Sindicato já está recolhendo envelopes com pesquisa sobre ‘Doença Mental no Trabalho Bancário’

O Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense está percorrendo as agências de diversas cidades, onde foi entregue um questionário aos bancários com uma pesquisa sobre “Doença Mental no Trabalho Bancário”, para recolher o material. A ação do sindicato, que conta também com a distribuição de folhetos explicativos, visa à conscientização dos profissionais para os riscos do adoecimento. O questionário, colocado em envelope lacrado, serve para coleta de informações básicas sobre a rotina de trabalho. É muito importante que os bancários respondam ao questionário. Não é necessário se identificar. Basta preencher e colocar no envelope lacrado. Todo o material será encaminhado ao Projeto de Saúde Mental no Trabalho Bancário, que é uma parceria entre o sindicato e Universidade Federal Fluminense/Volta Redonda, onde os dados serão devidamente tabulados. O sindicato não tem acesso às respostas dos bancários.  As informações serão tratadas com metodologia científica. Ao final desse trabalho será feita uma fotografia de todo o grupo para traçar um plano de trabalho efetivo.  Estão previstas as etapas de extensão, estudo e pesquisa acadêmica, cujo objetivo é o trabalho bancário e suas repercussões na saúde dos trabalhadores. A pesquisa já foi entregue nos municípios de Barra Mansa, Volta Redonda, Itatiaia, Porto Real, Quatis e Pinheiral, Resende, Rio Claro, Piraí, Paracambi, Paulo de Frontin, Mendes, Vassouras, Barra do Piraí, Valença e Rio das Flores. Atualmente,  cerca de 15% dos associados do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense estão afastados pelo INSS para tratamento de saúde. Quase toda a sua totalidade está associada à Síndrome de Burnout, que é caracterizada pelo esgotamento emocional e, consequentemente, físico. Na sequência do trabalho será formado um procedimento chamado clínicas de trabalho, que serão espaços coletivos de escuta para que os bancários possam expor e exprimir seus sentimentos. O objetivo é diminuir a culpabilização das vítimas que ainda se martirizam por terem adoecido sem perceber que era o trabalho o agente causador.

Contraf-CUT lança #BoraConversar para conscientizar trabalhadores sobre assédio moral

O Coletivo Nacional de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)  lançou o #BoraConversar, através da campanha “Menos Metas, Mais Saúde”, para promover uma mudança no ambiente de trabalho dos profissionais do setor financeiro. O objetivo é fazer uma conscientização sobre os impactos prejudiciais das metas abusivas e incentivar o diálogo sobre assédio moral no ambiente corporativo. O secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles, falou sobre  os impactos na saúde física e mental dos trabalhadores. “A pressão por metas abusivas pode afetar negativamente a saúde física e mental dos trabalhadores. A Campanha Menos Metas, Mais Saúde busca sensibilizar a sociedade, mobilizar os trabalhadores, e cobrar atitude das empresas e dos órgãos reguladores sobre a importância de estabelecer práticas mais saudáveis e equilibradas no ambiente de trabalho”, afirmou Salles. Segundo ele, a conscientização sobre os efeitos negativos das metas abusivas é o primeiro passo para garantir a saúde e o bem-estar dos trabalhadores do ramo financeiro. “Nossa missão é construir um ambiente de trabalho mais saudável e equilibrado, onde as metas não sejam prejudiciais à saúde dos profissionais”, completou. O #BoraConversar incentiva os trabalhadores a compartilharem suas experiências relacionadas ao assédio moral, seja sofrido diretamente ou presenciado no ambiente corporativo. Através do diálogo aberto e da busca por soluções, espera-se que seja possível promover um ambiente laboral mais humano e seguro. Os trabalhadores também são encorajados a relatar casos de assédio moral, respeitando a confidencialidade e a privacidade das pessoas envolvidas. Compartilhar essas histórias contribui para a visibilidade do problema, encorajando outros a se manifestarem e ajudando a construir um ambiente de trabalho mais saudável. *Fonte: Contraf-CUT

