilhão em mensalidades e R$ 303,5 milhões em coparticipação. Para a CEE, o teto estatutário distorce o modelo de custeio do Saúde Caixa. O plano foi construído com base na solidariedade entre ativos, aposentados, pensionistas e dependentes. Ao limitar a contribuição da empresa, o teto quebra esse equilíbrio e aumenta progressivamente o peso sobre os usuários. *Fonte: Contraf-CUT
Campanha Nacional: Caixa inicia processo de negociação

A primeira mesa de negociação específica da Caixa Econômica Federal, pela Campanha Nacional 2026, acontece nesta quarta-feira (8) entre a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) e representantes do banco. O encontro dá início ao processo de negociação das reivindicações aprovadas pelos trabalhadores no 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), realizado entre os dias 17 e 19 de junho. Serão discutidos temas importantes como Saúde Caixa e as questões relacionadas à diversidade. Em relação ao plano de saúde, as principais reivindicações são o fim do teto, a isonomia de direitos para empregadas e empregados contratados após 2018, a ampliação e melhoria da rede de atendimento e a qualidade dos serviços prestados. Sobre a diversidade serão tratados temas como o fortalecimento de comitês, a pauta das pessoas com deficiência, o combate à discriminação de gênero, à LGBTfobia, ao racismo e ao etarismo. *Fonte: Contraf-CUT
Sindicato participa do Dia Nacional de Luta

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense participou, nesta segunda-feira (6), das atividades do Dia Nacional de Luta da categoria, que está iniciando sua Campanha Nacional 2026, Os sindicalistas visitaram todas as agências de Barra Mansa, levando faixas alusivas às reivindicações dos trabalhadores e entregando o primeiro boletim da campanha. O documento apresenta uma radiografia da realidade atual do setor, explicando que enquanto os bancos registram lucros bilionários, os trabalhadores enfrentam cortes de postos de trabalho e fechamento de agências. O objetivo da mobilização é pressionar os bancos, já que nesta terça-feira (7) haverá uma rodada de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) sobre emprego. O boletim apresenta dados como o lucro líquido dos cinco maiores bancos, que chegou a R$ 124 bilhões somente em 2025. Entre 2020 e 2025, o crescimento do lucro líquido dos bancos privados foi de 114%. No mesmo período, os bancos públicos registraram crescimento do lucro na ordem de 46%. No entanto, de acordo com o boletim, desde 2016 já foram eliminados 83,5 mil postos de trabalho no setor. Além disso, foram fechadas 8,5 mil agências desde 2015. A queda na rede física chegou a 37%. A proteção do emprego é uma das prioridades na Campanha Nacional dos bancários em 2026. A minuta de reivindicações inclui garantir postos de trabalho, combater demissões imotivadas, impedir a precarização e assegurar que a tecnologia não seja usada para retirar direitos. A luta da categoria é também pelos clientes, para garantir que todos tenham atendimento presencial humanizado e acesso às agências bancárias.
Copa: Caixa abonará horas não trabalhadas durante jogos do Brasil

Empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal terão abonadas as horas não trabalhadas durante os jogos do Brasil, nesta segunda fase da Copa. O comunicado foi feito através de ofício pela Diretoria Executiva de Pessoas do banco estatal, e assinado pela titular da pasta, Adriana Ferreira. De acordo com o texto, há recomendações para que sejam feitos ajustes nos horários dos jogos mediante acordo entre gestores e empregados. Além disso, o documento destaca que o abono das horas não trabalhadas (abono 53) poderá ser utilizado, sendo limitado ao período liberado para o acompanhamento da partida. Em caso de dúvidas, o trabalhador deve procurar o Atendimento Pessoas Caixa, Categoria Jornada de Trabalho. *Fonte: Bancários do Rio
Minuta com reivindicações específicas é entregue à Caixa