Sindicatos fazem campanha contra demissões e fechamento de agências do Bradesco

Sindicatos de bancários de todo o país lançaram, nesta quarta-feira (31), a campanha #AVergonhaContinuaBradesco. O objetivo da iniciativa, idealizada pela Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco, é protestar contra o fechamento de agências e as demissões que ocorreram nos últimos meses. A campanha #AVergonhaContinuaBradesco ganhou força nas redes sociais, com um tuitaço que ampliou ainda mais a visibilidade do movimento e fortaleceu a mobilização. As discussões e ações em torno desse tema devem continuar nos próximos dias, com o intuito de ampliar a conscientização e buscar soluções que beneficiem tanto os funcionários quanto os clientes do Bradesco e a sociedade como um todo. Com as ações do banco, os funcionários que permaneceram trabalhando ficaram sobrecarregados. Além disso, os clientes e a população como um todo são afetados pelo aumento das filas, demora no atendimento e dificuldade de acesso aos serviços bancário s. O Bradesco é considerado reincidente nesse tipo de situação. A campanha “Que vergonha Bradesco” foi realizada em 2020, durante a pandemia, por sindicatos de todo o país. A denúncia foi feita, tanto nas ruas como nas redes sociais, informando que o banco estava obtendo lucros recordes, enquanto seus funcionários sofriam com assédio moral decorrente de metas abusivas, ameaças de demissões, sobrecarga de trabalho após redução de pessoal e fechamento de agências. Agora, mesmo tendo alcançado um lucro de mais de R$ 20 bilhões em 2022, o banco fechou 1.276 postos de trabalho, 93 agências e 174 unidades de negócios. Magaly Fagundes, coordenadora da COE e secretária de Organização do Ramo Financeiro e Política Sindical da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT),afirma estar preocupada com a manutenção dos empregos. “A vergonha continua, Bradesco. O quadro de funcionários do Bradesco é extremamente enxuto, e a política de demissões e fechamento de agências está comprometendo o atendimento aos clientes. Embora o banco afirme que os funcionários das agências fechadas estão sendo realocados, nossa preocupação é com a manutenção dos empregos”, afirmou a coordenadora. Ainda segundo Magaly, muitas agências que foram transformadas em unidades de negócios são fechadas logo em seguida, resultando em demissões. “O banco precisa cumprir efetivamente o que está previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), garantindo a requalificação e realocação desses funcionários como forma de preservar seus empregos”, ressaltou Magaly. Para ela, o fechamento de agências ou sua transformação em Postos de Atendimento (PAs) resulta em dificuldades para os clientes acessarem serviços bancários básicos. *Fonte: Contraf-CUT

Movimento sindical promove tuitaço contra metas abusivas do Bradesco nesta quarta-feira (31)

Nesta quarta-feira (31), a partir de 11h, será realizado mais um tuitaço contra demissões, metas abusivas e fechamento de agências impostas pelo Bradesco. Os trabalhadores reivindicam ainda mais segurança nas unidades de negócio e mais contratações para melhorar o atendimento aos clientes e usuários do banco. A mobilização nacional é promovida pelo movimento sindical e para participar use a hashtag #AVergonhaContinuaBradesco. No último tuitaço, promovido dia 24, foi registrado um forte engajamento nas redes sociais. O objetivo da mobilização é expor a irresponsabilidade do banco, que apesar de lucrar alto, corta empregos e atende mal a usuários e correntistas. Vale lembrar que no primeiro trimestre deste ano, o balanço do banco registrou lucro de R$ 4,3 bilhões.

Mesa permanente de negociações sobre saúde será retomada

O Coletivo Nacional de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) vai se reunir, nesta segunda-feira (29) com a Comissão de Negociações da Federação Nacional dos Bancos (CN Fenaban) para retomar a mesa permanente de negociações sobre saúde. Durante a pandemia, a mesa permanente foi substituída por uma mesa específica sobre protocolos de segurança e prevenção à covid-19. O secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles, afirmou que é hora de buscar soluções para os desafios do setor. “Durante as campanhas nacionais, a saúde sempre foi um tema prioritário e continuou sendo debatido, mas agora é hora de avançar e buscar soluções para os desafios enfrentados pelo setor. O grande número de bancários adoecidos torna essas questões ainda mais urgentes”, afirmou Salles. O Coletivo de Saúde identificou algumas prioridades que serão abordadas na mesa permanente de negociações com a Fenaban. Mauro Salles destaca a necessidade da criação de canais de diálogo e acolhimento adequado. “É essencial que os bancos estabeleçam canais de comunicação efetivos com as entidades e os bancários, a fim de fornecer um acolhimento adequado. A avaliação é que, quando os bancários necessitam de tratamento de saúde, há desorientação, falta de informações corretas, dificuldade no fornecimento de documentação e descumprimento de cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT)”. Também necessário uma solução para o problema de endividamento devido ao adiantamento emergencial de salário nos períodos transitórios especiais de afastamento por doença. “É necessário discutir o parcelamento dos adiantamentos efetuados, garantindo que a parcela não ultrapasse 30% do salário dos bancários, a fim de evitar o endividamento excessivo”, explicou o secretário. O combate ao assédio moral e à pressão por resultados também faz parte da  pauta. “Deve-se debater a cláusula 61 da CCT, que aborda os mecanismos de prevenção de conflitos nos ambientes de trabalho. É importante aprimorar esses mecanismos, incluindo a criação de canais específicos para denúncias, definição de fluxo de apuração transparente e participação dos sindicatos”, afirmou. Quanto ao Programa de Retorno ao Trabalho, conquista da categoria prevista na cláusula 43 da CCT, os trabalhadores que ficarem mais de 180 dias afastados, entram no programa automaticamente e os que ficarem menos de 180 dias, só entram no programa com indicação médica. “É fundamental garantir o cumprimento do acordado”, disse Salles. Mauro Salles destaca ainda o fornecimento de informações sobre a saúde dos bancários. “É necessário obter informações atualizadas e transparentes sobre a situação da saúde dos bancários, incluindo a elaboração de um relatório anual do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional)”, explicou. Também foi convocada uma reunião prévia do Coletivo Nacional de Saúde, agendada para às 10h do mesmo dia, 29 de maio de 2023. A pauta será o debate será em busca de soluções concretas para as questões relacionadas à saúde dos bancários. *Fonte:Contraf-CUT