Nesta quarta-feira (24), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), federações e sindicatos entregaram à Caixa a minuta de reivindicações específicas das empregadas e empregados para a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A minuta reúne as propostas aprovadas no 41º Congresso Nacional das Empregadas e dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef). O documento servirá de base para a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho Aditivo da Caixa para o período de 1º de setembro de 2026 a 31 de agosto de 2028. O texto complementa a pauta nacional da categoria bancária, aprovada na 28ª Conferência Nacional dos Bancários. Além disso, reafirma a defesa dos direitos já conquistados no ACT vigente e apresenta novas reivindicações voltadas à realidade das unidades, áreas-meio, rede de atendimento, centralizadoras, matriz e demais espaços de trabalho da Caixa. Saúde Caixa O Saúde Caixa está entre os principais pontos da minuta específica, com a reivindicação de garantia do plano para todos, inclusive na aposentadoria, também para os empregados admitidos a partir de 1º de setembro de 2018. Também estão sendo cobrados o fim do teto estatutário de 6,5% da folha de pagamento para o custeio do plano e a garantia do modelo de financiamento 70/30, com 70% das despesas custeadas pela Caixa e 30% pelos beneficiários. Há ainda a proposta de reajuste zero das mensalidades, contribuições e demais cobranças durante a vigência do ACT, além de medidas para assegurar atendimento adequado onde não houver rede credenciada suficiente. Outra reivindicação é que benefícios como a Escola Inclusiva, voltada a filhos com deficiência e/ou neurodivergentes, sejam custeados diretamente pela Caixa, com recursos próprios da empresa, e deixem de compor as despesas do Saúde Caixa. Valorização O documento preparado durante o 41º Conecef também cobra valorização profissional, revisão dos planos de funções e cargos, correção de distorções nas carreiras, transparência nos processos seletivos internos e criação de critérios objetivos para progressão, promoção e acesso às funções. Além disso, a minuta reivindica mais contratações, recomposição das unidades, abertura de novos concursos e respeito à estrutura de atendimento presencial da Caixa. A remuneração variável está incluída na minuta. As entidades reivindicam a revisão integral do programa Super Caixa, com retorno ao princípio “vendeu, recebeu”, garantia de critérios claros, objetivos, transparentes e previamente divulgados, além de tratamento isonômico entre rede, centralizadoras e matriz. Para acompanhar as negociações da mesa específica da Caixa, clique aqui. *Fonte: Contraf-CUT
Plano de lutas e reivindicações são aprovados no 41º Conecef

O plano de lutas e as reivindicações específicas que serão defendidas pelo movimento sindical nas negociações com a Caixa durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026 foram definidos pelos empregados e empregadas do banco nesta sexta-feira (19). As deliberações foram aprovadas no 41º Conecef, que reuniu 281 delegadas e delegados de todo o país, que debateram 583 propostas apresentadas pelas bases nos encontros estaduais e regionais. As reivindicações abrangem temas centrais para o futuro da categoria e da própria Caixa, como a defesa do banco 100% público, o fortalecimento do Saúde Caixa, a melhoria das condições de trabalho, a valorização dos empregados, carreira, remuneração variável, Funcef, igualdade de oportunidades, equidade racial e combate a todas as formas de violência e assédio. As propostas aprovadas vão compor a minuta de reivindicações das empregadas e empregados da Caixa, que será entregue ao banco para a abertura das negociações específicas da Campanha Nacional dos Bancários 2026. “O 41º Conecef expressou a realidade vivida pelas empregadas e empregados da Caixa em todo o país. Debatemos o sistema financeiro nacional, o papel dos bancos públicos, a defesa da Caixa, o Saúde Caixa, a saúde e as condições de trabalho, a remuneração variável, a carreira e a valorização dos trabalhadores”, observou o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco. *Fonte: Contraf-CUT
Representantes de trabalhadores marcam presença em congressos dos bancos públicos

A abertura solene dos congressos nacionais dos funcionários da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil lotou o auditório da Casa Portugal, em São Paulo, no final da tarde desta quarta-feira (17). Representantes dos trabalhadores, entre delegadas e delegados, dirigentes sindicais e representantes de entidades parceiras participaram dos congressos, que antecedem a 28ª Conferência Nacional dos Bancários e irão definir as prioridades da Campanha Nacional 2026. Banco do Brasil O 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB) foi aberto com a leitura do manifesto “Tolerância zero para casos de violência e assédio”. A primeira mesa de debates teve como tema a “Conjuntura e papel do BB como banco público” e contou com a participação do economista e ex-técnico do Dieese Jorge Gouvêia como palestrante. Durante sua exposição, Gouveia apresentou uma análise sobre as instituições responsáveis pela regulamentação do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e a necessidade de discutir um novo modelo regulatório para um SFN a serviço do desenvolvimento econômico que favoreça toda a sociedade. Caixa Econômica Federal O papel dos bancos públicos no desenvolvimento econômico e social do país marcou o início dos debates no 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal (Conecef). No encontro foi feita, ainda, uma análise sobre os desafios da organização da classe trabalhadora diante das transformações no mundo do trabalho e do avanço da precarização. *Fonte: Contraf-CUT
Fenae oferece preparação para novas certificações da ANBIMA

A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) ampliou o seu catálogo de cursos, através da Rede de Conhecimento. Os cursos são voltados aos empregados da Caixa, associados das Apcefs e seus dependentes, que terão acesso aos conteúdos alinhados às novas exigências do mercado e às oportunidades de desenvolvimento profissional dentro da instituição. Atualmente, estão disponíveis na plataforma, cursos de preparação para as novas certificações da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais): CPA (Certificado Profissional ANBIMA), C-Pro I (Certificado Profissional ANBIMA de Investimento) e C-Pro R (Certificado Profissional ANBIMA de Relacionamento). As certificações ANBIMA representam um diferencial competitivo para quem deseja crescer na carreira bancária. Reconhecidas pelo mercado e valorizadas internamente na Caixa, elas podem abrir portas para novas oportunidades em áreas de investimentos, assessoria financeira, relacionamento com clientes e liderança comercial. *Fonte: Fenae