Contraf-CUT promove reunião para organização do ramo financeiro

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) reuniu representantes de suas federações e vários sindicatos filiados, nesta quinta (25) e sexta-feira (26), em sua sede em São Paulo, para uma nova fase na organização do ramo financeiro. Durante o encontro, além do mapeamento dos segmentos que atuam no ramo, foi formalizado um plano de ação e instituído o Coletivo Nacional do Ramo Financeiro e Política Sindical. Magaly Fagundes, secretária de Organização do Ramo Financeiro e Política Sindical da Contraf-CUT, ressaltou que “a iniciativa é fundamental neste momento, pois a fragmentação das funções no sistema financeiro é grande e continua se aprofundando, e o movimento sindical precisa acompanhar essas mudanças para ampliar sua representatividade e assegurar que esses trabalhadores tenham garantidos seus direitos e alcancem novas conquistas”.  A subseção da Contraf-CUT do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apresentou um estudo mostrando o quanto o trabalho no setor financeiro tem se alterado nos últimos anos. Segundo o documento, enquanto a categoria bancária reduz e tem seu perfil modificado, outros segmentos crescem, porém com condições trabalhistas precárias, com remuneração cerca de 40% menor e jornada mais extensa. Conceito mais amplo O secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga, falou sobre a construção do ramo financeiro. “A construção do ramo financeiro é fundamental para que os trabalhadores do setor que não são bancários também tenham representação. Essa é uma prioridade, inclusive para o movimento sindical, pois enquanto o sistema financeiro se mantém, o número de bancários reduz, pela fragmentação das categorias, com trabalhadores em tecnologia da informação (TI), crédito corporativo, seguros, planos de saúde e tantos outros”, afirmou Tabatinga. A presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, ressaltou que a importância da construção do ramo financeiro é decisiva no atual momento, em que ganham corpo os debates sobre a reforma sindical no Brasil. “Estamos com um grupo de trabalho tripartite, discutindo alterações na legislação sindical, que buscam sindicatos representativos e fortes, com a valorização da negociação coletiva, mais amplas, como as da categoria bancária”, pontuou Juvandia. Resultados Durante o encontro, foi definido um plano estratégico de ação para a construção do ramo financeiro e aprovado um planejamento de nível nacional, que contempla campanha de comunicação com foco nos trabalhadores não representados e a organização de cursos de formação sobre a questão. “No encontro foi apresentado um diagnóstico e definido um planejamento nacional para fortalecer a representação de todos os trabalhadores do ramo financeiro. Esse tema é prioritário para buscarmos reverter a pulverização arquitetada pelas empresas, no sentido de dividir e reduzir direitos dos trabalhadores do ramo financeiro”, explicou o secretário de Formação da Contraf-CUT, Rafael Zanon. Magaly observou que “estamos nessa fase fundamental de mapeamento do ramo, e agora entramos num momento com iniciativas efetivas no sentido de construir o ramo.” “O objetivo é que todos os trabalhadores do ramo financeiro tenham representação sindical forte, que amplie os direitos e permita novas conquistas”, completou a secretária. Participaram do encontro, representantes dos sindicatos dos bancários de São Paulo, Curitiba, Londrina, Florianópolis, Brasília, Rio de Janeiro e Alagoas; da Fetec/PR, Fetrafi RJ/ES, Fetec/SP, Fetec/Centro-Norte, Fetrafi/RS, Fetrafi/NE e Federa/Rio. *Fonte: Contraf-CUT

Nova lei sobre racismo é tema de debate nesta sexta-feira (26)

Nesta sexta-feira (26) será realizado um debate sobre a nova lei número 14.532/2023, que tipifica o crime de injúria racial como uma modalidade de racismo. O secretário de Combate ao Racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Almir Aguiar, está convidando a categoria bancária e toda a sociedade para o evento.  “Queremos que a legislação combata, na prática, a discriminação racial. Basta de racismo!”, disse Almir Aguiar. Estão confirmados como palestrantes a secretária municipal de Meio Ambiente do Município do Rio de Janeiro, Tainá de Paula; o secretário Nacional de Combate ao Racismo do PT Martvos das Chagas; o vereador do Rio Edson Santos (PT) e o desembargador Siro Darlan, além do secretário de Combate ao Racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Almir Aguiar. O encontro será realizado no auditório do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, a partir das 18h. O endereço é Avenida Presidente Vargas, 502, 21º andar. Fonte:  Contraf-CUT e Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

Seminário sobre 80 anos da CLT ressalta importância de fortalecer centrais e movimento sindical

O Seminário sobre 80 anos da CLT foi realizado, na manhã desta quinta-feira (25), e contou com uma mesa com mulheres e negros, sobre a regulação do trabalho frente ao projeto neoliberal. Temas como reforma trabalhista, perspectiva neoliberal, fascismo e a desorganização do mundo do trabalho fizeram parte da pauta do encontro. Também foi abordado o papel do STF na desconstrução das relações de trabalho, em que a palavra “eficiente” é hipervalorizada. A presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, aproveitou para falar sobre a realidade da categoria bancária. “Durante a pandemia, conseguimos regular as novas modalidades de trabalho, como o teletrabalho e o direito à desconexão. Mas também sofremos com a reforma, e estamos constatando a diminuição de postos de trabalho. Somente neste início do ano, 2.600 bancários perderam os seus empregos ou migraram para a terceirização. A mesa ressaltou que é importante fortalecer as centrais e o movimento sindical. Desta forma, Adriana explicou que já está em debate um novo financiamento dos sindicatos através da contribuição aprovada pela categoria. Além de um modelo de organização por ramos de atividades, para fortalecer as negociações. *Fonte: Federa-RJ

Contraf-Cut: dirigentes debatem prioridades do movimento sindical bancário em 2023 e aprovam balanço da entidade

A Direção Executiva Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) se reuniu para analisar os dados do balanço da entidade e debater sobre as prioridades do movimento sindical bancário em 2023. A reunião aconteceu na última terça-feira (23), em São Paulo. O balanço foi aprovado por unanimidade pelos membros da DN. O secretário de Finanças da Contraf-CUT, Luiz Cesar de Freitas, explicou que os demonstrativos já haviam sido aprovados pelo Conselho Fiscal e pela Executiva Nacional. “Os demonstrativos financeiros já haviam sido analisados e aprovados pelo Conselho Fiscal e pela Executiva Nacional. Convocamos os representantes das entidades e fizemos esta apresentação detalhada para a análise e deliberação final pela Direção Executiva Nacional, conforme determina nosso estatuto”, afirmou Luiz Cesar. A conjuntura social e política nacional também foi objeto de análise da Direção Nacional da Contraf-CUT, assim como outros temas de interesse da categoria e da classe trabalhadora. Segundo Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT, a classe trabalhadora, e principalmente as categorias do ramo financeiro, precisa focar sua atuação para obter avanços em temas prioritários. “Em 2022, assinamos um acordo de dois anos que já nos garante aumento real para este ano. Agora é fundamental concentrarmos nossa atuação em temas importantes não apenas para nós do ramo financeiro, mas para toda a classe trabalhadora, para ampliarmos o debate sobre a necessidade de uma reforma tributária que garanta mais justiça fiscal e social, com aumento da faixa de isenção do IR, tanto na tabela geral, quanto na específica da PLR”, disse a presidenta da Contraf-CUT. Juvandia também ressaltou a necessidade de manter a campanha pela redução da taxa de juros. “Também devemos continuar nossa campanha pela redução da taxa de juros e o debate sobre o papel do sistema financeiro e do crédito para a geração de emprego e renda, além de avançarmos rumo à organização do movimento sindical e outras questões que envolvem o futuro da categoria e do ramo financeiro”, completou Juvandia, acrescentando que estes também são os temas preliminares indicados para o debate na 25ª Conferência Nacional. A 25ª Conferência Nacional dos Bancários será realizada nos dias 4, 5 e 6 de agosto de 2023, em São Paulo, na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, no formato presencial. Antes disso, nos meses de junho e julho, os mesmos temas devem ser debatidos nas conferências estaduais/regionais. *Fonte: Contraf-CUT

Movimento sindical promove tuitaço contra abusos, demissões e fechamento de agências do Bradesco

Organizado nacionalmente, o movimento sindical promoveu um tuitaço, no final da manhã desta quarta-feira (24). O protesto foi pelo fechamento de agências, por segurança nas unidades de negócio, pelo fim das demissões e por mais contratações para melhorar o atendimento dos clientes e usuários do Bradesco. Com a hashtag #AvergonhaContinuaBradesco, o objetivo da mobilização foi expor a irresponsabilidade social do banco, que apesar de lucrar alto corta empregos e atende mal a usuários e correntistas. Foi registrado um forte engajamento e a mobilização ficou em quarto lugar entre os assuntos mais comentados durante a manhã. Além de denúncias de abusos, a mobilização nas redes sociais serviu para conscientizar a população sobre a realidade enfrentada pelos bancários. Vale lembrar que no primeiro trimestre deste ano, o balanço do banco registrou lucro de R$ 4,3 bilhões.